Mês: maio 2012



Alô, alô, bandidagem chamando!

Desde 2009 existe uma lei federal que proíbe o de uso de telefones celulares por qualquer detento dentro de unidades prisionais. Mas pelo que se vê em todo o Brasil, os presos conversam à vontade com seus comparsas, sua família e até comandam o tráfico de drogas e executam golpes contra incautos – tudo lá de dentro das prisões, muitas vezes ostensivamente, como é frequentemente mostrado pela mídia.

Aparelhos celulares entram facilmente nos presídios, através de familiares, visitantes, por vezes levados por advogados e, mais sofisticadamente, por helicópteros manejados por controle remoto e até pombos-correio adestrados para esta missão.

Helicóptero de controle remoto transportava celulares para dentro de um presídio

Um tipo de helicóptero em miniatura controlado por controle remoto foi encontrado no acostamento da rodovia Raposo Tavares nesta quarta-feira próximo ao muro da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, SP, por funcionários da concessionária que administra a rodovia. A polícia foi chamada e encontrou perto do aparelho um saco plástico com sete aparelhos celulares e algumas serras. Tudo indica que o helicóptero caiu ao tentar voar para dentro do presídio.

Pouco se fala sobre o avanço das tecnologias de bloqueios do sinal de celulares: a mais recente foi desenvolvida em Israel e está sendo testada no presídio Aníbal Bruno, em Recife. O aparelho deverá impedir que os 4.800 “reeducandos’ do presídio tenham contato com o mundo externo por meio de ligações telefônicas e envio de mensagens por celulares. O dispositivo cria um campo magnético para bloquear sinal de telefonia móvel numa área de 500 metros, a partir da torre do aparelho instalada. É a tecnologia mais moderna que existe e já foi aprovada em mais de 80 países. Na América do Sul, apenas a Argentina usa a tecnologia nos presídios, com resultados satisfatórios. O que é que o Brasil está esperando para bloquear celulares nos presídios?

Foto da Polícia Militar
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Testemunha eternamente “na moita”

Três policiais da Rota (força policial) de São Paulo foram detidos nesta terça-feira, denunciados por uma testemunha anônima que ligou para o 190 (Copom) descrevendo agressões e, posteriormente disparos de tiros contra um bandido preso, que estava em uma viatura policial. O detido foi obrigado a sair do carro em uma estrada, sofreu agressões e levou alguns tiros dos policiais, chegando a ser levado ao pronto-socorro provavelmente já sem vida.

O áudio da ligação tem aproximadamente 12 minutos, com a testemunha descrevendo passo a passo a ação policial contra o bandido.

Antes disso, uma denúncia anônima havia sido feita diretamente ao quartel da Rota informando que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) estavam reunidos em um estacionamento, planejando o resgate de um traficante preso no Centro de Detenção Provisória do Belém, próximo ao estacionamento. Segundo a versão oficial, seis viaturas da Rota, com 24 homens, foram até o local e entraram em confronto com os bandidos. A polícia afirma que houve tiroteio e seis bandidos morreram.

Curiosamente, o estacionamento, onde também ocorrem bailes funk, tem 38 câmeras, mas nenhuma teria filmado a ação. Nenhum policial foi atingido pelos tiros. Nem as viaturas. Marcas de bala e sangue podiam ser vistos nesta terça-feira em muros a até 50 metros do local onde teve início a ação. Os moradores relatam que, durante a operação, foram obrigados pela polícia a permanecer dentro de casa.

Claro que é impossível defender aqui os bandidos integrantes da facção criminosa PCC. Nem cabe aqui qualquer crítica à ação dos policiais.

Certamente o maior prejudicado é o cidadão que testemunhou e narrou por 12 minutos toda ação dos policiais. Tenho para mim que ele já desapareceu de casa, mudou de cidade e talvez esteja até tirando visto para morar em outro país.

A isso se chama “ficar na moita”. Eternamente. Ou você pensa que os amigos dos policiais acusados não têm como descobrir o telefone, endereço e nome da testemunha para uma “vendetta”?

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O maior lustre de cristal Bohemia do mundo

Neste Salão de Cerimônias do Palácio de Dolmabahce em Istambul, Turquia, encontra-se o maior lustre de Cristal Bohemia do mundo. Pesa 4,5 toneladas e tem 750 lâmpadas. Foi um presente da Rainha Vitória.
Situado no lado europeu do Bósforo, este palácio foi o principal centro administrativo do Império Otomano.
Mustafa Kemal Atatürk, que foi o fundador e primeiro Presidente da República da Turquia, utilizou o Palácio como residência presidencial durante os verões.
Dolmabahce, é o maior dos palácios imperiais otomanos, enorme e suntuoso, com 285 quartos, 43 grandes salões e muitos outros espaços ricamente decorados.

