Toma posse. Não toma posse. Toma posse. Não toma posse…

Temer é mais um presidente que perdeu a oportunidade de realizar um excelente governo. Um governo, aliás, que caiu de mãos beijadas no seu colo, sem a necessidade de se desgastar em campanha política, sem a necessidade de contar com um eleitorado – já que os votos foram destinados ao PT et caterva.

Temer enfiou os pés pelas mãos: foi denunciado duas vezes por corrupção e até agora os brasileiros não têm a convicção de que ele seja inocente – os processos ficaram paralisados. Também restou a suspeita de tratativas ilícitas ao receber um corruptor à noite, fora da agenda, para tratar de “negócios”.

Além disso, sua gestão está marcada pelo empenho (leia-se “compra”) de milhões e milhões de reais destinados a parlamentares, visando seu apoio político principalmente para aprovação da nova lei da previdência social – o que, cá para nós, parece ser muito difícil nesta gestão.

E agora, ficamos pasmos com a submissão de Temer ao ex-deputado Roberto Jefferson, atual presidente do PTB, partido que supostamente apoia o governo: pai da deputada Cristiane Brasil, Jefferson quer porque quer ver sua filha ministra do Trabalho. Por três vezes a justiça decidiu que Cristiane não deve ser nomeada por ter sido processada exatamente numa infração trabalhista. Sua nomeação contraria o princípio da moralidade, determinado pela Constituição.

Temer parece não se incomodar com isso e vai tentar a nomeação de Cristiane Brasil mais uma vez. Ele julga que nós, brasileiros, somos todos idiotas e que, em sendo presidente, pode tudo – mesmo afrontando a lei e os princípios básicos de manter uma reputação ilibada e ser honesto.

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Epa! Collor presidente? De novo?

Pelamordedeus! Esse bandidaço destemperado chamado Fernando Collor, indiciado por corrupção na Lava Jato e com um histórico pavoroso de prejuízos causados aos brasileiros quer se candidatar de novo para presidente da República?

Sou apenas um dos milhões de brasileiros que teve um dinheirinho confiscado no chamado “Plano Collor”, que bloqueou por 18 meses os valores dos investimentos acima de NCz$ 50 mil (novos cruzados, a moeda da época). Entre as medidas estavam também o congelamento de preços e salários. Contas bancárias foram bloqueadas e cada brasileiro tinha direito a retirar também apenas NCz$ 50 mil – algumas contas que rendiam pequenos juros, consideradas também investimentos, permitiam que se retirasse apenas NCs$ 25 mil.

Naquele momento, mal sobrou dinheiro para a feira e muito menos para se pagar as mensalidades escolares, aluguel, prestações e outros compromissos.

O Plano Collor foi um fracasso para as pessoas físicas. Muitas pessoas se suicidaram, perderam dinheiro, perderam propriedades, perderam empresas… e o mais amargo foi ouvir, alguns anos depois, uma entrevista da então ex-ministra da Economia de Collor, uma zinha chamada Zélia Cardoso de Melo, declarando que “o plano foi uma experiência que não deu certo”. Então fomos cobaias? Essa zinha se mandou do Brasil em 1997 e ao que consta está enrustida lá nos States. Enquanto isso os brasileiros apelavam na justiça para reaver suas economias.

Fernando Collor ficou também conhecido por ter, na mesma época em que confiscava o dinheiro dos brasileiros, investido uma fortuna nos jardins da sua “Casa da Dinda” a mansão da família Collor de Mello no Lago Norte em Brasília, escolhida por ele como moradia oficial na sua passagem pela Presidência da República. O confisco não valeu para ele…

Collor foi acusado de corrupção à época, agindo através do seu fiel tesoureiro de campanha P.C. Farias, que foi misteriosamente assassinado com um tiro no peito em junho de 1996 em sua mansão na Praia de Guaxuma, em Maceió, juntamente com a sua então namorada, Suzana Marcolino.

Além disso, Collor sofreu severas acusações do seu irmão Pedro Collor de Mello, que faleceu algum tempo depois. Por causa dos escândalos de corrupção, foi instaurado um processo de impeachment contra ele, que acabou renunciando antes de perder o mandato.

Collor na presidência? Será reviver os piores pesadelos que os brasileiros já sofreram.

