Mês: junho 2013

 

Vandalismo: quem explica?

Como contraponto às manifestações de ruas, quando multidões de jovens estão utilizando seu direito de reivindicar, exigir e tentar mudar a mentalidade – herança colonialista – dos políticos deste país, dezenas de vândalos se misturam entre eles e têm se esmerado em destruir, arrebentar, explodir, desafiar, brigar e quebrar tudo o que lhes aparece pela frente.

As polícias de cada cidade atingida têm tentado cumprir o seu papel, bloqueando sua passagem, revidando agressões e até prendendo os mais violentos. Entretanto, o que ninguém explica é a falta da montagem de um perfil desses vândalos, para sabermos quem são, de onde vêm, o que desejam, já que a polícia os prende e rapidamente liberta. Penso que a sociedade merece o direito de saber muito mais sobre eles.

Serão jovens de classe média treinados em lutas marciais, brigas e provocações – assim com têm acontecido nas baladas e boates por todo o país, onde assassinatos, espancamentos e mortes são quase corriqueiras?

Ou serão guerrilheiros treinados pelas Farcs, subvencionados pelo partido do governo, com o objetivo de criar situações difíceis para os governadores e prefeitos, forçando-nos a aceitar “imposições” políticas sob o rótulo de “nesse caso teremos de tomar medidas radicais” – sempre na contramão dos nossos anseios?

Seriam eles o refugo da ralé social, que pretendem com seus atos chamar a atenção para o abandono em que se encontram nas periferias mais distantes, nas favelas, nos morros cariocas, nas eufemisticamente chamadas “comunidades” – onde a precariedade dos serviços públicos é flagrante por todo o país – a expressão máxima da pobreza?

Ou seriam eles delinquentes, marginais, bandidos, que se aproveitam dos tumultos para saquear, roubar, vandalizar e agredir policiais, lojistas, trabalhadores e todas as pessoas ao seu redor?

Está na hora dos responsáveis pela lei e pela ordem nos esclarecerem por que esse pessoal, mesmo flagrado praticando atos criminosos, é rapidamente solto, sem sofrer sanções, sem responder pelos prejuízos causados, sem prestar satisfações à sociedade.

Qual é a verdade que se esconde atrás desse vandalismo?

(Foto O Globo)
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Rui Falcão, do PT, é muito mais míope do que eu

E note-se que não tenho olhos de falcão nem de lince – eu uso lentes de graus que podem ser considerados elevados. Além de ser míope, Rui Falcão – aquele radical extremista do PT, que apoia Cuba, a revolução esquerdista, Stalin, o bolivarianismo, fala grosso no Foro de São Paulo e assessora (mal e tortamente) a nossa governanta fungando no cangote dela o tempo todo, é também um grande mentiroso.

Se não, como explicar as palavras dele ontem, quando afirmou com todas as letras (dele) “que as reivindicações originadas das manifestações das ruas não teriam abalado o PT”? Abalaram sim, seo Rui – e muito. Explique para a gente por que os estudantes impediram seus partidários de desfilar entre eles com as bandeiras vermelhas stalinistas cor de sangue do PT – e também as bandeiras dos seus filhotes PSTU, PCO, PSOL?

Explique para a gente este vídeo (que já publicamos no blog há alguns dias), com a multidão vaiando o seu querido partido esquerdista PT e mandando dar sumiço nas suas bandeiras:

Explique para a gente por que as multidões que foram para as ruas estão exigindo medidas urgentes contra os corruptos – e todos nós sabemos quem são os corruptos, todos gente do seu querido PT e coligados, que se aproveitou dos cargos e embolsou dinheiro público.

Explique para a gente por que a maior roubalheira que até hoje ocorreu no Brasil foi causada no governo do PT, sob a batuta do Nove Dedos – e o povo nas ruas está exigindo a prisão imediata de todos eles?

