Com medo das conseqüências de uma possível fraude eleitoral nas eleições de sexta-feira, zimbabweanos fogem através da fronteira de Musine, África do Sul.
Mama África não tem sido muito carinhosa com seus filhos.
Nada a ver com os rios Tietê e Pinheiros, em São Paulo.
Este gari está recolhendo garrafas pet acumuladas após a Festa da Primavera, em Granada, Espanha.
Segundo cálculos, o lixo somou 45 toneladas.
O custo da limpeza foi orçado em $32.000 euros.
Mas que a festa deve ter sido danada de boa, deve!
Estatísticas indicam que mais de 5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalham de forma irregular e até forçada no Brasil.
Muitas crianças pequenas são obrigadas a realizar trabalhos de adultos, como este menininho que passa o dia quebrando pedras com uma marreta.
Segundo pesquisa da Unicamp, apenas em 2022 está prevista a erradicação total do trabalho infantil em nosso país.
Mas, e até lá?
Essa foto é um verdadeiro furo jornalístico!
Descobrimos um dos funcionários fantasmas da Assembléia de Alagoas.
O presidente da Assembléia anunciou que iria excluir da relação de pagamentos da Casa 93 funcionários fantasmas apontados em auditoria realizada pela Procuradoria do Estado.
Note que esse aí não tem rosto definido (pois então não seria fantasma), mas está tranqüilo e tirando uma boa soneca.
Aquela cidade parece que está infestada desses fantasmas, pelo menos é o que a folha de pagamento da Assembléia indica. Todos sem rosto, sem nome definido e sem endereço fixo.
Quem tiver interesse em mais explicações, dirija-se ao presidente da Assembléia.
Desta vez não é foto de Congonhas, SP.
Quem está passando pelas mesmas dificuldades de vôos cancelados, esperas no aeroporto, perdas de conexões e outros prejuízos, são os passageiros da British Airways no terminal 5 do Aeroporto de Heathrow, Inglaterra.
O caos está instalado há três dias. Somente para hoje, 29/03, estão previstos cancelamentos de mais de 50 vôos.
Os problemas na aviação civil não têm nacionalidade fixa.
(Foto The Herald)
Chamada de capa do jornal Daily Times de Kerville, Texas, de hoje, 28/03.
Nesta manhã do dia 27, a Rádio Universidade FM de Londrina abriu seus microfones para uma entrevista comigo. A jornalista foi a eficiente e simpática Valéria Giani e o tema foi “Comunicação publicitária e a poluição visual em Londrina”, tema que venho abordando no blog “Visual de Londrina”.
Na entrevista, foi possível relatar aos ouvintes os aspectos mais críticos do problema – tanto a excessiva e indiscriminada disposição dos outdoors pelas nossas ruas e avenidas, como o festival desenfreado da comunicação exterior dos estabelecimentos comerciais – sem que sejam observados quaisquer critérios de proteção ambiental, estéticos ou de respeito à população.
Espero que a “pregação” feita naquele blog, aliada aos comentários dos leitores, e os excelentes espaços obtidos na mídia jornal, rádio e tevê consigam atingir nossos objetivos: uma publicidade exterior mais profissional, mais ordenada e principalmente a criação de uma regulamentação mais rígida pelo poder público.
Eu só queria entender!
Como é que uma mulher bonita, vistosa, sorridente, casada com o governador de New York, se humilha a ponto de posar junto com o marido para a tevê, jornalistas e fotógrafos, o cara anunciando publicamente tê-la traído e neste momento colocando nela o rótulo de
sexualmente inservível, ruim de cama, bad lover?
Foto de hoje, 21/03, no jornal “Hospodarske”.
E se no Brasil tivéssemos neve, em quanto aumentariam os índices de acidentes?
Nosso blog Visual de Londrina foi mais uma vez o link inspirador para um segmento do programa de tevê “Tribuna da Massa”, na TV Cidade Londrina.
Veja mais detalhes clicando:
http://visual-de-londrina.blogspot.com/2008/03/tv-cidade-mostra-os-exageros-dos.html
Os paulistanos mais velhos já ouviram falar das “polacas”.
Esse apelido foi dado às prostitutas européias, a maioria delas judias polonesas, que emigraram do Velho Mundo a partir da segunda metade do Século XIX, principalmente para São Paulo. Na verdade, elas chegaram ao Brasil com a falsa promessa de melhorarem suas vidas através do casamento – mas como tantas outras histórias que ainda hoje se repetem, foram iludidas e obrigadas pelos seus “protetores” a cair na prostituição para sobreviverem.
Além das polonesas, chegaram também judias russas, austríacas e alemãs, mas todas foram igualmente chamadas de polacas. Parte delas dirigiu-se à Baixada Santista (SP).
Muitos de nós, paulistanos, ainda chegamos a travar conhecimento com as polacas nas décadas de 1950/60, então bem idosas, dirigindo boates na Boca do Luxo e cafetinando mulheres mais jovens. Eu mesmo conheci uma das polacas, já próxima dos 80 anos de idade naquela época, dirigindo a Boate Dakar, em São Paulo.
Como as polacas eram discriminadas devido à sua profissão, fundaram elas mesmas, em 1924, uma sociedade beneficente em São Paulo, possuindo sinagoga e cemitério próprios, este inaugurado em 1928 em uma área anexa ao cemitério Municipal de Santana – Chora Menino. O cemitério restou abandonado na década de 1970 e acabou sendo desapropriado pela prefeitura para a construção de uma avenida. Os restos mortais das polacas acabaram sendo transladados para outro cemitério judaico em São Paulo.
Também em um cemitério de Cubatão, SP, foram encontrados túmulos das polacas que viviam na baixada santista; elas eram enterradas à parte, por serem consideradas “impuras”. Esse cemitério de Cubatão foi recuperado e os túmulos restaurados.
A história das polacas é um pouco nebulosa, há correntes de pensamentos divergentes a respeito: alguns acreditam que a história deva vir a público e totalmente desvendada; outros acham que é melhor mantê-la nas trevas, sem alardes nem comentários.
Leia mais detalhes a respeito da história das polacas no blog
http://www.novomilenio.inf.br/cubatao/ch054d.htm
Protesto nas ruas de São Francisco contra a Guerra do Iraque, que completa 5 anos, para enorme satisfação do Presidente Bush Jr.