Um demônio preferencial

Ideologia nunca foi o fiel da balança nas eleições brasileiras, pelas quais já passaram Leonel Brizola, pelo outrora combativo PDT, Celso Brant (PMN), nacionalista convicto, assim como o inteligentíssimo Enéas Carneiro (PRONA), físico, matemático, professor, escritor. É então sintomático perceber como jornalistas e veículos de comunicação ¨independentes¨ tornaram a ideologia – especificamente de direita, protagonista da cena, levando à supor que a possibilidade da vitória de Bolsonaro está mais desenhada, do que se quer fazer acreditar. Talvez o poder invisível do dinheiro fácil, desta vez tenha escolhido uma ideologia para chamar de demônio.

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