Mês: janeiro 2010

 

Dinheiro fácil

Você já levantou um empréstimo em banco?
Sem falar nos juros estratosféricos, o banco deixou de cobrar o seu empréstimo de volta?
Pois existe gente que vive tranquilamente das benesses bancárias.
Como por exemplo Miguel Serpa, o líder do MST que invadiu a Cutrale, uma das maiores fabricantes de suco de laranja do Brasil. Ele assinou convênios com o Incra em nome de uma associação fajuta. O valor repassado chegou a R$ 222 mil. Essa associação acabou sendo considerada inadimplente pelo próprio Incra. E os supostos beneficiados pelo convênio nunca receberam benefício nenhum. O prejuízo ultrapassou R$ 1,3 milhão.
Agora você já sabe: basta fundar uma associação qualquer, dizer que é do MST, levantar dinheiro do governo, fazer a festa, e jamais pensar em devolver ao banco. O MST pode tudo!

E o cara só está preso por ter liderado a invasão da Cutrale, causando prejuízos de mais de um milhão de reais, entre vandalismo e roubo de equipamentos e materiais.

Imagem: G1 Globo
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Flanelinhas, outra vez!

Guarde bem o nome deste provinciano vereador de Londrina: Zaqueu Berbel, de um tal partido PRP. Pois esse cara quer legalizar a flagrante ilegalidade que ocorre em Londrina: a atividade dos chamados flanelinhas – aqueles marmanjões inúteis, quase todos fortes e bem nutridos, que não têm e nem procuram ter uma profissão definida e vivem de achacar, assustar e ameaçar os proprietários de carros que desejam estacionar em alguma rua ou avenida da cidade.
Os proprietários de carros já pagam uma série de tributações injustas e compulsórias anualmente, como o IPVA e seguro obrigatório – além de zona azul, pedágios e seguro do veículo.
A obrigação pela integridade do veículo e do motorista é da polícia. A mesma polícia que faz vista grossa, é complacente com os flanelinhas ilegais e raramente está próxima de você.
O vereador deveria apresentar um pedido ao governo estadual para que o truculento governador Requião, que muitos chamam de “O Exterminador do Futuro”, aumente o efetivo policial da cidade, que possui uma das menores porcentagens de policiais na ativa por cidadão no país.
Flanelinhas? Berbel? Boicote esse projeto. Prefira pagar um estacionamento.

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“Americanês” na publicidade (continuação)

Data Sheet: Cartão contendo informações e dados efetivos sobre produto e seu desempenho.
Dead Line: Prazo limite da entrega de um trabalho.
Extrapolation: Projeção de uma serie de dados históricos e de mercado, da qual se pode deduzir uma tendência futura.
Fade in/Out: Aumentar e diminuir o volume do som ou a nitidez da imagem; Processo de passar de uma cena para outra.
Feedback: Retorno de determinado anúncio, campanha, ou pesquisa.
Feeling: Capacidade assimilar.
Fix: Desarranjos e desastres de um lançamento de um produto.
Free Lance: Trabalho feito fora de horário de serviço; Trabalho encomendado fora da agência; Serviço extra.
Free Lancer: Pessoa que trabalha para uma agência sem ser empregado direto.
Freez: É uma parada de cena no filme. Cena que, durante o anúncio, congela, parecendo mensagem ou letreiro, ou ainda o logotipo do patrocinador. (Adaptado de “freeze”)
Gag: tropeço do locutor(a) durante apresentação de comercial.
Gatefolder: Encarte desdobrável, cujo formato, quando aberto, geralmente é maior que o da revista.
Handout: Folheto barato para ser distribuído em exposições e eventos de mercado segmentado.
Hand-Sell: Ato de repetir pelo menos seis vezes o nome do produto em anúncio, filme, spot ou jingle.
House: Departamento de criação publicitária dentro de uma empresa, que funciona como agência, podendo inclusive atender a outros clientes. (Adaptado de “house-agency”)
Insight: O mesmo que Eureka, achei. Súbita descoberta de algo quando está se criando uma peça publicitária.
Jingle: Música composta e criada para uma determinada campanha ou produto.
Job: Pedido de serviço gerado a partir do Briefing.
Kick-back: Picareta, pilantra da propaganda. Ovelha negra da classe.
Layout: Segunda fase de um esboço de um anúncio, a ser mostrado para o cliente anunciante. A primeira fase é o rough, também conhecida no Brasil por suas formas aportuguesadas raf e rafe.
Layoutar: Fazer o layout, ato de executar ou criá-lo.
Leg: Arte com ilustração sexy.
Linkagem: Relação entre peças publicitárias.
Make up: Maquiagem de um produto para fotografia ou filme.
New Release: O mesmo que Press Release.
Off: Diz-se para definir uma locução de comercial de TV/Cinema, onde não há aparição do locutor.
One short: Peça publicitária de grande impacto criada para ser veiculada uma única vez.
Press Release: Notícia de interesse do cliente ou da agência, enviada para ser publicada na imprensa em seus mais diversos meios.
Profit: Margem de lucro.
Prospect: Perspectiva de algum faturamento; Possível comprador ou interessado; Pessoa a quem se endereça a mala direta; A apresentação de uma para ganhar uma nova conta.
Pull: Estratégia de marketing destinada a tirar os produtos da prateleira de qualquer jeito.
Rafe: Forma adaptada foneticamente do termo inglês rough.
Recall Test: Recordação, nível de memorização de uma campanha, filme ou peça publicitária.
Run: Duração de uma impressão.
Slogan: Frase curta e de efeito e que, por força de ser repetida intensivamente, consagra um produto ou um serviço.
Story Board: Coluna destinada as falas e anotações do som; pode ser também coluna do script de rádio onde estão textos e som.
Take-one: Espécie de folder, sem dobra, para a colocação em display, de produção mais sofisticada que os panfletos comuns. Com apenas uma lâmina, de tamanho reduzido e textos objetivos e simples, trazendo normalmente, mensagem de impacto como título.
Target: Público alvo.
Voucher: Exemplar gratuito, mandado ao anunciante para comprovação de veiculação.
Zoom: Aproximação de câmera, ao máximo, de um mínimo de distância.

