Este é o rochedo conhecido como “The Pulpit”. Fica na Noruega e recebe 100.000 turistas por ano, ávidos por curtir a vista extraordinária a 600 m de altura do fiorde. Para chegar ao rochedo é necessária uma caminhada de 3.800m em aclive, entre matas e muitas pedras. Anote esta dica para sua próxima viagem.

Entra governo, sai governo, a visão de homens, mulheres e crianças em estado de miséria continua no Brasil. Crianças pedindo esmolas pelas ruas, a maioria sem pai, homens vagabundeando, jogando sinuca e bebendo pinga pelas favelas, jovens que vivem do crime, e sub-habitações espalhadas por todos os cantos, geralmente em áreas de risco ou sob risco de incêndios que a paisagem urbana não consegue esconder.
Enquanto isso… a visita de Lula e nossa atual presidente a Portugal fez com que jornais portugueses publicassem a notícia de que o Brasil vai socorrer financeiramente nosso “país irmão”, já que por lá há um rombo de 4,5 bilhões de euros no caixa. 
Estou certo de que não sou o único a perguntar: se existe verba para ajudar outros países (Portugal não seria o primeiro a receber verbas brasileiras), como é que não se consegue soluções para tirar os sem-teto das ruas, construir casas populares para todos os brasileiros miseráveis, criar programas de recuperação dos jovens delinquentes e criminosos e transformar a paisagem brasileira no país cor-de-rosa prometido nas campanhas eleitorais?
Segundo a Wikipedia, “Politburo é um acrônimo derivado do russo Politicheskoe Byuro, contraído para Politbyuro, ou do alemão Politbüro. Trata-se de um comité executivo de numerosos partidos políticos, designadamente os antigos partidos comunistas do Leste Europeu e o Partido Comunista de Cuba. Durante o período soviético, como o partido comunista dominava a sociedade, o Politburo do Comitê Central do PartidoComunista da União Soviética acabou se transformando na mais alta associação do país, tendo vinte e sete membros plenos, que decidiam o futuro da nação”.
Esses 27 membros nomeavam indiscriminadamente seus assessores, motoristas, seu staff e o pessoal do funcionalismo público. O povo não tinha o menor poder, não era informado sobre as nomeações e ninguém conseguiu precisar o número de “privilegiados burocratas” na extinta União Soviética. Extinta, pois o país em tempo nenhum conseguiu produzir o suficiente para melhoria das condições de vida do povo e para sustentar a enorme camarilha que vivia mamando nas tetas do Politburo.
No Brasil, o PT, partido que venceu a terceira eleição presidencial seguida, quer seguir o mesmo caminho que por lá não deu certo. Para acomodar cada vez mais petistas e militantes dos partidos que apoiam o governo, o PT pretende se apoderar também da Vale do Rio Doce, uma empresa com resultados altamente expressivos e com os cofres repletos de ativos.
A Vale viria somar-se à Petrobrás, ao Banco do Brasil, à Caixa Econômica, ao Pré Sal e a todos os fundos de pensão e previdência que já são controlados pelos sindicatos petistas. Querem também apoderar-se de São Paulo, o Estado brasileiro de maior produtividade e riqueza no país. Como falharam nas eleições (Alckmin do PSDB foi eleito), já cooptaram o prefeito Kassab e tentam minar as forças executivas, plantando e divulgando incessantemente notícias pejorativas sobre o Estado e sua capital.
Esse seria apenas o recomeço da estatização brasileira. Sabemos que o pessoal do PT não é produtivo e precisa ser acomodado nos milhares e milhares de cargos políticos e públicos. Não fica difícil antever o nascimento do Politburo petista no Brasil, que certamente irá redundar no mesmo fracasso que fez implodir a União Soviética e o Muro de Berlim.
