Mês: agosto 2011



Photoshopada desastrosa

Photoshop é o programa de computador que os designers gráficos utilizam para retocar imagens. Por isso, muitas beldades ficam quase irreconhecíveis em sua beleza, sem rugas, sem manchas, sem ossatura aparecendo, com curvas esculturais e perfeitas. No caso desta revista, a Stuff for Men, o photoshopeiro deu literalmente uma mancada: esqueceu-se de uma das pernas da maneca. A perna sumiu atrás do fundo azul aplicado na foto. Pegou mal, né?

 
 
 
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Os congressistas que nos acham tolos

265 deputados, que certamente têm manchas escuras em seus passados, ou nunca aprenderam noções sobre ética, honestidade e pudor, tiveram a indecência de votar contra o impeachment da deputada Jaqueline Roriz, flagrada recebendo dinheiro ilícito, desviado dos cofres púbicos, no ano de 2006. Aalegação, insana, foi a de que ela não era ainda deputada à época.

Nas palavras de uma amiga minha, é como se um motorista atropelasse alguém no km 10 de uma rodovia, fosse parado no km 25 e, acusado do atropelamento, respondesse: ”Ah! Mas não atropelei a pessoa aqui. Foi lá atrás, no km 10”. E em seguida, continuasse a viagem tranquilamente.

Outro grupo de deputados, agora somados a senadores, querem porque querem ressuscitar a famigerada CPMF alegadamente “para destinação à saúde”. E se não conseguirem sucesso com esse novo imposto, votarão o aumento do DPVAT, que é o seguro obrigatório dos veículos em nosso país. Que, aliás, já tem sido aumentado com valores muito acima da inflação nos últimos anos.

Eles se esquecem de que a arrecadação dos impostos deu um salto à altura da nossa campeã mundial Fabiana Murer: o impostômetro (contador da arrecadação de impostos) chegou aos 900 bilhões arrecadados 34 dias antes do que no ano passado – ainda em pleno mês de agosto.

Nenhum dos congressistas – incluindo o deputado federal e o senador nos quais votei – trouxe alguma ideia nova para uma redistribuição de renda mais justa aos brasileiros, com redução de impostos e revisão dos ganhos financeiros de bancos e conglomerados financeiros, por exemplo – os que menos pagam impostos proporcionalmente no país.

Tolos somos nós que elegemos esta caterva de deputados e senadores, incluindo a corrupta Jaqueline Roriz. A maioria deles só pensa nas vantagens individuais que possam extrair dos mandatos, recebem rios de dinheiro, muitos deles enriqueceram através da corrupção, das caixinhas, das benesses, dos oportunismos, das chantagens… e como sempre, somos nós, o povo, a pagar o pato, o vinho importado, o uísque e as mordomias daquele ininterrupto banquete nefasto.

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Bondinho: o culpado foi o mordomo!

Parece que está se tornando hábito no Brasil jogar a culpa pelos acidentes e incidentes que ocorrem por todos os lados no elo mais fraco da corrente.

A literatura mundial já mostrava grandes autores resolvendo seus casos policiais incriminando o mordomo. Jóias roubadas? Foi o mordomo. Dinheiro sumido? Foi o mordomo. Cofres devassados? Foi o mordomo.

Fiquei estupefato ao ouvir uma “otoridade” carioca, algum aspone do governo, tentando jogar a culpa pelo acidente do bondinho de Santa Tereza no motorneiro que faleceu. O pobre coitado nem pode mais se defender.

Já tentaram fazer a mesma coisa com os dois pilotos da TAM no trágico acidente do Aeroporto de Congonhas, dando a entender que eles operaram erroneamente os equipamentos que controlavam a aceleração do avião – apesar das notícias nos terem dado conta de que os manetes poderiam estar com defeito.

No caso do bondinho carioca, estão evidentes a falta de manutenção, o descaso, a incompetência, os equipamentos obsoletos, o jogo de empurra e a mesma irresponsabilidade exibida quando das recentes explosões das tampas de bueiros. Ninguém sabe de nada…

Tudo indica que o destino do Rio de Janeiro será terminar no mesmo estágio primitivo que começou nosso país: nas mãos de um Cabral.

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Coisas a evitar nas terras do Seu Cabral

 

O jeitinho carioca não anda lá essas coisas.

Como você já soube, o bondinho de Santa Tereza matou cinco pessoas e feriu mais de 50. Apesar dos alertas sobre as deficiências de freios. Afinal, os bondinhos têm mais de cem anos de idade.

Evite errar a rota de qualquer trajeto: você poderá dar de cara com a entrada de algum morro e aí… reze para existir por lá uma UPP. A probabilidade é pequena.

