Bahr-Baridades

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O futuro não nos pertence!

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 31 de março de 2012 às 19:37
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31 de março: Revolução ou Golpe?

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Como tudo o que ocorre ultimamente no Brasil, rachado em duas partes graças às diferenças ideológicas dos brasileiros e às patacoadas e divisões sociais que o ex-presidente apedeuta Lula andou apregoando, também a comemoração do dia 31 de março tem duas conotações antagônicas.

Para as esquerdas, que desde sempre tiveram a intenção de levar este país para o socialismo explícito, seguindo o hoje falido e sepultado modelo da União Soviética e seu filhote Cuba, o dia 31 de março representou um golpe desferido pelos militares, instalando a ditadura em nosso país.

Para os militares, a direita e as pessoas de bem à época em que o fato ocorreu (1964), o dia 31 de março representou a revolução necessária para recolocar o Brasil no caminho da democracia.

Meu ponto de vista como observador, que trabalhava à época bem no Centro de São Paulo, assistindo às passeatas, explosões, greves e quebra-quebras, procura analisar os fatos em sequência histórica, que tentarei resumir para não entediar o leitor.

Com a renúncia do ex-presidente Jânio Quadros (ainda não muito bem explicada pela História), que havia irritado a direita brasileira condecorando o ministro cubano e revolucionário esquerdista “Che” Guevara com a Grã Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, deveria assumir – contra a vontade da direita – seu vice João Goulart, o Jango, comuna de carteirinha, parente do outro esquerdista Leonel Brizola, (que foi governador do Rio de Janeiro e candidato a presidente).

Brizola havia formado a “Cadeia da Legalidade”, apoiado pelo comandante do III Exército, José Machado Lopes, dispondo-se a lutar pela posse do vice-presidente. Esta posição contou com o apoio de vários oficiais-generais que serviam em outros pontos do país. O impasse foi superado com a adoção provisória do sistema parlamentarista, com o qual João Goulart iniciou seu governo, em 7 de setembro de 1961.

Aqui valho-me de texto de Celso Castro, publicado no site da FGV:

“A cisão militar ocorrida durante esse episódio persistiu durante todo o governo de Jango. Setores nacionalistas das Forças Armadas, articulados ao movimento sindical e a setores da esquerda, apoiaram abertamente importantes iniciativas políticas de Goulart, tais como a defesa das ‘reformas de base’ e a antecipação do plebiscito sobre o sistema de governo, previsto inicialmente para o início de 1965. Realizado em 6 de janeiro de 1963, o plebiscito restaurou o presidencialismo. Os generais mais ligados a Goulart tornaram-se informalmente conhecidos como ‘generais do povo’.
No mesmo período, aumentou a politização de setores da baixa hierarquia das Forças Armadas – os ‘praças’ (sargentos, cabos, soldados e marinheiros). Em 12 de setembro de 1963 estourou em Brasília uma rebelião liderada por sargentos da Aeronáutica e da Marinha, revoltados contra a decisão do STF de não reconhecer a elegibilidade dos sargentos para o Legislativo (princípio vigente na Constituição de 1946). Embora o movimento tenha sido facilmente controlado, a posição de neutralidade adotada por Goulart levantou suspeitas e temores entre setores politicamente conservadores e grande parte da alta e média oficialidade militar. Crescia a preocupação com a possibilidade de um eventual golpe de Estado de orientação esquerdista, baseado nas praças, e com a quebra dos princípios de hierarquia e disciplina vigentes nas Forças Armadas. Esses temores fortaleceram a oposição de setores militares à política adotada por Goulart, principalmente aqueles que se haviam manifestado contra a sua posse. Esses eventos precipitaram a deflagração do movimento golpista, iniciado em Minas Gerais na madrugada de 31 de março. Goulart foi sucessivamente instado por seus principais chefes militares, quer a ordenar o ataque aos revoltosos, quer a extinguir o CGT, rompendo com a esquerda. Como Goulart recusou-se a assumir essas duas linhas de ação, em poucas horas viu-se sem alternativa a não ser deixar o governo. A vitória dos militares golpistas levou a um grande expurgo dos oficiais que apoiaram Goulart e das praças que se mobilizaram politicamente durante seu governo.” 

Em outras palavras: a provocação das esquerdas fez nascer uma revolta da sociedade constituída que não queria saber da implantação de comunismo, socialismo ou outros “ismos” no Brasil. As Forças Armadas atenderam ao apelo da população e implantaram a Revolução de 31 de março.

