Mês: março 2010

 

O malandro Sarney, sempre ele!

O Ministério Público Federal descobriu que José Sarney, o presidente do Senado – sempre ele, sempre ele –, recebeu salários muito acima do teto legal. E isso durante cinco anos!
Qualquer servidor público (e Sarney é um servidor público, apesar de estar apenas a serviço do enriquecimento dele próprio) só pode ganhar no máximo R$26.700,00 mensais. Pois o malandro estava levando o dobro desse valor todo mês. Justo ele, que como presidente do Senado deveria dar um banho de conhecimento das leis e ser um exemplo para o país.
O malandro e a malandrinha da sua filha, apesar de intimados oficialmente, se recusaram a informar ao Ministério Público os valores recebidos, que devem chegar a R$1.400.00,00 e deverão ser devolvidos, segundo a lei.
Agora, cá entre nós: como é que um crápula desses continua senador, continua como presidente do Senado e, pior, continua na política? Hein?

Sem categoria
Comente aqui


“Dilma Barrichello”

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, comparou neste final de semana, em Cuiabá, a ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, ao piloto de Fórmula 1, Rubens Barrichello. Rubens Barrichello está há 18 anos na Fórmula 1 e ainda busca seu primeiro título na categoria.
“Dilma está bem nas pesquisas. Afinal há dois anos o presidente Lula faz campanha antecipada para ela”, disse Jefferson. “Entretanto, ela não é vencedora, pois não participou de nenhuma eleições. Ela é Dilminha Barrichello, ameaça mas não conquista nenhuma pole position”, comparou.

Sem categoria
Comente aqui


O suplício da poluição sonora


Ao contrário da eficiente justiça paulistana, aqui em Londrina os habitantes estão sujeitos às forças econômicas das grandes empresas, que transgridem tranquilamente as leis e conseguem evitar – em nome do chamado “progresso”, das suas “realizações” e da mão-de-obra que empregam – que os órgãos competentes tomem as devidas providências em defesa dos cidadãos.
Escrevo especificamente sobre uma construtora, que desde 2006 vem atormentando os moradores do nosso edifício, ao utilizar-se de um terreno vizinho para depósito de materiais e de lá atormentar diariamente os ouvidos da vizinhança com uma serra elétrica que supera de longe o máximo de decibéis permitidos pela lei.
Um processo por mim instaurado na Prefeitura está “misteriosamente” paralisado e esquecido há anos.
Denúncia que fiz neste blog resultou em uma notificação extra-judicial, obrigando-me a deletar o texto, sob ameaça de um processo civil e criminal.
Cartas e e-mails enviados à construtora não são respondidas.
Curiosamente, a diretoria da empresa é composta por descendentes de nipônicos.
Lã no Japão, após as tragédias de Hiroshima e Nagasaki provocadas pelo covarde bombardeio de Pearl Harbor, houve uma conscientização admirável do povo, no que tange à humildade e ao respeito pelo próximo. Aqui em Londrina, estes mesmos descendentes nipônicos só demonstram empáfia, desrespeito e arrogância, mais preocupados com a ganância do que com o bem-estar da vizinhança.

(Ilustração: Igor Veríssimo)
Sem categoria
1 Comentário
 

Todo o rigor da lei

São Paulo forneceu um exemplo fantástico para os tribunais de outros estados brasileiros, por ocasião do julgamento do casal (pai e madrasta) que jogou Isabella, a filha do primeiro, pela janela.
Foi um julgamento sério e que atendeu a todos os parâmetros legais, com um trabalho fantástico da polícia técnica paulistana (a melhor da América do Sul) e grande esforço e dedicação da promotoria, segundo declararam unanimemente os juristas entrevistados pela mídia.
Esse julgamento nos deixa dúvidas sobre o trabalho da justiça nos casos dos picaretas da política, de Sarney a Renan, de Jader Barbalho a José Dirceu, de Maluf à turma do mensalão e de tantos outros (veja a lista no site da “Transparência Brasil”), que misteriosamente jamais são levados aos tribunais.
Alguma força muito estranha também impera nos ares, quando se trata de solucionar o assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, e de levar à cadeia o já condenado jornalista Pimenta Neves, que assassinou sua amante. Aqui em Londrina, aparentemente “forças ocultas” impedem a polícia de desvendar ou revelar o mistério do assassinato da estudante Amanda Rossi, ocorrido em agosto de 2007 no campus de uma universidade.

São Paulo provou que existe uma justiça sérica, competente e a serviço da verdade.

Sem categoria
1 Comentário