Mês: setembro 2009

   

Lula apóia a agressão a Israel

O governo do Irã anunciou nesta segunda-feira um segundo dia de testes com mísseis balísticos que, segundo analistas, podem alcançar 2.000 km –o suficiente para atingir Israel e as bases americanas no Golfo. O anúncio chega apenas três dias antes da rara reunião entre Teerã e seis potências (Estados Unidos, Reino Unido, França, China, Rússia e Alemanha) para um diálogo nuclear e pressão renovada (da Folha São Paulo).
O inacreditável nessa história é que o presidente brasileiro virou amigo do agressor iraniano Ahmadinejad, aquele que alega nunca ter ocorrido o Holocausto e, pior, pretende recebê-lo no Brasil. Como Lula nunca “çabe” de nada, está novamente embarcando no bonde errado da História. Ele precisa tomar cuidado para evitar que um míssil lhe caia na cabeça…

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Agora é Lula, cultivando o antissemitismo

por Marcos Guterman, de O Estado de São Paulo

‘Como anunciado, o presidente Lula encontrou-se nesta quarta-feira em Nova York com seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. Deu-lhe um caloroso aperto de mão e, em entrevista posterior, disse que “não é constrangimento nenhum” reunir-se com Ahmadinejad, que há alguns dias declarou que o Holocausto é uma “mentira”. Para Lula, o fato de o presidente iraniano negar o Holocausto “é problema dele” e “não compromete as relações com o Brasil”. Lula considera o Irã de Ahmadinejad, alvo de pesadas sanções comerciais e financeiras da comunidade internacional, um “grande sócio”. ‘

Volto a perguntar: seus colegas partidários do PT Jacques Wagner, Tarso Genro, Carlos Minc e Paul Singer – entre outros -, todos eles judeus, concordam com estes atos provocativos do governo?

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Celso Amorim: apoio explícito ao antissemitismo

O conselho executivo da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) elegeu a diplomata de carreira da Bulgária Irina Bokova como futura diretora-geral da agência. Em votação apertada, Irina derrotou o polêmico ministro da Cultura egípcio, Faruk Hosni. Hosny era tido como favorito para a votação, porém foi acusado de antissemitismo depois de afirmar, no Parlamento egípcio, que queimaria livros em hebraico achados em instituições oficiais.

O ministro petista Celso Amorim, que já enfiou inúmeras vezes os pés pelas mãos quando o assunto é Israel, apoiou declaradamente a candidatura do egípcio. Celso Amorim disse ter amplos interesses nos países muçulmanos. Ele segue rigorosamente a cartilha do PT, cuja carta de apoio, escrita há poucos meses e assinada por Berzoini, o presidente do partido, já fixara total posição antissemita.

Resta a pergunta: o governador petista Jacques Wagner da Bahia, os ministros Carlos Minc e Tarso Genro, e o secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, todos eles sabidamente judeus, também estão apoiando o colega antissemita Celso Amorim?

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O Brasil do Meirelles

A Moody’s, agência que analisa a situação de cada país em relação à recepção de investimentos, considerou o Brasil um “vencedor” em meio a crise. Henrique Meirelles, o presidente do Banco Central, está eufórico porque, segundo ele, esta foi a terceira agência a conceder a nota ao Brasil e porque o upgrade foi dado ainda com o mundo em crise, “quando as agências ainda estão revisando o grau de muitos países”.
Pena que o Meirelles passe ao largo do outro Brasil, o Brasil-real que está diariamente exposto nos jornais e noticiários de tevê. O Brasil em que nós, longe dos carros blindados, da segurança armada, das mordomias, das falcatruas, das nomeações, das verbas de representação e da orgia do dinheiro público, vivemos diariamente, expostos ao que der e vier. Ao Deus dará.
Sem choro nem vela.
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