Mês: fevereiro 2014



Para decepção dos que acreditavam na justiça

quadrilha

O poder político da ditadura de esquerda que está estendendo seus tentáculos por todo território nacional, conseguiu nomear vários ministros do Supremo Tribunal Federal simpáticos à sua causa e incluí-los no Politburo brasileiro. São os novos eleitos deslumbrados com o convite da governanta, que primam pela vaidade, trocaram a ética pelo poder, convivem com altos salários, mordomias, regalias e se esquecem do primordial em sua função: diferenciar o certo do errado e atender ao clamor popular (povo quer justiça, bandidos na cadeia e que os juízes honrem seus cargos). Deu no que deu. Nossos pêsames!

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Lula, amiguinho e fã de Chavez e Maduro

http://www.youtube.com/watch?v=LZS1OeRIRbk

Eu teria vergonha de passar para a história da América Latina após gravar declarações como esta do energúmeno apedeuta molusco que, para nosso azar, foi presidente do Brasil. Não é possível imaginar que alguém apoie a matança, o sofrimento, o desabastecimento e o desespero de um povo, gente como a gente, que já respirou os ares da liberdade e da democracia.

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Burlando o controle de identificação por digitais

Ah! O brasileiro é mesmo muito criativo. Não importa o quanto de investimento seja aplicado em sistemas de controles – no caso a identificação para acesso ou liberação de catracas – alguns espertinhos sempre dão um passo à frente e conseguem ludibriar a tecnologia.

Empresas investiram milhões no sistema chamado de biometria – leitores ópticos de digitais – e por parcos R$50,00 os malandros burlam todos os sofisticados controles que deveriam ser indevassáveis, à prova de fraudes.

digital de siliconePor isso, pipocam na mídia os casos de médicos que fraudavam cartões de ponto, auto-escolas que “comprovavam” aulas presenciais de alunos, acessos indevidos de pessoas em empresas e residências, cuja segurança julgávamos absolutamente indevassável… e sem a menor sombra de dúvida essa fraude será utilizada nas próximas eleições em muitas seções eleitorais que adotaram a identificação do eleitor através da sua impressão digital.

Já não bastavam as informações sobre urnas eletrônicas fraudadas e pré-programadas… agora vão pairar dúvidas cruciais também sobre a identidade real de eleitores.

Além disso, ficam sob suspeição todas as organizações que utilizam a leitura digital, como bancos, Detrans, empresas onde se requeira segurança máxima…

Sim, o brasileiro é muito criativo. Como seria fantástico se toda essa engenhosidade fosse dirigida à tecnologia do bem!

Vídeo: TV Folha / Foto: Notícias r7
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Museu do feitiço na Alemanha

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Eis aqui um museu um tanto diferente: é o Museu Soul of Africa, em Essen, na Alemanha, dedicado à cultura vodu, a magia e as artes de cura da África Ocidental. O vodu é uma religião oriunda da África, da região dos Yorubás e chegou ao Haiti, levado por escravos, em 1571.

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As bonecas vodu variam de acordo com a tribo que as confecciona. Não possuem um tamanho específico e podem ser feitas de diversos materiais, como: tecido, cera, madeira, argila, etc. Cada boneca tem uma finalidade específica e nem sempre são confeccionadas para o mal: há bonecas com roupas longas e festivas, utilizadas para trabalhar os problemas de fertilidade da mulher ou para induzir no casal o desejo de terem filhos. Outra é utilizada para evocação de proteção ancestral, há bonecas para aquietar mulheres muito rebeldes ou promíscuas, outras para as mulheres terem o domínio sobre o homem ou para aquietar homens rebeldes ou promíscuos.

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O museu inclui uma coleção rica e abrangente como a “Yorubá”, fantástica coleção de trajes usados pelos membros da sociedade secreta “Egun” quando em culto. Há fantasias que representam antepassados já mortos. Outra seção mostra figuras esculpidas repletas de feitiços, que são usadas para o bem ou para o mal. Quem passa pela mostra certamente sai do museu com uma visão muito mais abrangente do que realmente representa o vodu.

Fotos: Museu Soul of Africa
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Represas secas. Mas temos o Aquífero Guarani

aquifero guaraniProvavelmente pouca gente sabe, mas existe um enorme depósito de água subterrâneo que se estende por 1,2 milhões de km2 bem debaixo dos nossos pés e abrange o Sul do Brasil e mais três países: é o Aquífero Guarani. Segundo especialistas, o aquífero armazena cerca de 160 milhões de litros de água, com sua maior parte (cerca de 70%) no Brasil e o restante sob as terras de Argentina, Paraguai e Uruguai.