Fonte: A TERMINOLOGIA DA PUBLICIDADE
Nelly Carvalho (UFPE)
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“Americanês” na publicidade

Na década de 1950 nós, publicitários, já utilizávamos o “americanês”, isto é, incluíamos inúmeras expressões em inglês como nomenclatura para cargos, funções e tarefas na atividade. Bem compreensível para a época, pois os americanos foram os pais da propaganda e ninguém estabelecera ainda sinônimos em português.
Entretanto, mais de cinquenta anos depois, noto que aquelas palavras não apenas continuam em voga, como somaram-se a elas dezenas e dezenas de novas, provavelmente para registrar que a publicidade é uma atividade bastante hermética e destinada a poucos “eleitos”. Veja só quanto americanês:

Ad (de Advertise): Anúncio, publicidade.
Ad page exposure : Exposição, anúncio.
Ad Stock (de Advertiring stock): Soma de valores totais investidos pelo cliente em propaganda ao longo dos anos ou de um determinado período.
Ads Small (de Advertising small): Pequeno anúncio classificado; Anúncios populares em jornais ou revista de pequena circulação; Anúncio em tamanho econômico.
Advertising: Publicidade – meio de comunicação de massa que visa vender determinado produto ou serviço.
Age Group: Agrupamento de público-alvo por idade; Segmentação de mercado com parâmetros etários.
Approach: Enfoque de campanha publicitária.
Art Buyer: Pessoa encarregada de escolher modelos e fotógrafos para a propaganda.
Art Paper: Papel couchê, assim dito por ser muito utilizado em artes finais.
Art Work: O mesmo que arte final.
Back Cover: Guarda capa de uma revista ou livro.
Back Light: Outdoor luminoso, feito geralmente de tela emborrachada ou plastificada com luzes atrás iluminando à noite.
Baffle: Isolador de som.
Bait: Artigo de publicidade; Iscas publicitárias.
Banner: Bandeirola
Bill: Fatura.
Bit: Parte pequena do programa radiofônico.
Bite: Ação ou ataque de um ácido num clichê de impressão do anúncio.
Blind Date: Linha que indica as datas de inserção de um anúncio etc.
Blow up: Aplicação do anuncio.
Bluff: Atitude ousada e audaz, cujo risco calculado, baseia-se na ignorância dos outros, de modo que quase sempre funciona.
Blue Sheet: Ordem escrita que circula nos diversos setores de uma agência, determinando que a solicitação feita por um cliente pode ser executada em todas as fases.
Blurb: Pequena comunicação escrita na publicidade. Anúncio bombástico.
Bold: Negrito
Box: Espaço, geralmente delimitado por fios, onde são inseridas informações adicionais ao corpo de um anúncio publicitário.
Boom: Propaganda intensiva.
Brand: Marca, qualidade, nome.
Brand Switching: Mudança de marca.
Break: Intervalo.
Briefing: Folha de papel onde a agência coloca todos os primeiros dados de um anúncio ou campanha; Pasta em que uma agência arquiva todas as informações de um cliente; Dizer o que se quer.
Busdoor: Cartaz colocado em verso de ônibus.
Call Report: Correspondência unilateral entre agência e cliente.
Caps: Letras maiúsculas.
Clippings: Recortes de imprensa.
Closing date: O mesmo que deadline.
Comic Strip: Tira de história em quadrinho, assim dita quando está veiculada a produto ou tem cunho publicitário.
Cunsumer Behavior: Comportamento do consumidor.
Cross Section: Segmentação de mercado.
(continua)

Fonte: A TERMINOLOGIA DA PUBLICIDADE
Nelly Carvalho (UFPE)

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Você é o cara 2

Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da bolsa terrorismo, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos. É, Lula! Você é o cara…

(por Caio Lucas)
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Pastelão no Distrito Federal

Arruda (o governador embromador) imagina que nós, o povão, somos ignorantes, débeis mentais ou alienados.
Ele se esquece também de que existe a imprensa, que tudo informa – por vezes até em excesso.
Pois não é que o malandro tentou colocar suas raposas amestradas no galinheiro e “sumir” com a CPI da Câmara Legislativa, que deveria investigar o imenso lodaçal de propinas que foi flagrado, filmado, gravado, divulgado e mostrado para todo o país?
O que se espera é que tudo seja investigado, analisado e julgado. Quem tem culpa deverá ir para a cadeia e devolver a rapinagem para os cofres do Distrito Federal em valores atualizados.
Ou essa nossa terrinha é mesmo de ninguém?
É bom também verificar se a arruda (planta) protege mesmo dos maus espíritos. Pelo jeito, está na hora de procurar outra opção.

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