Bahr-Baridades

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O fim de semana foi ótimo!

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 31 de julho de 2011 às 18:59
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Lá da minha janela

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No lugar do infinito, prédios e mais prédios

Lá da minha janela…

Eu avistava a torre de microondas instalada na Av. Madre Leônia.

Eu avistava o céu azul e as nuvens formando as mesmas figuras surrealistas que povoavam meus sonhos de infância.

Eu avistava as revoadas barulhentas de passarinhos no comecinho da manhã e ao pôr-do-sol.

Eu avistava os descampados verde-claros e as tantas árvores que os pintavam de verde escuro.

Eu avistava os morros e montanhas que delimitavam o infinito.

Eu avistava os meus sonhos mais distantes.

De repente, assim do nada, bem de frente para a janela, começaram a surgir torres, torres, torres, todas com mais de vinte andares.

Logo depois, o ruído de máquinas denunciava a preparação de mais um terreno pronto para receber outros espigões.

E mais um. E outro. E outro mais.

Junto com o ruído de marteladas, guindastes, caminhões, máquinas, roldanas, carga e descarga, toda manhã cedinho passei a ouvir os escapamentos abertos, sons em alto volume, gritaria e xingamentos daqueles operários que jamais foram instruídos para respeitar o direito dos outros.

Terreno sendo preparado para receber nova construção. Lá se vão meu sol, minhas nuvens, meu céu azul, minha vista da cidade de Londrina...

Em breve, da única janela que me resta para avistar o céu e receber o sol da manhã, só restarão lembranças. Estarei cercado de torres, espigões e gente por todos os lados.

As construtoras chamam isso de progresso.

A Prefeitura chama isso de aumento de arrecadação.

Os jornais chamam isso de valorização da região.

Os comerciantes chamam isso de oportunidade para faturamento.

O Estado chama isso de redução do desemprego.

A União chama isso de aumento de moradias.

Eu mesmo ainda não sei como chamar.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 7:51
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Comportamento

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 30 de julho de 2011 às 18:56
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Para que serve a Prefeitura de Londrina?

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“O secretário municipal de Obras e Pavimentação de Londrina, Aguinaldo Rosa, disse que a responsabilidade pela manutenção asfáltica não cabe ao município, que já faz o que é possível utilizando o material da Usina de Asfalto.”.

Estas declarações foram estampadas no Portal Odiario.com do dia 29/07 para quem quiser conferir. E ele continua: “Se você pega o Código Tributário, não tem que pavimentação e calçamento é (sic) de responsabilidade do município, mas sim do proprietário, com exceção das áreas de interesse público”, defendeu. Para o secretário, o recapeamento deveria ser cobrado como contribuição de melhorias, ou seja, como um tributo cobrado em obras públicas que trazem valorização aos proprietários de imóveis.

Oras bolas! Se a Prefeitura não é responsável pelo asfalto das ruas e avenidas, se a Prefeitura enfiou os pés pelas mãos no que se refere à Saúde (em Londrina a saúde pública está um verdadeiro caos), se a Prefeitura lava as mãos no que se refere à qualidade do ensino nas escolas municipais e nas licitações de livros didáticos, se a Prefeitura não tem gente especializada para melhorar o trânsito da cidade e reduzir o número de acidentes e atropelamentos, se a Prefeitura cria muralhas para a instalação de novas empresas na região, só resta a pergunta: para que serve a Prefeitura de Londrina?

Talvez então fosse melhor escolher uma empresa privada para gerir a cidade, utilizando a arrecadação de forma muito mais eficiente e transparente, com menos despesas e menos desvios. Garanto que as escolas funcionariam maravilhosamente bem, a saúde seria um exemplo para o país, as ruas e avenidas não teriam mais buracos e crateras e o trânsito estaria fluindo muito melhor e seria mais seguro.

Afinal, para que serve a Prefeitura?

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 8:02
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Sereias

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 29 de julho de 2011 às 18:58
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A CMTU e os velhinhos de Londrina

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Londrina, CMTU, cartão de estacionamento para idosos: 

O velhinho se dirige à CMTU.