Sim, seo Rui Falcão. O PT saiu arranhado dessa história. E não só arranhado: saiu xingado, amaldiçoado e, se nosso país tiver a sorte que realmente merece, sairá estropiado e será finalmente escorraçado das urnas.

 

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Foro de São Paulo: é aqui que mora o perigo!

Os representantes do PT são os principais articuladores da organização fundada por Lula e o ditador comuno-fascista Fidel Castro, com a participação ativa do grupo terrorista FARC da Colômbia. Esse vídeo nos dá uma ideia dos assuntos que são tratados no Foro. Ao ver este vídeo, senti-me do mesmo jeito que devem ter-se sentido os russos na época em que Stalin começava a instituir o comunismo e proceder a uma “depuração” ideológica – chame de perseguição, extermínio, assassinato em massa, genocídio ou como quiser.

Saiba quem eram os participantes do PT nesta reunião de 2010: José Eduardo Martins Cardozo (o ministro Garboso, na ironia de Reinaldo de Azevedo), Marco Aurélio Garcia (o Richelieu da nossa governanta), Raul Pont, Valter Pomar e Nilmário Miranda. Todos radicais esquerdistas.

Agora pense comigo: você ainda acredita que Cardoso e Garcia, presentes à reunião desta última terça-feira no Planalto que traçava metas “democráticas” para melhorar nosso país, são dignos de confiança democrática? São democratas?

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Recuos e marcha-à-ré

Se você prestou bem atenção nos acontecimentos políticos ocorridos ontem, tanto no Palácio do Alvorada, onde ocorreram diversas reuniões com a nossa governanta, quanto no Congresso Nacional, deu para perceber que anda muita gente sem rumo por lá. Ou procurando acertar o rumo. O que já é resultado das manifestações de ruas, aleluia!

Um dia depois da governanta anunciar que pretendia propor uma Constituinte para tratar da Reforma Política, o ministro da Justiça Eduardo Cardoso e o ministro da Educação, Aloísio Mercadante declararam que a coisa não era bem assim, foi só uma proposição inicial. Claro que foram influenciados pelo presidente da OAB, Marcos Vinícius Furtado,  que foi ao Palácio para uma reunião, declarou que a Constituinte seria inconstitucional – mas depois da reunião mudou o tom, afirmando que tudo seria possível, apenas a Constituinte levaria mais tempo para ser criada…

A decisão definitiva foi adiada e será partilhada com o Congresso. Onde, aliás, repousam amarelecidos há anos, provavelmente com as páginas já desbotadas, vários volumes que tratam da… Reforma Política e que nunca foram votados, pois há proposições embutidas que cortam o Congresso na própria carne: redução no número de deputados, rituais de cassação, deputados distritais, perdas de mandato no caso de nomeações para outros cargos, proibição dos ficha-sujas,  mudanças na legislação que trata do dinheiro para as campanhas e dezenas de outras mais.

No Congresso o recuo foi no tempo: surpreendeu a súbita convocação para uma reunião extraordinária que votou a PEC 37 (Projeto de Emenda Constitucional) – previa a exclusão do Ministério Público em investigações paralelas às das polícias. Foi rejeitada por maioria absoluta. Era mais uma votação adiada, mas parece que nesta PEC as letras ainda estavam legíveis – e a votação apenas se deu com tanta rapidez após o clamor das ruas.

Parece que nem o Palácio nem o Congresso querem assumir o abacaxi da Reforma Política solitariamente: uma das ideias surgidas foi a de promoverem um plebiscito com as perguntas formuladas pelos deputados e senadores, sob a assessoria do Tribunal Superior Eleitoral. Seria uma divisão de tarefas…  a gente só espera que não inventem de montar muitas comissões para analisar o problema, pois comissões são criadas simplesmente para não funcionar.