Para o PT atingir seus objetivos, colaboram artimanhas financeiras ilícitas como foi o Mensalão, a doutrinação política nas escolas públicas onde o ensino público está cada vez mais fraco e tortuoso, os jornalistas e intelectuais que adoram cultuar a pobreza, a implantação de cotas nas universidades, a criação de universidades federais destinadas aos “cucarachas”, a distribuição de verbas para artistas, “cultura popular” e ONGs, o controle dos sindicatos, a tentativa de censurar os meios de comunicação (inclusive blogs), a manutenção da ineficiência vigente no Senado e na Câmara dos Deputados, o exército de colaboradores plantando notícias falsas e mentiras a torto e a direito, o apoio de religiosos, os ataques criminosos do MST, as penas cada vez mais brandas aplicadas a criminosos, a incessante lavagem cerebral executada pelas “Associações de Bairros” e a divisão do país em “pobres e oprimidos” (Lula chamava de “nóis”) e eles – os outros -, formados pelas classes alta e média produtivas, pelos banqueiros, pelos grandes proprietários, enfim, os “loiros de olhos azuis” como tantas vezes acusou o ex. Além de todo o resto…
Se o ex Lula estava encantado com as artimanhas de Ahmadinejad do Irã, julgando-se o “Intermediador das Crises”, vendendo ‘titicas’ para os países do Oriente Médio e África, a nova presidente brasileira deve ter sido pressionada pela ala mais prudente do PT (ou por líderes de outros países) e procura reatar relações diplomáticas mais próximas com o Ocidente – o que sempre foi a natureza dos brasileiros.
A visita recente do presidente norteamericano Obama, foi o lado mais visível desta reaproximação. Apesar da estranha disposição da presidente em deixar os americanos comandarem os eventos e locais para onde a família iria – junta ou separadamente -, trocá-los por outros e determinar que o discurso não seria mais realizado em praça pública, mas sim no Theatro Municipal, parece que a visita foi benéfica.
Queiram ou não os petistas, comunistas e esquerdistas de plantão, o Brasil sempre manteve laços muito fortes com os Estados Unidos. Afinal, estão lá os maiores laboratórios de pesquisas, as grandes invenções e tecnologias, sedes de grandes bancos e empresas, as melhores universidades, os centros de tratamento médico mais requisitados, os pais da publicidade e do marketing, uma imprensa forte e livre, a concepção de cursos de gestão administrativa, os papas da tecnologia da informática, além de dezenas e dezenas de produtos e serviços que passaram a fazer parte da nossa vida moderna.
Quando o PT e outros partidos apresentam suas campanhas eleitorais, utilizam os meios de comunicação e o telemarketing, estão simplesmente seguindo a escola norteramericana de “como fazer”.
Também é para os Estados Unidos que a nova classe emergente petista (aquela dos “cumpanhero” de altos salários) viaja para se entupir de compras e ficar extasiada com o american way of life e as soluções por eles encontradas.
Nada a estranhar, portanto. Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Especialmente para nosso novo governo.
Tunísia, Egito, Iraque, Líbia, Palestina, morros do Rio de Janeiro. Há armamentos de sobra para provocar esse tipo de estrago em qualquer parte do mundo.

Alguns leitores vão achar que é implicância minha. Mas o Nhonhô Sarney faz parte da minha vida. Do lado tenebroso, bem entendido.
Pois não é que ele teve a coragem de lançar sua biografia (escrita por uma jornalista) cheia de erros, omissões e “esquecimentos”?
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, “o livro exalta a contratação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a pedido de Sarney, para fazer uma reforma administrativa no Senado. Mas deixa de informar o valor pago – R$ 500 mil em dois anos – e o fato de que a reforma não saiu do papel. Em outro trecho, a autora escreve que Sarney ‘determinou’ a demissão de todos os 136 diretores da Casa, porém sem citar que elas não se efetivaram. A biografia também menciona uma decisão do senador de anular todos os atos secretos, revelados pelo jornal O Estado de S. Paulo em 10 de junho de 2009, sem citar que, logo depois, a diretoria-geral revalidou esses boletins, inclusive os que tratavam de apadrinhados de Sarney”.
