O jornal Bild, da Alemanha, traz na edição de hoje, 28/02, esta curiosa imagem.
Penso cá com meus botões: por que nós, humanos, não conseguimos conviver com os diferentes?
Por que não conseguimos esquecer diferenças de idiomas, de origens, de religiões, de países, de ideias?
Por que não conseguimos esquecer radicalismos?
Por que não conseguimos esquecer motivos de rixas antigas, já amareladas pelo tempo?
Por quê?
Antigamente, fundos de pensão eram a saída estratégica para alguém sair de lá sem pagar a conta. Os caloteiros sorrateiramente jogavam a mala pela janela, se esgueiravam pela janela e sumiam da pensão sem deixar pistas.
Hoje, Fundos de Pensão são impérios de sindicalistas que lidam com milhões de reais, sem a menor transparência, sem prestar contas a ninguém e muitas vezes financiando campanhas políticas, em prejuízo dos aposentados para os quais se destina o dinheiro.
Ou como explicar o enorme aporte de dinheiro de vários fundos no Banco Santos, em sua última semana de funcionamento, a taxas de juros irreais para o mercado, sem nenhum controle do Banco Central? Quem ficou com a dinheirama?
Agora ocorre uma guerra política, com o PMDB (o partido do “hay gobierno soy a favor”) querendo destituir a diretoria do Fundo “Real Grandeza” de Furnas, pois lá está uma grana incalculável, de real grandeza, para mexerem, investirem em campanhas políticas e, quem sabe, tomar um ou outro Chivas Regal numa boate de luxo.
Por outro lado, apesar de já terem sido intimados, desmascarados e de conhecimento público, algumas ONGS fajutas continuam a receber verbas do governo e são apenas fachada para pilhagens disfarçadas. Anualmente entra uma bolada fornecida pelo governo, a ONG não cumpre sua função alegada e o dinheiro vai para as mãos de sabe se lá quem.
Agora falta descobrir os vários outros ralos por onde inventaram de sumir com NOSSO dinheiro. Que não são poucos.
Nós ralamos mas são os ralos levam a vantagem!
di diria: “Não falei que o Lula é terrorista?”
Surgiu a primeira grande bolha econômica no Brasil: “os bancos brasileiros têm em conjunto um estoque de pelo menos 100 mil carros recuperados de clientes inadimplentes, o equivalente à metade das vendas mensais de veículos novos no país, para desovar no mercado de autos usados” (Folha São Paulo 25/02)).
Como estava previsto, o Lula errou redondamente quando afirmou que a crise passaria longe daqui.
Nosso presidente deu outra bola fora.
Os fotógrafos da Reuters aproveitaram bem o Carnaval: tiraram belíssimas e interessantes fotos.
1 – Veneza, Itália – Foto Alessandro Bianchi
2 – Tom Maior, Brasil – Foto Paulo Whitaker
3 – Pérola Negra, Brasil – Foto Paulo Whitaker
4 – Império Serrano, Brasil – Foto Sérgio Moraes
5 – Colômbia – Foto John Vizcaino
6 – Nice, França – Foto Eric Guillard
7 – Vila Isabel, Brasil – Foto Sérgio Moraes 
(JEB)
Carnaval, ontem, Salvador, Bahia.
Uma dúvida: esse é o Carnaval de 2009 ou é a continuação do Carnaval de 1972 sem pit-stops?
Mulher com suspeita de cólera é transportada para o hospital em carrinho de pedreiro.
Não, não é no Brasil.
Essa foto é da Reuters/Philimon Bulawayo e o flagrante foi feito próximo à Policlínica Mabyuku, em Harare, África.
Brasil e África ainda têm muito em comum.
ASSALTANTE MINEIRO
Ô sô, prestenção . Levantus braço e fica ketin quié mió procê. Issé um assarto, uai. Esse trem na minha mão tá chein di bala… Mió passá logo us trocadu que eu num tô bão hoji. Vai andando, uai! Tá esperando o quê, sô?!
ASSALTANTE CARIOCA
Aí tio, perdeu, mermão. Seguiiiinnte, bicho . Tu te fu. Isso é um assalto. Passa grana e levanta os braço rapá… Não fica de caô que eu te passo o cerol… Vai andando e se olha pa trás, vira presunto.
ASSALTANTE PAULISTA
Vai maluko, Isso é um assalto, levanta os braços ai Zé. Passa a grana logo arrombado. Mais rápido meu, que eu ainda preciso pegar bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo do Curintia, meu.
ASSALTANTE GAÚCHO
O gurí, fica atento… Báh, isso é um assalto. Levanta os braço e te aquieta, tchê! Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê. Passa os pila prá cá ! E te manda à la cria, senão o quarenta e quatro fala.
Raras vezes concordo com afirmações e teses de políticos, que em geral caminham na contramão dos fatos.
Mas desta vez, sou obrigado a concordar com o senador pernambucano Jarbas Vasconcelos, do PMDB. As afirmações e acusações que ele lança contra o próprio partido são absolutamente exatas.
JV concorda com as mesmas teses que venho desfiando nesse blog: fala do retrocesso na eleição do bigodudo Sarney, da falta de escrúpulos e de ética do Renan Calheiros, das bandalheiras perpretadas pelo Jader Barbalho, do oportunismo na caça aos cargos do seu partido e fala, principalmente, da vasta corrupção reinante no governo Lula.
São afirmações que estão na imprensa para qualquer um ler.
O PMDB há muito tempo é o partido do oportunismo. Se lema é “hay gobierno, soy a favor”, qualquer que seja ele. Sempre em busca de cargos, poder, benesses e proveito próprio.
Agora seria o caso de os peemedebistas virem a público e se redimirem dos seus erros. Mas parece que não têm coragem para tanto e acreditam que ficando calados as acusações do JV vão ser rapidamente esquecidas. Eles acham que a memória dos brasileiros é curta!
Como eu afirmei no início, os políticos caminham pela contramão dos fatos.
Falando do castelinho do deputado, a questão é muito simples:
1 – É só verificar quando foi construído, se antes ou depois do homem ter sido eleito deputado;
2 – Se foi construído antes, basta verificar a contabilidade das empresas, para saber se havia caixa para a construção;
3 – Se havia caixa, se tudo foi declarado à Receita Federal à época, se o INSS da construção foi recolhido, a propriedade é lícita;
4 – Se não havia caixa, se não utilizaram capital de outros investidores, a propriedade está irregular e ilícita;
5 – Se foi construído após o homem ter sido eleito, a verificação deve ser feita da mesma forma;
6 – Se a propriedade foi repassada para os filhos, deve ser verificada a documentação no Registro de Imóveis local e quanto foi pago pela transferência.
O deputado pode ter praticado atos ilícitos, mas que o castelo é soberbo… é!
Nate Robinson, do New York Knicks, competindo no torneio Slam Dunk da NBA em Phoenix, Arizona, ontem, 14 de fevereiro.