O velhinho é atendido num balcão.

O velhinho é informado de que precisa levar xérox da carteira de motorista e de comprovação de endereço.

O velhinho volta para casa.

O velhinho pega os documentos e vai tirar xérox.

O velhinho volta à CMTU.

O velhinho se dirige ao “Protocolo”.

O velhinho espera a vez.

O velhinho entrega os documentos.

O velhinho volta para casa.

O velhinho precisa voltar à CMTU depois de três dias úteis.

Finalmente, o velhinho sai com o cartão de estacionamento, com direito a utilizar as poucas vagas espalhadas em lugares incertos e não sabidos de Londrina, já que não há nenhum mapa à disposição.

Num país civilizado qualquer, em qualquer parte do mundo:

Sem pedir, o velhinho já recebe em casa um cartão de estacionamento. Afinal, ele está registrado no departamento de trânsito local, que possui seus dados (idade, número da carteira de habilitação e endereço) e ao completar 60 anos (e não 65, como em Londrina, o que contraria o Estatuto do Idoso) automaticamente receberá seu cartão.

Ou, o velhinho vai ao órgão responsável e solicita o cartão. Ele não precisa apresentar nenhum documento, sua palavra é mais do que suficiente e já sai com o cartão.

Ou, o velhinho vai ao órgão competente, apresenta um simples documento e já sai com o cartão.

A CMTU de Londrina vive nas trevas da burocracia portuguesa do princípio do Século XVI (1500, para quem não sabe). Seu sistema provavelmente foi criado para abrigar um bando de apaniguados: uma pessoa para atender no balcão, outra para atender no “Protocolo”, outra para conferir os documentos, outra para confeccionar o cartão de estacionamento, outra para entregar o cartão. Foram incapazes de colocar uma pessoa suficientemente inteligente que fizesse divulgar ao público os procedimentos necessários para a obtenção do cartão de idoso e que não obrigasse aos velhinhos a três idas à sua sede, onde sabidamente há dificuldades para se estacionar – e nenhuma vaga para idosos! 

Logo depois o velhinho descobre como é difícil encontrar uma vaga para idosos em Londrina. Ou, ao encontrar a vaga, percebe uma moto de algum jovem estacionada em seu lugar. Ou, tenta estacionar defronte ao Carrefour nas  vagas reservadas e é obrigado a discutir com jovens motoristas que lá estacionam seus carros, sendo desafiado e xingado, sem qualquer controle ou punição.

Estou quase supondo que a CMTU e Londrina não gostam dos seus velhinhos!

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 8:01
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O Paraíso na era da informática

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 28 de julho de 2011 às 18:54
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Nas terras de Nhonhô Sarney

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O jornal Folha de São Paulo trouxe um levantamento sobre a pobreza no Brasil e, como seria de se esperar, quem levou a taça foi novamente o Maranhão.

Quem assiste a pose senhorial do presidente do Senado e membro da Academia Brasileira de Letras – o que faz dele, infelizmente, um imortal, sinal de que teremos de aturá-lo indefinidamente – não imagina o horror e a miséria que se espalham por suas terras. São 1,7 milhão de pessoas– 25% da sua população - vivendo com até R$ 70 mensais.

O que não se comenta é a absoluta incompetência, falta de ideias, falta de vontade e em contrapartida o interesse da família Sarney em manter o Estado do Maranhão nessa miséria biafrense. Pois a atual governadora é a filha pródiga e juridicamente intocável (lembra-se do dinheiro ilegal que foi encontrado na casa dela por época da sua eleição perdida?), que está na sua quarta gestão como governadora – serão 16 anos realizando nada, nada, absolutamente nada, pela erradicação da pobreza.

Sarney também já governou o Maranhão de1966 a1971, num interregno da sua “atuação” parlamentar e presidencial. O resultado: zero!

