Bahr-Baridades

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Harry James, fera das big-bands

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Harry James (1916 – 1983) foi trompetista e um dos mais famosos músicos de jazz e da era das big-bands.

Esta fera foi tão popular no início da década de 40 que sua gravadora, em determinado momento, foi incapaz de prensar discos em quantidade suficiente para cobrir a demanda.

As bandas que Harry James montou foram sempre de alto nível. Ele alternava longos compromissos nos hotéis e cassinos de Las Vegas com várias turnês nacionais e internacionais, atuando até o fim de sua vida.

Foi em uma dessas turnês que tive o imenso e inesquecível prazer de dançar ao som da sua banda. Foi na noite de 28 de outubro de 1978, no Clube Paineiras do Morumby, em São Paulo, onde eu era sócio. Consegui driblar o seu mau-humor e dele arranquei um valioso autógrafo, exposto neste filme.

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  • Postado em: 31 de maio de 2010 às 18:58
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Não se esqueça de revisar o carro

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Se você é um feliz proprietário de um Audi, Mercedes, Vectra… taí um bom lugar para levar seu possante para uma revisão. Depois é só rezar.
(Foto: cortesia do amigo Ribas)

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  • Postado em: às 9:48
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Quando a mídia é a atração

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Aqui o foco se dirigiu para os fotógrafos que fazem a cobertura do Festival de Cannes. Um ângulo interessante e diferente mostrado pela Reuters.

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  • Postado em: 30 de maio de 2010 às 12:08
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Arte com areia, Ilana Yahav

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  • Postado em: 28 de maio de 2010 às 16:03
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Socorro: índio fica um ano em manicômio por não falar português

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Um índio guarani está internado há um ano no Hospital Psiquiátrico de Maringá, pois não fala português. O encaminhamento foi feito por equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Segundo reportagem do site O Diário de Maringá, a equipe não conseguia se comunicar com o rapaz. A notícia foi confirmada por uma indígena, que cursa enfermagem na Universidade Estadual de Maringá, e começou a estagiar no centro psiquiátrico.

A Associação Indigenis de Maringá faz a intermediação para a saída dele do hospital. Yuno é paraguaio, mas deve ser levado para uma tribo guarani de Florianópolis.

(Da Folha de Londrina)

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  • Postado em: 27 de maio de 2010 às 11:43
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As Coréias

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Ao término da Segunda Guerra Mundial formou-se, na região norte, a República Democrática da Coréia do Norte, de orientação socialista e influenciada pelos ditames do regime socialista soviético. Na região sul, a orientação capitalista prevaleceu com a formação da República da Coréia do Sul. Divididos por uma linha situada no Paralelo 38º, esses dois países logo entraram em conflito, objetivando restabelecer a hegemonia dos territórios sob o comando de um único governo.
A primeira ação nesse sentido foi tomada pelos norte-coreanos, que inspirados pela vitória da revolução comunista de Mao Tsé-tung, resolveram tentar experiência semelhante em território coreano. Logo depois da primeira ofensiva militar que deu início ao conflito, as principais nações do mundo se reuniram em torno da Organização das Nações Unidas para discutir essa questão.
O bloco capitalista, aproveitando a ausência soviética, não reconheceu a legitimidade deste conflito. Os Estados Unidos, maiores interessados em dar fim ao conflito, enviaram um conjunto de tropas lideradas pelo general MacArthur. O propósito inicial da ofensiva norte-americana era expulsar os norte-coreanos e, logo em seguida, conquistar o restante da Coréia passando pelas fronteiras do território chinês.
Inconformados com as pretensões norte-americanas, os chineses resolveram participar do conflito quando, em novembro de 1950, enviaram tropas de apoio aos norte-coreanos. A entrada dos chineses na guerra fez com que os esforços militares norte-americanos fossem intensificados.
Ao longo de mais dois anos, o conflito chegou a um equilíbrio de forças que colocava em risco o interesse de ambos os lados. Dessa forma, os Estados Unidos resolveram possibilitar negociações diplomáticas que pudessem dar fim à Guerra da Coréia.
Em 1953, a assinatura do Armistício de Pan-Munjom encerrou os conflitos e restaurou a linha divisória no Paralelo 38º.
As Nações Unidas e as forças coreanas do sul sofreram 500.000 baixas, enquanto as perdas comunistas foram pelo menos três vezes maiores.
Será que eles se esqueceram disso e vão começar tudo de novo?

