Autor: alexchaves



O Mal das Drogas

Ao serem utilizadas, as drogas transformam o comportamento de usuários e proporcionam sensações paranoicas (loucuras). Isso gera com que as pessoas se sintam obrigadas a usá-las instantaneamente, ao aumento da dose a cada uso, tornando assim a pessoa dependente psicologicamente, e às vezes, fisicamente.

 

Tudo sobre drogas



Overdose

Superdose, dose excessiva ou, simplesmente, overdose é o termo utilizado para se referir ao consumo de determinadas drogas ou medicamentos maior do que o corpo é capaz de metabolizar. Podendo ser provocada ou acidental, o acúmulo destas substâncias no organismo causa um quadro de intoxicação, desencadeando em morte em um número considerável de casos.

 

http://brasilescola.uol.com.br/drogas/overdose.htm



Todos contra o Frio

Frio!

Com a queda de temperatura, começa o plantão 24 horas para acolher moradores de rua, a população pode acionar o Centro POP – Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (44) 3221-6400 ou no Plantão 24 horas (44) 99103-5661

#todoscontraofrio

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Por que as pessoas usam drogas?

As pessoas usam drogas porque querem mudar algo nas suas vidas. Eles pensam que as drogas são uma solução, mas, no fim, as drogas tornam-se o problema. Mesmo quando os problemas que se têm de enfrentar são difíceis, as consequências do uso de drogas sempre serão piores que o problema que se está tentando resolver. A resposta real é obter os fatos e, em primeiro lugar, não usar drogas.



História de Vida de Walmir Alencar

Minha vida é pura misericórdia! Nasci no dia 29 de Julho de 1967 em Registro, baixada santista, no Estado de São Paulo. E jamais pensei em ser músico, nem sequer ser de Deus ou até mesmo servi-lo como sirvo hoje. Desde pequeno fui criado em meio a uma grande indecisão. Minha família era espírita de “mesa branca”, onde se invocavam os mortos. Como toda família constituída, nós também buscávamos uma tal felicidade que parecia ser ilusão, porque nunca a vimos em nossa casa. Parecia que quanto mais buscássemos nesses lugares, mais distante ela ficava. A minha rebeldia e as desavenças entre nós faziam com que vivêssemos num confronto diário de desamor.
Em minha adolescência essa busca por um alento aumentou, mas com ela minha infelicidade também, pois eu buscava em meio a pessoas que viviam num verdadeiro lamaçal de pecados.
Eu frequentava todos os dias um lugar onde rolava de tudo: drogas, sexo livre… E pensando em estar seguro, eu até dizia aos que me criticavam: “Eles sim são minha família! Pois eu nunca tive outra!”. Mas freqüentemente os “amigos” que ali eu conhecia não duravam muito tempo: Uns morriam por assassinato e outros por drogas, e eu simplesmente ia restando. Enquanto isso, em casa, eu assistia de camarote a minha família se desfazer: Meus pais se separando, minha irmã mais velha tornando-se mãe solteira, sendo que já não tínhamos nem condições financeiras para cuidar dos outros irmãos. E além de tudo isso, o irmão mais novo cai do muro e falece. Parecia que nossa sorte era a desgraça. Minha mãe não aguentando segurar tudo sozinha, um dia de manhã quando nós acordamos, vimos um bilhete dela dizendo que era para a gente se cuidar porque ela estava indo embora. A partir dali cada um foi viver sua vida. Foi nesse tempo que com 16 anos de idade, já vivendo em São José dos Campos/SP, recebi um convite de um jovem vizinho para participar da Missa da juventude. Mas somente depois de alguns meses, ao passar sem querer em frente da Igreja num domingo de manhã, acabei entrando para participar da Missa. Eu estava com chinelo de dedo, todo sujo, cabeludo, roupas velhas e nem mesmo sabia fazer o sinal da cruz, mas ao ver a alegria daqueles jovens cantando e dançando, não me importei com mais nada. Chorei muito, pois havia encontrado a verdadeira felicidade! E uma frase queimava no meu peito: “Aqui é meu lugar”. Fui batizado aos 17 anos na mesma Igreja. Comigo também três irmãs acima de minha idade e outra mais jovem que eu. Uma delas recebeu três Sacramentos num mesmo dia: Batismo, Primeira Comunhão e Matrimônio. Foi uma Festa! Hoje minha maior felicidade é ver minha família buscando o Senhor. Depois de alguns anos encontrei minha mãe e voltei a morar com ela. Nesse tempo todas as minhas irmãs já frequentavam o grupo de oração. E minha mãe foi reconquistando toda a família novamente com seu testemunho de vida. Entrou para a Igreja e se casou em Maio de 2003. Deus é santo e bom em tudo o que faz! Continuo esperando em Deus e não desanimo. Ainda que falte alguma coisa para o Senhor ajustar em minha casa, como meu irmão que por causa de tráfico de drogas ficou no Carandiru até fechar e há muitos anos vive de presídio em presídio, eu levo comigo esta promessa: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua família” (Atos 16, 31) Mas Deus sempre traduziu esta palavra para mim desta forma: ”Se você cuida da minha Obra, Eu cuido da sua família”.Walmir Alencar