Em estudo de 2008 no qual analisa a economia do Estado, o economista Benjamin de Mesquita, da Universidade Federal do Maranhão, afirma que falta “comprometimento com o desenvolvimento local dos governos que se sucedem” (uma forma muito educada de chamar os Sarneys de incompetentes). Em 1969 foi aprovada a Lei de Terras, durante o governo Sarney, que limitou a agricultura familiar. A lei vendeu terras do Estado para grandes projetos agropecuários e causou uma concentração fundiária: muita terra para agronegócios e terra nenhuma para pequenos agricultores.

O resultado desse cenário maranhense é que, dos 20 municípios com menor renda média do Brasil, 14 são maranhenses. No Estado, o rendimento médio mensal domiciliar, por pessoa, é de R$ 404,99, o menor rendimento do Brasil.

Sempre que se cita Sarney, Sarneyzinha e o Maranhão, não sei bem porquê, os associo imediatamente ao  Haiti, à Uganda, à Biafra. à Etiópia, à Somália e à fome absoluta. Provavelmente a família Sarney e os déspotas africanos são farinha do mesmo saco, fabricados na mesma moldagem, com os mesmo objetivos, ou seja, com a mesma falta de clarividência, incapacidade política, ignorância administrativa e incompetência para tirar seus conterrâneos da miserabilidade. Ou são todos inteligentes demais, a ponto de manterem seus conterrâneos propositadamente na pobreza absoluta para dominá-los eternamente.

Se o Brasil fosse um país sério… ah! se o Brasil fosse um país sério, a família Sarney já teria sido banida e estaria revendo suas teses malignas sentada nua em cima de algum iceberg perdido na Antártida.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 7:50
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Levando as instruções ao extremo

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 27 de julho de 2011 às 19:23
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Orgulhe-se do Ministério dos Transportes!

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Imagem de Amostra do You Tube

Este vídeo foi publicado no domingo no jornal Folha de São Paulo, junto com matéria do repórter Pedro Leal Fonseca, que percorreu cem quilômetros BR-020, que liga Fortaleza ao interior do Ceará, no trecho entre a capital cearense e o município de Canindé. O jornalista verificou que o motorista precisa atravessar 40 quilômetros em baixa velocidade, desviando de crateras de até 10 metros de extensão com a visão prejudicada pelo barro que toma o lugar do asfalto. Só em 2011, esse trecho concentrou 320 acidentes, com 18 mortes. Carros, carretas, motos e ônibus sobem e descem nas encostas, invadem o acostamento (onde ele existe) e, eventualmente, sem alternativas, param e esperam que os veículos da pista contrária passem, para então seguir na contramão.

Em maio, o governador Cid Gomes (PSB) chamou o Dnit, responsável pela estrada, de “antro de roubalheira” e o então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR), de “incompetente e desonesto”. Agora toda a cúpula da pasta foi demitida, sob acusações de corrupção.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 7:58
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Sim, o mundo mudou

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 26 de julho de 2011 às 19:21
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A corrupção vai muito bem, obrigado

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* O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), está com seus bens bloqueados por decisão judicial. Ele é investigado por estar supostamente envolvido em esquema de superfaturamento de despesas públicas nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, quando era o ministro do Esporte. Segundo a ação, baseada em relatórios do Tribunal de Contas da União, foram gastos um total de R$ 25 milhões com os aluguéis, enquanto o orçamento inicial previa um gasto de R$ 15,4 milhões. No dia 16 de junho, a Justiça Federal do Rio de Janeiro decidiu bloquear todos os bens de Agnelo, inclusive sua conta corrente utilizada para recebimento do salário.

* Controlada pelo demitido diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, o petista gaúcho Hideraldo Caron, a obra de duplicação da BR-101, entre Palhoça (SC) e Osório (RS), trecho de348 quilômetrosde extensão, acumula histórico de 23 contratos, assinados nos últimos seis anos, e a marca de 268 termos aditivos que aumentaram o preço do empreendimento em pelo menos R$ 317,7 milhões. O governo já gastou na obra – considerada a mais importante da última década no Sul do Brasil, devido à relevância para o turismo e o escoamento de cargas – quase R$ 2 bilhões, com muitas suspeitas de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O caso mais simbólico ocorreu no contrato para duplicação de um trecho da BR-101em Morro Alto(RS). A obra, inicialmente orçada em R$ 157 milhões, chegou a R$ 272,6 milhões, após o contrato passar por 20 termos aditivos. A assinatura do 12º termo aumentou em 73% o valor originalmente previsto para construção de túneis, o que, segundo os auditores do TCU, fere o limite de 25%, fixado na Lei 8.666 (Lei de Licitações).