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  • Postado em: 26 de maio de 2010 às 11:47
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Turminha bem precoce!

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Amanhã você vai se lembrar desta turminha, mas nem vai se dar conta de qual produto é o comercial.

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  • Postado em: às 11:19
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Pela preservação da vida selvagem

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Anúncio de forte impacto visual: “Não compre animais exóticos como lembranças”

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  • Postado em: às 11:08
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Seis anos. E toca como gente grande

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Mais um mini-gênio musical. Aqui, um menino de seis anos toca trumpete acompanhado por uma orquestra. É a novíssima geração dando conta do seu recado.

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  • Postado em: 24 de maio de 2010 às 8:11
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Veja para onde vai seu imposto

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Juliane Santos Oliveira, de 23 anos, foi flagrada entregando R$ 200 em dinheiro e o cartão do Bolsa Família, com crédito de R$ 90, para Maria José dos Santos, que teria realizado um aborto em clínica clandestina no município de Nossa Senhora do Socorro, na região metropolitana de Aracaju, em Sergipe.
Sabe de onde saiu o dinheiro? De um cartão do programa federal Bolsa.
De acordo com a Polícia Militar (PM), a “bolsista” estava grávida de cinco meses e foi detida logo após o aborto. A executora do aborto também foi presa junto com outras quatro pessoas enquanto aparentemente sepultavam e tentavam esconder o feto.
Caro pagador de impostos: saiba que não existe o menor controle em relação à distribuição e utilização dos cartões fornecidos pelo governo federal para as Bolsas-Família, Bolsas-Escola, etc. Vagabundagem, jogo, bebidas, drogas e agora até aborto são pagos por você, leitor, que se mata de trabalhar, sua a camisa, é obrigado a mandar anualmente sua declaração de renda, vira-e-mexe é multado e ainda se vê obrigado a sustentar uma cambada de malandros e aproveitadores de má-fé.

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  • Postado em: às 8:05
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Milagres do aperfeiçoamento profissional

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Programas de rádio (só a CBN deve possuir centenas de entrevistas em arquivo), revistas especializadas, artigos em jornal, livros (minha falecida esposa deve ter traduzido uns dez para o português) e até programas na tevê consomem milhares de reais em tempo e papel para nos “ensinar” as mais mirabolantes técnicas de condução das empresas, de comportamento e tomadas de decisão e de atitude em nossos ambientes de trabalho.

Quando ouvimos um destes autores de livros ou palestrantes, quase nos derretemos com as “certezas absolutas” e as soluções miraculosas que eles nos propõem. O mais interessante é atentar para as convicções das suas afirmações, como se estas fossem a solução definitiva e inigualável para o progresso de uma empresa ou o sucesso profissional do funcionário.

A realidade que o Brasil nos aponta é completamente diversa. Ou os empresários não lêem as tais revistas nem livros, não ouvem a CBN e não assistem à televisão, ou as verdades verdadeiras que nos são apresentadas não funcionam de fato e jamais são adotadas. Pois o que se vê em nosso entorno são muitas e muitas empresas operando jurassicamente, desconhecendo as mais comezinhas regras de atendimento ao público, administrações falhas, profissionais colocados em cargos não compatíveis com sua capacitação e um péssimo resultado operacional, tanto empresarial como profissionalmente.

