A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, parece que anda com seu poder enfraquecido perante a presidente, que se queixou por Ana ter demorado a se impor diante do lobby da Cultura que atua no PT e nas redes sociais. A última polêmica envolveu a aprovação de um livro do irmão Chico Buarque em programa de incentivo à tradução de autores brasileiros no exterior (como é que se chama isso: nepotismo? Protecionismo? Favorecimento imoral?). Segundo a Folha de São Paulo, “o diagnóstico geral é que Ana é fraca, dos pontos de vista político e técnico, e peca num aspecto caro a Dilma: a gestão de programas, em que é considerada ineficaz”.
Uma das maiores empresas de marketing do mundo resolveu passar uma mensagem para todos através de um vídeo criado pelo TAC (Transport Accident Commission) e teve um efeito fantástico na Austrália…
O comercial foi ao ar em dezembro de 1989. Naquele ano ocorreram 776 acidentes nas rodovias No ano de 2008 o número já havia caído para 303.
40 % dos motoristas da Austrália deixaram de consumir álcool e drogas nas datas comemorativas. Assista ao vídeo e pense a respeito.
A 11ª Vara da Fazenda Pública da capital determinou na tarde da última sexta-feira que a Prefeitura de São Paulo abra nova licitação no prazo de 90 dias para a escolha de empresa que será responsável pela inspeção veicular. Além disso, a sentença determina o bloqueio dos bens do prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (PSD) e de outros 22, incluindo o secretário de Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge.
A ação proposta pelo Ministério Público tinha a finalidade de suspender o contrato firmado entre a prefeitura e a empresa de inspeção, além de pedir o afastamento do prefeito. O juiz Domingos de Siqueira Frascino, da 11ª Vara, negou o pedido de afastamento de Kassab do cargo.
Eu não tenho procuração nem interesse em defender o prefeito Kassab. Não o conheço. Nunca o vi pessoalmente. Não sou do partido dele – nem o atual nem do anterior. Mas fico intrigado com a rapidez com que o Ministério Público decidiu bloquear os bens de prefeito.
Por que não foram bloqueados os bens de Zé Dirceu, indiciado como chefe da quadrilha do mensalão?
Por que não foram bloqueados os bens de Delúbio Soares, da mesma quadrilha. que poderá ser condenado a mais de 100 anos de prisão?
Por que não foram bloqueados os bens do pilantra Marcos Valério, que aliás voltou com tudo como lobista, provavelmente cooptado e protegido pelos envolvidos no mensalão, recebendo agora favorecimentos para não dar com a língua nos dentes?
Por que não foram bloqueados os bens de Antonio Palocci, que fez misteriosa e inexplicável fortuna e por isso foi demitido do Ministério da Casa Civil?
Por que não foram bloqueados os bens de ministro Carlos Lupi e dos ex-ministros Pedro Novais Alfredo Nascimento e Wagner Rossi, todos envolvidos em corrupção?
Por que não foram bloqueados os bens do filho de Lula, o Lulinha (Fábio Luis Lula da Silva), que há alguns anos recebeu um investimento suspeito de R$ 5 milhões da empresa de telefonia Telemar e até hoje ninguém explicou?
Ah! Já sei! É que essa cambada toda é ligada ao PT (por isso chamados de petralhas) e o Kassab é de outro partido. Além disso, os petralhas estão doidinhos para se apossarem de São Paulo e esse jogo sujo faz parte da tática política de enfraquecimento da oposição. E de que lado está a justiça?
Sabe aquela história do super-homem sexual, “o bom”, “o tal”, o “bam-bam-bam” na cama com uma mulher? Esqueça: no Zimbábue os homens estão aterrorizados e muitos fazem tratamento psicológico para esquecer seus traumas.
