Mês: outubro 2007



Sugestões para o Halloween Day

Esses aí levam o assunto a sério. Não apenas no Dia das Bruxas, mas permanentemente. Tatuagens, piercings e implantes de silicone não deixam margens para dúvidas. Eu chamaria a primeira de “Miss Piercing”, o segundo de “O Caveira” e o terceiro de “El Diablo”. Assustadores, não é?

Como será viver desse jeito aos 50, 60 anos, quando a pele se tornar flácida? Será que eles namoram? Têm filhos?

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Deu na Folha de Londrina, 28/10/07

Bahr ganhou um monitor

Festival de Prêmios –
Bahr: Criatividade não tem idade

“Sou sexagenário, mas minha mente é jovem”. Assim se expressou o publicitário Júlio Ernesto Bahr ao receber o monitor LCD 17″ que ganhou no Festival de Prêmios Supervia – Cliente Sercomtel sempre sai ganhando.
De fato, a frase de Bahr “Com a Supervia Power você navega na Internet num vapt-vupt. Assim, sobra mais tempo para tascar um smack-smack na namorada, mandar um nhac-nhac na sua comida predileta e aproveitar um chuá-chuá na piscina”, prova que ele é antenado e que criatividade independe da idade.
Bahr veio de São Paulo há quase quatro anos e continua ligado à capital paulista graças à Sercomtel. “Uso a banda larga para mandar arquivos e provas dos trabalhos para os clientes de lá aprovarem e depois para enviar o material para a gráfica. A Supervia Power é uma solução extraordinária”, declarou.
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Vivendo sob o mar

Na matéria postada abaixo, projetei a sobrevivência humana no futuro sob o mar, morando em cidades submarinas.
Esta solução nem parece tão longínqua.
Arquitetos da Malásia já desenvolveram um projeto para o hotel Hydropolis, de alto luxo, construído sob o mar. Os hóspedes partiriam da estação terrestre e seriam conduzidos através de um cilindro semi-circular para um prédio submerso, de vários andares.
O hotel conteria área de lazer, restaurantes e teria toda infra-estrutura para se viver muito bem. A foto menor mostra o projeto de um apartamento em Hydropolis.

Este é outro projeto arrojado para se viver sob o mar. Já com os conhecimentos tecnológicos atuais, sem dúvida o homem poderá concretizar cidades como essa em futuro próximo.

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Às cavernas retornaremos

Em futuro aparentemente nem tão distante, o homem deverá lutar bravamente pela sua sobrevivência.
Apesar de muito se falar sobre o aquecimento global, tema de Al Gore, Prêmio Nobel da Paz de 2007, poucas ações têm sido realmente executadas.
Os Estados Unidos, provavelmente o maior causador do estrago, continua dando pouca importância ao assunto – obviamente os republicanos não querem dar espaço ao Gore, democrata, adversário do Bush nas últimas eleições (Gore ganhou mas não levou). Recusam-se a assinar tratados com outros países, recusam-se a reduzir seus poluentes, recusam-se a mudar várias tecnologias e produtos que provocam a diminuição da nossa camada de ozônio.
Do jeito que as coisas caminham, as cidades sofrendo cada vez mais com calor, inundações, secas, níveis mais elevados dos oceanos, múltiplas e destruidoras queimadas, rios desaparecendo, furacões, tsunamis e tempestades se espalhando, será impossível ao homem sobreviver, em médio prazo, na face da Terra.
Não falo daqueles que ainda terão recursos para construir bunkers ou cidades submersas, com todo o conforto e preenchendo suas necessidades. Ou dos canadenses, que por razões inversas (muito frio), já construíram uma cidade subterrânea.
Falo dos pobres e miseráveis, que a exemplo dos dias atuais, serão novamente os maiores prejudicados. Não lhes restará alternativa a não ser se refugiarem nas montanhas, construindo cavernas para a sua sobrevivência.
Toda a humanidade deverá mudar de hábitos, queira ou não. Os alimentos e a água serão escassos, novas doenças dizimarão parte da população, os mais fortes destruirão os mais fracos na luta pela vida — e toda projeção que se queira fazer do futuro esbarra nas atitudes que os governantes dos países poluidores tomarem HOJE. Antes do almoço, de preferência!
Tudo indica: das cavernas viemos, às cavernas retornaremos.
E paro o artigo por aqui, pois o calor anda insuportável.

Julio Ernesto Bahr
Ilustração: Living On The EdgeTheme: by Andreas Viklund
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Livro “Encontro na barca” é foto de capa de jornal

A Folha de Londrina de 24/10 traz uma história sobre um “menino que escreveu versos e os usou para vencer desafios”, incentivado pelo projeto Viva a Vida da Prefeitura de Londrina.
Tanto no artigo como na chamada de capa, as fotos mostram em destaque o livro “Encontro na barca e outras histórias de bahr”, o que muito me envaidece. Meu livro tem recebido ótima aceitação na cidade e os comentários e críticas foram sempre muito favoráveis. Quem leu, gostou!

Foto: Olga Leiria


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A dengue está avançando

O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão admite que o Brasil enfrenta uma nova epidemia de dengue e que existe a necessidade de mobilização total contra a doença, mesmo em Estados do Sul, onde o número de casos é ainda o menor do país, mas onde proporcionalmente mais aumenta. Além de estar “levando uma surra” do mosquito da dengue, como afirmou o próprio ministro, o país está sendo surpreendido pela capacidade de adaptação do Aedes Aegypti, exigindo que o problema seja enfrentado com mais eficiência, de maneira menos burocrática.
Doença que parecia ter ficado no passado, a dengue está de volta e ataca pesado em todas as classes sociais.
Por isso, além das instruções passadas e repassadas pelos veículos de comunicação, outras medidas preventivas devem ser tomadas para evitar os criadouros de larvas do mosquito:
– Muitas borracharias e recuperadoras de pneus simplesmente largam as carcaças a céu aberto;
– Nas manhãs de sábados, após as “baladas”, é comum encontrar latinhas e garrafas de cerveja jogadas pelos cantos, acumulando água após uma pancada de chuva;
– Sacos plásticos largados nas ruas são ótimo ambiente para as larvas em dias de chuva.
– Tigelas de água e ração para cães largados nos jardins atraem o mosquito.
– Não adianta você tomar todas as precauções e o seu vizinho ignorar o problema. Converse com ele.

Dengue é perigosa. Dengue pode matar.

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Thereza Blota lança cd ‘‘pop-black-romântico’’

Neta de Blota Jr., inesquecível apresentador da tevê brasileira, a simpaticíssima Thereza Blota está lançando seu primeiro CD. Paulistana, a cantora começou a cantar aos três anos de idade na casa dos avós, Blota Jr. e Sônia Ribeiro, ambos apresentadores da TV Record, nos anos 1960. Mais tarde, foi aprender música por conta própria, além de dança e teatro.
Cantora e compositora, Thereza Blota define seu trabalho como pop-romântico, com influências de black music. E cita Stevie Wonder, Whitney Houston, Dionne Warwick, Diana Ross e Michael Jackson.
Thereza já trabalhou com os cantores Alexandre Pires, Leonardo e Marlon & Maicon. O CD conta com participações especiais do maestro Caçulinha, MC Piroman e Pedro Paulo, além de composições da própria Thereza: ”Por culpa do Amor” e ”Por mais ninguém”.
Daqui de Londrina mandamos um abraço carinhoso à Thereza Blota e que seu sucesso seja estrondoso.
Ela merece!
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