Ideologia de gênero: a discussão continua

Do site ‘Acontecendo Aqui’:

“Os meninos têm pênis. As meninas têm vagina. Não deixe que te enganem. Se você nasce homem, é homem. Se é mulher, continuará a ser”.

Este é o texto que a Associação Espanhola HazteOír está usando desde o final de fevereiro na campanha “O ônibus que não mente”. Segundo referida Associação, a iniciativa visa combater a propagação da ideologia de gênero.

O veículo
Trata-se de um ônibus que vinha circulando pelas ruas de Madri, mas que foi impedido na segunda-feira, 06/03, por uma ação de grupos de militância LGBT que promoveram uma campanha de críticas à iniciativa e, graças à influência exercida em alguns setores públicos, obtiveram êxito. O ônibus não mais circulará por Madri até que a acusação de “transfobia” seja apurada. Apesar disso, um segundo ônibus, idêntico ao primeiro, passou a circular nas ruas de Madri na terça-feira, 07/03.

Foi a procuradora Cristina Cifuentes que pediu que se estudasse se a campanha se constitui como uma contravenção à Lei de Igualdade e Não-Discriminação vigente na comunidade. Em uma entrevista à emissora TVE, Cifuentes disse que a campanha lhe parece uma “provocação absoluta” e “completamente inapresentável”.

Defesa
Na coletiva de imprensa que lançou a campanha, o presidente da entidade, Ignacio Arsuaga, já havia questionado se “é um delito na Espanha dizer que os meninos têm pênis e as meninas vagina?” Arsuaga garantiu que a campanha não ataca ninguém, mas simplesmente reconhece um dado da biologia que todos estudamos na escola. “Respeitamos e exigimos respeito para todas as pessoas independentemente de suas características ou condição sexual”, afirmou. Ele disse ainda que a associação está recebendo ameaças, como pessoas incitando a queimar e apedrejar o ônibus, além de matar os membros de associação.

A campanha é uma resposta à propaganda que a associação Chrysallis Euskal Herria, entidade que reúne familiares de crianças consideradas transexuais, realizou nos pontos de ônibus de Pamplona e do País Basco em janeiro, que trazia desenhos de crianças nuas e afirmava: “Há meninas com pênis e meninos com vagina. Simples assim”. Segundo HazteOír, depois desse episódio, as empresas que gerenciam a concessão de publicidade nos transportes de Navarra e do País Basco vetaram à entidade a contratação de espaço para a divulgação das frases que hoje estão no ônibus. (Oriundo do site Sempre Família).

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O dinheiro sagrado do trabalhador

Existe algo muito errado na fiscalização do Ministério do Trabalho em relação ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Pois agora que o governo federal liberou os saques das contas inativas, descobre-se que cerca de 7 milhões de trabalhadores não tiveram seus depósitos efetuados pelos empregadores, o que corresponde a um débito total de R$ 24,5 bilhões inscritos na dívida ativa da União.

O depósito de FGTS está previsto na Lei 8.036/1990 e determina que todos os empregadores são obrigados a depositar, em conta bancária vinculada, o correspondente a 8% da remuneração do trabalhador no mês anterior. Diz ainda a lei que os depósitos devem ocorrer mensalmente até o dia 7 e, quando a data não cair em dia útil, o recolhimento deverá ser antecipado. Além disso, as empresas são obrigadas a comunicar mensalmente os empregados sobre os valores recolhidos.

Como há precariedade na fiscalização do Ministério do Trabalho, é ao coitado do trabalhador que cabe verificar se os depósitos foram feitos, através de um extrato atualizado da conta vinculada do Fundo de Garantia. Quando escrevo “coitado” é porque a grande maioria dos trabalhadores em funções mais simples e até em serviços braçais nem tem noção de que o documento pode ser obtido em qualquer agência da Caixa Econômica Federal, ou que também é possível fazer essa checagem baixando o aplicativo do FGTS no smartphone. Imagine agora um trabalhador nos rincões mais perdidos do Nordeste brasileiro usando aplicativo em smartphone…

O trabalhador pode cobrar até cinco anos de FGTS não depositado. E há que considerar o prazo para entrar com uma ação: somente até dois anos após o desligamento da empresa. Passado esse período, o trabalhador perde o direito de ingressar com ação na Justiça do Trabalho para requisitar qualquer eventual problema de falta de pagamento de benefícios e obrigações, inclusive o FGTS. Onde ficou a fiscalização do Ministério do Trabalho neste lapso de tempo?