A grande vantagem da água do aquífero é que ela é potável, não precisa de tratamento e poderia abastecer por um ano cerca de duas vezes e meia a população brasileira. Por enquanto não há regulação sobre seu uso e cada estado possui uma legislação específica. Por isso, o aquífero nem é preservado como reserva estratégica para as épocas de estiagem (como vem ocorrendo neste ano, com a água de vários muito abaixo do seu nível normal e torneiras secas), nem tem sua utilização controlada. Alguns setores da indústria e da agricultura se aproveitam e exploram o aquífero como fonte de fornecimento, como em Ribeirão Preto, SP, que utiliza 100% da sua necessidade de abastecimento e irriga a citricultura, utilizando cerca de 400 mil litros d’água por hora.

O aquífero se estende no Brasil por  São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso dorepresa seca Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás e em grande parte suas águas podem estar a 1.500 metros de profundidade. São Paulo, que se queixa da estiagem, há tempos já é seu maior consumidor, com quase 20% da demanda do estado, principalmente nas cidades do norte, noroeste e oeste do estado. Aqui no Paraná, a cidade de Ibiporã é abastecida pela água do Aquífero Guarani com dois poços que garantem mil metros cúbicos de água por hora. Esta quantia é o dobro da necessária para a cidade, que possui cerca de 50 mil habitantes.

No Brasil é exigida apenas uma licença para a perfuração de poços que exploram as águas do aquífero e cada estado deveria cuidar da preservação das reservas – mas as licenças são concedidas sem maior controle por parte da União. Como as águas se estendem por outros países e não existe nenhuma legislação, obviamente há enorme polêmica entre os pesquisadores que almejam a exploração de forma sustentável. O Departamento de Águas e Energia Elétrica de Ribeirão Preto, SP, estima que existam cerca de 150 mil poços regularmente explorados em todo o sistema extraindo 13 vezes mais do que a capacidade de recarga.

A sorte – se assim podemos chamar – é que cerca de 90% das águas do aquífero estão protegidas por rochas exigindo sofisticadas técnicas de perfuração  e apenas 10% estão em áreas alcançadas por poços. Mas como tudo o que ocorre no Brasil quando se trata de meio ambiente, estes poços estão sujeitos à poluição, já que muitos deles ficam próximos de lixões e cemitérios e podem ser contaminados por substâncias danosas à qualidade da água do reservatório. Tampouco existem informações seguras sobre contaminação por produtos químicos, agrotóxicos e fertilizantes.

Já a sustentabilidade do Aquífero Guarani a médio prazo pode estar em perigo pela extração em excesso. Segundo os especialistas, essa reserva deveria ser usada racionalmente e preservada para as gerações futuras de todos os países que o compõem. E aqui cabe uma pergunta: será que países mais desenvolvidos do que o Brasil já não teriam utilizado essas reservas do Aquífero Guarani para solucionar o problema centenário das secas no Nordeste através de inteligência, tecnologias avançadas e vontade política?

Mapa: Portal G1 – Foto: Abril
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O comunismo em marcha rápida no Brasil

Bandeira da URSSOs esquerdopatas brasileiros estão acelerando cada dia mais sua marcha para levar o país ao leninismo/stalinismo/esquerdismo/comunismo/socialismo – só de pensar sofro calafrios e passo mal, pois conheci muitas e muitas pessoas que, ou fugiram da velha URSS pelas formas mais rocambolescas (muitas serviram de inspiração para os filmes de Holliwood), ou são remanescentes do fim da Guerra Fria e cruzaram traumatizados a Cortina de Ferro após 1989. Além disso, lí – como a maioria dos leitores deste blog – vários livros de autores russos que narraram pormenorizadamente as perseguições e ações nefastas, ditatoriais, sádicas e dementes dos homens e mulheres teleguiados pelo Politburo, a “nata” dirigente, única beneficiária econômica do suor, lágrimas e milhões de mortes do pobre povo soviético – aí incluídas a Rússia e seus países satélites, dominados pelas armas russas (no Brasil, gente tipo assim Marco Aurélio Garcia, Zé Dirceu, Aldo Rebelo, o apedeuta Lula, Ideli Salvati, Rui Falcão e outros paspalhos).