* A Polícia Federal abriu três inquéritos para investigar suspeitas de desvios na construção do novo aeroporto internacional da Grande Natal, um dos principais projetos de transportes para a Copa do Mundo de 2014. O terminal está sendo erguidoem São Gonçalodo Amarante (RN) e tem suas obras de infraestrutura básica executadas pelo Exército. O aeroporto será operado pela iniciativa privada e foi vendido pelo governo como modelo para o Mundial. O Ministério Público Federal suspeita que a Força pagou a uma empresa por serviços que teriam sido prestados pelos próprios militares. O caso também é investigado pelo Ministério Público Militar, que apura a suspeita de participação de oficiais em possíveis desvios. Em ofício enviado à PF, a procuradora Cibele da Fonseca, da Procuradoria da República no Rio Grande do Norte, pediu investigação da suposta prática do crime de peculato (desvio praticado por servidor público).

* O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) recomendou ao diretor da Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), Halpher Luiggi, a anulação do contrato sem licitação com a empresa Contractor para a complementação da Rodovia do Contorno, na BR 101, no Espírito Santo. O contrato de R$ 66,8 milhões tem como objeto um trecho de apenas 6,6 km.

Todas estas maravilhosas notícias foram extraídas dos jornais. É por isso que a sociedade precisa reagir, detonar com os petralhas, impedir a reeleição dos corruptos, valorizar pessoas honestas e dar um basta a esta sem-vergonhice explícita. Nunca se roubou tanto, durante tanto tempo, bem sob as nossas barbas. Xô, bandoleiros, xô!

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 7:51
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Quando a covardia impera

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Fica muito difícil desenvolver um raciocínio lógico para analisar os porquês de uma violência desmedida, praticada por pessoas covardes que se escondem atrás de potentes armas ou montam dispositivos explosivos, acabando com a vida de dezenas de inocentes, entre homens, mulheres e crianças, num estalar de dedos, sem lhes oferecer a mínima chance de defesa.

Assim aconteceu com frequência assustadora no Iraque.

Assim acontece no Afeganistão.

Assim tem ocorrido em colégios e universidades norte-americanas.

Assim aconteceu no 11 de setembro nos Estados Unidos, quando as bombas foram substituídas por aviões.

E agora aconteceu na Noruega, um país que se situa fora dos grandes conflitos internacionais, onde se imaginava uma vida tranquila para seus habitantes, longe dos dramas econômicos e xenofóbicos em relação a imigrantes e muçulmanos que povoam outros países da Europa.

Freud, vivo fosse, certamente levaria anos e anos para desvendar a mente e os meandros escabrosos da personalidade doentia de Anders Breivik Behring, o norueguês suspeito de ter vitimado mais de 90 compatriotas em seu próprio país. 

Para estas pessoas doentias, o mundo provavelmente pareça um videogame, comandado por um imaginário joystick (no caso a arma nas suas mãos ou a bomba montada em alguma caixa ou automóvel, prontinha para disparar), sem piedade, remorsos ou algo que se assemelhe a sentimentos humanos.

Que geração humana é esta, cujos valores desapareceram descarga abaixo?

Que pessoas são estas, cujos cérebros se ressentem da presença de neurônios interligando razão, coração, sentimentos?

Que pessoas são estas, que não tem o mínimo pudor em assumir uma posição covarde, no viés e na contramão da ética, da moral e do humanismo?