Pois a polícia do país acredita que uma quadrilha nacional de mulheres esteja atacando homens sexualmente para retirar seu sêmen visando usá-lo em rituais que supostamente trariam prosperidade. Uma das vítimas, que pediu anonimato, relatou na tevê que foi atacado após aceitar uma carona de um grupo de três mulheres em Harare e que uma das mulheres teria jogado água na sua cara e injetado algo que lhe deu um incontrolável desejo sexual. “Elas pararam o carro e me forçaram a manter relações sexuais com cada uma delas diversas vezes, usando preservativos. Quando elas terminaram, me deixaram totalmente nu no meio do mato. Algumas pessoas me ajudaram a chamar a polícia, que me levou ao hospital para tratar dos efeitos dessa droga que elas haviam dado para mim, porque o forte desejo sexual continuava”, afirmou.
As mulheres foram presas e indiciadas por 17 acusações de ataque indecente agravado – já que a lei do Zimbábue não considera estupro uma mulher forçar um homem a manter relações sexuais. O que nos leva a mais um aprendizado: essa lei é igualzinha aqui no Brasil. Se você for um cara machão, bonitão e alguma mulher – ou várias simultaneamente – o dominarem, levarem para a cama e “abusarem sexualmente” de você, nada acontecerá a elas, mesmo que você saia aniquilado, frouxo, molenga, derrubado e enfraquecido e até, quem sabe, traumatizado, da noitada que deveria ser de prazer, volúpia e erotismo. Lei é lei!
O porta-voz da polícia do Zimbábue declarou à BBC acreditar que as mulheres pertencem a uma gangue que atua em todo o país. “Nós recebemos relatos de diferentes cidades e províncias do país, de que isso está acontecendo nas estradas. Ainda temos de descobrir por que isso está acontecendo. Ouvimos especulações de que está ligado a rituais”, afirmou.
Um dos grandes bandidos do mensalão, de nome Delúbio Soares (que só ficou nacionalmente conhecido por causa das tramoias e bandalheiras que aprontou) está agora no que ele chama de “turnê pelo país”, apregoando aos quatro cantos que o mensalão foi só um “boato”.
Apontado pelo Ministério Público como o operador do esquema, Delúbio acredita que mentindo, mentindo, mentindo, anulará uma eventual condenação que poderá chegar a até 111 anos de prisão pelos seus crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
O petista barbudinho ainda ironizou a acusação de que o dinheiro foi usado para comprar apoio ao governo Lula no Congresso. Em Goiânia, afirmou que o julgamento do mensalão no STF, previsto para 2012, será “o maior espetáculo midiático do Brasil”.
Chumbo nele!!!!!!!!!!!!!

Segundo as más línguas, o discurso era do senador Eduardo Suplicy, do PT, um sonífero natural por excelência.
Lá vem o PT de volta com a ladainha do tal marco regulatório dos meios de comunicação. O tema fez parte do projeto PT de governo, foi torpedeado pelos democratas deste país, saiu temporariamente de pauta, mas como sempre, os esquerdopatas não sossegarão enquanto não conseguirem seu intento. O termo utilizado pelos petistas mascara a intenção, muito clara, de controlar tudo o que é veiculado pela imprensa no Brasil.
Já existe um projeto de lei que o PT vem pressionando o governo a aprovar e que traz no seu bojo o embrião autoritário da censura. Mesmo com os esforços dos líderes petistas em disfarçar as feições autoritárias do projeto, os discursos no seminário deixam claro: a imprensa livre incomoda setores do PT.
Essa posição ficou ainda mais clara em fala do deputado cassado José Dirceu, chefe da quadrilha do mensalão, por ocasião do recente seminário do PT. “Os proprietários de veículos de comunicação são contra nós do PT. Fazem campanha noite e dia contra nós. Só lamento que não haja jornal de esquerda, que seja a favor do governo.”
Dirceu, comprovadamente implicado no escândalo do mensalão – que lhe custou a perda da chefia da Casa Civil durante o governo Lula – atribui as acusações a uma “conspiração da mídia golpista”.