Resultado: as empresas podem brincar de gato e rato com seus trabalhadores. E não é por acaso que existe uma dívida de R$24,5 bilhões por depósitos não efetuados.

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Veneração fatal

O historiador Marco Antônio Villa vem afirmando repetidas vezes em programas de tevê que “Lula e Dilma são os maiores ladrões e destruidores do Brasil e deveriam estar presos, pagando por seus crimes”. Entretanto, ao invés de presos, eis que lá estava a dupla na Paraíba, reinaugurando a obra de transposição do Rio São Francisco “entregue” poucos dias antes à população pelo presidente Temer.

Lula não perdeu a oportunidade: “Dilma e eu, Ricardo (referindo-se ao governador Ricardo Coutinho) e outros governadores temos o orgulho de dizer que somos pai, mãe, irmão, tio, primo e sobrinho da transposição das águas do Rio São Francisco.” Isso porque Temer, em seu discurso, afirmara “não quero a paternidade desta obra, ninguém pode tê-la. A paternidade é do povo brasileiro e do povo nordestino”,

Perguntam por aí se Lula tem chances de se eleger novamente para a presidência em 2018, o que faz estremecer a turma da oposição ao PT em Brasília e todos que odeiam a dupla de ex-presidentes. Pois a foto mostra que cerca de 70.000 pessoas estiveram naquela região de Monteiro, PB, venerando seu ídolo Lula. Uma veneração que demonstra a completa ignorância histórica daquelas pessoas humildes,  sem noção da realidade política que os cerca, doutrinadas pelos camisas vermelhas do ultrapassado esquerdismo soviético. E que certamente votariam novamente em seu ídolo maior. Mesmo estando Lula acusado de corrupção, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e de outros crimes financeiros.

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Congresso brasileiro: nota zero

Quando se toma conhecimento dos salários, das mordomias e regalias, dos poucos dias “trabalhados” semanalmente, do inenarrável contingente de assessores e funcionários lotados no Senado e na Câmara dos Deputados com salários nababescos, e da pífia contribuição que estes políticos nos oferecem, vem-nos à cabeça a lembrança de histórias medievais, com os nobres praticamente intocáveis em seus castelos majestosos.

Estes senhores feudais também viviam cercados de incontáveis serviçais, usufruíam do bom e do melhor, enquanto os moradores do entorno, os camponeses, se esfalfavam para pagar impostos tão escorchantes que originaram diversas revoltas e ataques aos senhores dos castelos.

Pois na enorme crise econômica que vive nosso país, em nenhum momento os “nobres políticos” de Brasília se dignaram a contribuir com ideias, com exemplos, com redução das suas mordomias, com projetos modernos de reforma política, nem com qualquer atitude que mudasse seu invejável status quo. Pelo contrário: todos eles se protegem, pretendem disfarçadamente detonar a Operação Lava Jato, querem mudar as leis que os levariam à perda de mandatos, estudam projetos para legalização do chamado Caixa 2 – uma escancarada roubalheira de dinheiro público – e diariamente a mídia nos dá conta das artimanhas que utilizam para continuarem no poder, eleição após eleição, enriquecendo ostensivamente na mesma proporção em que aumenta a crise no nosso país, o desemprego, a insatisfação, o desespero.

Jamais se imaginou que tantos deputados, senadores e ministros pudessem estar tão envolvidos com a corrupção, a roubalheira, os desvios de verbas públicas – o nosso dinheiro. É incrível a desfaçatez com que se apresentam em entrevistas, com que tentam justificar seus atos ilícitos e como interpretam a moral sob seus distorcidos prismas de visão. E agem como se não fosse importante dar satisfações à sociedade brasileira.

Não à-toa que grandes contingentes de jovens brasileiros, futuros potenciais empresários e especialistas nos mais diversos campos de atividades, procuram por todos os meios mudar de país em busca de novas oportunidades, deixando para trás suas raízes e principalmente ficar bem distantes das mentes obtusas e obnubiladas da pior classe política que já passou por nossas vidas.

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Hibristofilia*

*Hibristofilia é o fetiche/atração sexual por pessoas criminosas,
inclusive por pessoas que cometeram crimes horríveis como
assassinatos e esquartejamento. 