Sobre a lamentável censura imposta pela Justiça ao jornal O Estado de S. Paulo, há 600 dias proibido de noticiar investigação da Polícia Federal sobre o filho Fernando Sarney, a biografia diz que o senador nunca defendeu esse tipo de iniciativa. “José Sarney, que é contra a censura e nunca a exerceu em sua vida pública, credita a ação contra o jornal aos advogados do filho Fernando.” Perguntem à jornalista Alcinéa Cavalcanti, do Maranhão (link do blog dela na lateral direita), perseguida de forma vil pelo Nhonhô, se esta é a máxima expressão da verdade!
No livro, Sarney acusa o ex-senador e hoje governador Tião Viana do PT de entregar ao jornal O Estado de S. Paulo um dossiê com informações contra ele. Esse dossiê nunca foi entregue ao jornal. As reportagens sobre Sarney e outros senadores foram feitas com base em documentos sigilosos e públicos obtidos por meio de investigações próprias dos repórteres. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O lamentável para nós, cidadãos comuns e humanos direitos, é termos de aguentar um cara-de-pau desses, me parece que indefinidamente. Também, quem mandou a Academia Brasileira de Letras torná-lo imortal?
Dois setores exemplificam a carga tributária que nós, brasileiros, pagamos mensalmente para manter a sangria desenfreada de despesas do governo, que jorram pelos ralos de dezenas de ministérios, secretarias, autarquias e empreguismo.
No setor de energia elétrica, o peso dos tributos federais dobrou nos oito anos do governo Lula. A cada R$ 100 pagos em 2002, quase R$ 7 iam para a Receita Federal. Agora, em uma conta no mesmo valor, a fatia é de R$ 14. A carga tributária total do setor elétrico saltou de 35,9%, em 2002, para 45% em 2008, segundo estudo da Pricewaterhouse Coopers e do Instituto Acende Brasil. Nesse período, a arrecadação cresceu 115%, ao passar de R$ 21,4 bilhões para R$ 46,2 bilhões (Folha de São Paulo, dezembro 2010).
Para nos achacar ainda mais, existem cerca de 14 encargos, exclusivos do setor, que estão embutidos nos preços da energia elétrica, como o programa Luz Para Todos, que foi prorrogado mais uma vez para este ano; a CCC (Conta do Consumo de Combustível), usada para subsidiar a tarifa da região Norte, onde a geração é térmica; o custo do sistema de transmissão, que cresceu 500% em dez anos. Esse foi o preço para expandir a malha nacional.
A Folha de São Paulo também apurou que a hipótese de redução da carga tributária no governo Dilma é considerada inviável, pois poria em risco o equilíbrio das contas. Isso porque os dois tributos são recordistas em crescimento de arrecadação em 2010, com alta de 18% sobre o ano anterior, em média. E respondem por 33,83% do total de tributos administrados pela Receita.
Na área de telecomunicações, o governo federal e governos estaduais retiraram R$ 360 bilhões desse setor no curso dos últimos 12 anos, ou seja, a média anual de R$ 30 bilhões em impostos. Esses tributos equivalem à média de 43% do valor dos serviços de telecomunicações. Só um país no mundo cobra esse absurdo: a Turquia. Todos os demais ficam abaixo de 25% — sendo a média mundial de tributação sobre telecomunicações inferior a 15%.
No ano de 2009, o total de impostos arrecadados no setor equivaleu a 10 vezes o lucro de todas as operadoras juntas. Depois de privatizar e nada investir em favor da universalização da telefonia ou da banda larga, o Estado brasileiro (União, Estados e Municípios) retirou um total R$ 390 bilhões das telecomunicações.
Conclui-se que o Brasil não é um país pobre, sem recursos, mas, sim, um país injusto, desigual, perdulário, mal administrado e – no caso dos serviços públicos – com níveis de tributação escandinava e serviços públicos de nível africano.