O rancor dos petistas em relação à imprensa ficou claro logo na abertura do seminário, quando o presidente do PT municipal, o vereador Antonio Donato, choramingou a respeito das capas dos principais jornais de sexta-feira. Para ele, houve pouco destaque para o pedido de cassação do prefeito da cidade, Gilberto Kassab (PSD). Quem é lúcido percebe a clara intenção dos petistas em tentar desestabilizar os governos estadual e municipais de São Paulo, principalmente Alckmin e Kassab, para tentarem emplacar a figura esdrúxula de Zé Bonitinho, aliás, o ministro Eduardo Hadad, especialista em União Soviética (foi sua tese de doutorado) e em trapalhadas no ENEM.
Eu já tive uma experiência pouco animadora com a censura dos meios de comunicação no Brasil. Nos tempos mais agudos da ditadura, precisamente no ano de 1973, o então governo brasileiro promoveu uma feira de negócios em Bruxelas. Fechamos pedido de publicação de anúncio de um dos clientes da minha agência de propaganda com uma revista europeia ligada à feira. Pois fui obrigado a ir pessoalmente à Polícia Federal para apresentar o anúncio a ser publicado, minuciosamente examinado e lido pela censora – como se tal funcionária pudesse ser expert em textos e mensagens publicitárias. Em seguida o envelope contendo o material a ser enviado foi por eles lacrado para ser remetido pelo correio - e ai de nós se nos atrevêssemos a alterar ou corrigir eventual erro no anúncio. Tempos tenebrosos.
Pois são estes tempos que o PT quer reviver em sua plenitude: mandar, desmandar, influir, corrigir, brecar, proibir, autorizar, multar, penalizar, censurar, condenar jornalistas, veículos de comunicação, publicitários, blogueiros e todos os que trabalham em comunicação. Lênin está emergindo do seu túmulo e ressuscitando no Brasil.
Nosso companheiro da Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina, o acadêmico e jornalista Edison Maschio reuniu uma enorme legião de interessados no re-lançamento do seu livro “Escândalos da Província”, neste sábado dia 26/11, na Biblioteca Pública de Londrina.
Lançado originalmente em 1959, o livro caracteriza-se por ter sido o primeiro romance escrito, ambientado e publicado em Londrina.
Registre-se que à época do lançamento algumas pessoas sentiram-se retratadas na sátira e o autor chegou a receber ameaças de morte, obrigando-o a refugiar-se em São Paulo, em auto-exílio.
Explica-se: o livro narra vários episódios que fazem parte da história não oficial da cidade, como o desfile das prostitutas carecas, ou uma placa induzindo à não entrada de forasteiros na cidade (“Iguais a você temos dez mil. Volte.”), um homicídio cometido por juiz e vários outros acontecimentos bizarros, contados de forma satírica.
Agora, denunciar corrupção é sinônimo de discriminação.
Mário Negromonte, Ministro das Cidades, mais um que está entrando na fila aparentemente interminável dos suspeitos e culpados por corrupção no atual governo PT, saiu-se com as seguintes afirmações após ser acusado de irregularidades na aprovação de projeto mirabolante em Cuiabá para a Copa do Mundo e de tráfico de influência para ajudar a Festa do Bode:
“As denúncias vêm de parte da imprensa, insatisfeita com o governo federal, interessada em enfraquecer a presidente Dilma Rousseff. É uma mulher e existe discriminação. Existe discriminação com o nordestino também. Fizeram uma ilação com a Festa do Bode. Se fosse a Festa da Uva ou da Maçã, certamente ninguém faria discriminação. Mas como é Festa do Bode, coisa de nordestino, e o ministro é nordestino, tome cacetada”.
Negromonte usa o argumento do mais puro vira-lata: “sou nordestino, por isso sou discriminado”. Ele deveria reforçar suas desculpas esfarrapadas ampliando o leque de desculpas sobre a perseguição: seus antepassados provavelmente eram imigrantes italianos, como pode ser constatado em pesquisas de sobrenomes.
Esse mesmo argumento tem sido usado por alguns afro-descendentes, pelos invejosos, pelos incompetentes, pelos aproveitadores e pelos malandros eternamente de plantão, que se fazem de vítimas de perseguição.