Breivik fazendo a saudação nazista no tribunal

Um caso marcante de hibristofilia ocorreu na Suécia: uma jovem de cerca de 20 anos estava enviando cartas toda semana e prometia que irá esperar seu “amado” Anders Breivik sair da prisão. Brevik é nada mais, nada menos, do que o matador de 77 pessoas em 22 de julho de 2011, dia em que detonou uma caminhonete-bomba no complexo governamental de Oslo, causando a morte de oito pessoas e em seguida se dirigiu à Utoya (40 km da capital), onde realizou um massacre no acampamento das Juventudes Trabalhistas.

A jovem afirmava que “realmente não gostaria de viver uma vida sem ele”, e estava fazendo tudo o que podia para obter uma flexibilização das condições prisionais de Breivik, que estava em isolamento em uma penitenciária de segurança máxima.

Essa história nos remete ao goleiro Bruno, para o qual, inexplicavelmente, a mídia está dando uma cobertura ímpar. Bruno, que deixou a prisão no final de fevereiro após seis anos detido, acusado pelo assassinato da ex-amante Eliza Samúdio e está temporariamente em liberdade (haverá novo julgamento), foi contratado por uma equipe de futebol da segunda divisão mineira, o Boa Esporte Clube, em Varginha. Na sua primeira visita à cidade, ele foi cercado por inúmeros fãs que fizeram questão de tirar selfies com ele, para publicação em redes sociais.

O anúncio da contratação fez a equipe mineira perder patrocinadores, mas a diretoria mantém a posição de contar com o jogador. Curiosamente, até alguns e algumas repórteres ficam alvoroçados ao conseguirem entrevistar o goleiro – assim como fizeram inúmeros e inúmeras fãs.

São claros os indícios de que esta palavra tão complicada – hibristofilia – tem fundamentos psicológicos de difícil compreensão. Traduzindo: esta adoração por assassinos é demais para nossas cabeças.

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Filas, filas, filas…

Fila para conseguir emprego (Foto IstoÉ)

De duas, as duas: brasileiro adora e odeia filas. Por um lado, há filas se formando por todos os lados na maioria das cidades brasileiras, seja na porta de bancos, seja para se candidatar a um emprego, seja para assistir a um filme no cinema, seja para aproveitar promoções em lojas, seja para aguardar a vez de almoçar num restaurante.

Filas fazem parte do cenário nacional. Nos bancos, já existem truques para “furar” a vez. Há empresas que contratam idosos para efetuar os serviços em bancos, aproveitando os caixas especiais. E há mães “alugando” crianças de colo para que as mais apressadinhas possam também furar as filas.

Fila para sacar o FGTS

Do Portal G1, da Globo: “Milhares de brasileiros correram para sacar o FGTS das contas inativas, nesta sexta-feira, que foi o primeiro dia de atendimento da Caixa. Por enquanto, só pode receber o dinheiro quem nasceu em janeiro e fevereiro. Mas as filas eram enormes. Pelo Brasil inteiro, onde tinha FGTS pra sacar, tinha fila nesta sexta-feira dia 10. A necessidade do dinheiro fez muitos brasileiros passarem a maior parte do dia em filas. No desespero pra sacar logo o FGTS, improvisaram almoço em pé, vieram com a família e trouxeram até quem não podia enfrentar a demora e o calor”.

Filas dentro de uma agência bancária

(Introdução do Tratado sobre Filas, em “O Despretensioso Audaz”, de Neto Moreira, 18/04/2012)”:

Trata-se de senso comum a paradoxal afeição/repulsa do brasileiro por uma fila. Dizem alguns até que, outros, ao passar por um local qualquer, entram em filas pelo simples (des)gosto de estar em uma fila. A fila é o assunto predileto do final de um dia de serviço: ‘peguei um fila no banco’! A fila é a mãe da paciência. A fila é o chamado da incompetência. A fila é a prova maior da miscigenação brasileira onde rostos e cores e temperamentos dos mais variados formatos trocam olhares tímidos até o silêncio ser quebrado. ‘Essa fila não anda, né’. Pronto. O início de tudo. Picadeiro para lamentações. Nascimento de casamentos e amizades. Lennon e McCartney se conheceram em uma fila. Batman e Robin. Han Solo e Chubaca…”

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Ameaças ditatoriais

Dá para sentir arrepios: na quarta-feira dia 8, declarações do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fizeram minhas lembranças retornar aos tempos mais tenebrosos de Medici, Figueiredo e Geisel. Ditatorialmente, como se fosse ele, um só indivíduo, o centro de decisões para um país inteiro, o ministro afirmou que reduzir a idade da aposentadoria para 60 anos (mulheres) obrigaria os homens a trabalharem por mais tempo e se aposentarem somente aos 71 anos. E pronto!