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Ai, ai, ai, seu Cabral

Fica difícil saber o que se passou na cabeça deste maluco do Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro e agora preso em Curitiba, com um monte de processos nas costas e uma previsão de mais de 300 anos de pena.

Seria cobiça? Ganância? Burrice? Afinal, depois dos primeiros milhões obtidos com propinas, para que se apropriar de mais? Será que ele julgou que ninguém perceberia? Que ele estava acima da lei?

O que ele faria com tanto dinheiro ilícito? Comeria as notas? Ok, Ok, ele comprou imóveis, joias, carrões, viveu no maior luxo, comeu caviar e bebeu champanha francesa, viajou pelo mundo, jantou em restaurantes franceses… mas o que mais ele queria? Deixar dinheiro (fortunas) para seus filhos, netos, bisnetos e tataranetos?

Como se pode ver, o castigo veio a galope. Hoje, 19/02, ei-lo (na foto) algemado, acorrentado nos pés, seguindo para a prisão federal em Curitiba e, pior, de castigo: 15 dias numa quase solitária, sem banhos de sol, sem poder receber visitas de familiares e amigos, e longe, muito longe das mordomias e regalias que ele usufruía na penitenciária do Rio de Janeiro.

E agora, seu Cabral?

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Retrato do Brasil 2018

Surto de febre amarela, a mesma que o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu erradicar do país no início do Século XX (há mais de 100 anos)… a bandidagem melhor armada que o pessoal da segurança pública, espalhando terror e assassinatos por todos os cantos… mais de 12 milhões de desempregados, sem perspectivas… o Brasil sendo notícia nos mais importantes órgãos de divulgação do mundo, como recordista mundial de corrupção… o ensino cada vez mais precário e catastrófico, tornando a profissão de professor um risco de vida… Feliz 2018 para você!

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De pai para filho, para neto…

Se você imagina que as próximas eleições de outubro possibilitarão mudanças nos perfis dos nossos políticos, é bom saber de antemão que com este sistema partidário atual será muito difícil surgirem novas caras, substituindo as “figurinhas carimbadas” que dominam legislativos e executivos por todo o país. Quem está fora não entra e quem está dentro não sai…

Levantamento da Revista Congresso em Foco nos revelou que em 10 de agosto de 2017 havia pelo menos 319 deputados (62%) e 59 senadores (73%) que mantinham laços de sangue com outros políticos. Há parlamentares com sobrenomes associados nacionalmente à política, como Maia, Calheiros, Cunha Lima, Caiado, Barbalho e Magalhães, outros de influência regional e aqueles que inauguraram essa tradição. Os números são tão expressivos que fazem o Brasil superar a Índia e sua conhecida sociedade de castas.

Com certeza você se lembra do famoso ACM, da Bahia: Antônio Carlos Magalhães imperou naquele estado como governador por três vezes e estava preparando seu filho Luis Eduardo Magalhães que faleceu quando era deputado federal. Agora outro ACM é o atual prefeito de Salvador e certamente está trabalhando para se lançar governador.

As “famílias políticas” são mais abundantes no Nordeste, mas tem ramificações por todos os estados e partidos representados no Congresso. Há descendentes de ex-senadores, ex-deputados e ex-governadores, assim como familiares de políticos de expressão regional, bem como aqueles que se elegeram conciliando a força do nome com atuação destacada em outras áreas.

No Paraná, existe a “casta de Maringá”: o atual Ministro da Saúde é casado com a atual vice-governadora Cida Borghetti. Ele é filho do ex-prefeito Silvio Magalhães Barros e irmão do também ex-prefeito Silvio Barros. A filha Maria Victoria é deputada estadual do Paraná pelo Partido Progressista (PP).

Também há casos de congressistas que, a despeito do parentesco, ou não fizeram uso do sobrenome ou até que são adversários políticos. Qualquer que seja a situação, o capital político familiar representa uma vantagem em relação aos adversários e um atalho para o sucesso eleitoral.

Muitos herdam o poder econômico: são mais ricos ou têm mais facilidade de arrecadar dinheiro para as campanhas eleitorais do que seus concorrentes, são donos de veículos de comunicação, como rádios e TVs e controlam ainda as principais máquinas partidárias de seus estados.