O Brasil é composto de uma miscelânea de imigrantes e descendentes das mais variadas origens, entre portugueses, espanhois, japoneses, poloneses, alemães, judeus, coreanos, italianos, romenos, ucranianos e dezenas de outras origens, gente que deu duro, comeu o barro onde o diabo cuspiu e pisou, trabalhou de sol a sol, gente que não falava a nossa língua e que muitas vezes foi tratada como lixo por vários dos nossos governantes.
Essa gente jamais se queixou, jamais emitiu um “ai”, jamais se curvou, jamais falou em discriminação. São os fortes, os corajosos, os trabalhadores, os valentes.
O ministro Negromonte é um fraco, um complexado, um verdadeiro vira-lata. Não tem gabarito para exercer o cargo de ministro. Nem outro cargo público qualquer.
A coisa está ficando preta – sem trocadilho – para Mário Negromonte, Ministro das Cidades: o Ministério Público Federal no Distrito Federal instaurou investigação para apurar a denúncia de fraude no seu ministério, que elevou em R$ 700 milhões projeto de mobilidade urbana em Cuiabá para a Copa 2014. Muito, muito estranho!
O nosso blog corrige uma falha imperdoável: faltava o primeiro da fila, o ex-ministro Palocci, que foi colocado à esquerda, puxando a fila. Êta fila comprida!
Deu na Folha de São Paulo: durante a manhã desta quinta-feira (24/11), quando protestava na Câmara dos Deputados contra a campanha elaborada pelo governo para combater o preconceito contra homossexuais nas escolas, em especial a divulgação de um ‘kit anti-homofobia’ elaborado pelo Ministério da Educação, o deputado Jair Bolsonaro afirmou que a presidente Dilma Rousseff deveria logo ‘assumir’ se o seu negócio é ‘amor com homossexual’. “Dilma Rousseff, pare de mentir! Se gosta de homossexual, assuma!”.
Aquele bofe plastificado chamado Marta Suplicy logo correu em socorro da presidente: “Como mulher, como cidadã, como mãe, como senadora, como vice-presidente desta Casa, pedimos ao presidente da Câmara, deputado Maia, que tome enérgicas providências e limites, porque está sem um freio de arrumação. Sinto muito, a falta de decoro parlamentar desse deputado tem ofendido cidadãos comuns e agora até mesmo a Presidente da República”, disse Marta. Ela ressaltou que a falta de decoro de Bolsonaro não foi por dizer que a presidente Dilma possa ser homossexual, mas sim por fazer insinuações a respeito da sexualidade da própria presidente da República, quando a opção sexual de qualquer ser humano é uma questão de foro íntimo.
Com certeza esta mulher que já foi prefeita (péssima, aliás) de São Paulo se esqueceu das ofensas que detonou contra o então candidato à reeleição, Gilberto Kassab, quando seu adversário na corrida à Prefeitura de São Paulo estava quase 20 pontos à frente dela nas pesquisas de intenção de votos. Marta Suplicy apertou as críticas e questionou a sexualidade dele. Um comercial de tevê fez insinuações a respeito da vida privada de Kassab. Uma voz de homem não identificada diz que o eleitor tem o direito de saber se Kassab é casado e se tem filhos. “Você sabe mesmo quem é o Kassab? Sabe de onde ele veio? Qual a história do seu partido?” – pergunta a voz. Para deixar como últimas perguntas: “Sabe se ele é casado? Tem filhos?” Outro comercial foi ao ar em seguida e na mesma linha criticava o passado político de Kassab e perguntava por fim: “Será que ele esconde mais coisas?”