A Revolução nos seus primeiros anos levou o Brasil ao caminho do progresso, fortalecendo a economia, trazendo desenvolvimento e modernidade.

Agora, a visão pelo outro lado: a Revolução durou tempo demais. Após alguns poucos anos, o poder foi se transformando em uma ditadura de direita, somando-se e igualando-se às outras ditaduras sulamericanas. Os militares se apegaram ao poder, não reinstalaram a democracia, não restituíram os direitos políticos, e revidaram com violência a mesma violência empregada pelos esquerdistas – chamados de terroristas – que agiam clandestinamente, praticando sequestros, explosões, atos de terrorismo, assaltos a bancos e mortes.

Por isso, os esquerdistas chamam a revolução de “Golpe”.

Essa diferença de opiniões suscitou às esquerdas, que agora finalmente detêm o poder no Brasil (temporariamente, como todas as alternâncias de poder), que a presidente proibisse as comemorações da “Revolução” em 31 de março, que foram antecipadas para o dia 29. As comemorações, denominadas de “1964 — A Verdade”, na sede do Clube Militar, em frente à Cinelândia, com cerca de 300 militares da reserva, acabaram em confusão, corre-corre e pancadaria, liderados por representantes de PT, PCB, PCdoB, PSOL, PDT e outros movimentos sociais de esquerda.

Revolução ou Golpe? Quem tem discernimento e se interessa pela verdadeira História do Brasil, sabe a resposta.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 8:15
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Câmera oculta: flagrando o desrespeito

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Imagem de Amostra do You Tube

Em Londrina, a falta de respeito em relação às vagas reservadas a idosos e deficientes é flagrante. Nossa câmara oculta flagrou uma jovem senhora, sem quaisquer sinais de deficiência, usando uma vaga reservada a deficientes em um conhecido supermercado da região. As imagens estão sem qualidade, pois a iluminação e a distância não eram favoráveis.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 30 de março de 2012 às 19:45
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O faroeste mudou de lugar

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Agora, ao invés de tiroteios entre mocinhos e bandidos, bandidos contra bandidos, mocinhos contra índios, índios contra brancos… os alvos são bombas de gasolina.
E não é que um posto de combustíveis na cidade de Cambé , a 13 km de Londrina, foi alvo de disparos de arma de fogo na madrugada de terça-feira? Parece que a razão foi a antítese da lógica: atiraram nas bombas de gasolina porque o posto estava vendendo combustíveis mais barato que todos os outros da região.
Concorrência que vende mais barato é eliminada: o posto, que possui 12 bicos para abastecimento, está funcionando com apenas seis bicos, já que o tiroteio acabou com a metade deles.
O dono do posto acredita que a ação dos delinqüentes tem a ver com o cartel de combustíveis da região, pois mantém um bom movimento e pratica preços “promocionais”. Só para registro: o litro da gasolina está sendo vendido por R$ 2,64, o álcool a R$ 1,87 e o diesel a R$ 1,86.
Se você é comerciante, cuidado: não desafie carteis e forças poderosas ou “ocultas”. Sempre vai acabar sobrando um tiro para você.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 8:31
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Tu quoque, Demóstenes?

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Charge de Gabi Costa, SP

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 29 de março de 2012 às 19:52
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Dois gênios se foram, em uma semana

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Primeiro se foi o Chico Anysio. Agora se foi o Millôr Fernandes. Este eu já lia quando ele se assinava “Vão Gogo”, nas suas páginas semanais na Revista Cruzeiro. Faz um tempinho…
A ilustração acima foi um presente dele, em 1974, na face do livro “Papaverum Millôr”. A imagem combina com o “poeminha” que ele escreveu em 1959:

“Poeminha Sobre o Mistério do Tempo”

O despertador desperta
Acordo com sono e medo:
Por que a noite é tão curta
E fica tarde tão cedo?

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 9:07
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Apertem os cintos, o piloto pirou

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Leslie Nielsen, ator do filme "Apertem os cintos, o piloto sumiu"

Esse não é filme: aconteceu de verdade. São informações do jornal Globe-News, de Amarillo, México. O comandante de um avião da companhia americana JetBlue que seguia de Nova York para Las Vegas foi ao banheiro e quando saiu começou a gritar desesperadamente: “Iraque, Al Qaeda, terrorismo, bomba no avião, vamos todos cair”.

Testemunhas afirmaram que foi bastante aterrador, o piloto estava completamente fora de si. Um grupo de passageiros tentou acalmá-lo e não restou alternativa senão dominá-lo. O vôo acabou sendo desviado para a cidade texana de Amarillo.