Vez em quando me liga meu velho amigo Peter. Como já contei, ele deve ser uma das pessoas com mais riqueza de vida e de experiências acumuladas que conheço. O que faz dele uma pessoa muito sábia – mas ao mesmo tempo, rabugento. Nem sempre é fácil aguentar sua ranhetice ao telefone. Desta vez ele me alugou para desfiar sua insatisfação com a quantidade de impostos que se paga no Brasil. Provavelmente ele está preparando sua declaração anual para o imposto de renda.
- Você sabia que há cerca de 90 documentos diferentes, entre guias, declarações, taxas e impostos que as empresas são obrigadas a declarar? Há guias diferentes para cada tipo de atividade, dias diferentes para encaminhá-las à Receita Federal, além das dezenas de impostos – isso sem contar os estaduais e municipais. É muito comum algum funcionário se enganar no preenchimento, utilizar uma guia que a lei número tal fez perder a validade, trocar o dia de vencimento ou se esquecer de enviá-las. A esta altura, a empresa já passa a ser suspeita de sonegação, isto é, ela já se torna criminosa, antes de poder provar que é inocente.
Peter fez uma pausa para tomar fôlego.
- E tem mais: o Brasil tem uma das tributações mais altas do mundo, se considerarmos que os cidadãos jamais receberam e dificilmente receberão o retorno em educação, saúde, estradas, transporte e infra-estrutura que o Primeiro Mundo oferece. Safras são perdidas nas estradas pessimamente conservadas, os portos não têm estrutura nem preços competitivos, espaço e equipamentos para facilitar as exportações, os aeroportos estão totalmente defasados, os cidadãos são obrigados a pagar um plano de saúde particular – aqueles que podem -, para não morrerem nas filas intermináveis de hospitais. Para conseguirmos um bom estudo e uma base sólida de aprendizado, há que pagar escolas particulares para os filhos. A diferença entre Brasil e países mais avançados é visível. Só quem já visitou os países nórdicos, por exemplo, sabe do que estou falando. Há décadas aqueles países oferecem aos cidadãos o melhor retorno em todos – e falo todos, sem exceção – serviços públicos.
Houve um breve silêncio ao telefone, eu não queria interrompê-lo. Em seguida, Peter lamentou o fato de que, pela sua idade, ele jamais veria o Brasil ser içado à categoria dos países mais desenvolvidos do mundo, sem casas em áreas de risco, áreas invadidas, casebres, favelas, cortiços e sub-habitações, sem desemprego, analfabetismo, violência nas escolas, sem…
Não consegui dar-lhe respostas a contento, pois tudo o que ele relatou é a mais pura realidade. Eu já viajei por várias partes do Brasil e por vezes a realidade é ainda mais cruel do que Peter descreveu.
Meu amigo despediu-se educadamente, o que é muito raro nos seus telefonemas e me deixou aqui ruminando sobre as verdades que me descreveu. Acho que meu dia não vai ser muito animador.
Após a tragédia do Japão e particularmente o problema das usinas de energia nuclear de Fukushima, que até agora não está resolvido, as energias alternativas começam a fazer parte do novo dicionário técnico e político da maioria dos países.
O pesquisador da Embrapa Informática, Eduardo Assad, engenheiro com doutorado em hidrologia, assumiu o cargo de secretário nacional de Mudança Climática no Brasil e já traz novas ideias para investimentos em energias alternativas, como energia solar, de marés e biodiesel.
Um entrave sério, para ele, é a maneira de pensar em energia no Brasil. “Num país cuja mentalidade de geração de energia nos últimos 50 anos foi hidrelétrica, você tem posições que são refratárias imediatamente. Se eu puder tomar meu banho com energia solar, será um passo razoável. Isso não é novo: a classe média alta em todas as cidades brasileiras já faz isso. Por que o pobre não pode fazer? O que nós queremos é que, naquelas regiões do Brasil onde você tem problemas de distribuição, áreas pequenas, municípios com 5.000, 10 mil habitantes, por que não utilizar energia solar, pelo menos para aquecer a água? Isso não pode ser uma opção somente das áreas urbanas, da classe média alta. Por que o pobre não pode usar coletor solar? Quando você discute essas coisas, tem de olhar para o futuro, num horizonte de 40 anos, de 50 anos. Só que 30 anos atrás já se falava disso. E não se fez. Outra coisa importante: 8.000 km de costa e você não tem energia de marés. Por quê? Um exemplo de São Paulo é do aterro sanitário de Gramacho, é fantástico. Lá se recicla o lixo, que gera energia e atende 600 mil pessoas. É o melhor dos mundos. Dentro da lógica da redução de emissões, opções novas vão ter de surgir. Jogar pedra em energia solar, isso se faz há 30 anos”.