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Nariz, ai meu nariz…

Este é Lunóquio – a simbiose imperfeita de Lula com Pinóquio.
Lunóquio nunca sabe de nada.
Para Lunóquio, o mensalão não existiu. O nariz cresceu.
Segundo Lunóquio, o ministro Gilmar Mendes está mentindo. O nariz cresceu.
Segundo Lunóquio, a revista Veja inventou tudo. O nariz cresceu.
Quanto mais vai crescer o nariz de Lunóquio?
Papai Gepetto vai ficar muito, muito bravo.

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Que justiça é esta?

Nos Estados Unidos: tolerância zero. No Brasil: tolerância!

Um jovem de 20 anos de idade foi preso pela polícia no sábado em Londrina por estar em um veículo roubado. Dentro do carro, foi encontrada uma cápsula de calibre 22. A polícia suspeita de que a arma possa ter sido usada em assaltos recentes. E o que aconteceu com o ladrão? Foi solto. Ao invés de mantê-lo detido pelo crime de estar em carro roubado e investigar seus antecedentes, o rapaz foi solto.
Na madrugada de domingo, menos de 24 horas depois, eis que o rapaz aprontou de novo: foi detido pela segunda vez pela polícia, em posse de um revólver calibre 22 e resistiu à ordem de parada dos policiais.
Afinal, qual é a obrigação da polícia nestes casos? Não seria a de mantê-lo preso já na primeira vez, visto que havia provas cabais de um crime (estar de posse de um veículo roubado) e além de tudo, terem encontrado uma cápsula de revólver no veículo, provável indício de algum crime?
Quando a gente assiste pela tevê as séries policiais americanas – ficção que retrata a realidade de lá – nota-se o empenho na investigação de crimes praticados por delinquentes como este rapaz de Londrina. É exatamente o reverso do que ocorre no Brasil.
Para onde caminha a segurança da nossa população?

Foto: colourbox.com
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Tudo pior do que se pensava.

Começo com a reprodução dos títulos dos posts do Reinaldo Azevedo, da revista Veja, em seu blog:

— STF tem de se reunir imediatamente para dar uma resposta à Nação. Ou: O que Lula fez dá cadeia! Chama-se “obstrução de justiça”;

— Lula começou a cometer erros em série e ainda arrastará o governo e o PT. Ou: Imprensa não se cala. Ou: Fim da linha para o golpismo lulista;

— Comportamento de Lula é indecoroso, avaliam ministros;

— PSDB quer interpelar Lula sobre cerco ao STF;

— QUE FIQUE CLARO! AVANÇO DE LULA SOBRE O STF É AINDA MAIS GRAVE DO QUE ESCÂNDALO DO MENSALÃO. É A MAIS GRAVE AGRESSÃO AO ESTADO DE DIREITO DESDE A REDEMOCRATIZAÇÃO. O DICIONÁRIO REGISTRA O QUE LULA TENTOU PRATICAR: “CHANTAGEM”!!!; 

— Na “Rádio do Moreno” – O desmentido de Jobim que vale por uma confirmação;

— A bomba no post anterior, os comentários e a negativa de Jobim;

— ESCÂNDALO, ABSURDO E DEBOCHE: Lula sugere troca de favores a um ministro do STF e revela como tem pressionado outros membros da corte. Ex-presidente degrada as instituições;

Lula vestido de abajur vermelho

A gente já sabia que o circo armado no Congresso para abrigar a CPI do Cachoeira é apenas um circo.
A gente já sabia que os nomes envolvidos na CPI, a partir do próprio Cachoeira, não iriam abrir o bico – pois Cachoeira levaria de roldão e afogaria em suas águas turvas uma quantidade de nomes tão vasta que abalaria as bases políticas do Brasil. Todos envolvidos em bandalheiras.
A gente já sabia que a CPI foi criada essencialmente para atrair os holofotes da mídia e ficar cozinhando o tempo suficiente para que os prazos legais do julgamento do mensalão no Supremo simplesmente vencessem.
Mas o que a gente não sabia era da vergonhosa atuação do apedeuta ex-presidente Lula, que teve a coragem de pressionar o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, com a finalidade explícita de adiar o julgamento do mensalão. Segundo reportagem da revista Veja, a conversa teria ocorrido no escritório de advocacia do ex-ministro da Defesa Nelson Jobim. O ministro Mendes confirmou o conteúdo da reportagem e salientou que nem ele nem os outros ministros do Supremo se sentem intimidados pelo ex-presidente. A expectativa é de que o STF julgue a ação no segundo semestre.
De acordo com a revista Veja, que divulgou o fato, Lula teria comentado que o julgamento agora seria “inconveniente” e feito uma oferta velada. Em troca do apoio ao adiamento, Mendes poderia ter proteção na CPI do Cachoeira. Isso porque, veladamente, Lula insinuou que Mendes é próximo do senador Demóstenes Torres – acusado na CPI – e teria se encontrado com ele em Berlim. Maldosamente, ainda, Lula insinuou que a viagem do ministro teria sido paga por Carlinhos Cachoeira. Lula teria dito ainda que uma decisão sobre o mensalão ainda neste ano seria muito ruim para o processo eleitoral.