Evite circular pelas tais linhas coloridas. Você pode sofrer um arrastão provocado por criminosos.

Não visite as cidades serranas do Rio em épocas de chuvas. As últimas enchentes e deslizamentos de morros ceifaram mais de 900 vidas.

Fique bem longe das tampas de bueiros em Copacabana. Pode ser que o calor do seu corpo as faça explodir e aí vão voar estilhaços para todos os lados.

Nem pense em sobrevoar as favelas cariocas de helicóptero: o aparelho pode ser derrubado a tiros por narcotraficantes.

Corra para bem longe quando ocorrer um tiroteio entre polícia e bandidos: uma bala perdida sempre vai sobrar para você.

Não imagine que circular de van ou de ônibus torna sua vida mais segura: nesta última 5ª feira, uma van e um micro-ônibus que levavam 20 funcionários de uma empresa (entre eles, oito estrangeiros) para o Aeroporto de Jacarepaguá foram interceptados na Avenida Brasil, por oito homens encapuzados.

Se você pensa que estará seguro hospedando-se em algum hotel, acorde: até hotéis de luxo têm sido assaltados. Há poucos dias 15 hóspedes foram roubados em um deles.

Mas talvez eu esteja sendo exagerado. Provavelmente tudo isso não passe de um programa de pré-treinamento para as próximas Olimpíadas. Para você entrar em forma desde já. Em caso de dúvidas, pergunte ao Nuzman – o dono do COB.

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Pai engravidou filha 12 vezes

Esta história não trata de um ser humano. Trata de um bicho, um animal, que teve a degenerescência mental e moral de abusar sexualmente da própria filha durante 29 anos. Na primeira vez, a mãe ajudou e forçou a própria filha. O castigo demorou, mas chegou: a filha, hoje com 44 anos, mandou assassinar o pai quando ele já partia para estuprar uma das filhas-netas.

O depoimento abaixo foi publicado pela Folha de São Paulo. Pela importância do assunto e por estar se tornando um tema recorrente (acabaram de prender outro animal destes na Áustria), publicamos a íntegra do depoimento da vítima, que foi absolvida pelo assassinato.

Eu nunca estudei, nunca tive amiga, nunca arrumei um namorado na vida, nunca saí para ir a uma festa. Até os 38 anos, vivi assim, e foi assim até quando me desliguei do meu pai, no dia em que ele foi morto.

Meu pai não deixava eu e minhas irmãs fazermos nada. Toda a minha vida eu sofri. Comecei a trabalhar na roça ainda menina, com seis anos, arrancando mato.

Aos nove, fui com meu pai para o roçado. No caminho, ele me levou para o mato, amarrou minha boca com a camisa, me jogou de cabeça e tentou ser dono de mim. Eu dei uma pezada no nariz dele, e ele puxou uma faca para me sangrar.

A faca pegou no meu pescoço e no joelho. Depois, ele tentou de novo, mas não conseguiu ser dono de mim.

Em casa, contei para minha mãe e ela me deu uma pisa. Fiquei sem almoço.

À noite, minha mãe foi me buscar e me levou para ele. Me botou de joelhos na cama, tampou minha boca com o lençol e pegou nas minhas pernas para ele pularem cima. Eudei um grito e depois não vi mais nada.

No outro dia, fui andar e não pude. Falei: “Mãe, isso é um pecado, é horrível”. E ela: “Não é pecado. Filha tem que ser mulher do pai.”

A partir daquele dia, três dias por semana, ele ia abusando de mim. Com 14 anos, eu engravidei. Tive o filho, e ele morreu. Eu tive 12 filhos com meu pai. Sete morreram. Seis foram feitos na cama da minha mãe. Dormíamos eu, pai e mãe na mesma cama.

Um dia, uma irmã minha disse que estava interessada em um namorado. O pai quis pegar ela, disse que já tinha um touro em casa, e que não era para ninguém andar atrás de macho lá fora.

Eu mandei minha mãe correr com minha irmã, e ele correu com a faca atrás. Depois disso, minha mãe não ficou mais com ele. Foram todos embora para Caruaru, para a casa do meu avô. Ela e as minhas oito irmãs.

Só ficamos eu e meu pai na casa. Eu tinha 21 anos, e ele sempre batiaem mim. Tenteime matar várias vezes, botei até corda no pescoço.

Os filhos nasciam e morriam. Os que vingavam foram se criando. Minha filha estava com 11 anos quando ele quis ser dono dela. Falou assim: “Nenê está engrossando perninha? Tá saindo peitinho, enchendo a melancia? Tá bom de experimentar, que é para ir se acostumando.” E tacou a mão nela.

