Lei Maria da Penha. Ordens judiciais para restringir a aproximação de companheiros agressores. Prisão por agressão. Proteção policial.
A mulher obteve todos estes avanços legais… no papel. Na prática, a teoria é totalmente outra.
Em Cornélio Procópio, PR, um ex-marido repetia constantemente ameaças e agressões à ex-mulher e mesmo sendo os fatos de conhecimento da polícia. que já atendera a outras denúncias de agressão e perturbação de sossego que envolvia o casal, o mau-caráter ficava o tempo todo vigiando a casa da ex e muitas vezes chegara a quebrar móveis e outros objetos. Episódios de violência por parte do ex-marido eram constantes. Ela já havia sido agredida várias vezes e chegou a se esconder em um matagal com os filhos, preocupada com a sua segurança. Nestes dias, o ex apareceu embriagado na casa da ex-companheira armado com uma faca e teria tentado matá-la e também à filha que tiveram enquanto estavam juntos.
Já que a Lei Maria da Penha não funcionou, nenhum juiz tomou apresentou ordens restritivas ao ex e a polícia não tomou providências para evitar o inevitável, um dos filhos, cansado de ver a mãe sendo maltratada, deu um golpe com uma enxada na cabeça do ex-padrastro quando ele tentava agredi-la e golpeá-la com uma faca;
Agora, o estado vai desembolsar muito mais dinheiro (que teria sido evitado com providências judiciais): o ex-marido ficou gravemente ferido e foi encaminhado à Santa Casa de Cornélio Procópio com afundamento de crânio e deve passar por longo atendimento – se sobreviver, pois perdeu muito sangue e ficou em estado de choque.
Parece que o poder feminista das mulheres brasileiras, apregoada pela presidente e louvado pelo New York Times, só obtém guarida nos recônditos do Palácio do Governo em Brasília e nos ministérios. Para as mulheres comuns, nem Lei Maria da Penha, nem ordens restritivas, nem proteção policial. Quando precisam de proteção, elas só recebem chumbo grosso!