Mês: agosto 2013



Como é sábado, aqui jazz…

O inigualável Louis Armstrong canta e toca “When the Saints Go Marching In”, talvez uma das mais representativas e mais tocadas músicas do jazz norteamericano. Como consta em um dos comentários no YouTube: “Damn, I feel so bad, why wasnt i bornt in those years”. Ou seja, “Droga, eu me sinto péssimo, por quê não nasci naqueles anos…”-

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Teoria da conspiração

Os conceitos do Executivo e do Legislativo andam tão em baixa após aprontarem uma bobageira pós outra, que anda circulando nas redes uma teoria conspiratória que, a estas alturas do campeonato brasileiro, digo, do ano pré-eleitoral, até poderá ser verdadeira.

Segundo a teoria, a contratação dos médicos cubanos seria uma engenhosa máquina de desviar dinheiro público, exatamente como foi o mensalão: o Brasil pagará centenas de milhões de dólares para Cuba a título de “empréstimo” dos médicos cubanos; estes – como se sabe – serão miseravelmente remunerados pelo seu governo (casa e comida ficarão por conta das prefeituras de cada município onde prestarão serviços) e Cuba devolverá boa parte do dinheiro ao partido do nosso governo, ou seja, o PT. Serão valores corretamente contabilizados na saída do Brasil e não contabilizados no seu retorno. Todos já deduzimos que a vinda dos médicos cubanos estava premeditada há longo tempo. A pretensa remuneração  a Cuba seria uma espécie de lavagem de dinheiro, que retornaria aos cofres do PT para financiamento da próxima campanha eleitoral dos seus candidatos.  Um novo mensalão melhor elaborado…

E aqui cabe uma observação: a afirmação da nossa governanta de que “é comum médicos estrangeiros, inclusive brasileiros, trabalharem no Exterior” é verdadeira, mas não levou em conta de que sim, médicos brasileiros disputam vagas em hospitais de Primeiro Mundo para buscarem suas especializações. Diferente do Brasil, são hospitais que possuem os recursos tecnológicos mais modernos e comparados com os locais onde trabalharão os médicos cubanos, seria como um brasileiro viver num hotel 5 estrelas e os cubanos  acamparem em barracas, em plena selva.

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” – Deputado ladrão, deputado sem-vergonha!”

O deputado safado Donadon ajoelhou-se e rezou, com as mãos para cima, logo após saber do resultado. Foto Globo

Se estes “elogios” já vinham sendo distribiídos à larga por grande parcela da população brasileira, agora nem há mais o que ser discurtido a respeito: a Câmara dos Deputados em Brasília deu sua maior demonstração de incompetência, safadeza, ignorância e exemplo negativo para os cidadãos brasileiros e para o mundo.

Chamada a cassar o mandato do deputado Natan Donadon, já condenado por formação de quadrilha e peculato por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília, a Câmara registrou em “votos secretos” que faltaram 24 votos para sacramentar a cassação do mandato do deputado. Foram 233 a favor da cassação, 131 contra e 41 abstenções. Eram necessários, no mínimo, 257 votos. Atentem para os números: 172 deputados compactuaram com um criminoso, ladrão, corrupto, já presidiário e afrontaram a ética, a lei, a ordem e a justiça.

Por sorte do brasileiro, mesmo saindo vitorioso na votação, o deputado-ladrão não poderá exercer o mandato. Donadon havia saído de camburão da Penitenciária da Papuda para fazer pessoalmente sua defesa no plenário da Câmara. Após a votação, lá voltou ele para a cadeia algemado no mesmo camburão, mas ainda com o mandato de deputado…

Tudo o que for dito agora pelos seus 172 “colegas” que não têm a dimensão da importância dos seus cargos, não sabem o que significa ética, justiça, moral, representação popular e ignoram o triste patamar em que colocaram ridiculamente o Brasil frente ao mundo neste Século XXI, será inútil, tortuoso e principalmente vergonhoso. Esses ignorantes nos colocaram ao nível de uma Somália, um Afeganistão, uma Gana e de outros redutos onde reina a obscuridade política – sem demérito para suas pobres populações.

É por isso que dilma & Cia. se dão tão bem com os paisecos da América Latrina: afinal Kirchner, Morales, Maduro e outros hermanitos são da mesma estirpe dos Donadon da vida.

E sem que alguém venha me acusar de estar incitando a violência, a lógica nos indica que o caminho mais curto para que os manifestantes das ruas obtenham sucesso, será a invasão e depredação das casas daqueles 172 deputados paspalhos, ignorantes e sem dúvida ligados ou coniventes ao crime, ao roubo e à ilegalidade! As famílias deles devem estar tão envergonhadas como nós, brasileiros trabalhadores e pagadores de impostos.

O próximo passo será observar a conduta dos deputados sem-vergonha quando (e se) chegar a hora de cassar os mandatos dos criminosos do mensalão. Aí, sem, o conflito moral estará armado.

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Revolução em marcha

No programa “Roda Viva” da TV Cultura exibido nesta segunda-feira, o Prof. Miguel Reali Jr., jurista, ex-ministro da Justiça, um dos elaboradores da Constituição de 88, levantou uma questão que merece reflexão. Disse ele estranhar muito a extrema rapidez com que Cuba selecionou, treinou e encaminhou ao Brasil os médicos cubanos, centro de enorme polêmica entre o governo brasileiro e as associações médicas do nosso país. –“É como se já estivesse tudo preparado há muito tempo”, insinuou ele.