Sem explicações sobre a presença ou não de um co-piloto, a JetBlue informou que outro comandante, que viajava no aparelho mas não estava de serviço, assumiu o avião e o pousou em Amarillo. O piloto pirado foi imediatamente internado para avaliação médica. Fico pensando: se não havia co-piloto, se não houvesse por acaso um outro piloto viajando no avião, como é que essa história iria terminar?

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 28 de março de 2012 às 15:57
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A caminho da forca

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Guarde esse nome: Adrian Rogers.

Pois foi ele que no longínquo ano de 1931 já profetizava:

“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”

Lembra-se da extinta União Soviética, dos países satélites russos, da Alemanha Oriental? Todos se deram mal! E você sabe quantos países com governo socialista restaram em toda a União Européia? Apenas três: Grécia, Portugal e Espanha.

Não é por acaso que estes três países estão endividados até o pescoço, arrastando todo o bloco de países europeus para a crise e fazendo a Primeira Ministra alemã Angela Merkel arrancar diariamente os cabelos.

Margaret Thatcher, quando exercia o cargo de Primeira Ministra da Grã-Bretanha já predizia: “o socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”

E o que o Brasil tem a ver com isso?

É só olhar a tabela de impostos sobre produtos de Páscoa abaixo para descobrir porque o governo se sustenta politicamente através da concessão de milhões de bolsas-auxílio, de todos os tipos – e os políticos brasileiros conseguem viver tão nababescamente. O governo está enfiando a faca nos consumidores, cobrando impostos totalmente fora de proporção. Em resumo: o governo socialista brasileiro só irá sobreviver até acabar o nosso curto dinheirinho.

 

Produto carga tributária
Almoço em restaurante 32,31%
Bacalhau importado 43,78%
Bombons 37,61%
Brinquedos 39,70%
Buquê de flores 17,71%
Cartão de Páscoa 37,48%
Chocolate 38,60%
Coelho de pelúcia 29,92%
Colomba pascoal chocolate 38,68%
Ovo de Páscoa 38,53%
Peixes 34,48%
Vinho 54,73%

Os índices assinalados em negrito são produtos triviais, simples, do nosso dia-a-dia e que deveriam fazer parte das comemorações da Páscoa. Vinho, bacalhau e bombons nem estão destacados, pois muitos dirão que são uma “extravagância”.

Tabela: IBPT
  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 8:40
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Frituras fazem mal à saúde

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A turma do PT e dos seus asseclas já está lambendo os beiços. Afinal surgiu uma oportunidade para preparar uma fritura capaz de desviar o foco das bandalheiras do mensalão, dos desvios de grana dos ministros, das concorrências fraudulentas, das verbas incomensuráveis que estão sendo “alocadas” para as obras da Copa do Mundo, da incompetência dos gestores, da saúde agonizante dos brasileiros, da violência crescente… a lista é infinda.

Pegaram o senador Demóstenes Torres e estão iniciando sua fritura em fogo brando.

Nos blogs vermelhos cor de sangue dos petistas, a culpabilidade do senador já está consagrada – antes mesmo de se saber qual é o real grau de envolvimento de Torres com o tal mafioso Carlinhos Cachoeira.

Enquanto isso… estamos vendo pipocar escândalos no governo da Dil-má: entre junho e dezembro de 2011, seis ministros do governo de Dilma Rousseff foram obrigados a pedir demissão após denúncias de corrupção, irregularidades e desvio de dinheiro em suas pastas, incluindo ministérios-chave como o da Casa Civil e o dos Esportes, que comanda a organização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Brasil.

Também renunciaram após acusação de irregularidades os ministros dos Transportes, do Turismo, do Trabalho e da Agricultura.

Resta saber quem vai degustar quem – ou qual será a fritura menos danosa para os nossos fígados – e bolsos.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 27 de março de 2012 às 8:31
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E ainda precisa perguntar?

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  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 26 de março de 2012 às 19:28
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Mano insatisfeito com a seleção. Ele e mais 180 milhões de brasileiros

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Uma das seleções testadas por Mano Menezes

Vou entrar em seara alheia, mas que afinal não deixa de ser assunto de todos nós: o tema futebol.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o técnico Mano Menezes disse aceitar as críticas feitas ao mau desempenho da seleção brasileira sob o seu comando e que também está decepcionado com a equipe: “Eu também não estou contente e quero deixar isso claro. Seria o fim estar satisfeito com o que a seleção tem feito até agora. Acho os questionamentos absolutamente normais. Queremos mais, como vocês e os jogadores, mas não podemos dar mais, temos que analisar as causas, estamos em um momento de transição”.

