Mês: agosto 2008



Vamos dar o troco!

A Inglaterra quer exigir visto de entrada para os brasileiros. Alegam que existem milhares de brasileiros ilegais morando por lá. As autoridades já tentaram de tudo: mataram um brasileiro no metrô à queima-roupa, induzindo a imprensa a divulgar que era um terrorista. Estão detendo nossos compatriotas sem qualquer critério no próprio aeroporto e os despacham de volta. E querem nos afrontar colocando policiais ingleses nos nossos aeroportos, para brecar a imigração ilegal já na saída.
Vamos dar o troco!
Sugiro que desde já paremos de importar o Rolls-Royce.
Se não funcionar, a gente deixa de comprar Bentleys e jogos de porcelana real.
Outras sugestões dos leitores serão bem-vindas.
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Brasilidades

3.090 novos cargos

Em ano eleitoral e em uma única sessão, a Câmara aprovou a criação de 3.090 cargos no Executivo. O custo será de cerca de R$ 257 milhões por ano. “Isso não é um trem da alegria, é um transatlântico”, criticou o deputado Thame (PSDB-SP). O deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) fez as contas e somou com essa aprovação a criação de mais de 60 mil cargos e funções em comissão neste ano. “É a marcha da insensatez. A situação é de insegurança internacional e o país está criando cargos para a sociedade pagar. Depois reclamam da taxa de juros, quando não se faz uma política fiscal séria de controle dos gastos públicos”.

Caveirão a serviço do crime
O Jornal Nacional nos informa que o “Caveirão” (aquele veículo preto blindado com cara de Brucutu e que é utilizado pela polícia para invadir os morros cariocas) tem sido alugado a bandidos, para invadirem os morros de grupos rivais. As suspeitas são de que alguns policiais faturam “por fora” e conduzem os bandidos dentro do Caveirão até os locais indicados pelos próprios. Essa notícia só pode ser piada. Aliás, será que esqueceram de fazer a “limpa” nos morros prometida pelo governador carioca ou se intimidaram e reconheceram que a bandidagem é muito mais forte do que a polícia?

Cassaram o mandato do ex-chefe de Polícia Civil no Rio

O deputado Álvaro Lins foi acusado de envolvimento na contratação de assessores ligados à máfia dos caça-níqueis e teve o mandato de deputado estadual cassado, por quebra de decoro. Parece que o homem, ao invés de proteger a população carioca, envolveu-se com a bandidagem e usou e abusou do seu cargo. Pobre população!
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Mulheres que não são “cavalheiras”

A vida toda, as pessoas fizeram questão de nos soprar nos ouvidos que o homem tem a obrigação de ser cavalheiro. Abrir a porta do carro para sua acompanhante, enviar flores à sua amada, dar sempre preferência de passagem às mulheres, deixá-las entrar primeiro em qualquer evento, jamais agredir, gritar ou ofender as damas, enfim, usar de todos os salamaleques possíveis para mostrar que somos verdadeiros e educados cavalheiros. Se bem que alguns homens confundem “cavalheiro” com “cavaleiro” e usam suas esporas e chicotes para humilhar, maltratar e até bater em suas caras metades.

Estive estes dias em São Paulo e de repente descobri que algumas mulheres deixaram de ser “cavalheiras”, mimosas e delicadas. E descobri isso observando o trânsito pesado da cidade. Há mulheres motoristas tão agressivas e neuróticas como o mais irracional dos motoristas homens. Elas lutam ferrenhamente por seu espaço, não admitem que alguém lhes dê uma “fechada”, aceleram seus possantes mais do que o bom senso nos aconselha, enfim, estão mais para cavaleiras brandindo esporas e chicotes chegando a utilizar seu automóvel como uma arma. Não dão espaço para outros carros que estejam tentando sair de uma vaga, de um estacionamento, de uma garagem. Em ruas e avenidas onde faixas duplas se transformam em fila única, ai de você se tentar encaixar seu carro antes dela. Cheguei a ver uma motorista encostar o pára-choques no carro da frente, apenas para não me dar a possibilidade de passar para a faixa única.

O mundo realmente mudou. Damas que não são mais damas, homens que não são mais homens, gentileza masculina sendo confundida com “gaysice”, grosseria feminina sendo confundida com liberação feminina, damas soltando palavrões cabeludos… O que mais o Século XXI nos reserva?

Foto:Mobileweb- Word Press
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