Pois é inacreditável até de se imaginar que o governo do PT, que comanda os marionetes da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tenha fechado contratos de “empréstimos” (como se estes algum dia possam ser devolvidos) – um de R$200 mil com um braço do MST (Movimento dos Sem Terra), e outro de R$ 350 mil para uma tal Associação Brasil Popular (Abrapo). O MST recebeu a grana para aquele evento há duas semanas mostrado pela mídia, denominado 6.º Congresso Nacional do MST e que terminou em conflito com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes deixando 32 feridos, sendo 30 policiais, além da tentativa de invasão do Supremo Tribunal Federal, um verdadeiro atentado à soberania em nosso país.O outro “empréstimo” destinou-se a “Mostra Nacional de Cultura Camponesa”, realizada no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, que teve um congresso e “plenárias” na área interna, discutindo… comunismo. Os dois eventos tiveram divulgação conjunta e o objetivo era mostrar os diferentes produtos cultivados pelos trabalhadores rurais em assentamentos dentro de um discurso do MST da valorização da reforma agrária.

E nós todos tomamos conhecimento de que no dia seguinte ao conflito, a presidente Dilma Rousseff recebeu líderes do movimento para debater a pauta de reivindicações, atitude que obviamente sofreu críticas de parlamentares da oposição e ligados ao agronegócio

Quando a gente sabe das dificuldades por que passam os empresários deste país, que são a força propulsora da indústria e do emprego; quando a gente sabe dos problemas criados pelos lacaios do governo em relação à agroindústria, expulsando fazendeiros, tomando-lhes as terras e forçando uma migração do pobre homem do campo para as cidades, desequilibrando todas as estruturas, orçamentos e projetos dos governos municipais… então parece que é chegada a hora de dar um basta a estes psicopatas (que estão “se achando”) no poder. Pena que a oposição brasileira seja “isso” que está aí, inoperante, fraca, pouco representativa e na maior parte do tempo absolutamente inerte.

Do jeito que a coisa caminha, vamos fazer as malas, cair fora e o último que sair apague a luz do aeroporto.

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Justiça com as próprias mãos

http://www.youtube.com/watch?v=yHh2yxAq3_g#t=12 http://www.youtube.com/watch?v=YY2VY0LDANA

É surpreendente e incompreensível: ao mesmo tempo que o governo esquerdista do PT alardeia aos quatro ventos “a ascenção da nova classe média”, “o aumento no número de empregados com carteira registrada”, “a posição privilegiada do Brasil em relação ao mundo”, aumentou assustadoramente a criminalidade em todos os cantos do país. Ladrões e criminosos estão proliferando mais do que coelhos…

E junto com essa nova realidade, a polícia não consegue dar conta de reprimir a bandidagem, o que fez esgotar a paciência do povo: agora pipocam por todos os cantos cenas de linchamentos e espancamento de criminosos apanhados pela população. Sempre que possível, sempre que o meliante dá uma brecha, alguns cidadãos mais corajosos partem para cima, tomam as armas dos bandidos e rapidamente junta-se uma multidão de  exaltados que partem para chutes, pancadas, tapas, cotoveladas, chegando por vezes a deixar o bandido desmaiado na rua.

O pior: “especialistas” no assunto desfiam um monte de abobrinhas, com conceitos estapafúrdios, explicações pouco convincentes e teses psicológicas que chegam a ser cômicas – se não fossem trágicas.

A realidade é uma só: o povo cansou de ser achincalhado pela criminalidade – e a tendência é que mais e mais linchamentos ocorrerão diariamente. Os bandidos que se cuidem!

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Os amiguinhos de assassinos

Angela Portela (PT-RR)
Aníbal Diniz (PT-AC)
Antônio Carlos Valadares (PSB-PE)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Gleisi Hofmann (PT-PR)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
José Pimentel (PT-CE)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Randolfe Rodrigues (Psol-AP)
Roberto Requião (PMDB-PR)

Brasileiro: guarde bem os nomes acima: são os senadores (irghhh!) que fazem parte da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e que votaram contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visava diminuir a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos específicos.

A proposta, de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e uma aspiração de milhões de brasileiros, faria adolescentes acusados de praticar delitos inafiançáveis, tais como crimes hediondos, tráfico de drogas, tortura e terrorismo responderem criminalmente como adultos. Os reincidentes em lesões corporais ou roubo qualificado também seriam criminalizados caso houvesse parecer favorável de um promotor da Vara da Infância e autorização da justiça.

