Capa desenvolvida para livro contendo as melhores criações publicitárias da Europa. Veja a fusão de traços do código de barras com a zebra.
Pintor e ilustrador norte-americano, Norman Rockwell foi muito popular, tendo executado 321 capas da revista The Saturday Evening Post em mais de quatro décadas, além de ilustrações de cenas da vida estadunidense para anúncios, capturando as expressões das pessoas de maneira exata e caricaturada.
Seus desenhos e pinturas são famosos pela meticulosidade e exatidão de traços e cores. Em 1937 passou a fotografar e elaborar os desenhos a partir de fotografias, elaborando desenhos em preto e branco para depois estudar as possibilidades de cores e texturas. Todos os setores da vida norte-americana foram retratados por Rockwell. Durante a Segunda Guerra Mundial, ilustrou soldados, desta vez com expressões sérias. Sua obra “Four Freedom” ficou conhecida mundialmente.
O que é responsabilidade ambiental para você?
O que é responsabilidade ambiental para as empresas?
Eis um tema que vem sendo bombardeado pela mídia internacional nestes últimos anos.
O que impressiona é que aqui em Londrina, há pelo menos uma construtora que certamente desconhece e despreza o que seja responsabilidade ambiental e vem há anos atormentando a vizinhança com os ruídos insuportáveis de uma serra elétrica, para obras que nem se localizam no endereço em questão.
Um especialista em segurança afirmou-me que esse tipo de ruído supera 130 decibéis – muito acima dos 80 ou 85 decibéis permitidos por lei. Esse alto número de decibéis pode prejudicar – e muito – a audição de uma pessoa.
Não adiantaram pedidos educados, e-mails, telefonemas nem processo movido na Prefeitura.
A serra vai serrando e sobra para nós, os vizinhos, nos lixarmos…
Os dirigentes da tal construtora comportam-se de modo ignóbil, como malandretes, encalamoucando e desencabelizando os cidadãos, pouco se importando com a responsabilidade ambiental, com a política da boa vizinhança e com a lei, oras a lei.
(Por razões legais, estou impedido de divulgar o nome da empresa, pois a denúncia nominal que constava deste blog foi censurada, sob ameaça de um processo judicial).
Mas quem mora em Londrina sabe perfeitamente qual é a construtora à qual me refiro.
Essa criação paulistana foi feita apenas pelo prazer da própria criação e está exposta no site “desencannes”. A idéia é muito boa e poderia ser aproveitada por vários municípios para educação no trânsito. Que tal? (Não esquecer os direitos autorais…)
Nas décadas de 1940 e 1950, os morros do Rio de Janeiro faziam parte do folclore carioca, com seu povo homenageado por compositores famosos e cantado alegremente em marchinhas de Carnaval. Hoje, a poética Maria que descia o morro com a lata d’água na cabeça, a Conceição que vivia no morro a sonhar e o Orfeu que se apaixonou perdidamente por Eurídice, já não existem mais. Foram substituídos pelo Comando Vermelho, pelos narcotraficantes, pelos meninos aviõezinhos que transportam drogas e pelos bandidos armados que enfrentam a polícia com pesado armamento antiaéreo.
Nas devidas proporções, Londrina sofre o mesmo efeito dos problemas que ocorrem no Rio de Janeiro. Leio diariamente nos jornais o desafio que os ambulantes e vendedores de produtos piratas impõem à Prefeitura, se recusando a deixar os espaços que ocupam ilegalmente, atrapalhando os pedestres, concorrendo deslealmente com os comerciantes que pagam impostos e alegando falta de opções de trabalho – apesar de existirem na cidade vários cursos, alguns deles gratuitos, para que estas pessoas se reciclem profissionalmente.
Simultaneamente trava-se uma batalha entre o prefeito Barbosa Neto e as empresas de publicidade exterior, que simplesmente ignoram a lei municipal e emporcalharam a cidade com milhares de outdoors, frontlights, painéis, e luminosos, sem critério e sem respeito aos londrinenses.
Na mesma contramão da história incluem-se ainda os poluidores sonoros, com seu som ligado às alturas em plenas madrugadas, os “sujismundos” que desovam entulho pelos terrenos e esquinas, e as construtoras, especialmente na Gleba Palhano, que vem sistematicamente assoreando o Lago Igapó II.