Segundo o cientista político Ricardo Costa Oliveira, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). “a política é cada vez mais um negócio de família no Brasil. As eleições estão cada vez mais caras. Muitos políticos bem sucedidos têm de organizar e possuir uma estrutura de dinheiro, uma estrutura familiar política para beneficiá-los. Os candidatos mais fortes e com boas condições de elegibilidade concentram mais dinheiro e muitas vezes contam com a família na política. Isso é um fenômeno também de reprodução do poder político”, explica o professor.

Foto: Globo
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Ironia na Economia

Brasileiro sofre! Para um país onde grande parte da população vive na pobreza (basta olhar as periferias das cidades e as favelas que as circundam), onde um simples aumento no custo do transporte desestabiliza todo um orçamento doméstico e os preços de produtos e serviços nunca param de subir, o anúncio feito pelo governo sobre os índices da inflação de 2017 não passa de uma grande ironia.

Em 2015, no (des)governo Dilma a inflação atingiu 10,67% – medição pelo IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. No ano passado, sob as mãos de Henrique Meirelles (Ministro da Fazenda) e Ilan Goldfajn (presidente do Banco Central), o índice caiu para 2,21% (já caíra para 6,29% em 2016, ano do impeachment e saída da ex-presidente), mostrando que apesar das patacoadas, incongruências e pisadas na bola do governo Temer, as rédeas no setor econômico aparentam estar em mãos firmes.

Apenas aparentam.

O problema é que nós, os consumidores, pouco notamos esta inflação dita mais baixa. Afinal, no nosso dia-a-dia os preços dos supermercados não param de subir: também o combustível ficou mais caro, assim como as passagens de avião, os automóveis, as roupas, o pão, os pedágios…

Pior para os aposentados, que arcaram com todos os aumentos de 2017 e vão receber menos do que o indicado pelo IPCA e muito menos do que os custos crescentes na vida real. Aposentados parecem cachorros correndo atrás do próprio rabo: não chegam a lugar nenhum e apenas lutam bravamente pela sobrevivência.

Foto: Portal do Dog
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Mais uma vez governo encoberta suspeitos

Ao invés de procurar sanear as irregularidades provocadas pelos vice-presidentes da Caixa Econômica Federal e seguir as recomendações do Ministério Público Federal, afastando os suspeitos, a Advocacia-Geral da União (AGU) terminou a análise sobre o tema e contraria os pedidos feitos pelos procuradores, o que fez o governo mantê-los nos cargos.

Assim como o presidente Temer, que deveria ter-se afastado do cargo – ao menos temporariamente – para aguardar o julgamento dos seus atos considerados ilícitos pelo Supremo Tribunal Federal e não o fez, agora a dose é repetida com os vice-presidentes da instituição bancária.

É óbvio que nós, cidadãos, fiquemos com a pulga atrás da orelha imaginando sempre o pior. Quantos desvios e irregularidades terão sido provocados pelos acusados, parte deles investigados pela ligação com Eduardo Cunha e o ex-ministro Geddel Vieira Lima? Quais das suas decisões favoreceram o grupo político dos dois presos pela Operação Lava-Jato?

Segundo informações, a Caixa Econômica Federal não tem autonomia para nomear ou demitir vice-presidente. Quem nomeia é o presidente da República, ou seja, quem decide isso é o governo. Mais uma razão para que mostrasse transparência em seus atos.

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Incompetência federal

O país assiste, estarrecido, a bagunça, os assassinatos, as rebeliões, as fugas e os estragos causados por criminosos presos nas penitenciárias do país.

O governo federal prometeu há um ano, quando lançou o Plano Nacional de Segurança, iniciar as obras de construção de cinco penitenciárias federais (anunciadas em janeiro de 2017 pelo presidente Michel Temer). Por escrito, o plano estabeleceu a construção destes novos presídios “integralmente equipados com sistema de segurança com capacidade para 220 presos de alta periculosidade”. Curiosamente, parece que nada, nada mesmo, tem sido feito para corrigir estas distorções. Pois até o momento, o governo conseguiu definir somente a localização de uma unidade, no município de Charqueadas, no Rio Grande do Sul e a previsão é de que a unidade esteja em operação apenas no início de 2019.