O ministro já deu explicações sobre sua viagem a Berlim, que não tem nada a ver com o bandido Cachoeira. Tudo provado com documentação, para quem quiser ver.
Agora que Lula está fora do governo, deveria ficar calminho em São Bernardo jogando damas com os velhinhos aposentados. Mas tudo indica que seu grau de malignidade aumenta proporcionalmente ao seu afastamento do poder.

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Lei da Improbidade Administrativa e bloqueio de bens

A Lei 8.429 de 1992, conhecida como Lei de Improbidade Administrativa (LIA), está completando 20 anos de vigência – mas sua formulação é tão complexa que menos de 2% dos bens públicos desviados desde a vigência da lei, estimados em 30 bilhões de reais (nosso dinheiro surrupiado pelos espertinhos de plantão), foram recuperados pela justiça.
O artigo 1º da Lei 8.429 afirma que a improbidade administrativa pode ser praticada por qualquer agente público, servidor ou não, contra a administração direta, indireta ou de fundação de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e de empresa incorporada ao patrimônio público, entre outras.
Nesta semana uma juíza declarou que somente 13 anos depois de iniciado, um primeiro processo na sua vara contra um agente público teve seu despacho favorável – mas acredita que deva levar mais 10 anos para que os bens sejam eventualmente devolvidos pelo condenado.
Dá para imaginar quanto tempo levará para que os espertalhões abaixo sejam obrigados a devolver ao erário público toda a dinheirama que desviaram, quando no poder:
1 – Wagner Rossi (ex-ministro da Agricultura), suspeito de ter desviado R$ 3 milhões dos cofres públicos. De acordo com as investigações do MPF, Rossi teria desviado recursos do programa de capacitação de servidores – Programa Anual de Educação Continuada (PAEC) – por meio de dispensa de licitação.
2 – Carlos Lupi (ex-ministro do Trabalho), denunciado por esquema de cobrança de propina em organizações não-governamentais (ONGs) conveniadas com a pasta.
3 – Orlando Silva (ex-ministro dos Esportes), envolvido em denúncias de corrupção e irregularidades envolvendo o ministério, como desvio de recursos do Programa Segundo Tempo.
4 – Mário Negromonte (ex-ministro das Cidades), quando era deputado, liberava verba, via emenda para obras da gestão de sua esposa quando era prefeita.
5 – Pedro Novais (ex-ministro do Turismo, denunciado por irregularidades no uso de verbas oficiais quando exercia o mandato de deputado.
6 – Paulo Hartung (ex-governador do ES), envolvido em lavagem de dinheiro e compra de terrenos no município de Presidente Kennedy.
7 – Lulinha, o filho do presidente Lula, que era subempregado do zoológico em São Paulo e tornou-se da noite para o dia, um latifundiário ao “adquirir” a fazenda Fortaleza às margens da rodovia Marechal Rondon, em Valparaíso, SP , pela bagatela de R$ 47 milhões de reais. De onde surgiu esse dinheiro? Do seu trabalho no Zoológico ou de mutretas armadas pelo pai?
8 – A turma do mensalão, indiciada por clamoroso esquema de distribuição de propinas denunciado em 2005, teve reafirmada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel a acusação de que o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu foi o “chefe desta quadrilha”.
Ufa! A lista é muito extensa. Deve haver mais uns quinhentos nomes de acusados de desvios de verbas só nestes últimos três ou quatro anos.
A improbidade grassa – e isso não tem a menor graça!

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Juiz ladrão! Juiz ladrão!

Antigamente eu achava que este xingamento era dirigido unicamente para os juízes de futebol, bradados pela torcida do clube que se julgava prejudicado em algum lance. Os juízes de futebol foram devidamente aquinhoados com a palavra “árbitros”, mas os xingamentos continuam, mais fortes ainda, acompanhados de contínuos “elogios” às suas queridas progenitoras.

Agora noto que existem outros juízes ladrões em plena ação.

Na CPI do Cachoeira, por exemplo.