Esta declaração exibida nos noticiários foi dada depois de reunião com a bancada do PRB na Câmara dos Deputados. Pois a proposta do governo enviada ao Congresso, prevê que homens e mulheres passem a se aposentar aos 65 anos. Atualmente, não há uma idade mínima para o trabalhador se aposentar. Pelas regras em vigor, é possível pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no caso dos homens.

É lamentável como aqueles que ascendem ao poder passem a se comportar como os reis da cocada preta. A reforma da Previdência precisa de discussões muito mais amplas, envolvendo a sociedade e com certeza deveria prever um mecanismo de aumentos de idade graduais ao longo do tempo – e não definir que a partir de amanhã a idade passe a ser de 65 anos – ou de 71, como ameaçou o ministro ditatorial. A afirmação dele atropela até o Congresso Nacional, que não é nenhuma maravilha, muito pelo contrário, mas está lá para, bem ou mal, cumprir suas funções.

Que país é este, afinal?

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“Mamãefalei”, um idealista maluco?

“Desde que nascemos somos bombardeados por informações de como ver o mundo, como as coisas funcionam e como devemos agir. Será que não está na hora de termos mais propriedade no jeito em que escutamos, pensamos e falamos? Convido você a gastar alguns minutinhos comigo para se informar, questionar e ver o mundo de uma forma muito diferente dessa nuvem de inércia em que vivemos.”

Esta é a introdução/apresentação do site “Mamãefalei”, canal no YouTube criado pelo paulista Arthur Moledo Do Val. Ele é ou audacioso ou maluco, ao se meter em ninhos de cobras dos esquerdistas, seu foco de atuação. O vídeo acima – apenas um entre muitos – mostra sua atuação e suas provocações. A maioria dos vídeos comprova que os grupos esquerdistas entrevistados por ele são apenas massas de manobras, grupos de pessoas alienadas e sem conhecimentos, comandadas por líderes aproveitadores com ideais (?) políticos tortuosos, o que pode ser comprovado no vídeo acima.

Como escreveu um dos comentaristas do vídeo: “Olha o nível dos eleitores do LULA..kkkk. Cachaceiros, analfabestas não sabem nem porque estão ali. Só lamento que esses espertalhões se aproveitam da miséria alheia para formar seu curral eleitoral preso ao assistencialismo e paternalismo estatal”.

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Não sobrou ninguém!

Uma das várias planilhas da Odebrecht.
Destaque para os nomes de Jaques Wagner, Cunha, Renan, Marconi Perilo,
Randolfe Rodrigues, Humberto Costa, Vanessa Grazziotin e
Lindbergh Farias (dois dos três patetas do Senado), Raul Jungmann,
Jarbas Vanconcelos, Eduardo Paes, Jorge Picciani, Sarney, Cabral…
muitos deles posam de santos e fazem parte do atual governo.

 

Parece que todos os principais políticos brasileiros estão completamente enredados nas teias da corrupção! Nomes tradicionais que jamais imaginaríamos fazer parte do esquema criminoso do chamado “Caixa 2”, das doações “legais” e ilegais para suas campanhas eleitorais e das chamadas “trocas” de favores financeiros, lá estão delatados pelo pessoal da Odebrecht, a maior e mais generosa teta já surgida no planeta Terra (com nosso dinheiro).

Quem diria que foram delatados figuras até aqui aparentemente “impolutas”, como Anastasia, Serra, Alckmin, Picciani e o falecido Eduardo Campos, entre outros?

O mapa político do Brasil precisa ser reconstruído. Chega de corrupção! Já passou muito da hora de se proceder a uma reforma política, limitar e fiscalizar as chamadas doações para campanhas, riscar do mapa todos os senadores, deputados, governadores, prefeitos e vereadores envolvidos em corrupção (além de mandá-los para a cadeia, é claro, e obrigá-los a devolver centavo por centavo do dinheiro surrupiado do erário), reduzir aqueles salários astronômicos que recebem, enxugar o Congresso em número de senadores, deputados e funcionários e mudar completamente a cara do Brasil.

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