Esta situação das cinco penitenciárias federais anunciadas pelo governo é um exemplo da incompetência, da desídia e da omissão dos responsáveis, após os massacres em presídios da região Norte, que resultaram em 33 mortos em Roraima e outros 56 mortos no Amazonas. O governo prometia também promover ações para reduzir crimes de homicídios, feminicídio e violência contra a mulher; combater o crime organizado, com foco no tráfico de drogas e de armas; e modernizar e racionalizar as estruturas de presídios do país.

Pelo que se vê – e os meios de comunicação estão mostrando a bagunça todos os dias – falta gente capacitada para levar a sério planejamento, obras, direção de penitenciárias, dignidade, assistência e regeneração de presidiários.

Coisas do nosso Brasil!

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John Kennedy & Marilyn Monroe

Robert Dalleck, um dos biógrafos de John F. Kennedy (presidente dos EUA entre 1961 e 1963), descreve o comportamento do presidente americano como “um mulherengo compulsivo”.  A fama de conquistador fez parte da vida do ex-presidente desde a época do colégio e, nem casando-se com Jacqueline Bouvier (a famosa Jacqueline Kennedy e posteriormente Jacqueline Onassis), nem mesmo o risco de manchar sua reputação política o impediram de ter uma série de casos – com supostas amantes que vão desde uma estagiária da Casa Branca até a consagrada atriz Marilyn Monroe.

A atriz e o presidente se conheceram em fevereiro de 1962 durante uma festa, onde ele a teria convidado para passar um fim de semana em Palm Springs, Califórnia. Meses depois, ela cantou uma emblemática versão de “Parabéns a Você” durante o aniversário de 45 anos do presidente no Madison Square Garden em meio aos rumores do affair. De acordo com o livro biográfico “These Few Precious Days: The Final Year of Jack with Jackie”, Marilyn não se contentava em ser a amante de Kennedy e queria se tornar a primeira-dama do país. (Fonte: Último Segundo – iG).

A foto mostra Kennedy dando uns “amassos” na atriz. Ambos tiveram finais trágicos. Pode-se dizer que Kennedy curtiu muito bem a vida…

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O belicista ianque

Provocador. Narcisista. Mal-educado. Antipático. Grosseiro. Assediador. Filhinho de papai. Ricaço. Catastrófico. Polêmico. Boateiro. Briguento.  Estamos nos referindo ao presidente norte-americano, Donald Trump. E os leitores poderão perguntar: o que nós, brasileiros, temos a ver com isso?

Diariamente somos surpreendidos pelas intrigas e provocações de Trump. Ele já conseguiu criar polêmicas, intrigas e inimizades com o presidente do México, Enrique Peña Nieto. Com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. Atacou a política comercial e militar da China. Provocou os países árabes ao reconhecer Jerusalém como capital de Israel. Provocou Síria, Somália, Irã, Líbia, Sudão, Iêmen, Venezuela e Chade ao proibir a entrada dos seus cidadãos nos EUA. Deu umas cotucadas no presidente do Irã, Hassan Rouhani. E agora Trump se delicia fazendo o que aparentemente mais gosta: ameaça apertar o botão vermelho da guerra nuclear em represália às provocações de Kim Jong Un, o ditadorzinho da Coreia do Norte. “Meu botão vermelho é muito maior e mais poderoso do que o seu”, ameaçou Trump.

De todas as atitudes e afirmações de Trump pode-se depreender que ele quer, a todo custo, provocar alguma guerrinha aqui ou ali… e todos nós sabemos, uma guerrinha transforma-se rapidamente numa guerrona e pode virar um conflito internacional de proporções inimagináveis. Lembramos que no período da II Guerra Mundial os países aliados praticamente impuseram ao Brasil a nossa participação e Getúlio Vargas, a contragosto, viu-se obrigado a enviar soldados para a Itália. Até hoje resta a lembrança da Batalha de Monte Castello, travada ao final da Guerra e que marcou a presença da nossa Força Expedicionária Brasileira (FEB) no conflito.

Em geral a teimosia colhe seus frutos, para o bem ou para o mal. Se os EUA não conseguirem frear ou “impichar” Donald Trump, o mundo inteiro corre o risco de viver momentos muito, muito tensos – isso para dizer o mínimo.

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