Mês: janeiro 2014



O guru das cavernas “ensina” fundamentos da internet

lula das cavernasO ex-ferramenteiro Lula da Silva, do alto de todo o seu conhecimento tecnológico (menas, menas, bahr-baridades!), durante um intervalo em que não coçava o seu saco – o que ele mais fez na vida, além dos traguinhos da cachaça 51 e das peladas (de futebol) – deu uma entrevista em vídeo “ensinando” internautas a se “comportarem” nos seus textos na internet.

“Afinal de contas, quem planta vento, colhe tempestade. Então, é importante que a gente saiba usar corretamente”, afirmou o guru, defendendo a “utilização responsável da internet”. Disse ainda ser contrário a qualquer tipo de restrição ao uso da internet e destacou seu potencial para divulgar informações. No entanto, as redes devem ser usadas para falar “coisas positivas” e, se for para fazer críticas, “criticar com fundamento”, sem fazer “jogo rasteiro, da calúnia e do baixo nível. Jamais usarei internet para fazer calúnia contra quem quer que seja”, completou.

Vejam os leitores que contrassenso. Parece que a mensagem do guru não se aplica aos sites e blogs dos seus asseclas. Eis fragmentos de textos extraídos do site Tribuna Petista (nem é necessário esclarecer que se trata de um site lulista):

Sobre as tais “Manifestações” que estão causando o caos no país: 

É um ajuntamento de pequenos grupos ultra-direitistas e jovens egoístas, desinformados da classe-média, sem qualquer importância política;

Possuem práticas típicas de grupos fascistas e são eleitoralmente inexpressivos, visto que são totalmente alienados em relação ao que de fato acontece no país;

 O desemprego e a crise econômica, que graças ao governo Lula e Dilma, são irrelevantes no Brasil, faz (sic) com que a “mobilização” tem de buscar outras bandeiras de lutas. Algumas, ridículas, como o cancelamento da Copa de 2014;

O combate à corrupção (excluindo o mensalão do PSDB mineiro e a privataria tucana é claro), virou um eficaz instrumento para as lideranças desses grupelhos disfarçarem suas reais intenções, que é desestabilizar o governo Dilma;

O poder público não sabe agir dentro da lei para conter os fascistas. Ou se omite, ou age como eles (ou da forma como eles querem). Em São Paulo, o governo Alckmin praticamente entregou o estado nas mãos dos fascistas;

 Nestes momentos que as lideranças políticas são testadas. E como estamos vendo, Alckmin em São Paulo e Anastasia em Minas Gerais, já mostraram que não possuem condições de governarem nada, pois os dois estados estão mergulhados no caos;

 Os governos de Alckmin e Anastasia são omissos e a população dos dois estados é que sofre o prejuízo.

E por aí se estende a ladainha do site.

E de outro site lulo-comunista, denominado Carta Maior:

Em entrevista à Carta Maior, Vagner Freitas, presidente da maior central sindical brasileira, afirmou que a contratação do ex-presidente do PT, Delúbio Soares, condenado pela Ação Penal 470 a XX anos de prisão em regime semiaberto, é um reconhecimento da expertise dele em relação à pauta política e sindical, é um ato de solidariedade ao companheiro que foi um dos fundadores da CUT, mas também é um ato político contra um julgamento de exceção, que a central teme que possa abrir precedentes jurídicos que prejudiquem a luta dos trabalhadores.

E também do Carta Maior:

A socióloga Valquíria Padilha não se surpreendeu com o fenômeno dos rolezinhos. Professora de Sociologia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, na USP de Ribeirão Preto, ela lançou em 2006 um livro premonitório, “Shopping Center: a catedral das mercadorias”. Nele sublinha o papel segregacionista desses bunkers do consumo que, e sua opinião jamais serão democratizados. Valquíria desabafa: a identificação de cidadania com consumo ‘é o fracasso da humanidade’.

Como já deu para notar, o guru das cavernas acredita piamente que toda oposição é mentirosa, e apenas os seus apoiadores sempre têm razão. Na verdade, não entendo por que Alckmin, Anastasia, os representantes dos shopping-centers e o próprio STF, entre tantos outros – todos difamados nos sites e blogs esquerdo-rubro-petistas – ainda não moveram processos e/ou pediram indenizações por calúnias.