Certas pessoas nem deveriam abrir mais as suas bocas, para não caírem no ridículo.
Uma dessas pessoas é o ex-senador Jader Barbalho, do Pará. Ontem, após a decisão do Supremo Tribunal Federal julgando a Lei da Ficha Limpa, o ex se atreveu a declarar que “o Supremo fez a justiça de mostrar que a Constituição Federal tem de ser respeitada. Eu nunca imaginei outro desfecho que não fosse este”. Ele lembrou que sua votação no Estado (1,8 milhão de votos) superou “com folga” as assinaturas colhidas a favor da Lei da Ficha Limpa. Afirmou ainda que o STF “repôs juridicamente, o respeito à Constituição Federal, reconhecendo a soberania popular manifestada em outubro nas urnas”.
Aqui não se trata da decisão do STF, que – ainda bem – acatou a Constituição. Trata-se do comentário de um dos políticos que mais se envolveu em corrupção e deveria simplesmente sumir do mapa. Para quem não conhece, eis os processos em que o Jader Barbalho está indiciado:
Ação Penal 336 Emprego irregular de verba pública - Data de autuação: 23/05/2003
Ação Penal 398 Peculato – Data da autuação: 13/10/2005
Ação Penal 339 Crime contra o sistema financeiro nacional – Data de autuação: 17/6/2003
Ação Penal 397 Falsidade ideológica, formação de quadrilha, estelionato, crime de lavagem - Data de autuação: 29/8/2005
Ação Penal 374 Crime contra a administração em geral – Data de autuação: 21/06/2004
Seria bom que ele, Jader, também, aprendesse a respeitar a Constituição e o erário público.
A exemplo de Muammar Kadafi, o ditador-presidente Saddam Husseim do Iraque arrotava arrogância e beligerância contra os países do Ocidente, julgando-se inatingível e imortal no poder. Em 2003, George W. Bush moveu uma guerra para tirá-lo do poder, acusando-o de cúmplice no terrorismo antinorte-americano. Em 20 de março, a coalizão anglo-americana iniciou a intervenção militar no Iraque com um bombardeio inicial sobre Bagdá. Saddam foi expulso do poder pelas tropas estadounidenses e britânicas. O paradeiro de Saddam foi desconhecido durante vários meses
Em dezembro do mesmo ano, as tropas encontraram o ex-presidente escondido num pequeno buraco subterrâneo camuflado com terra e tijolos. “Sou o presidente do Iraque e quero negociar”, teria proposto, em inglês. Segundo a coligação militar, foi um membro de uma família próxima a Saddam quem o delatou. Saddam, que não apresentou resistência alguma, estava sujo e desorientado quando foi capturado. Posteriormente, foi submetido a um exaustivo reconhecimento médico e a um teste de DNA, que confirmou sua identidade.
Na Líbia, após quatro dias de ataques dos aliados internacionais na tentativa de implementar uma zona de exclusão aérea sobre o país, o ditador Muammar Kadafii fez uma breve aparição na tevê estatal declarando aos seus seguidores que “continuará lutando” e “sairá vitorioso” da guerra contra os rebeldes e as forças estrangeiras. A mesma fanfarronada de Saddam.
Seria ótimo que as forças internacionais espalhassem a fotografia de Kadafi com prováveis disfarces quando ele se evadir. Ele poderia se vestir de mendigo, de palhaço, de mercador de camelos, ou até de mulherzinha, como mostra a ilustração acima.