Quem diria que o destemperado ex-presidente da República, de nome Fernando Collor de Mello, após ser “impichado”, escorraçado da presidência, ter exposto sua arrogância, detonado com o dinheiro dos brasileiros, zerado nossas contas enquanto construía o mirabolante jardim na sua “Casa da Dinda” e habitar até hoje no centro de uma trama não resolvida – o assassinato de seu escudeiro e caixa-forte da campanha eleitoral, P. C. Farias e a amante, estaria se arrogando (novamente) de acusador, do alto da sua prepotência?

Pois Collor acusou nesta sexta-feira o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de ter “cometido crime de prevaricação e improbidade administrativa ao ter se ‘omitido’ em 2009 no final das investigações da Operação Vegas, da Polícia Federal”. Segundo Collor, as respostas encaminhadas pelo procurador à CPI esta semana comprovariam os crimes cometidos por Gurgel.

Collor disse que Gurgel tinha conhecimento da investigação de parlamentares pela Polícia Federal e que deixou de apurar por quase dois anos as denúncias. “Graças a essa omissão, essa organização criminosa do senhor Carlos Cachoeira pode atuar, livre e destemidamente, por 18 meses, sem ser perturbada. O fato é que o senhor Roberto Gurgel nada sobrestou, ao contrário, omitiu-se ou prevaricou, falhou com a verdade, ao afirmar a necessidade de se retomarem as interceptações telefônicas e outras diligências.”

Aqui não se trata de questionar o que o procurador-geral da República fez ou deixou de fazer. Trata-se de questionar a nomeação de um indivíduo com um passado tão tenebroso como o de Collor  para o cargo de julgador em uma comissão que, como se vê, está indo do nada a lugar nenhum. Entre Roberto Gurgel e Collor, sou muito, mas muito mais Roberto Gurgel. Mesmo que ele tenha patinado na maionese.

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Londrina e as cores do PDT

Cores do PDT até na capela mortuária, pô?

As inaugurações de obras como as oito capelas mortuárias, o futuro Restaurante Popular – em término de construção – e os anunciados obeliscos na PR-445, que o prefeito Barbosa Neto (PDT) tem feito em Londrina chamam a atenção, pois as cores escolhidas para o revestimento são as mesmas de seu partido PDT: azul, vermelho e branco. Barbosa provavelmente está mal assessorado juridicamente, pois em vários outros municípios brasileiros prefeitos foram processados ou obrigados a repintar os prédios em cores neutras, às próprias custas. Isso dá processo, impeachment e dói no bolso…

• José Carlos Elias (PTB) de Linhares, ES, foi condenado em primeira instância por pintar muros e prédios nas cores da administração, no período em que fora prefeito.
• O Ministério Público Estadual de Quarto Centenário (PR) decidiu que o prefeito, Osvaldo Ishikawa (PSB), terá de repintar prédios públicos, pois resolveu pintar prédios de secretarias, postos de saúde, veículos da prefeitura e até mesmo o muro do cemitério da cidade com as cores da bandeira do Japão, vermelho e branco, no início deste ano. A ascendência do prefeito fez com que o MP concluísse que as cores traziam uma “promoção pessoal”, já que não fazem parte da bandeira do município, que é amarela.
• O Ministério Público  condenou o prefeito da cidade de Rio do Fogo, Rio Grande do Norte, Egídio Dantas de Medeiros Filho, a repintar às suas próprias custas, todos os prédios públicos, mobiliários e qualquer outro bem da cidade que foram pintados com a cor verde, do PMDB, partido a qual o gestor é filiado.

• Um deputado estadual entrou com uma representação no Ministério Público contra o prefeito de Fazenda Rio Grande, PR. Chico Santos, para apurar possível abuso de poder político e econômico do chefe do poder executivo. Segundo o parlamentar, o prefeito é acusado de mandar pintar prédios públicos da cidade, como escolas e unidades de saúde, nas cores do partido dele. A cor azul e amarela é do PSDB e também pode ser vista em mais de 10 mil kits escolares e uniformes dos alunos da rede municipal, que foram doados pela Prefeitura.
• A Justiça determinou que o prefeito José Santana restaure a pintura de todos os prédios públicos de Colinas do Tocantins. Segundo o MPE, o prefeito teria identificado quase todos os órgãos públicos nas cores do PT, vermelho e branco, além de instaurar a cor vermelha nos uniformes das escolas e dos servidores municipais.
• O Promotor de Justiça de São José da Lage, AL, ajuizou ação civil pública contra o prefeito Márcio José da Fonseca Lyra, visando coibir a pintura de prédios públicos com cores que ressaltem a promoção pessoal. A alegação do promotor é que, ao colorir os prédios públicos da cidade com a cor amarela, o gestor está cometendo um ato de improbidade administrativa e na verdade, buscam ou fazem uma irregular promoção pessoal, que segundo a lei se configura ato de improbidade administrativa, pois utiliza-se de verba pública para fins pessoais.

(Foto: Jornal de Londrina)
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