Os especialistas em photoshop e marquetologia política do blog “bahr-baridades” deram um “tratamento” na candidata à presidência do FMI, Christine Lagarde. Sua sobriedade ao chegar de visita no Brasil, de cabelos brancos e vestida de preto, poderia ser confundida com luto. Nós demos um tratamento de choque! Veja se ela não ficou mais rejuvenescida, simpática e alegre.
Parece que o MEC do Haddad não precisa mais se preocupar em ensinar a língua portuguesa “liberada” das normas cultas, ou seja completamente avacalhada(*), para os estudantes brasileiros, razão de incontáveis discussões de professores, eruditos e especialistas. Veja abaixo o teor de comentário que uma leitora do Estadão enviou ao jornal:
Karanba si a estasãu ji TEVÉ Gazeta estava gostandu muitu era presizamenchi isu. Ke isischia estabilidaji laborau i estabilidaji laboraua, vistu ke a muitos funsionarius i funsionarias ki ben trabaliandu fas muitus anus, mas kebrou esa rregra au demichir funsionarius i funsionarias. Entãu komu vai para as aposentadurias? no futuru ningen tera aposentaduria dikna, mas falamos ji gobernus dos outros governus ji ditaduras, esetera, esetera
Você encontra esse comentário no link http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,maria-lydia-e-demitida-da-tv-gazeta,725854,0.htm
O que fazer quando pessoas que foram selecionadas e engajadas na polícia militar, ao invés de proteger a sociedade trocam de lado?
Foi o que aconteceu nesta madrugada do dia 28 em São Paulo: dois policiais militares foram presos em flagrante, ao invadirem uma agência do Banco do Brasil localizada na região do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Com eles, agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, apreenderam pé-de-cabra, furadeira, broca, um artefato explosivo artesanal feito com tubos de PVC e possivelmente pólvora, material que seria utilizado para arrombar um dos caixas eletrônicos.
Em 2010, as expulsões na Polícia Militar de São Paulo chegaram a 229. E foram 219 os expulsos da Polícia Civil no mesmo ano. Em São Paulo, as Corregedorias levam muito a sério sua missão de extirpar os maus elementos da polícia.
Tudo bem que as porcentagens de maus elementos são proporcionalmente baixas: a PM tem um efetivo de 95 mil homens e a Polícia Civil conta com 35 mil. Porém, são fatos que se repetem por todo o Brasil. Chega a ser inconcebível que um policial, teoricamente o protetor da sociedade, que deveria orgulhar-se da sua missão, na verdade faz parte do “lado de lá”. A estas alturas, só resta chamar o ladrão para pedir proteção. Que é exatamente o que o pessoal das favelas do Rio de Janeiro vinha fazendo.

Ah! Se arrependimento matasse!
Se arrependimento matasse, o rei dos moluscos certamente teria optado por escolher algum outro petralha para lançá-lo presidente. Mas, não! Mesmo contra a vontade dos seus partidários, escolheu “A Muda”, que muitos querem içar à utópica condição de “rainha”.
Os últimos acontecimentos mostraram que A Muda parece ser mesmo é uma rainha de araque. Passou-se um mês desde sua última entrevista à imprensa e ela só voltou a abrir a boca agora por ter sido pressionada pelo molusco: os problemas lá em Brasília estão se avolumando e nota-se escancaradamente que não existe a mínima coordenação política na base do governo.
Pois o molusco teve de locomover-se à capital federal, dar tapinhas nas costas dos seus aliados e pressionar a Muda para externar tartamudeantes posições a respeito do enriquecimento altamente suspeito do ministro Palocci, das revistinhas e vídeos de sacanagem que o MEC queria empurrar nas escolas e da derrota governamental na votação do Código Florestal.
Não que o molusco vá conseguir grande coisa: A Muda vai continuar falando pouco e tartamudear opiniões desconexas, os aliados continuarão a tratar de conseguir vantagens próprias e o ministro vai acabar se implodindo nas mãos do Ministério Público.
Se todas as estratégias políticas dessem certo, Napoleão não teria perdido a Batalha de Waterloo.
Depois de mostrar toda sua ignorância histórica ao fazer uma piadinha de extremo mau gosto sobre os judeus do bairro de Higienópolis, São Paulo, o pseudo-humorista Danilo Gentile recebeu o troco da sociedade paulistana: seu programa “Agora é Tarde” na Band não conseguiu uma única cota de patrocínio para ser levado ao ar.
Seria bom esse Danilo dar uma passadinha pelos arquivos de programas do Jô Soares. Um dos personagens do “Gordo” repetia sempre um refrão que hoje lhe seria de grande utilidade: “Cala-te, boca!”