Tratando de um dos tópicos discutidos na reunião e que faziam parte do leque de proposições da governanta, uma entrevista com o governador paulista Geraldo Alckmin trouxe à tona o tamanho dos investimentos necessários a cada cidade para melhorar a mobilidade urbana: aquisição de “n” trens de metrô e ônibus, construção de estações, processos de desapropriações, tudo com custos alarmantes para qualquer gestor. Além do tempo que cada super obra dessas demandará, conflitando com os reclamos do povo que quer melhorias já e agora. Em outras palavras: são obras de longo prazo. Será que a população terá paciência?

O que se percebe é que o Executivo ficou absolutamente alarmado com as manifestações das ruas: quando filmaram o staff em volta da governanta, era ela a única a sorrir… um certo sorriso forçado, amarelo, não deu para perceber se o fiel escudeiro Marco Aurélio Richelieu Garcia havia pregado umas tiras de fita colante no rosto dela para manter aquele sorriso. Nunca saberemos se ela mudou de feições durante a reunião. Todos os outros personagens mantinham um rosto sério e preocupado. Deve ser aquele sentimento de vertigem que acontece quando o barco está fazendo água. No caso, talvez seja o sentimento de que o poder absoluto esteja ameaçado e aquele projeto petista de se manterem por vinte ou trinta anos no poder… esteja terminando.

E para não faltar uma pitada mais apimentada, o Presidente do Superior Tribunal Federal, Joaquim Barbosa deu suas contribuições com mais ideias que poderiam constar na Reforma Política, como a dispensa do candidato de pertencer a algum partido político e reforçando o voto distrital. Hoje deve ter muito dermatologista atendendo a políticos com feridas na pele, devido às coceiras provocadas por inesperadas alergias.

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Aposentados “are fucked again”

Usei a expressão em inglês para tentar ser mais delicado. Já fazia algum tempo que os aposentados não se manifestavam. Aliás, poucos ainda têm forças para tanto. Tanto é verdade, que o tema “aposentadorias” nem fez parte das dezenas de reivindicações gritadas aos quatro ventos nestas tão “festejadas” manifestações de ruas.

Como se sabe, todos aqueles aposentados pelo INSS que recebem mais de um salário mínimo têm sofrido uma violenta compressão de ganhos com o passar dos anos – não porque o governo tenha reduzido seus valores, mas porque não os eleva proporcionalmente aos valores pagos originalmente. Assim, um aposentado que começou recebendo, digamos, cinco salários mínimos, com o passar dos anos vê seus recebimentos diminuindo para quatro, três, dois e em alguns casos até um salário mínimo.

Durante estes últimos anos os aposentados se calaram, afinal a inflação estava controlada e os reajustes anuais – apesar de nunca equivalerem aos aumentos do salário mínimo – vieram sendo corrigidos por algum índice próximo à inflação real.

Tudo mudou: o fantasma da inflação está de volta e quem vai ao supermercado hoje sabe que está pagando de 10 a 30% mais caro pelos mesmos produtos que comprava no começo do ano. Pois é no consumo básico (alimentação medicações, lazer – se é que aposentados ainda podem se dar a esse luxo) que nós, velhinhos, sentimos a diferença; tanto é verdade, que proliferam nos jornais, rádio e televisão os anúncios de financeiras (e agiotas) oferecendo “empréstimos consignados”. O aposentado, já endividado, vai lá, toma um dinheirinho emprestado para cobrir seu rombo e se afunda cada vez mais, pois as despesas mensais não mudam (só tendem a aumentar). Para piorar a situação, ele vê todo mês sua já minguada aposentadoria reduzida por causa dos descontos autorizados à financeira, o que só faz aumentar o rombo.

Acho que já está na hora de o governo rever a situação dessa gente – geralmente ignorada pelos ministros, pelos políticos e pela história. Fomos nós, os velhinhos de hoje, que trouxemos o país produtivo até aqui. Trabalhamos por 35 anos ou mais, recolhemos toneladas de impostos, erguemos cidades, edifícios, estradas, viadutos, indústrias, lojas, automóveis e participamos da construção da nossa cidadania. É mais do que justo que os aposentados mereçam um tratamento, se não especial, pelo menos justo, através de reajustes condizentes com a realidade, para sua sobrevivência e dignidade.