O próprio comitê LGBT de Marta reconheceu à época em nota oficial que “esse tipo de questionamento reforça o preconceito e a homofobia (a mensagem subliminar é que ser gay seria um demérito e comprometeria a capacidade de governar)”
Parece que a Câmara dos Deputados continua ainda no tempo das caravelas de Cabral. Enquanto as pessoas em quem votamos trocam infâmias e farpas, regadas a altíssimos salários, o povo aguarda melhor atendimento à saúde, água, esgotos, iluminação pública, ruas asfaltadas, transporte de qualidade, escolas, empregos, melhores salários e aposentadorias dignas. Aquelas discussões deveriam se restringir aos programinhas bizarros e de baixo nível que a tevê aberta oferece para quem tem tempo e interesse em assistir.
Senhores e senhoras: estacionar seu carro deixou de ser um problema. A empresa Valeo apresenta um programa para você estacionar seu carro à distância, brincando como se fosse um vídeo-game. Barbeiragens, nunca mais! Valeu!

Detalhe do braço direito do marinheiro Popeye. Este sim, vai ser muito mais lembrado do que o tal Lupi
Da mesma forma que nossos veículos de comunicação brasileiros traduzem notícias do Exterior, muitas vezes de forma tão literal que as tornam ridículas, fico imaginando como nossa forma de escrever consegue dar um nó na cabeça dos estrangeiros. Veja esta manchete da Folha de São Paulo de 23/11:
Eis como ficaria mais ou menos a notícia em inglês:
Ou em alemão:
No meu íntimo, fico imaginando a discussão do braço direito do Lupi com o braço esquerdo, que é totalmente contra a saída.
Braço esquerdo: – Você é um idiota, pare com essa história de sair do Ministério!
Braço direito: – Cuidado, braço esquerdo, dou-lhe uma porrada!
Braço esquerdo: – E quem você pensa que é, braço direito?
Braço direito: – Sou muito melhor do que você, que nem consegue escrever!
Braço esquerdo: – Mas eu quero é ficar no Ministério! E se eu fico, você não sai!
De qualquer ângulo que se veja, este ministro ou é ou vira uma piada.
Em prazo relativamente curto, a justiça do Rio de Janeiro encerrou a investigação sobre a explosão de botijões de gás instalados clandestinamente no subsolo de um edifício no centro da cidade que matou quatro e feriu 17 pessoas.
Os cilindros “foram acondicionados de forma camuflada em local sabidamente impróprio e inadequado, em compartimento sem ventilação, no porão do estabelecimento comercial”, segundo a Promotoria, que divulgou 10 nomes envolvidos na irregularidade:
Carlos Rogério do Amaral, o dono do restaurante, que chegou a instalar um exaustor no local, a fim de dissipar o cheiro de gás que exalava dos cilindros;
Jorge Henrique do Amaral, irmão do proprietário, que ajustava o exaustor para que o gás fosse lançado em direção à rua através de um duto;
Leonardo de Macedo Caldas Mendonça, diretor da Inspetoria Regional de Licenciamento e Fiscalização da Prefeitura, que concedeu, em 2008, alvará provisório ao restaurante;
Jorge Gustavo Friedenberg de Brito, fiscal da prefeitura, que prorrogou tacitamente o alvará;
Alexandre Thomé da Silva, que concedeu a terceira prorrogação do alvará;
Maria Augusta Alves Giordano, outra fiscal da prefeitura, que, segundo a Promotoria, esteve no restaurante mais de uma vez e sabia das irregularidades;
Regina Araújo Lauria, fiscal de Licenciamento de Fiscalização da Secretaria de Urbanismo do Rio, que, de acordo com o Ministério Público foi notificada das irregularidades no local, mas não tomou providências;
Mauro Roberto Lessa de Azevedo, representante legal da SHV Gás Brasil que instalou e vendia os botijões sabendo das irregularidades;
Ubiracy Conceição da Silva, vendedor da empresa SHV;
José Carlos do Nascimento Nogueira, síndico do prédio.
De acordo com a denúncia, os denunciados sabiam dos riscos de usar o gás combustível de forma clandestina e “assumiram o risco de ofender a integridade corporal dos clientes do estabelecimento e demais transeuntes”.
O procedimento da promotoria do Rio de Janeiro abre um fio de esperança para acabar com a já consagrada impunidade no Brasil. É o que se espera.