Eu falei: “Seu cabra da peste, está escrito na minha testa que eu sou Maria-besta? Eu sou filha de Maria, mas besta eu não sou.” E ele: “Rapariga safada, Maria era mulher para todo acordo. E tu, não tem acordo?”

Nessa hora, eu disse para ele: “Se você ameaçar a minha filha, você morre. Minha mãe aceitou, mas eu não.” Meu pai me bateu três dias seguidos, deu um murro no meu olho que ficou roxo.

Na segunda, ele amolou uma faca e foi vender fubá [farinha de milho]. Antes, disse: “Rapariga safada, quando chegar, se você não fizer o acordo, vai ver o começo e não o fim.”

Eu respondi: “Ô pai tarado da peste, se você ameaçar a minha filha, você morre.” Ele foi para a feira e eu, para a casa da minha tia. Lá, mostrei meu corpo lapeado, o olho roxo, o ouvido estourado.

Meu pai tinha amolado uma faca de 12 polegadas na segunda-feira à noite e me mataria na terça se eu não fizesse o acordo. Foi quando paguei para matarem ele.

Peguei um dinheiro que tinha guardado, fui para Caruaru e, na casa do Edilson, paguei R$ 800 na hora.

Quando o pai chegou, o Edilson veio acompanhando. Foi quando acabou a vida dele. O rapaz arrumou um amigo e fez o homicídio. A faca que ele havia comprado, interessado na minha vida, ele morreu com ela.

A minha filha, a filha dele, eu salvei. Quem é pai, quem é mãe, dói no coração. Levar a sua filha para a cama, abrir os quartos dela, como a minha mãe fez, e o pai ir para cima da filha? Eu, como passei por isso, jamais iria aceitar.

Antes disso, eu ainda procurei os meus direitos, mas perdi. Há uns 15 anos, fui na delegacia, mas ouvi o delegado falar para eu ir embora e morar com o velhinho (o pai), que era uma boa pessoa.

O homicídio foi no dia 15 de novembro de 2005. No cemitério, já tinha um carro de polícia me esperando. Na cadeia, passei um ano e seis dias. Fiquei no castigo, depois fui para uma cela.

Depois do julgamento, fiquei feliz. Antes, pensava na liberdade e na cadeia ao mesmo tempo. Agora, quero viver e ficar com meus filhos. Quero que minha história sirva de exemplo, para que os pais e as mães procurem respeitar os seus filhos, ser amigos deles. A gente é pobre, mas pobreza não é desonra. Desonra é o cara fazer do próprio filho um urubu.

A partir de hoje eu quero é viver, porque tenho muita coisa para aproveitar pela frente. Tenho a liberdade e os meus filhos comigo.

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Ministro é aliado de criminosos

Inacreditável!

Apenas dois dias após ser empossado como ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro se encontrou na quinta-feira (25) com a Via Campesina – movimento de agricultores ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) – e usou o boné da organização.

O Brasil inteiro está careca de saber que esse movimento do MST não tem nada de político: é uma agregação de delinquentes, criminosos, bandoleiros, destruidores, invasores e até assassinos que, em nome de uma fictícia defesa dos “interesses de pequenos agricultores sem terra” praticam invasões em propriedades alheias, destroem plantações, cultivos e pesquisas agrícolas, queimam safras, roubam casas e pertences de empregados das fazendas, tocam fogo nas propriedades, andam armados e ameaçam nada mais, nada menos, que o direito democrático. Pois a liberdade deles termina onde começa a de outrem.

Já antes deste ministro do MST (afinal, ele se identifica com o boné da organização criminosa), o ex-presidente Lula da Silva, quando presidente, e também a presidente Dilma Rousseff, na campanha eleitoral à Presidência da República no ano passado, usaram o boné.

Não é preciso ser analista político para se concluir que o Brasil está em péssimas mãos. São pessoas mal intencionadas que estão fazendo de tudo para transformar nosso Brasil num país socialista (apesar do fracasso ocorrido em todos os países que tentaram implantar este regime burro) e se valem de todos os meios, legais ou ilegais, para levar a cabo seu projeto.

O MST é um câncer da nossa sociedade. Para atingir seus pseudo-objetivos políticos, eles deveriam se valer da lei, da justiça, assim como a maioria dos mortais em nosso país. Por causa destas agressões e invasões violentas, sou de opinião que os ruralistas, donos de terras e fazendas deveriam contratar segurança particular armada – exatamente como é permitido aos bancos e empresas – e se defender daqueles criminosos sem contemplação. Essa é a defesa do Estado de Direito!

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