Indolente!!!

Tantos falsos por aí, tantos loucos a sorrir, com grana no bolso e poder nas mãos. Vejo tudo revirado, o meu mundo ao contrário. Muitos dormem o sono da ilusão. O relógio despertou, meio mundo acordou, cuidado pra não se atrasar. Não viverei nessa indolência. Te encontrar pra acabar com a sonolência. Esta não é uma declaração do General Mourão. É a letra (Vitor Neuhaus) da música indolência lançada pela  banda de rock catarinense Último Barco.

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Presidente & Prisioneiro

Não se trata de novo duo sertanejo. Na hipótese inenarrável da Justiça brasileira permitir a candidatura de um presidiário e se eleição não for indulto, abre-se a hipótese de termos um Presidente literalmente preso à compromissos…penitenciários. Uma desmoralização ao Brasil e aos brasileiros esta sandice que o PT está fazendo nestas eleições.

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TRÊS EM CADA QUATRO BRASILEIROS ESTÃO PESSIMISTAS

Segundo pesquisa do IBOPE encomendada pela CNI e realizada entre os dias 21 e 24 de Junho, se somarmos a turminha (26%) do tanto faz (nem pessimista nem otimista), 75% da população estaria desanimada com as eleições. Como suponho que a grande maioria tem essência democrática, não seria um número significativo para que os agentes políticos se sensibilizem a tratem de fazer uma VERDADEIRA reforma eleitoral, criando um estatuto com cláusulas pétreas de fidelidade partidária, voto distrital e voto qualificado, por exemplo?

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40 minutos do segundo tempo

Estamos à 66 dias da eleição presidencial – o que equivale aos 40 minutos do segundo tempo de uma partida de futebol. Não é preciso ser mago marqueteiro para perceber que se for preciso mudar o resultado, só tem uma ferramenta para enfrentar este cronograma: as redes sociais. E quem é mais forte em redes sociais? PS – o único jeito de levar pra prorrogação é ao menos empatar

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Um demônio preferencial

Ideologia nunca foi o fiel da balança nas eleições brasileiras, pelas quais já passaram Leonel Brizola, pelo outrora combativo PDT, Celso Brant (PMN), nacionalista convicto, assim como o inteligentíssimo Enéas Carneiro (PRONA), físico, matemático, professor, escritor. É então sintomático perceber como jornalistas e veículos de comunicação ¨independentes¨ tornaram a ideologia – especificamente de direita, protagonista da cena, levando à supor que a possibilidade da vitória de Bolsonaro está mais desenhada, do que se quer fazer acreditar. Talvez o poder invisível do dinheiro fácil, desta vez tenha escolhido uma ideologia para chamar de demônio.

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Maringá – o avesso do avesso

Estamos vivendo uma inusitada situação em Maringá, depois de ter atingido invejáveis e invejados índices de qualidade de vida o que orgulha a todos que de alguma maneira ajudaram a construir esta cidade. Recentemente no entanto este adágio tem sido objetado nas ocasiões em que se procura acriminar insucessos particulares, imputando o malogro a outros. A mais recente é generalizar a publicação de notícias e fatos como crítica mercenária e pior, sem apontar nomes, imputando a apresentadores e programas de rádio e televisão a acidez, devido à falta de uma licitação (que ainda não foi conclusa, depois de quase 2 anos).

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Supervisão de investimentos

Governadora Cida Borghetti esteve hoje à tarde em Maringá inspecionando serviços de terraplanagem do Hospital da Criança em Maringá. A nova unidade de saúde ocupará uma área de 90 mil m2 (anexo ao Novo Centro Cívico) e terá 23 mil m2 de área construída para abrigar 160 leitos atendendo 21 especialidades. Sob moderna técnica construtiva, o prazo de execução é de 24 meses e conta com o apoio Organização Mundial da Família e do Hospital Pequeno Príncipe. A OMF vai repassar recursos financeiros e técnicos, e o complexo Pequeno Príncipe, referência nacional em saúde infantil, dará apoio e consultoria ao projeto – e também poderá participar da licitação para auxiliar na gestão da unidade. 

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Se pedofilia é doença, corrupção é pestilência

O fato novo do debate é um eventual enquadramento da pedofilia como doença, o que deixaria nossas criança ainda mais suscetíveis à serem vítimas da reincidência, visto que caberia também a discussão sobre a inimputabilidade dos ditos ¨doentes¨. Esta perspectiva de patologizar crimes abre novo e interessante campo para a Medicina, quando então poderíamos abrir a discussão sobre outras ilegalidades como a corrupção, na qual a criança que passou por dificuldades de saúde e educação – não necessariamente por falta de recursos, quando adulto, exteriorizasse a patologia roubando dinheiro de consulta e de lápis, dos cofres públicos. Meia colher de óleo de peroba, todo dia em jejum, por três meses, poderia ser uma prescrição neste caso!

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