Quem viu as atuações da seleção sob o comando de Mano ficou realmente desapontado. Dezenas de jogadores foram convocados e testados, vários deles sem o perfil de um “selecionável” – e até agora a seleção não ganhou uma cara própria nem a confiança do brasileiro. Quem assistiu aos memoráveis jogos das seleções de 1958, 1970 e 1982 sabe do que estou falando.

No atletismo, na natação, no tênis, no vôlei e na ginástica olímpica, esportes onde vêm despontando brasileiros campeões no ranking internacional, nota-se sempre “algo mais” em cada atleta: perseverança, entrega, dedicação total, sacrifícios, treinamentos intensos, foco na vitória, objetivos finais que chegam a nos dar a impressão de fixações quase doentias. A seleção de futebol está bem distante desta nova realidade.

Uma pena. O Brasil aparentemente atravessa uma involução no futebol, ao contrário do super-time do Barcelona, de Messi & Cia. Para falar a verdade, eu não gostaria de estar no lugar de Mano Menezes. Só espero que até a Copa do Mundo ele consiga montar um time que dê mais alegrias do que frustrações aos brasileiros.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 8:31
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Cuspindo no prato que lhes dão de comer

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Membros da unidade de forças especiais francesas que capturaram Mohamed Merah (Foto Reuters)

A história do terrorista e assassino covarde que acabou sendo aniquilado em Toulouse na França, muçulmano de origem argelina e a serviço da Al Qaeda, é mais um exemplo da absoluta falta de gratidão e respeito que alguns imigrantes demonstram com os países que os acolhem junto com as suas famílias.

A França é um exemplo desta inversão de valores: foi acolhendo imigrantes de várias partes do mundo, especialmente muçulmanos, e de repente se vê às voltas com um dilema crucial para sua sobrevivência: deixar tudo como está e sofrer o risco de novos atentados com mortes, ou baixar leis duras, limitando alguns usos e costumes como a proibição do uso de burkas e véus escondendo as faces das mulheres islâmicas, monitoramento constante de grupos étnicos que gerem suspeição, proibição de reuniões suspeitas e talvez até a limitação da imigração originada de países onde imperam os terroristas.

Imigração é uma dádiva que muitos países concedem para que pessoas e famílias possam buscar um futuro melhor, escapar de guerras, guerrilhas e perseguições políticas, fugir de catástrofes naturais e obterem estudo, assistência social, casa, emprego, médicos, hospitais e tudo o mais que lhes era vedado em seus países de origem.

Foi muito marcante um pronunciamento do então Primeiro-Ministro John Howard, da Austrália, em 2010, na defesa do seu país, informando sobre as medidas de segurança tomadas para continuar a fazer face a eventuais ataques terroristas. Disse ele:

“OS IMIGRANTES NÃO-AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta Nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria dos australianos. A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade. A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua! A maior parte dos australianos crê em Deus. Nãose trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um fato, porque homens e mulheres fundaram esta Nação sobre os princípios cristãos e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus os ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura. Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz conosco. ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA E O NOSSO ESTILO DE VIDA. E oferecemos-lhes a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade autraliana: O DIREITO de PARTIR. Se não são felizes aqui, então PARTAM.
Não os forçámos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que os aceitou”.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 24 de março de 2012 às 8:31
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Com Chico me contorci de tanto rir. Pena que não haverá bis

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Foi na década de 1970 que Chico Anysio se apresentou no Clube Paineiras do Morumby, onde fui sócio. Apresentou-se de cara lavada, não interpretou nenhum dos seus personagens da tevê (seriam cinquenta? Oitenta?). Naquela noite ele interpretou Chico Anysio, assim como fez em seus inúmeros shows pelo Brasil.

A sua apresentação foi por ocasião de um baile de aniversário do clube, com jantar dançante e tudo. Como estávamos todos sentados às mesas, acabamos nos aproximando do palco e sentamos todos aglomerados no chão, bem de cara com Chico.

O homem era tão fantástico, tão criativo e suas piadas tinham uma interpretação tão hilária que pela primeira (e provavelmente última) vez na minha vida me contorci de tanto rir, chegando a ter dores de barriga tão fortes que até me assustei. Nenhum outro humorista conseguiu esta façanha comigo.