Mas os senadores da CCJ “amiguinhos” de bandidos consideraram, veja só, a PEC inconstitucional e seguiram o voto do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Esse aí leva jeito de que gosta muito de menininhos…

A rejeição à proposta significa que mais e mais e mais menores estarão vagando pelas ruas, armados, sem medo, atirando, esfaqueando, matando, roubando, sequestrando, vandalizando e praticando toda sorte de crimes, sem medo de sanções, sem medo da polícia, sem medo da sociedade.

menor assassino

Nosso blog Bahr-baridades faz votos para que dia destes, esposa, marido, um dos filhos ou netos desta corja de senadores (certamente envolvidos em interesses espúrios, ligados de uma ou outra forma à criminalidade), sejam vítimas de menores de 18 anos, sofrendo os mesmos horrores, pânico e terror pelos quais a população brasileira passa todos os dias.

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Uma exposição fotográfica e uma boa história

fotolabor

O estúdio da Fotolabor ficava em um dos edifícios antigos e históricos à esquerda, na Av. São João. Se minha memória não falhar, deve ser o segundo ou terceiro prédio.

Descubro que neste dia 22 de fevereiro a Caixa Cultural inaugurará a Exposição “Werner Haberkorn e a Fotolabor” em São Paulo, que reúne fotografias, cartões postais, papelaria e vídeo da histórica Fotolabor, agência de fotografia do engenheiro alemão Werner Haberkorn (1903-1997), que transformou seu hobbie em atividade profissional. A Fotolabor operava no centro da cidade dos anos 1950 a 1990. Junto com o projeto, também será lançado o livro “Fotolabor, a fotografia de Werner Haberkorn”, da editora “Espaço Líquido”. A exposição aborda a trajetória de Werner Haberkorn e o estúdio da Fotolabor;  a São Paulo dos anos 1940 e 1950 sob as lentes de Haberkorn e a produção de cartões postais da empresa. Estarão expostas fotografias de estúdio, além de catálogos, cartões de visitas e de boas-festas, notas fiscais e pedidos originais do acervo do Museu Paulista e de coleções privadas. O estúdio da Fotolabor foi fundado em 1940 e localizava-se na Avenida São João, 282, um dos principais endereços comerciais da cidade à época.

Agora a história: a Fotolabor foi o primeiro estúdio fotográfico que conheci em São Paulo, nos idos de 1957. Eu começava aos dezesseis anos a minha vida profissional na agência Fidel Propaganda, de Peter Salm, trabalhando no estúdio de arte sob o comando de Orlando Renção. A agência estava instalada na Rua Quirino de Andrade (paralela da Rua da Consolação) e me encarregaram do leva-e-traz dos materiais fotográficos. Tudo era realizado pela Fotolabor: cópias em papel, diapositivos em vidro que seriam encaminhados à TV Tupi, à TV Paulista (das Organizações Victor Costa, que se transformou na TV Globo) e à TV Record. À época, além dos comerciais ao vivo apresentados pelas garotas-propaganda, raros eram os comerciais executados em filmes (ainda não havia o vídeo-tape) e mais raros ainda os comerciais em desenho animado. Tudo era em preto-e-branco. Assim, a maioria dos comerciais eram imagens fixas dos diapositivos levadas ao ar através de uma das câmeras das emissoras, com texto narrado por um locutor. Para a Fotolabor não faltava serviço, pois atendia grande parte das agências de propaganda de São Paulo.

Naquela oportunidade conheci Werner Haberkorn, que coincidentemente era tio de uma ex-colega minha, a Cláudia, no curso de admissão ao ginásio no Colégio Bandeirantes e pai de Vera (que se casou com o Flieg, também fotógrafo publicitário), à qual conheci quando levávamos nossos filhos ainda pequenos na mesma escola maternal. O Sr. Werner, como eu o chamava, gostava de bater papo comigo – eu, um jovenzinho tímido e iniciante nas lides publicitárias, com praticamente zero conhecimento da área – e sempre me incentivou a seguir adiante na carreira que escolhi.

Para quem mora em São Paulo e estiver interessado na exposição que mostra muito da história de São Paulo de 1940 a 1950: de 22 de fevereiro a 20 de abril de 2014 (terça-feira a domingo), das 9h às 20h na CAIXA Cultural São Paulo, Praça da Sé, 111, Centro, São Paulo (SP) – Entrada franca

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