O que a população, o prefeito e a Câmara Municipal de Londrina aparentemente se esquecem é de que existe um Código de Posturas do Município, criado pela Lei Nº 4.607, de 17 de dezembro de 1990 – e em pleno vigor. Esse código foi justamente criado para administrar Londrina e contém “as medidas de Polícia Administrativa a cargo do Município, estatuindo as necessárias relações entre o poder Público local e as pessoas físicas ou jurídicas, liberando, fiscalizando, condicionando, restringindo ou impedindo a prática ou omissão de atos de particulares e no funcionamento de estabelecimentos comerciais, industriais, e de prestação de serviços, sempre no sentido de disciplinar e manter a ordem, a higiene, a moral, o sossego e a segurança, e dá outras providencias”, como consta logo no seu Artigo 1º.
Depreende-se então que a prefeitura está deixando de cumprir sua obrigação legal, seja por desconhecimento, seja por complacência, seja por razões político-eleitoreiras, seja por descaso, permitindo simplesmente que a ilegalidade, o desafio à autoridade constituída e o interesse de pequenos grupos destituídos do senso de valores se sobreponham ao bem-estar e aos direitos dos cidadãos.
JEB
Bob Hope – que você provavelmente só conhecia como comediante – e James Cagney formam aqui uma dupla fantástica de sapateado, lembrança dos bons tempos do cinema americano.
Não por acaso, saiu uma pesquisa em Londrina sobre a aprovação da população em relação ao prefeito Barbosa Neto, após 200 dias de gestão. E o resultado só poderia mesmo ser o esperado: houve queda em todas as regiões da cidade. Cerca de 60% dos londrinenses ou desaprovam a gestão do prefeito ou não sabem dizer, restando apenas 40% de aprovação.
O que não é de estranhar: basta ver a notícia anterior sobre o atendimento dos ‘servidores públicos’ ao cidadão e se percebe que, mesmo que o prefeito seja bem intencionado, ele deve estar muito mal assessorado.
Como a população trata com a entidade Prefeitura e não com a figura pessoal do Prefeito, se o mal-atendimento for generalizado, o resultado só poderia ser mesmo negativo.
Será que ainda choca ao brasileiro saber que o ex-ministro José Dirceu e os deputados federais José Genoino e João Paulo Cunha estão voltando a disputar cargos de direção no PT, depois das suas conhecidas mutretas, bandalheiras, rapinas e desvios via ‘valerioduto’?
Como se sabe, os três são réus no processo do caso no STF (Supremo Tribunal Federal), que se for realmente justo irá mandá-los em cana por um longo período.
E não é só: outros cinco petistas ligados ao escândalo do mensalão também estão na chapa de José Eduardo Dutra, o candidato favorito a vencer o Processo de Eleições Diretas do PT.
Para que não se lembra, o PT era aquele partido que pregava transparência e honestidade e se achava muito melhor do que os outros.
Vade retro, Satanás!
Resposta curta e grossa recebida por mim da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) da Prefeitura de Londrina, a respeito de um processo em andamento sobre poluição sonora:
“Não é da nossa competência”.
Simples assim.
Sem outros direcionamentos, sem informar de quem seria a tal competência, sem maiores explicações.
Os funcionários públicos de cidades menos evoluídas do que Londrina (como Nova Iorque, Londres e Paris, por exemplo), tratam o contribuinte muito melhor do que os servidores públicos de cá (aliás, o termo ‘servidor público’ é muito utilizado no Brasil, originado dos tempos dos nossos colonizadores e da servidão). Naquelas cidades menos evoluídas eles estão prontos para orientar e tentar resolver os problemas dos cidadãos que em última instância pagam os seus salários.
Aqui, os tais ‘servidores públicos’ se acham os reis e estão convencidos de que não devem satisfações a ninguém.
Até que ocorra alternância no poder.
Aí, todos eles voam pelas janelas e irão se queixar do desemprego… ao bispo.
Taí um conjunto que pode ser chamado de muito harmônico. Este é o Adler Trio.
O advogado Eduardo Ferrão ingressou com petição junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio da qual pede manutenção da decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), que proibiu o jornal O Estado de publicar detalhes da Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, que constatou o envolvimento do filho do senador José Sarney, Fernando.
O advogado do Estadão, Manuel Alceu Affonso Ferreira, pedira a suspensão da censura ao jornal e assinala que a mordaça imposta pelo Judiciário é “certamente a mais avassaladora e lastimável delas (…) e privilegiou, ou pensa estar privilegiando, direitos personalísticos subjacentes à privacidade e à honra, sobrepondo-se ao direito prevalecente da atividade informativa.
(Do jornal O Estado de São Paulo)
Esse é o cara bom de bola. Ninguém faz igual!