De fato, quem viaja para outros países por um longo período de tempo sabe quantas providências e arranjos são necessários antecipadamente: são filhos, pais, parentes que ficam distantes e, no caso destes médicos, por um período de dois anos. Não se larga tudo em duas semanas de maneira atabalhoada, de uma hora para outra. E não são apenas uns poucos gatos pintados, são milhares de cubanos que desembarcarão em nosso país.

Prof. Reali não disse, mas deixou explícito nas entrelinhas que provavelmente este arranjo entre os governos brasileiro e cubano já estava planejado há longo tempo. Era só uma questão de oportunidade.

O que nos leva a uma suposição: e se realmente os tais médicos cubanos, que dizem se orgulhar em “colaborar com a saúde dos brasileiros”, não passarem de propagadores da tal revolução bolivariana em marcha no nosso continente? Que facilidade maior teriam esses chamados médicos do que conviver nos rincões mais distantes do Brasil e, longe da grande mídia, partirem para o proselitismo político, tratando de incutir na cabeça daquelas pessoas mais simples como o socialismo é paradisíaco, como “deu certo” em Cuba, como todos são “felizes” na ilha dos irmãos Castro, como a igualdade das pessoas niveladas por baixo as torna mais fortes?

Essa manobra do ministro da Saúde apenas encobre a ineficiência da sua pasta, que teve 12 anos para elaborar um planejamento que viesse a melhorar o atendimento médico, as instalações, os equipamentos, a infraestrutura, os hospitais, ambulatórios, pronto-socorros, “postinhos” e salários dos profissionais da saúde, mas que se revelou um dos maiores fracassos na gestão administrativa do PT – de um lado partido mestre em blá-blá-blá e política e de outro um desastre na consecução de objetivos sérios e macro-realizações.

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Exemplo para Londrina

Quem mora em Londrina já está farto de ser achacado pelos malfadados “flanelinhas”. Basta ir com seu carro a uma apresentação musical, de teatro ou até a uma palestra e lá aparecem os flanelinhas, que por vezes são até bandidos condenados pela justiça. Os locais mais visados são Teatro Marista,  a Av. Higienópolis altura do Pátio São Miguel, o Iate Clube em noites de festas e formaturas, o Bar Madalena, a Praça Miguel Blasi aos domingos, a Av, Madre Leônia e nas imediações de praticamente todos os restaurantes e locais de eventos onde há poucas vagas para se estacionar o carro.

O pior é que os flanelinhas não procedem a uma simples cobrança amigável: muitos são agressivos, pedem uma fortuna – adiantada – e se escafedem pouco tempo depois, deixando seu carro absolutamente desprotegido. São achaques ilegais, aparentemente tolerados pela polícia que nunca está presente.

Este filme feito em São Paulo mostra o trabalho continuado da polícia civil  prendendo flanelinhas que trabalham ilegalmente, praticam extorsões e muitas vezes se juntam aos cambistas que vendem ingressos com sobrepreço, que podem até ser falsificados.

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Quando fumávamos todos

Tive o prazer de assistir no Canal Brasil,  “Uma Noite em 67”, documentário de 2010, dirigido por Renato Terra e Ricardo Kalil..

Chico Buarque (fumando) sendo entrevistado por Randal Juliano

Foram aproveitadas imagens de arquivo da velha Rede Record de Televisão e inseridos depoimentos de músicos como Chico Buarque, Edu Lobo, Caetano Veloso e Gilberto Gil, contando a história da final do “3º Festival da Música Popular Brasileira”, que eu assistira em transmissões ao vivo naquele ano.

Durante os intervalos das apresentações, enquanto o júri estabelecia as notas para cada música, eram feitas entrevistas com os candidatos em meio a uma quantidade imensa de pessoas presentes no palco – artistas, músicos, pessoal da tevê, repórteres e bicões,

Participante do festival fumando, Atrás está Nara Leão

O documento é histórico, pois mostra várias personalidades – algumas das quais já nos deixaram – como os apresentadores do programa Blota Júnior, e Sônia Ribeiro, os à época repórteres Reali Júnior e Cidinha Campos, o apresentador Randal Juliano, o pessoal do “MPB 4” e vários conjuntos musicais da época.

Mas o que mais chamou a atenção era o número imenso de pessoas que acendiam seus cigarros no palco, todos fumando desbragadamente, mesmo durante as entrevistas – repórteres e entrevistados. Assustador, se imaginarmos que vários auditórios e teatros pertencentes às emissoras de tevê soçobraram por causa de grandes incêndios.

Tudo consequênciaFumando... à frente está Gilbero Gil do marketing das indústrias de cigarros, que conseguiram fazer com que o cinema apresentasse em 80% dos filmes o ator principal fumando, o que, claramente, não era obra do acaso. Havia um interesse muito grande, por parte da indústria do fumo, em que o tabaco estivesse relacionado com as figuras artísticas locais ou do chamado mundo fashion internacional. Se você vê um artista famoso fumando, que mal haveria em imitá-lo, sobretudo, se ele alcançou tanto sucesso na vida?

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