Mês: agosto 2009

   

Jogo de cena: o suplício

Creio que a maioria dos senadores poderia trabalhar também como atores, o que seria, aliás, uma atividade muito mais nobre e cujos resultados financeiros dependeriam única e exclusivamente do trabalho de cada um. Casa cheia, dinheiro no bolso. Já casa vazia…
Pois o senador Suplicy, que alguns chamam de suplício – com certeza reflexo da obrigatoriedade dos seus pares de ouvirem seus sonolentos discursos -, fez novo jogo de cena, desta vez se fingindo de bravo com o sarney.
O jogo de cena de Suplicy nada mais é do que uma artimanha política para fortalecimento do seu próprio nome, pois ano que vem teremos novas eleições, e aí…
Por que ele não fez o mesmo na época do Mensalão?
Por que não fez o mesmo na época do Severino?
Por que não fez o mesmo na época do Renan?
Seria por medo do seu mafioso chefão supremo, o Ali-Lulá?
Um colega ofereceu suco de maracujá para acalmá-lo.

Depois dessa encenação, quem precisa de suco de maracujá sou eu!

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Longitude 55, Latitude 10. Leitor ou censor?

As possibilidades da WEB são infinitas.
Uma delas, por exemplo, é a medição de leitura deste blog. É possível saber quantos são os acessos diários, quais os países e cidades de origem de cada acesso e mais: suas respectivas longitudes e latitudes.
Há invariavelmente um acesso diário que me deixa intrigado: o local, bem no centro do Brasil, consta como “UNKNOWN”, isto é, de origem desconhecida.
Suas únicas referências são a Longitude 55 e Latitude 10.
Em consequência não sei de devo me alegrar pela leitura diária e assídua de um leitor, ou me preocupar imaginando que lá esteja localizada uma “central de inteligência” (sic)* deste governo, fiscalizando os textos do meu e de outros blogueiros.
Portanto, se o leitor do local “UNKNOWN” desejar me esclarecer de onde se originam seus acessos diários, ficarei grato. Ou, se algum especialista em cartografia me traçar as coordenadas para precisar a cidade em questão, também agradecerei.
Por enquanto, prefiro supor que mantenho em “UNKNOWN” um leitor muito interessado no conteúdo do meu blog.

* Nota: O (sic) acima se refere à dificuldade que tenho em imaginar que este corrupto governo do PT possa manter em seus quadros alguém ou algum departamento minimamente inteligente.

Charge: Nani

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Revista americana inclui anúncios em vídeo

Muitos leitores estarão habituados a ver anúncios em vídeo juntamente com os artigos que lêem. A Web está recheada deste tipo de publicidade. Inédito é ter vídeos numa revista em papel.
A Entertainment Weekly (uma revista da Time Warner dedicada a televisão, cinema, música e ao mundo das celebridades) vai lançar em Setembro uma edição que integra anúncios em vídeo – com som incluído.
O pequeno ecrã (com uma diagonal que não chega aos sete centímetros) é muito fino e o dispositivo é capaz de armazenar até 40 minutos de vídeo. Ao lado do ecrã, há botões para o utilizador escolher o vídeo que quer ver. Mas não há controlo de som.
Ao virar a página anterior à do anúncio, o vídeo arranca automaticamente, como acontece nos postais musicais.
A estação televisiva CBS, vai usar esta tecnologia para exibir na revista trechos de vários novos programas. Os vídeos serão intercalados com anúncios comprados pela Pepsi. “É a primeira vez que podemos pôr trechos de vídeos nas mãos dos entusiastas do entretenimento sem ser no ecrã da televisão”, notou, em conferência de imprensa, o presidente de marketing da CBS, George Schweitzer, aparentemente esquecendo a prática comum de ter anúncios de vídeo na Internet.
Em Setembro do ano passado, a revista americana Esquire fez algo semelhante. Para comemorar o 75º aniversário, a revista usou papel electrónico para uma capa cujas letras piscavam (um uso que foi criticado por muitos, que o consideraram pouco imaginativo). Também havia um anúncio a um automóvel numa página de papel electrónico.
A introdução de papel electrónico na Esquire foi um processo muito caro e só 100 mil dos 720 mil exemplares impressos incorporavam a tecnologia.
A Entertainment Weekly não divulgou os custos de colocar um ecrã nas suas páginas, nem quanto cobra pelos anúncios em vídeo – mas só os assinantes das zonas de Los Angeles e Nova Iorque é que receberão revistas com este dispositivo.
João Pedro Pereira
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