Bons tempos em que nós, jovens, jogávamos futebol na rua, dançávamos nos “mingaus” vespertinos, íamos ao estádio assistir a um bom jogo, namorávamos no escurinho do cinema, paquerávamos as meninas nos parques de diversões, passávamos um domingo na praia, jogávamos conversas fora com os amigos…
O governo do Irã anunciou nesta segunda-feira um segundo dia de testes com mísseis balísticos que, segundo analistas, podem alcançar 2.000 km –o suficiente para atingir Israel e as bases americanas no Golfo. O anúncio chega apenas três dias antes da rara reunião entre Teerã e seis potências (Estados Unidos, Reino Unido, França, China, Rússia e Alemanha) para um diálogo nuclear e pressão renovada (da Folha São Paulo).
O inacreditável nessa história é que o presidente brasileiro virou amigo do agressor iraniano Ahmadinejad, aquele que alega nunca ter ocorrido o Holocausto e, pior, pretende recebê-lo no Brasil. Como Lula nunca “çabe” de nada, está novamente embarcando no bonde errado da História. Ele precisa tomar cuidado para evitar que um míssil lhe caia na cabeça…
Principalmente quando encontra pela frente um sujeito “trêbado”.
Será que usam Toddy, anabolizantes, energéticos? Ou haverá outro truque simples para essa exibição fora do usual?
‘Como anunciado, o presidente Lula encontrou-se nesta quarta-feira em Nova York com seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. Deu-lhe um caloroso aperto de mão e, em entrevista posterior, disse que “não é constrangimento nenhum” reunir-se com Ahmadinejad, que há alguns dias declarou que o Holocausto é uma “mentira”. Para Lula, o fato de o presidente iraniano negar o Holocausto “é problema dele” e “não compromete as relações com o Brasil”. Lula considera o Irã de Ahmadinejad, alvo de pesadas sanções comerciais e financeiras da comunidade internacional, um “grande sócio”. ‘
Volto a perguntar: seus colegas partidários do PT Jacques Wagner, Tarso Genro, Carlos Minc e Paul Singer – entre outros -, todos eles judeus, concordam com estes atos provocativos do governo?
O ministro petista Celso Amorim, que já enfiou inúmeras vezes os pés pelas mãos quando o assunto é Israel, apoiou declaradamente a candidatura do egípcio. Celso Amorim disse ter amplos interesses nos países muçulmanos. Ele segue rigorosamente a cartilha do PT, cuja carta de apoio, escrita há poucos meses e assinada por Berzoini, o presidente do partido, já fixara total posição antissemita.
Resta a pergunta: o governador petista Jacques Wagner da Bahia, os ministros Carlos Minc e Tarso Genro, e o secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, todos eles sabidamente judeus, também estão apoiando o colega antissemita Celso Amorim?
Comercial da Budweiser. Me faz lembrar “levemente” uma criação fantástica organizada pela Rússia na ocasião dos Jogos Olímpicos. Se não for chamada de inspiração, é “chupada” mesmo!
Fiquei em dúvida: o apresentador Ratinho está refugiado na Embaixada do Brasil em Honduras, ou o Zelaya, presidente deposto de Honduras, está apresentando programas na nossa tevê?