É imprescindível ligar o som!
A TV Record exibiu agora de manhã um trecho de reportagem que faz parte de uma série sobre a violência nas escolas, principalmente da periferia de São Paulo.
Uma cena foi estarrecedora: um pivetinho, com metade do tamanho do diretor da escola, xingando-o, fazendo ameaças com o dedo em riste, por não poder frequentar mais as aulas, expulso que foi por atitudes violentas.
E pior: após mostrarem algumas cenas de professores que desistiram da atividade pedagógica por medo, por causa da doença do pânico, por insônia ou por desequilíbrio psicológico, algumas mães entrevistadas ainda falaram mal das escolas, ignorando imbecilmente (se é que se pode dizer assim) que a culpa pela situação é delas mesmas. São famílias desestruturadas, que não oferecem educação, orientação, diálogo, ensinamentos, moral, ética, amor, religião, ou seja, o mínimo que se possa esperar para quem coloca filhos no mundo.
Assim, essas mães e pais imaginam que seja obrigação unicamente das escolas proporcionarem aos filhos as bases da educação que caberiam à família.
Eu não vejo soluções a curto prazo, pois essa situação faz parte de uma engrenagem social arrebentada, com políticos e educadores perdidos e sem norte, que tentam remendar o problema aqui e ali com soluções aleatórias e inúteis.
Vale a pena esperar alguns segundos a mais para abrir este arquivo. Repare na afinação.
Comercial da Cerveja Heineken. Au Au! Saúde!
Esse não é um simples ping-pong. É um jogo entre campeões. As jogadas são incríveis!
Você se lembra da velha brincadeira de esconde-esconde que fazia parte da nossa infância?
Parece que ela está de volta (a brincadeira, não a infância), sob a forma de fones de ouvido para músicas MP3, MP4 e seus derivados, nas mãos de adolescentes e adultos.
Fazendo caminhadas ou corridas pelos parques, andando pelas ruas, é cada vez maior o número de pessoas que se utilizam desse equipamento.
Esse é o jogo moderno de esconde-esconde. Uma forma de as pessoas não se comunicarem, não cumprimentarem, não trocarem um mero sorriso ou um abano de cabeça. É o jeito que encontraram para se mostrarem anti-sociais, evitando contatos e conversas, escondendo ou sua timidez ou sua arrogância. Freud (ou o seu psicólogo da vez) explica.
Da mesma forma, sob a desculpa de que não querem ficar expostos a assaltos, as pessoas estão colocando aquela película escura nos vidros dos carros. Assim, não são obrigadas a cumprimentar ninguém, nem seus vizinhos, nem outros motoristas, nem outrem.
É a infeliz maneira moderna de se deliciarem com o jogo de esconde-esconde.
E assim a humanidade vai regredindo na sua convivência social. Agora é cada um por si.
Que pena!
Da série Mastercard. Veja que produção caprichada.
Como já se suspeitava, a transparência na organização funcional do Senado recebe NOTA ZERO!
Até agora, ninguém – nem os próprios senadores – sabem quantos “diretores”, ou “secretários” ou “suplentes de secretários” lá trabalham (ou não) e quanto recebem de polpudos salários.
Nunca as expressões aspones, gepones e dipones caíram tão bem como para esses felizardos apadrinhados.
E como já se suspeitava, o bigodudo presidente do Senado novamente se lambuzou em uma enorme banheira de vaselina e escorregou de banda. Não sabe de nada, não quer saber de nada, tem raiva de quem sabe e diz que o assunto não é com ele.
Brasileiro, orgulhe-se; você com certeza é responsável por ter colocado pelo menos um dos senadores naquela casa. Eles deveriam legislar para o país, criaram pomposas comissões disso e daquilo, mas não estão nem aí para botar um pinguinho de ordem no seu ninho de desorganização. E querem que fique assim mesmo.
Adivinhe quando a caixa preta do Senado será aberta…
Meu palpite: só em 2.325, quando houver alguma hecatombe mundial.
Este comercial é do Fusca 1961 – ou de mil novecentos e preto e branco. Foi o maior objeto de desejo da época. Eu mesmo tive um 61 amarelo, uma beleza! Note que nesse comercial estão apregoando as vantagens que o carro oferecia para a polícia. O começo e o final do comercial foram filmados no Vale do Anhangabau em São Paulo.
Comercial de oficina (funilaria) de automóveis.
A propósito, sua esposa sabe distinguir qual é o carro que você utiliza?
Não vejo o menor sentido, mas já estão aparecendo pesquisas sobre as preferências dos eleitores para as eleições de 2010.
Segundo o Datafolha, Geraldo Alckmin do PSDB, que foi derrotado já no primeiro turno da eleição do ano passado para prefeito de São Paulo, é o preferido dos paulistas na corrida para governador. Segundo a pesquisa, o atual secretário de Desenvolvimento do governador José Serra (PSDB) teria entre 41% e 46% das intenções de voto – sempre na liderança – em todos os cenários em que ele foi citado.
Como os políticos usam de estratégias e estratagemas, me pergunto se o Alckmin não estaria, inocentemente, se prestando a ser boi de piranhas e quando chegar a hora da verdade das eleições ele estará atrapalhando algum outro candidato, como chegou a fazer com o atual prefeito de São Paulo, Kassab, que o derrotou na hora “H”.
Esquina em Saigon. Nem os paulistanos, que vivem um tormento diário no trânsito, conseguiriam dirigir por lá.