Mês: novembro 2009

 

Norman Rockwell, o ilustrador

Pintor e ilustrador norte-americano, Norman Rockwell foi muito popular, tendo executado 321 capas da revista The Saturday Evening Post em mais de quatro décadas, além de ilustrações de cenas da vida estadunidense para anúncios, capturando as expressões das pessoas de maneira exata e caricaturada.

Seus desenhos e pinturas são famosos pela meticulosidade e exatidão de traços e cores. Em 1937 passou a fotografar e elaborar os desenhos a partir de fotografias, elaborando desenhos em preto e branco para depois estudar as possibilidades de cores e texturas. Todos os setores da vida norte-americana foram retratados por Rockwell. Durante a Segunda Guerra Mundial, ilustrou soldados, desta vez com expressões sérias. Sua obra “Four Freedom” ficou conhecida mundialmente.

No Brasil, Rockwell foi uma referência para nossa geração publicitária dos anos 60 e 70. Era raro não encontrar uma revista com algum desenho seu sobre a prancheta dos nossos ilustradores, a título de inspiração.

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Responsabilidade ambiental

O que é responsabilidade ambiental para você?
O que é responsabilidade ambiental para as empresas?
Eis um tema que vem sendo bombardeado pela mídia internacional nestes últimos anos.
O que impressiona é que aqui em Londrina, há pelo menos uma construtora que certamente desconhece e despreza o que seja responsabilidade ambiental e vem há anos atormentando a vizinhança com os ruídos insuportáveis de uma serra elétrica, para obras que nem se localizam no endereço em questão.
Um especialista em segurança afirmou-me que esse tipo de ruído supera 130 decibéis – muito acima dos 80 ou 85 decibéis permitidos por lei. Esse alto número de decibéis pode prejudicar – e muito – a audição de uma pessoa.
Não adiantaram pedidos educados, e-mails, telefonemas nem processo movido na Prefeitura.
A serra vai serrando e sobra para nós, os vizinhos, nos lixarmos…
Os dirigentes da tal construtora comportam-se de modo ignóbil, como malandretes, encalamoucando e desencabelizando os cidadãos, pouco se importando com a responsabilidade ambiental, com a política da boa vizinhança e com a lei, oras a lei.
(Por razões legais, estou impedido de divulgar o nome da empresa, pois a denúncia nominal que constava deste blog foi censurada, sob ameaça de um processo judicial).

Mas quem mora em Londrina sabe perfeitamente qual é a construtora à qual me refiro.

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O triste fim do molusco

Política tem dessas coisas.
Grandes visionários da história tiveram finais muito tristes.
César foi traído e apunhalado por Brutus.
Mussolini foi fuzilado e dependurado em praça pública.
Hitler, dizem, suicidou-se em seu bunker.
Ceaucescu e sua mulher foram executados.
Saddam foi enforcado após ‘julgamento’.
Outros tantos foram envenenados.
Dizem que o molusco da foto teve surtos psicóticos e enredou-se sozinho. Mesmo com a ajuda de vários ‘cumpanheros’ não conseguiu escapar da sua triste sina.
Alguns trabalhadores ainda se banquetearam com as sobras. Restos foram distribuídos para portadores de bolsas-qualquer-coisa.
Chavez, Morales, os irmãos Castro, Ahmadinejad e outros igualmente menos cotados estão se sentindo órfãos.
O mar voltou a ficar tranquilo.
Foto: lula gigante
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Lata d’água na cabeça, ambulantes e o Código de Posturas de Londrina

Nas décadas de 1940 e 1950, os morros do Rio de Janeiro faziam parte do folclore carioca, com seu povo homenageado por compositores famosos e cantado alegremente em marchinhas de Carnaval. Hoje, a poética Maria que descia o morro com a lata d’água na cabeça, a Conceição que vivia no morro a sonhar e o Orfeu que se apaixonou perdidamente por Eurídice, já não existem mais. Foram substituídos pelo Comando Vermelho, pelos narcotraficantes, pelos meninos aviõezinhos que transportam drogas e pelos bandidos armados que enfrentam a polícia com pesado armamento antiaéreo.

Nas devidas proporções, Londrina sofre o mesmo efeito dos problemas que ocorrem no Rio de Janeiro. Leio diariamente nos jornais o desafio que os ambulantes e vendedores de produtos piratas impõem à Prefeitura, se recusando a deixar os espaços que ocupam ilegalmente, atrapalhando os pedestres, concorrendo deslealmente com os comerciantes que pagam impostos e alegando falta de opções de trabalho – apesar de existirem na cidade vários cursos, alguns deles gratuitos, para que estas pessoas se reciclem profissionalmente.

Simultaneamente trava-se uma batalha entre o prefeito Barbosa Neto e as empresas de publicidade exterior, que simplesmente ignoram a lei municipal e emporcalharam a cidade com milhares de outdoors, frontlights, painéis, e luminosos, sem critério e sem respeito aos londrinenses.

Na mesma contramão da história incluem-se ainda os poluidores sonoros, com seu som ligado às alturas em plenas madrugadas, os “sujismundos” que desovam entulho pelos terrenos e esquinas, e as construtoras, especialmente na Gleba Palhano, que vem sistematicamente assoreando o Lago Igapó II.

O que a população, o prefeito e a Câmara Municipal de Londrina aparentemente se esquecem é de que existe um Código de Posturas do Município, criado pela Lei Nº 4.607, de 17 de dezembro de 1990 – e em pleno vigor. Esse código foi justamente criado para administrar Londrina e contém “as medidas de Polícia Administrativa a cargo do Município, estatuindo as necessárias relações entre o poder Público local e as pessoas físicas ou jurídicas, liberando, fiscalizando, condicionando, restringindo ou impedindo a prática ou omissão de atos de particulares e no funcionamento de estabelecimentos comerciais, industriais, e de prestação de serviços, sempre no sentido de disciplinar e manter a ordem, a higiene, a moral, o sossego e a segurança, e dá outras providencias”, como consta logo no seu Artigo 1º.

Depreende-se então que a prefeitura está deixando de cumprir sua obrigação legal, seja por desconhecimento, seja por complacência, seja por razões político-eleitoreiras, seja por descaso, permitindo simplesmente que a ilegalidade, o desafio à autoridade constituída e o interesse de pequenos grupos destituídos do senso de valores se sobreponham ao bem-estar e aos direitos dos cidadãos.
JEB

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Prefeitura de Londrina em baixa

Não por acaso, saiu uma pesquisa em Londrina sobre a aprovação da população em relação ao prefeito Barbosa Neto, após 200 dias de gestão. E o resultado só poderia mesmo ser o esperado: houve queda em todas as regiões da cidade. Cerca de 60% dos londrinenses ou desaprovam a gestão do prefeito ou não sabem dizer, restando apenas 40% de aprovação.
O que não é de estranhar: basta ver a notícia anterior sobre o atendimento dos ‘servidores públicos’ ao cidadão e se percebe que, mesmo que o prefeito seja bem intencionado, ele deve estar muito mal assessorado.
Como a população trata com a entidade Prefeitura e não com a figura pessoal do Prefeito, se o mal-atendimento for generalizado, o resultado só poderia ser mesmo negativo.

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