Mais um governo socialista acaba de ruir na Europa, o que deveria servir de alerta para os mal-intencionados “pensadores” esquerdizantes do PT. Na Espanha há um enorme descontentamento popular com o governo, o que originou uma série de manifestações sem precedentes na reabertura democrática da Espanha. Na capital do país, Madri, cerca de 30 mil pessoas ocuparam a praça Puerta del Sol, no centro da cidade. Manifestações semelhantes, apelidadas de M-15, aconteceram em Barcelona, Valência, Sevilha e Bilbao. “Cada um tem seus motivos para vir aqui, mas todos estão descontentes com o governo”,
O desastre nas eleições de domingo mostrou que os socialistas – o partido do governo – alcançaram apenas 27,8% dos votos, quase dez pontos percentuais menos que o PP (37,5%).
O PT do nosso molusco e da “A Muda” pode aprender algumas lições dos resultados na Espanha.
Não é possível “comprar” permanentemente uma população com bolsas-esmolas.
Não é possível baixar o nível de educação e de exigências intelectuais neste mundo altamente competitivo.
Não é possível tratar da saúde nacional de forma amadorística e displicente.
Não é possíve abrandar penalidades para criminosos.
Não é possível trocar a meritocracia pelo “cumpanherismo”.
Não é possível manter ad infinitum um “politburo-petista-elitista” que se autoprotege, encobrindo bandalheiras, mutretas, desvios de dinheiro, enriquecimento ilícito e falcatruas.
Não é possível impingir a um povo mentiras, distorções e calúnias para desviar a atenção para a própria incompetência.
Para aqueles que querem transformar o Brasil em Brasilev, lembrem-se do “efeito Orloff”(*): a Espanha de Zapatero é o Brasil petista de amanhã.
Mais de 20 pessoas foram presas em Londrina pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), interrogadas e indiciadas em inquérito por supostos desvios de dinheiro público destinados à Saúde.
Estamos carecas de ver as mesmas táticas, as mesmas artimanhas, a mesma sofreguidão, a mesma gana pelo enriquecimento ilícito a qualquer custo – mesmo que isso represente a morte de doentes nas filas, nos corredores e leitos de hospitais, sem atendimento médico condizente, sem medicações, sem a possibilidade de passarem por exames mais sofisticados e até cirurgias a curto prazo.
O que surpreende é a falta de criatividade, de decisões mais enérgicas, de alternativas e da busca de novos caminhos para melhorar o atendimento da Saúde em Londrina, que praticamente adoece cada dia mais sem vislumbres de mudanças futuras.
Desde que Dale Carnegie lançou em 1936 seu livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas e posteriormente Como Evitar Preocupações e Começar a Viver, vários especialistas das áreas de motivação, vendas, marketing e organização empresarial exploraram esse filão, municiando milhões de pessoas em todo o mundo com informações, trocas de experiência e ensinamentos para melhorias no desempenho profissional e pessoal, praticamente em todas as áreas de atuação profissional e do conhecimento.
Cursos de administração foram criados e subdivididos em administração pública e até administração hospitalar.
Tudo indica que Londrina viva ainda no período das trevas anterior a 1936, pois grande parte dos administradores públicos e administradores hospitalares parece ignorar tudo o que foi escrito, desenvolvido, ensinado e aplicado em outros países a partir de experiências anteriores.
Pronto-socorros e hospitais deveriam funcionar como quaisquer outras empresas. Há que se desenhar e estabelecer um organograma com uma diretoria executiva, um corpo de gerenciamento de áreas, os responsáveis por cada especialidade, a divisão de tarefas dos funcionários e a busca de atendimento modelo ao seu público-alvo. Como qualquer outra empresa, a possibilidade de contratação de serviços de terceiros, a prestação de horas-extras e principalmente a criatividade e o dinamismo para correção de rumos devem ser considerados.
Como em qualquer empresa, deveria existir o cargo de diretor financeiro para exigir e gerir com mão forte os recursos necessários seja do município, do Estado ou da federação.
O que se nota até aqui é a inércia, o “laissez faire, laissez aller, laissez passer“, o conformismo, o desânimo das pessoas que deveriam lutar como leões pelo bem da comunidade, praticamente abandonando o barco e deixando-o afundar como um Titanic trombado com um iceberg.
Estou certo de que a Associação Médica de Londrina e muitos dos seus afiliados têm ideias e ideais produtivos para serem colocados em prática, prontos para colaborar assim que convocados.
Não é possível que os médicos e os londrinenses de boa-vontade continuem assistindo passivamente a este circo dos horrores na Saúde sem tomarem posição, sem revolta, sem clamor, sem interferências.
Ontem, 23 de maio, foi o Dia Mundial da Tartaruga. E também o dia de aniversário do Rubinho Barrichello.
Foi um prato cheio para os críticos do Rubinho, que soltaram o verbo no twitter.
Os críticos se esquecem de que tartarugas vivem centenas de anos. E que Rubinho é persistente. Devagar se vai… aonde mesmo?