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“Fog” londrino em Londrina

Londrina estava mais para Londres agora há pouco, às 16:30h. Uma névoa esbranquiçada e úmida cobria algumas áreas da cidade, como esta próxima à Av. Airton Senna. Os prédios lá do fundo começavam a desaparecer e as cores da cidade simplesmente sumiram. Tudo virou cinza. Depressivamente cinza…

Foto: Julio E. Bahr
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Uma pausa nas manifestações de rua

Chove forte em Londrina, assim como em outras regiões do Brasil. Acho que muitas mamães zelosas não deixarão seus filhinhos saírem às ruas para participar de novas manifestações. Eles correm o risco de pegar um resfriado, uma faringite, uma gripe. Mãe é mãe!

Acho muito bom haver esta pausa: a chuva vai esfriar nossas cabeças e dar tempo de pensar nas “ações” que a governanta propôs ontem – mesmo atropelando a Constituição. Dará tempo de analisarmos as declarações do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Ayres Brito, do ministro Marco Aurélio, do jurista Dalmo Dallari e de outros especialistas que comentaram a proposta da tal Constituinte. Tanto eles como outros juristas que já prestaram declarações são, em sua maioria, contra, pois segundo eles uma Constituinte só poderia ser convocada pelo Congresso (e não por plebiscito) e não pode se ater a apenas um item (no caso, a Reforma Política). A Constituinte, uma vez instalada, poderia reformar toda a Constituição e isso, na opinião de experts políticos, daria margem a uma grande virada esquerdizante no Brasil – sonho inabalável da maioria petista que está no poder.

Enquanto isso, curta o divertido Adoniran Barbosa (paulistano, cidade onde as manifestações se originaram) interpretando a seu modo a música italiana “Piove” (Chove).

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E agora, para onde caminham as manifestações?

Leia as previsões de dez jornalistas, ou analistas políticos, articulistas, “futurólogos” e gente que se diz entendida e especializada e pergunte sobre o futuro das manifestações de ruas no Brasil. Você terá onze respostas diferentes.

A maioria das previsões são “chutes” em direção a um gol imaginário. Fala-se em golpe da esquerda, em “primavera árabe”, na reação da nova classe C, no vandalismo pelo vandalismo,  em vinte, trinta novas reivindicações, na derrubada da governanta, em novas e cada vez mais exigências radicais, “no resultado da proeminência das alterações bioquímicas dos nêutrons em reação à cadeia alimentar dos fósseis”… e por aí vai.

Não tive o prazer de ler ou ouvir pela mídia nenhuma análise mais concreta sobre as origens dos problemas que levaram a estas manifestações exacerbadas nas ruas. Ninguém citou a excrescência  que restou dos tempos do governo militar, quando à título de “equilibrar” as decisões parlamentares entre os vários Estados da nação, foram guindados mais de 500 deputados à Câmara Federal. Mais de 500 deputados!!! Mais da metade constituída de inúteis, não-pensantes, vários ignorantes (os entrevistadores do CQC na Band já comprovaram), torrando uma verba absurdamente alta e desproporcional para os parâmetros do nosso país, com salários de marajós e despesas de representações, viagens e funcionários inúteis que não seriam pagas nem na utópica Xangrilá.

Ninguém perguntou do porquê da sobreposição de duas casas legislativas (Câmara e Senado) em Brasília, quando bastaria uma única casa parlamentar mais enxuta, funcional e ágil. Ou da docilidade com que ambas as casas aceitam – e aprovam – medidas provisórias (leia-se ordens) a granel, emanadas do governo federal, invertendo completamente o sentido das suas funções – afinal, eles deveriam legislar e o Planalto executar.

Ninguém mencionou a tal reforma política que se encontra num leito de UTI em algum local desconhecido de Brasília, que poderia colocar nos eixos e regulamentar os partidos políticos, as condutas dos deputados e senadores, as penalidades e cassações dos maus elementos da casa – e os há de sobra!