http://www.rccbrasil.org.br/artigo.php?artigo=749

 

Drogas na adolescência: temores e reação dos pais

O uso de drogas na adolescência é um tema que preocupa famílias, educadores e profissionais da saúde. O interesse dos pesquisadores por esse assunto tem aumentado muito nas ultimas décadas. Os estudos investigam desde a idade em que ocorreu o primeiro uso até as principais influências ou fatores de risco para o estabelecimento do comportamento de consumo de substâncias, e os aspectos familiares envolvidos no processo.

A precocidade do início do uso de álcool e outras drogas também tem sido alvo de preocupação. Vários estudos indicam que crianças e adolescentes estão iniciando cada vez mais cedo o uso destas substâncias.

Alguns dos fatores fortemente associados ao uso de drogas por adolescentes são: a facilidade de obtenção e o consumo de drogas pelos amigos. Na adolescência, a necessidade de fazer parte de um grupo assume grande importância, pois ajuda na afirmação da própria identidade, aumenta as opções de lazer e reduz a solidão. As atitudes assumidas pelo grupo passam a ser tão ou mais importantes do que alguns valores familiares, pois dele vem parte do suporte emocional e a aceitação pelos outros componentes reforça a auto-estima.

Existem inúmeros fatores relacionados ao início do uso de álcool e outras drogas, mas o aspecto familiar e o relacionamento com amigos têm recebido maior atenção. A presença de conflitos familiares e a influência dos amigos estão associadas ao aumento do risco para o uso de drogas.

O presente artigo publicado pela Revista Psicologia: Teoria e Pratica investigou quais são os principais temores de pais de adolescentes e o que eles sentem em relação ao uso de drogas e ao futuro dos filhos. Avaliou também as reações frente ao problema, de forma que estes resultados pudessem contribuir para a elaboração de programas preventivos. Para isso foram entrevistados 87 pais de adolescentes, todos moradores da cidade de São Paulo, com filhos adolescentes estudantes com idade entre 12 e 19 anos.

Os resultados mostram que a média de idade dos pais foi 42 anos, sendo que.73% eram do sexo feminino; 71% estavam casados e 26% separados; 64% moravam em casa própria. Quanto à religião, 64% eram católicos. Em relação à escolaridade, 73% tinham curso superior; 88% estavam empregados e 72% tinham renda familiar acima de 8 salários mínimos.

Dos pais entrevistados 91% afirmaram conversar com os filhos sobre álcool, 78% sobre cigarro e 61% sobre inalantes. Sobre as drogas ilícitas, 80% dos pais afirmaram conversar sobre maconha e 68% sobre cocaína. O conteúdo das conversas é meramente informativo ou restringe-se ao compartilhamento dos temores pelas possíveis conseqüências do uso de drogas. Esse tipo de comunicação pode não ser uma forma efetiva de prevenção e, ao contrário, pode gerar sobre os filhos uma certa ansiedade e medo dos pais.

Os pais relataram bastante preocupação com o futuro de seus filhos, no que diz respeito às drogas. Foram observados dois tipos principais de temor: os relacionados ao mundo externo (influências de amigos e marginalidade) e os relacionados às conseqüências pessoais do uso (dependência, overdose, internações).