Em resumo: os resultados mais palpáveis e visíveis são os sorrisos escancarados dos enriquecidos autores dos tais livros, dos palestrantes e dos “consultores” do setor. Nós, o público consumidor, via de regra continuamos a ser mal atendidos, xingando, brigando, movendo processos e recorrendo aos Procons e IDECs da vida para lutar pelos nossos direitos.
(JEB)

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  • Postado em: 22 de maio de 2010 às 11:04
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Despedida do Canecão

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As notícias nos dão conta de que a famosa casa de shows Canecão, no Rio de Janeiro, está de portas fechadas à mercê de uma disputa judicial.
Aí você me perguntará: o que é que a foto do Moulin Rouge de Paris está fazendo nesta matéria?
Pois em 1972 enfiei minha mulher no carro, um fusquinha amarelo, e nos bandeamos de São Paulo rumo ao Rio de Janeiro, especialmente para assistir ao show do Moulin Rouge, cujo grupo estava se apresentando exatamente no Canecão.
Afinal, o show do Moulin Rouge era famoso há décadas e fazia parte obrigatória do roteiro turístico noturno em Paris. As dançarinas provavelmente foram pioneiras na arte do topless. Quem iria perder tal oportunidade?
Posso garantir que valeu a pena. O espetáculo tinha estilo, classe e brilho próprios. As mulheres eram lindas. E o Canecão foi o palco perfeito para essa apresentação em terras brasileiras. Bons tempos!

Espero que essa pendenga judicial não signifique o triste fim do Canecão.

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  • Postado em: 21 de maio de 2010 às 7:47
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Festivais de jazz: os cartazes

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Os festivais de jazz, que ocorrem habitualmente na maioria das cidades do mundo onde o gênero é apreciado, nos oferecem duplo prazer: além da própria música, que é tão livre e sem fronteiras como todo ser humano gostaria de ser e viver, estimulam a criação artística de belos e criativos cartazes e posters promocionais – um colírio para nossos olhos. Existem muitos colecionadores destes impressos, que são tão valorizados como outras obras de arte. Os cartazes aqui reproduzidos são uma pálida amostra do rico material já produzido há décadas em várias partes do mundo.
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  • Postado em: 20 de maio de 2010 às 11:23
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Mini sanfoneiro. Muito, muito mini

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Sanfoneiro mirim dá show de música caipira americana (country). Aqui no Brasil as “otoridades” já teriam chamado esse show de exploração do trabalho infantil.

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  • Postado em: 19 de maio de 2010 às 9:33
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O inocente inútil

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Não é muito difícil analisar a postura do presidente Lula (marionete manipulado pelo maquiavélico Marco Aurélio “top-top” Garcia, o cardeal Richelieu do governo). Tudo indica que nosso ex-operário se iluda, julgando ser hoje um “grande líder” internacional, principalmente depois que o presidente da maior potência mundial o chamou de “O Cara”.
Mal sabia nosso presidente que a “gentileza” era apenas uma gozação do Obama – os Estados Unidos têm um serviço de inteligência realmente inteligente e sabem de todos os passos, falações, fanfarronices e besteirol que Lula espalha diariamente aos quatro ventos.
Ou não soa estranho saber que apenas um dia após o “fantástico acordo” obtido por Lula e pelo primeiro-ministro turco, as grandes potências tenham passado um bulldozer bem pesado por cima do tal acordo e imediatamente impuseram sanções ao Irã? “Está parecendo que os EUA quiseram dizer ao Brasil e a Turquia: pronto, agora vocês saiam do tanque de areia, para deixar que nós, os meninos grandes, possamos brincar”, esta frase foi ouvida de um jornalista americano, durante entrevista no Departamento de Estado.
Lula corre dois sérios riscos: um deles é deteriorar seu papel no Ocidente e nunca mais obter sua cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, como pretendia. O outro é continuar servindo de inocente inútil aos olhos do mundo. Ou o bobo da corte, como preferem outros. O que não muda absolutamente nada para nós, aqui no Brasil.

(JEB)
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  • Postado em: às 9:17
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