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Comentários petralhas

proibidoComo é esperado, nosso blog Bahr-Baridades tem recebido uma série de comentários originados de pessoas e/ou grupos apoiadores do partido esquerdista que está no poder, os chamados “petralhas” – uma felicíssima denominação criada pelo jornalista Reinaldo Azevedo.

Apesar de inserirmos aqui textos que nem sempre se relacionam à política – são generalidades, vídeos, “divertissement”- e também criticarmos a praticamente extinta e enterrada oposição ao atual governo, os posts que retratam e denunciam as barbaridades (sem trocadilho com o nome do blog) petistas e dos seus partidos agregados nunca agradam àqueles que ou são simpatizantes das esquerdas, ou ocupam cargos e recebem vantagens, ou ainda fazem parte do grande contingente de “vigilantes do poder”, através de ONGs ou blogs pagos pelo governo para se incumbirem exatamente desta missão: contestarem, atormentarem e azucrinarem todos aqueles que procuram escrever as verdades e retratar o entorno. Lembra um pouquinho a Gestapo de Hítler ou a KGB da União Soviética, que mantinham verdadeiros exércitos de vigilantes e “dedurantes” para tirar os adversários de circulação, castigá-los e até enviá-los para a morte.

O post escrito pela socióloga Maria Lucia Victor Barbosa, “Anomia, o caso brasileiro”, aparentemente mexeu fundo nas feridas dos petralhas. Nosso blog recebeu alguns comentários desairosos, que obviamente não foram publicados. Entre as lamurientas afirmações de um dos petistas, ele desfia a eterna ladainha do “isso é resquício do governo FHC”, esquecendo-se que seu PT está há 13 anos no poder e nada do que foi aventado no artigo, repito: NADA! pode ser imputado a um presidente que já está fora do poder há tanto tempo.

Ao notar que seu comentário não foi publicado, voltou à carga com outro comentário, escrevendo que “não é publicado então este meio de comunicação não é imparcial toma partido e só aceita o que interessa”… seguido de algumas palavras impublicáveis, bem ao estilo dos amantes (não no sentido carnal, para isso seria necessário um esforço supra-humano) da governanta.

O mais curioso é que o reclamante tem ao seu dispor um leque de sites e blogs nos quais poderia se lamuriar à vontade – são seus colegas de ideologia: “Soesquerda”, “Portal Vermelho”, “Blog da Esquerda Marxista”, “Esquerda”, “Esquerda Republicana”, “Vermelho à Esquerda”, “Carta Maior”… entre tantos outros, que receberam 69,2% do dinheiro gasto em 2012 pelo governo federal com propaganda na internet.

Então, só podemos sugerir que os reclamantes ou debatam aqui em nível, com argumentos consistentes e numa linguagem educada, ou se dirijam às suas turmas e continuem por lá fazendo o que mais gostam: xingar FHC, o capitalismo, os EE.UU., as loiras de olhos azuis, os proprietários rurais, os adversários políticos e seja lá mais o que for. Nosso analista de comentários vai continuar bloqueando os indesejáveis.

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Afinal, qual dos poderes realmente manda no Brasil?

matançaAno de 2014. Aparentemente, tudo o que nós aprendemos nos livros escolares sobre a ordem hierárquica de comando e decisões no nosso país, fez água.

O poder número um – Executivo – tem enfiado os pés pelas mãos. Manda aqui a governanta eleita ou manda o capeta (aquele que presidiu o país por oito anos), que continua fungando no cangote da sua insegura preposta, escolhendo nomes para cargos, dominando reuniões decisórias, indicando candidatos a governador e, pior, elevado à categoria de guru a cada crise ou bobageira cometida pelos seus prepostos?

Do Legislativo nem se fala: nosso Congresso alcançou o supremo milagre de ser considerado um dos poderes mais corruptos, menos bem visto e minimamente produtivo na sua missão, que seria simplesmente legislar, propor leis, propor melhorias para a população. Mas, qual o quê! Aquela casa forma um grupelho fechado, legislando sempre em causa própria, protegendo seus corruptos e esbanjadores, transformando-se numa casa de favores e de negociatas. As leis, tão necessárias, estão engavetadas à espera de votações.

