Mês: abril 2010

 

Petismos

Segundo artigo de Reinaldo Azevedo da Veja, Lula, em pronunciamento na TV, tentou iludir os telespectadores com números falsos sobre o aumento real do salário mínimo na sua gestão de oito anos. Afirmou que o mínimo cresceu 74%, quando na realidade o índice foi de 49,5%.
E só para constar: no governo FHC, o aumento real foi de 47,4% – isso no meio de uma economia mundial complicada e recessiva. Economistas internacionais já intuíram que as diretrizes econômicas do governo Lula foram um mero prolongamento do governo FHC, sem tirar nem por.

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O governo e as orgias publicitárias

No dia 5/10 do ano passado, este blog publicava a meta estabelecida pelo governo federal de disponibilizar em 2009 verbas de R$ 547,4 milhões com comunicação social, além R$ 480 milhões pela Petrobrás, distribuída por 5.297 veículos de comunicação.
Pois os gastos do ano passado chegaram na realidade a R$ 1,17 bilhão, distribuídos por 7.047 veículos de comunicação de todo o País.
Só com a publicidade institucional da Presidência da República, destinada a difundir a marca e os feitos do governo, foram gastos R$ 124 milhões no ano passado. Televisão, jornal, rádio e revistas, nesta ordem, foram os meios que mais receberam recursos em 2009. Para emissoras de TV, foram destinados R$ 759,5 milhões, 64% do total. Jornais receberam R$ 115,4 milhões e rádios, R$ 104 milhões.
Quem colocar a cabeça para raciocinar pode tirar várias conclusões:
– Algumas poucas agências selecionadas pelo governo estão faturando os tubos!
– 7.047 veículos de comunicação em todo o Brasil jamais falarão mal nem do governo Lula nem da pré-candidata Dilma, sob pena de perderem suas dadivosas cotas. Por isso, caro leitor, não acredite demais naquilo que os veículos de comunicação divulgam e comentam sobre o governo e sobre a oposição. Eles podem estar “cooptados” por tais verbas.
– Não existe o menor controle sobre as contas públicas. Uma orgia de verbas dessas em uma empresa privada causaria a imediata demissão de toda diretoria, do presidente ao secretariado, incluindo o pobre do “office-boy”.
– Nós, pobres mortais brasileiros, estamos trabalhando quase cinco meses por ano para pagar esta orgia publicitária que favorece a… favorece a quem mesmo? A você, leitor? À sua família? Aos seus filhos? A quem?

E só para lembrar: quando se trata de comunicar ações de utilidade pública como campanhas de vacinação, prevenção e outros assuntos de interesse, os veículos de divulgação o fazem gratuitamente, sem custos. Deu para entender a jogada?

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Palestra: “Um passeio informal pela língua portuguesa”

Tive a honra de ser convidado para proferir uma palestra neste domingo dia 25/04 na recém-fundada Academia de Ciências, Letras e Artes de Ibiporã (PR), quando aproveitei a oportunidade para demonstrar várias facetas que envolvem a língua portuguesa. Desde a inserção do nosso idioma no velho conceito de “aldeia global’ criado por Marshall Mc Luan, passando pela reforma ortográfica, pelo internetês, pela informalidade e abusos contidos em e-mails, comentários e até artigos em jornais, pelos erros de português na publicidade, pelo famigerado gerundismo, além das deficiências no ensino e o baixo índice de leitura no Brasil.
Dentre todas as reações extremamente positivas, a melhor expressão que ouvi ao fim da palestra foi de uma das presentes, que se declarou “embevecida” pelo teor da apresentação. O que muito me orgulha.
Meus cumprimentos ao Presidente em Exercício na Academia, o trovador Maurício Leonardo.

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