Não vi escrito em lugar nenhum qualquer crítica à sobreposição e criação de ministérios e mais ministérios, que não param de crescer, para abrigar não só os apadrinhados e apoiadores do Executivo, mas também uma multidão de protegidos e apaniguados que mamam nas tetas do governo ou são pagos pelo simples apoio político ao Executivo.

Ninguém comentou sobre a sordidez das composições políticas, da existência de um partido murista – aquele que se equilibra sobre o muro a cada eleição – e carreia seu apoio ao partido ou candidato que estará à frente nas pesquisas eleitorais, visando apenas permutar cargos e benesses – o povo que se lixe!

Poucos “analistas” citam o avanço do bolivarianismo em nosso país; a interferência inconstitucional do chamado Foro de São Paulo; a participação de terroristas das Farcs em território nacional; a vista grossa em relação ao contrabando de armas, drogas e contrabando que vazam por nossas fronteiras como goteiras em tetos de casas bombardeadas na longínqua Síria; a complacência das leis que beneficiam assassinos, ladrões, estupradores, atropeladores e simplesmente se esquecem e abandonam as vítimas da violência; a política às avessas em relação ao transporte urbano, quando desde o tempo de Juscelino Kubitschek – época da criação do GEIA, Grupo Executivo da Indústria Automobilística – foi feito um pacto para a produção desenfreada de automóveis e ônibus, além de estradas (esquecendo-se  e – pior – aniquilando  um sistema de trens que funcionava como alternativa em todo o Brasil) e agora se tornou um dos funis e as razões da primeira manifestação nas ruas de São Paulo.

Pouco se fala do sistema podre já instituído há décadas no país em relação ao superfaturamento de obras, empreiteiras, empresários, envolvimento de ministros, deputados, governadores, prefeitos e secretários, que ganham fortunas a cada tijolo, caixinha de remédio ou litro de leite fornecido ao município, somando o desvio de bilhões de reais anualmente, uma verba que visivelmente faz falta à educação e saúde.

Se as manifestações de rua tomarem o rumo das reivindicações “macro” do nosso país, criando mudanças estruturais que nos façam alçar gradativamente ao nível dos países de Io. Mundo, então certamente terão valido a pena. Se pararem agora, após o pífio resultado da redução de $0,20 centavos no custo das passagens de ônibus em dez ou vinte municípios brasileiros, então, jovens, vocês bateram pernas, gritaram, quebraram e apanharam à-toa. Os luzidios, barrigudos e hipócritas políticos brasileiros do Executivo e do Legislativo brasileiros estarão rindo escancaradamente enquanto continuam estufando suas malas e cuecas com o nosso dinheiro arduamente conquistado.

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Momento cultural londrinense: Leonilda Spina

Esta sexta-feira (21) londrinense chuvosa, com jeito mais para londrina, foi aquecida e brilhou com o lançamento do cd “Essência – Poemas” pela poetiza, escritora, declamadora e em especial nossa querida confreira na Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina, na ‘Livrarias Curitiba’ instalada no Shopping Catuaí.

Audiência plena, todos os assentos tomados, muita gente sobrando em pé, Leonilda foi prestigiadíssima por amigos, confrades, amigos da cultura e em especial pela presença de todos os filhos, noras e netos, que vieram de suas cidades especialmente para o lançamento.

Com seu dom nato para a interpretação, uma memorização incrível para textos e com o público fascinado pela artista, Leonilda declamou vários dos poemas que compõem o cd, deixando mais uma vez registrada sua marca de grande artista.

E para quem ficou com água na boca só de ler este breve relato, o cd “Essência – Poemas” está à venda nas Livrarias Porto. Vale a pena conferir!

Nas fotos, flagrante da declamadora Leonilda Spina “em ação” e o abraço amigo deste seu blogueiro.

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