Diante do uso de drogas lícitas, os pais afirmam que conversariam com os filhos e encarariam o consumo com maior naturalidade. Já no caso de uso de drogas ilícitas, a maioria confessou que brigariam verbalmente.

Embora seja senso comum a percepção do temor e da preocupação dos pais em relação à presença da droga na vida dos filhos, na literatura especializada são escassos os estudos que abordam esses aspectos. Os trabalhos recentes sobre prevenção ao uso de drogas têm demonstrado a pouca efetividade dos modelos baseados apenas na divulgação de informações ou no amedrontamento. È importante que programas de prevenção tenham como meta a promoção do bem estar e da competência dos adolescentes para lidar com situações de risco, incluir a participação de pais e educadores no processo.

 

Fonte: Texto resumido pelo OBID a partir do original publicado pela Revista Psicologia: Teoria e Prática, 2006, vol.8 (Supl 1): pág. 41-54. Editado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. ISSN 1516-3687



Drogas

Drogas são substâncias naturais ou sintéticas que afetam os processos da mente ou do corpo quando introduzidas no organismo. Embora o termo possa se referir a qualquer composto utilizado no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças, na maioria das vezes é utilizado para se referir a substâncias usadas recreativamente em função dos efeitos narcóticos que exercem sobre o sistema nervoso central. Se a droga é usada recreativamente, é porque proporciona experiências de prazer. Isso leva parte dos usuários ao uso contínuo e à dependência. Por este motivo, a definição de drogas atualmente abrange também produtos tóxicos legais que são utilizados de forma excessiva, como o cigarro ou o álcool. Algumas substâncias químicas têm o poder de alterar nosso estado de consciência disparando uma parte do cérebro responsável pelo que chamamos de sistema de recompensa, associado principalmente à manutenção da dopamina – principal neurotransmissor do corpo – no organismo. As drogas psicotrópicas (psico/mente + trópico/atração por) são as que alteram a forma de o indivíduo sentir, pensar e, às vezes, agir. Podem ser divididas em drogas naturais, parcialmente sintéticas e sintéticas. Mas, de uma forma geral, são classificadas de acordo com os efeitos farmacológicos que exercem, ou seja, a forma como atuam sobre o cérebro. Podem ser estimulantes, depressoras ou perturbadoras do sistema nervoso central.

http://saude.ig.com.br/drogas/

 



Prevenção

Muito se tem feito nos últimos tempos para que as pessoas se previnam contra o uso de drogas. Mas também muito se tem feito, legal ou ilegalmente, para que elas sejam usadas. O resultado final é que as pessoas estão consumindo cada vez mais drogas. Usar drogas, significa em primeira instância, buscar prazer. É muito difícil lutar contra o prazer, porque foi ele que sempre norteou o comportamento dos seres vivos para se preservarem e perpetuarem sua espécie. A droga provoca o prazer que engana o organismo, que então passa a querê-lo mais, como se fosse bom. Mas o prazer provocado pela droga não é bom, porque ele mais destrói a vida do que ajuda na sobrevivência. A prevenção tem de mostrar a diferença que há entre o que é gostoso e o que é bom. Todo usuário e principalmente sua família têm arcado com as consequências decorrentes desse tipo de busca de prazer. Pela disposição de querer ajudar outras pessoas, parte da sociedade procura caminhos para prevenir o maior mal evitável deste final de milênio.



Por que as pessoas usam drogas?

As pessoas usam drogas porque querem mudar algo nas suas vidas.

Aqui estão algumas razões que os jovens deram para usar drogas:

  • Adaptar-se
  • Escapar ou relaxar
  • Aliviar o tédio
  • Parecer adulto
  • Rebelar-se
  • Experimentar

Eles pensam que as drogas são uma solução, mas, no fim, as drogas tornam-se o problema.

Mesmo quando os problemas que se têm de enfrentar são difíceis, as consequências do uso de drogas sempre serão piores que o problema que se está tentando resolver. A resposta real é obter os fatos e, em primeiro lugar, não usar drogas.

http://www.mundosemdrogas.org.br/drugfacts/drugs/why-do-people-take-drugs.html