Manda aqui o Judiciário? Apesar da surpresa do nosso povo com o resultado positivo no processo do mensalão – pífio em alguns sentidos – também este poder tem suas próprias restrições no alcance das suas atribuições. Infelizmente o Judiciário tem dado mostras de incompetência quando se trata de acelerar processos, reaver dinheiro público desviado, manter criminosos na cadeia e até controlar seus próprios membros, muitos dos quais  envolvidos em escândalos por mau uso dos cargos.

Mandam as Forças Armadas? Parece que não: depois da chamada “abertura política”, quando os militares se afastaram do poder após 25 anos desde que colocaram ordem na casa em 1964, Exército, Marinha e Aeronáutica nos parecem ter sido suficientemente enfraquecidos para que não interfiram mais nos rumos políticos do Brasil.

Só existe uma resposta óbvia para apontar quem realmente manda no país: são os narcotraficantes, a bandidagem, os criminosos, estejam eles soltos pelas ruas ou até encarcerados nas penitenciárias. São os criminosos que obrigam o comércio a fechar as portas sempre que lhes aprouver. São eles que eliminam seres humanos a seu bel prazer, colocando nosso país nos primeiros lugares no ranking mundial em número de homicídios. Contrabandeiam e importam armas, munições, drogas. Compram os serviços de competentes advogados para livrá-los de penas e da cadeia. Comandam uma enorme rede montada hierarquicamente como num organograma empresarial, emitindo ordens via celulares de dentro das cadeias. Aplicam e investem dinheiro em empresas aparentemente formais, o que lhes proporciona um “cash” invejoso para ampliar cada vez mais o leque de atividades ilícitas.

Seu poder de força é tão grande que enfrentam despudoradamente as forças policiais em todos os cantos: nos morros cariocas, mesmo aqueles considerados ironicamente de “pacificados”, nos bairros chiques de São Paulo, nas rodovias libertando seus companheiros em trânsito com operações tão mirabolantes que lembram os tempos dos gângsteres de Chicago na época da Lei Seca, no continuado roubo de veículos em todos os cantos do país, no assassinato frio e calculista de policiais, nas balas perdidas que matam até crianças inocentes, no aliciamento de jovens para o tráfico, no roubo de cargas, nas explosões de caixas eletrônicos com dinamite (quem lhes fornece essa carga explosiva?), no contrabando, nas invasões de propriedades, nos assaltos a bares, restaurantes e postos de gasolina, na falsificação de documentos, nas operações de “saidinha de bancos”, nas chacinas, nos incêndios de ônibus, na cobrança de “pedágios” para exploração de serviços naquelas eufemisticamente chamadas “comunidades” (as favelas), no desafio constante à lei e à ordem.

Eis apenas algumas poucas manchetes na mídia, informadas hoje:

“Complexo do alemão: tiroteio volta a assustar moradores. Bandidos atacaram bases da UPP e delegacia da área”.

“Cinco homens são presos após perseguição e troca de tiros na Zona Norte do Rio de Janeiro”.

“Homicídios no Rio de Janeiro sobem 22% em outubro de 2013: foram 384 assassinatos, 70 a mais do que no mesmo período de 2012”.

“Ex-presidente do Banco do Nordeste é denunciado por desvio de R$1,2 bi”

“Taxa de assassinatos na Bahia aumentou 399,5% de 2000 a 2010”

 Foto: informehoje.com
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Anomia, o caso brasileiro

Maria Lucia Victor Barbosa *

O sociólogo Emile Durkeim (1858-1917) viveu as turbulências do início da sociedade industrial e isto influenciou sua preocupação com a ordem e com novas ideias morais capazes de guiar o comportamento das pessoas. Ele observou os conflitos resultantes das transformações socioeconômicas nas sociedades europeias e concluiu que havia um estado de anomia, ou seja, a ausência de leis, de normas, de regras de comportamento claramente estabelecidas.

Na atualidade o rápido desenvolvimento dos meios de transporte, de comunicação, da tecnologia, da ciência indica a transição para um mundo mais complexo onde o conhecimento de hoje é rapidamente ultrapassado amanhã. Nesse contexto valores são perdidos, instituições se desagregam, percepções entre o certo e o errado desaparecem e o indivíduo parece uma mosca tonta na janela de um trem-bala. Prevalece o individualismo, o hedonismo, a vulgaridade, a mediocridade, a imoralidade.