Se eu já era fã do humorista assistindo aos seus programas na tevê (Chico Anysio foi pioneiro na exploração tecnológica do recém chegado vídeo-tape, nas suas mais amplas possibilidades), a partir da sua apresentação ao vivo passei a admirar cada vez mais suas qualidades artísticas.

Não posso dizer que o falecimento de Chico Anysio na tarde de hoje foi uma surpresa. Afinal, ele estava internado há longos três meses no hospital e as notícias que vazavam quase diariamente não eram nada animadoras.

Chico Anysio deu centenas de oportunidades a novos humoristas. Talvez algum dia um deles repita as suas façanhas – ou pelo menos chegue próximo. RIP, Chico.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 23 de março de 2012 às 16:54
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A lei não é igual para todos

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Note a chapuletada que o filho do milionário conseguiu com seu carro

Se eu tivesse um dia atingido – ou vier a atingir – mais de 20 pontos em infrações de trânsito no período de 12 meses, com toda certeza o DETRAN cairia de pau em cima de mim e faria aplicar imediatamente a letra da lei:

Art 256º – A autoridade de trânsito, na esfera das competências estabelecidas neste código e dentro de sua circunscrição, deverá aplicar, às infrações nele previstas, as seguintes penalidades:

III – suspensão do direito de dirigir;

V – cassação da Carteira Nacional de Habilitação;

VII – frequência obrigatória em curso de reciclagem.

Da mesma forma como os Correios fazem chegar às minhas mãos todos os documentos referentes ao meu veículo e à minha carteira de habilitação, como eventuais multas, boleto do IPVA, licenciamento e até um aviso sobre a renovação da carteira de habilitação – indicativo de que o Detran-PR possui meus dados cadastrais -, com toda certeza eu receberia em casa a notificação oficial para entregá-la caso eu chegasse aos tais 20 pontos.

Assim, é inadmissível, é perturbador e é socialmente discriminatório o não recolhimento da carteira de habilitação do tal Thor Batista, um garotão de 20 anos que conseguiu acumular em dois anos de direção muito mais multas do que eu somei em mais de 50, rodando por vários estados do Brasil e até no Exterior.

Quem explica que o filho do – assim catalogado – sétimo homem mais rico do mundo tenha acumulado 51 pontos na carteira e nenhum órgão público responsável tenha recolhido a carteira do infrator? Tampouco é crível a afirmação do seu advogado (agora em equipe) de que outras pessoas teriam dirigido o veículo, pois o Detran concede 30 dias de prazo para que o infrator que estava dirigindo o veículo envie uma justificativa com a sua identificação. Tudo indica que isso não foi feito.

Quanto ao atropelamento… bem, aí já entra um dos mais conceituados advogados do Brasil, ex-ministro, que vai provar por a + b que o rapazinho não teve culpa, que estava dirigindo a15 km por hora e que o culpado foi o mordomo – perdão, a vítima.

Filho do sétimo homem mais rico do mundo ou não, quero ver a lei cumprida. Se abrirem exceções como esta, que se rasgue a lei e me juntarei àqueles que jamais quitaram suas multas de trânsito, nem aqui nem na Cochinchina.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: às 8:25
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Bahr-baridades e a observação crítica

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Seria muita pretensão deste seu blogueiro afirmar que os Sindicatos dos Vigilantes e dos Bancários de Curitiba e Região tenham solicitado ao Exército reforço na fiscalização referente ao comércio de explosivos a partir da matéria inserida neste blog no último dia 17 de março sob o título “Desprezo no transporte de dinamite” (http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2012/03/17/desprezo-no-transporte-de-dinamite/).

Mas que há muita coincidência, isto há. Durante anos a fio o tema transporte e segurança das pedreiras e dos locais que lidam com explosivos foi completamente ignorado pela mídia – e talvez pelas autoridades.

Pois nesta quarta-feira foi realizada uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná, para discutir os ataques aos caixas eletrônicos no Paraná, especialmente com o uso de explosivos, que reuniu, além de representantes do sindicato, parlamentares, Exército e Polícia Militar. Cinquenta e dois caixas eletrônicos foram assaltados no estado desde o início deste ano, de acordo com o Sindicato dos Vigilantes  com 28 caixas explodidos à dinamite e 24 arrombados com o uso de maçaricos.

Quem sabe agora os responsáveis repensem o assunto explosivos e pelo menos este meio de assaltos seja dificultado às quadrilhas especializadas em roubo de caixas eletrônicos.

  • por: Bahr-Baridades
  • Postado em: 22 de março de 2012 às 8:29
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