 Fotos: Folha de São Paulo
  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 25 de julho de 2011 às 7:59
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Na era dos pcs

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 24 de julho de 2011 às 20:15
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Grandes artistas e sua autodestruição

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Parece que a rápida ascensão de pessoas que um dia já foram simples ao cume da fama também provoca um rápido declínio das suas capacidades de sobrevivência e do enfrentamento de fãs, shows, gravações, aproveitadores e o inevitável cordão dos puxa-sacos. Muitos deles se refugiam nas drogas e no álcool e nem todos sobrevivem a uma vida longeva, partindo para um quase incompreensível processo de autodestruição e em geral para a morte.

Foi isso que aconteceu com Amy Winehouse, que se foi ontem, precocemente, aos 27 anos.

A mesma combinação autodestrutiva de álcool, drogas e depressão levou embora muitos outros grandes mitos da arte, entre eles:

Marilyn Monroe – Seu fim triste aconteceu aos 36 anos. Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa na Califórnia. A notícia foi um choque, propagado pela mídia, explorando sobretudo o caráter misterioso em que o fato se deu, prevalecendo a versão oficial de overdose pela ingestão de barbitúricos. .

James Dean - Quando se dirigia para uma corrida, em 1955, envolveu-se num acidente fatal, partindo a coluna vertebral e sofrendo de hemorragias internas. O médico-legista observou que o corpo de James Dean era coberto de cicatrizes. Num bar de Hollywood, onde era conhecido como “Cinzeiro Humano”, ele oferecia seu peito e pedia às pessoas que apagassem seus cigarros nele.

Michael Jackson - Michael morreu aos 50 anos, vítima de intoxicação aguda por propofol, um potente sedativo de uso hospitalar que teria sido administrado por seu médico particular. Porém na autópsia descobriu-se que Michael ingeria várias outras drogas e a defesa do médico acusado levantou a possibilidade de o artista ter se automedicado.

Ellis Regina - O laudo do Laboratório de Toxicologia do Instituto Médico-Legal revela “resultado positivo para cocaína e álcool etílico, este na quantidade de um grama e seiscentos miligramas de álcool etílico por litro de sangue; a quantidade de álcool etílico encontrada em nível sanguíneo revelou estar a vítima sob estado de embriaguez, e a presença de cocaína caracterizou o estado tóxico, que em somatória pode responder pelo evento letal”.

Maysa Monjardim Matarazzo - Vivendo isolada na casa de praia, para onde ia todo o fim de semana, Maysa morreu a caminho da mesma casa enquanto dirigia sua Brasília azul em alta velocidade, na Ponte Rio-Niterói. O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool e ao cansaço físico e psicológico que a cantora vinha sofrendo teriam provocado o fatídico acidente.

Elvis Presley - Seu declínio físico e espiritual, assim como sua dependência em uma variedade de drogas prescritas, está ligado à sua morte. Ele alegava que precisava das drogas para manter a energia no palco e de drogas para dormir após suas apresentações, mas algumas das drogas prescritas que chegavam às sua mãos não eram destinadas para esses propósitos. Durante a década de 70, o uso excessivo das drogas consumidas por Elvis evoluiu para um nível de abuso assustador.

Janis Joplin - Outra que também morreu sozinha, Joplin foi encontrada em um quarto de hotel. Ela teria tomado vários drinques e fez uso de heroína 50% pura, o que causou uma overdose.

Jimi Hendrix - Um dos maiores guitarristas da história do rock, Jimi Hendrix morreu em Londres depois de inserir cápsulas com anfetaminas e sedativos. Hendrix também teria usado LSD em pó e durante o sono, morreu sufocado no próprio vômito.

Kurt Cobain - O ex- vocalista e guitarrista da banda Nirvana, foi encontrado morto em sua casa com um tiro na cabeça. Ele teria se suicidado após consumir uma grande quantidade de heroína.

Brian Jones - Membro-fundador da banda The Rolling Stones, Brian foi encontrado morto boiando na piscina em uma mansão de Londres. Ele teria tido uma overdose seguida de afogamento.

Foto de Amy Winehouse: http://psicologiadospsicologos.blogspot.com

 

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 9:13
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