Como as sociedades são dinâmicas e não dá para permanecer nesse estado indefinidamente aos poucos vai se construindo uma nova ordem. Paralelamente começam a surgir novas representações coletivas, outro conceito de Durkeim a significar experiências advindas da influência grupal – família, partido político, religião, etc.- que suprem os indivíduos com ideias e atitudes que ele aceita como se fossem pessoais.

No Brasil, país da impunidade, do jeitinho, da malandragem sempre houve certa anomia. Um salvo-conduto para o desfrute impune de atos de corrupção. Uma largueza moral que encanta os estrangeiros que aqui vêm usufruí-la sem jamais ousarem repeti-la em seu país. Características essas culturais originadas historicamente e aprimoradas ao longo do tempo.

Contudo, foi com a entrada do PT na presidência da República que acentuou nossa anomia. Isso se deu através dos sucessivos e impunes escândalos de corrupção do partido que se dizia o único ético, o puro, aquele que vinha para mudar o que estava errado. No poder o PT se tornou não um partido não igual aos outros, mas pior.

Por isso mesmo foi marcante o julgamento do mensalão quando, pela primeira vez, poderosos e seus coadjuvantes foram parar na cadeia por conta da coragem e da firmeza do ministro Joaquim Barbosa auxiliado por alguns ministros do STF.

Lula da Silva sempre foi um homem de muita sorte ajudada por sua verborragia. Herdou um país sem inflação, além de políticas públicas as quais de certo modo imitou. No plano internacional reinava calmaria econômica. No âmbito interno nenhuma oposição partidária ou institucional. As performances escrachadas do “pobre operário” agradavam a maioria e formou-se uma representação coletiva que aceitava todos os desvios e desmandos do governo. Diante da roubalheira o povo dizia: “se eu estivesse lá faria a mesma coisa”.

O todo-poderoso Lula da Silva se reelegeu e fez mais, obteve um “terceiro mandato” sem precisar alterar a Constituição. Isso porque elegeu uma subordinada que não dá passo sem ouvir suas ordens.

Contudo, no final do segundo mandato de Lula da Silva a economia do Brasil paraíso começou a fazer água e os três anos da sucessora tem sido um fiasco retumbante.

O álibi para o descalabro é a a crise internacional, mas, na verdade foi a politica econômica incompetente e errática da presidente e do Mr M autor das mágicas contábeis, ou seja, do Senhor Mantega, que está nos conduzindo ao fracasso.

O governo do PT conseguiu nos transformar no país dos pibinhos, no lanterninha dos BRICS. A inflação cresce, tivemos em 2013 o maior déficit comercial de nossa história, com resultado negativo de US$ 81,3 bilhões, a geração de emprego recuou 18,6% no ano passado, a desvalorização cambial já é outro grave problema.

Existe, porém, algo mais que a economia. Lula da Silva se aliou à escória governamental, a começar pela América Latina. Insuflou ódios raciais. Jogou a Educação no nível mais baixo enquanto seu ministro Haddad tentava insuflar amoralidade na formação das crianças. A Saúde virou sinônimo de crueldade e não serão médicos cubanos, ideologicamente trazidos para cá, que reporão a falta de estrutura de hospitais e postos de saúde.

Agora está sendo colhido o que foi plantado com os votos no PT. A manifestação pacífica de junho, em 2013, foi só um passo tolhido pela entrada dos tais black blocs, politicamente inseridos ou não. Entretanto, várias outras manifestações vêm se espalhando pelo país de forma violenta com queima de ônibus, interdição de estradas, depredações, saques. Enquanto isso aumenta a força da criminalidade dando a nítida impressão de que um tenebroso Estado paralelo se sobrepõe ao Estado de Direito.

A rotineira barbárie da prisão de Pedrinhas é a ilustração mais perfeita da anomia brasileira a qual devemos agradecer aos nossos governantes, especialmente, ao governo do PT.

* Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
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São Paulo 460 anos e o marco da Bienal

1a bienal

Cartaz selecionado para a 1a.Bienal de arte de São Paulo

São Paulo 460 anos  tem muito do que se orgulhar:  sao destaques o Teatro Municipal, a USP, o Hospital das Clínicas, o Parque do Ibirapuera, a Estação da Luz, o Palácio do Governo, os Edifícios Matarazzo, Copan, Itália, o Conjunto Nacional, a Pinacoteca do Estado, o Museu da Língua Portuguesa, o Museu do Futebol, o Estádio Municipal do Pacaembu, o Museu de Arte Moderna, as obras de Victor Brecheret, o Estádio do Morumbi, o Museu do Ipiranga. a Avenida Paulista… poderíamos enumerar dezenas e dezenas de símbolos na maior cidade da América Latina.

Um dos marcos paulistanos mais importantes e que levou a imagem de São Paulo para o mundo foi a primeira Bienal de São Paulo, que ocorreu em 1953, colocando o Brasil no cenário internacional das artes plásticas. Como sempre, foi a capital paulista que cravou mais este pioneirismo cultural no Brasil. Tão importante como as obras de arte selecionadas entre artistas nacionais e estrangeiros, era o concurso que cada edição da Bienal promovia para eleger o melhor cartaz que divulgaria o evento.

BIENAL 1963

Foi para a Bienal de 1963 que este seu blogueiro criou um cartaz – inteiramente desenhado e colorido com tintas guache, na velha e hoje esquecida prancheta, quando ainda nem se cogitava da existência de computadores. Naquele ano, 1053 artistas participaram do concurso e este seu blogueiro obteve a 19ª colocação (um feito para o jovenzinho de vinte e um anos), tendo o trabalho exposto ao público (vide foto preto/branco, clicada por fotógrafo anônimo). Infelizmente a tecnologia da época não facilitava a reprodução de uma cópia para arquivo, razão pela qual a criação se perdeu no tempo e no espaço. Até a página do jornal onde o cartazes finalistas foram apresentados não sobreviveu…

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Imolando ônibus. Ao invés de animais ou feiticeiras

feiticeiraA imolação de animais é uma prática usual em algumas religiões.  A historia registra que povos e até culturas demasiadamente avançadas aos olhos dos ocidentais contemporâneos, sacrificavam animais e humanos em honra ao Deus sol. O sacrifício de animais está presente na história do mundo desde sempre.

Mas é a primeira vez que um povo – no caso os brasileiros – decidiu imolar ônibus em sacrifício… a que mesmo? Agora espalhou-se pelas cidades brasileiras o costume de imolar ônibus a cada vez que uma composição de trens descarrila ou para no meio do trajeto.  Imola-se ônibus a cada vez que uma criança é atropelada na periferia – mesmo que ela tenha sido largada pela mãe ou avô, brincando no meio da rua, sem noção do perigo. Imola-se ônibus a cada vez que alguém é atingido por uma chamada ”bala perdida”. Imola-se um ônibus a cada vez que algum preso é morto por algum outro preso em alguma penitenciária. Imola-se ônibus a cada vez que um policial mata um delinquente em legítima defesa ou praticando sequestro, assassinato e outros crimes. Imola-se um ônibus a cada vez que a justiça expulsa invasores de terrenos grilados, invadidos ou sequestrados dos seus proprietários. Imola-se ônibus a cada passeata ou nas assim chamadas “manifestações”, sejam elas de qual caráter forem.

O interessante é que esta imolação – como na antiguidade, acendendo piras ou fogaréus – só tendem a prejudicar cada vez mais os próprios usuários dos ônibus – geralmente em número insuficiente, oferecendo um serviço de organização precária e deficiente em trajetos, qualidade e horários na maioria das cidades.

A cada vez que um ônibus é incendiado, como o foram as bruxas nos tempos da Inquisição, há uma enorme diferença: aqui o feitiço vira-se de forma contundente contra os feiticeiros.

 

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Espionagem e contos de fadas

satelite espiaoComo se dizia antigamente: é tudo para inglês ver. Aliás, a expressão “só para inglês ver” remonta aos tempos após a partida da família real portuguesa para o Brasil: em Portugal, sob domínio inglês, sempre que saía uma lei ou era necessário apresentar um relatório a um general inglês, o português lá tinha que organizar tudo muito bem e por escrito, para mostrar aos ingleses de que estava tudo em ordem. Na prática era só papel e servia apenas para demonstrar teoricamente que tudo estava bem, quando na realidade a situação era bem diferente e muito possivelmente as regras não eram cumpridas pela população. Vai ver que foi naquela época que nasceu a chamada burocracia luso-brasileira, que subsiste até hoje.

Agora surge a notícia de que o discurso de Obama sobre redução da espionagem, tema que provocou traumas e brotoejas na nossa governanta “é o primeiro passo para promover mudanças nos serviços de inteligência americanos, inclusive com a promessa de que não vão mais monitorar comunicações de chefes de Estado e governos aliados”, segundo ele.

Alguém, em sã consciência, acredita nisso? É óbvio que o governo americano vai continuar espionando – e cada vez mais – o Brasil, as estatais, a nossa governanta, os ministros e todos aqueles que julgar necessário para efeitos de segurança e/ou para sacar vantagens comerciais. E vão continuar espionando outros países, com certeza.

Os norte-americanos provavelmente possuem a tecnologia mais desenvolvida do mundo em informática, telecomunicações, satélites, domínio do espaço aéreo – e espionagem. Jamais deixarão de tirar proveito destes avanços e, ao contrário do discurso do Obama, continuarão a exercer suas potencialidades. No que fazem muito bem. Ou você, leitor, imagina que eles já esqueceram o fatídico dia 11 de setembro?

Com o discurso, Obama simplesmente apaziguou ânimos mais exaltados, fez a chamada lição de casa da diplomacia… mas com certeza é tudo para inglês ver. E para acabar com as brotoejas da nossa governanta.

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O descaramento dos esquerdopatas

mtstAno de eleições. Todas as artimanhas são válidas. Jogo sujo. Desvirtuamento da verdade, incitamento ao ódio, acusações sórdidas, intrigas, montagem de falsos cenários.

Estou falando do partido do governo, do PT e de seus partidos agregados, dos caras que empunham as bandeiras vermelhas cor de sangue endeusando o regime stalinista que trucidou mais de 50 milhões de pessoas, dos ministros mentirosos e dos políticos regidos por uma governanta incompetente e desastrosa.

Se o Brasil foi incapaz de eliminar a pobreza nestes treze anos de regime petista, deixando de aproveitar a melhor oportunidade que nosso país já teve na História – com a crise americana e europeia – se o número de favelas, barracos, invasões, assassinatos, crimes, corrupção e miséria cresceu descontroladamente, se o desequilíbrio social, a falta de escolaridade, os problemas na saúde, desvios de dinheiro público e a incompetência generalizada estão aumentando dia após dia…

… com que direito o ministro Gilberto de Carvalho, implicado no caso da morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel (e cuja investigação resultou em… nada!), a racista ministra da Igualdade (sic) Racial Luiza Barrios e o atrapalhado prefeito de São Paulo Fernando Haddad acusam a polícia e os frequentadores de shoppings de discriminar jovens negros e/ou pobres nos “rolezinhos” politicamente programados para invadir e perseguir a classe média nos shopping-centers?

… com que direito esses esquerdopatas apoiam a subversão à ordem provocada por integrantes do MST e do MTST (os movimentos dos sem-terra e dos sem-teto)?

… com que direito esse grupo político vai se eternizar no poder à la Kim Jong-un, à la irmãos Castro, à la Chavez-Maduro, à la José Eduardo dos Santos, ditador em Angola  e Teodoro Obiang (Guiné Equatorial), ambos no poder desde 1979?

… com que direito os esquerdopatas vão destruindo acintosamente nossas favelaoinstituições, dificultando a sobrevivência das entidades privadas e acabando com Petrobrás, finanças públicas, agroindústria, fazendas produtivas?

É uma pena que no Brasil não haja uma oposição organizada e suficientemente forte para combater e denunciar estes abusos. Provavelmente teremos de aguardar por nova revolução e convulsão social para remover estes incompetentes desonestos do poder e aí, sim, proceder a uma limpeza ético-moral e a uma varredura radical neste cancro sórdido que assola o país.

Fotos: não parecem. Mas são do meu Brasil brasileiro…
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