Mês: novembro 2014



Crimes e castigos

negromonteNão é pouca coisa: a “Operação Lava Jato” (nome dado ao esquema de desvio de dinheiro público por causa do envolvimento de um dos integrantes da quadrilha, que usava um lava-jato para lavar parte do dinheiro) desviou cerca de R$ 10 bilhões do dinheiro público. Isso se as investigações não revelarem um valor ainda maior.

Dentre os envolvidos, apareceu Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro do Ministro das Cidades Mário Negromonte, o qual, segundo alguns noticiários, também poderia estar envolvido.

Pois o irmão do ex-ministro foi solto após apenas cinco dias de prisão provisória, mesmo tendo confessado que era um dos transportadores de dinheiro do esquema da corrupção e confirmado à Polícia Federal que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef. Disse ainda nunca ter levado ou buscado dinheiro a mando do doleiro, apenas “envelopes lacrados”, cujo conteúdo desconhecia. Afirmou ainda ter levado os envelopes a diversos lugares e não soube especificar quais. Negou, porém, ter entregado as encomendas a empreiteiras e servidores públicos e afirmou ainda que nunca esteve na sede da Petrobras. Segundo ele, recebia do doleiro R$1.500 por semana e não era registrado em carteira. O leitor que acredite, se quiser!

Intriga nesta história toda a rápida soltura do irmão do ex-ministro – talvez exatamente por ser seu irmão. O volume de dinheiro ilícito provavelmente bateu todos os recordes no nosso país. Ladrõezinhos mequetrefes – como no caso recente da “Ladra Gata” – já pegaram penas muito mais pesadas por terem roubado uma galinha, um óculos, ou alguma carne levada de algum supermercado.

O que prova que no Brasil há crimes que compensam e que nem todos os castigos vêm a galope. E o célebre “sabe com quem está falando?” ainda funciona a todo vapor.

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“Bispo” Edir Macedo copia símbolos judaicos

edir macedo

O “bispo” Macedo paramentado com vestes e símbolos judaicos

A religião judaica existe há mais de 5.700 anos. A quipá (solidéu) que os homens colocam na cabeça em sinal de respeito a D’us, o talit (xale) usado no momento das orações na sinagoga, os candelabros das sinagogas, a chanukiá (candelabro de nove velas utilizada na Festa das Luzes), os rituais religiosos que transcorrem dentro das sinagogas e todos os seus símbolos pouco mudaram através dos séculos.

De súbito, o “bispo” Edir Macedo, que criou a Igreja Universal de Deus através de uma fantástica jogada de marketing e inaugurou há pouco tempo o Templo de Salomão em São Paulo – o mesmo nome do templo sagrado dos judeus que ficava situado no cume do Monte Moriá (também chamado Monte do Templo), ao leste de Jerusalém – surge de quipá, xale de orações, barba de profeta e passa a ser chamado por alguns de seus pastores de “sumo sacerdote”, nome dado ao religioso supremo do antigo povo de Israel.

sinagoga

Cerimônia em uma sinagoga judaica tradicional

Edir Macedo nasceu em uma família católica praticante, cultivou esta fé e, posteriormente, frequentou terreiros de candomblé antes de se tornar evangélico. No início dos anos sessenta, filiou-se à Igreja Nova Vida, criou, em 1974, o ministério Cruzada do Caminho Eterno para finalmente em 1977 fundar a Igreja Universal do Reino de Deus.

Dono de uma fortuna incalculável conquistada através dos “dízimos” de seus fiéis, essa transformação com a apropriação de símbolos judaicos nas cerimônias no seu templo aparenta ser mais uma jogada de marketing – matéria da qual ele é grão-mestre – para impressionar seus seguidores e angariar mais adeptos.

Visto que entidades religiosas têm enormes regalias em relação ao fisco (Art. 150 da Constituição: Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios… VI – instituir impostos sobre: b) templos de qualquer culto), o “bispo” – agora “sumo sacerdote”- pode inventar as mais esdrúxulas fórmulas para aumentar seu faturamento. Inclusive se apropriar de sagrados símbolos religiosos judaicos.

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O Último Honesto

os honestos

(Etm. do latim: honestus) Diz-se de quem possui comportamento moralmente sério e/ou bons costumes.

 

Pelo andar da carruagem – ou do ficcional trem-bala brasileiro – logo, logo não teremos mais pessoas honestas em nosso país. A falta de conceitos do que é certo ou errado vem expandindo-se de tal forma, tão aceleradamente, que se torna difícil nos espantarmos ou surpreendermos com a enxurrada de notícias que despencam sobra nossas cabeças dia após dia, noite após noite, revelando desvios de dinheiro, falcatruas, corruptores, corruptos, aproveitadores e malandros.

Aparentemente nenhum setor de atividade escapa da ganância e da voracidade daqueles que esqueceram ou nunca receberam exemplos de dignidade, ética, moralidade – princípios básicos do certo e do errado.

As notícias pipocam na mídia: fiscais que se tornaram milionários vendendo facilidades; policiais, que deveriam zelar pela ordem e pela justiça, envolvidos em extorsões, achaques e participantes de milícias ilegais; agentes do fisco acusados de enriquecimento ilícito; políticos que se tornaram milionários através de procedimentos escusos e suspeitos; despachantes oferecendo documentação falsa; comerciantes que se tornaram receptadores de produtos furtados e roubados; falsários, narcotraficantes, proxenetas, vendedores de armas, contrabandistas, estelionatários, malandros e mais malandros, todos praticando atos ilícitos. Até indígenas se aproveitam para vender madeira ilegal, cobrar pedágio e aderir ao lado negativo do “homem branco”…

Curiosamente, há sessenta, setenta anos, o brasileiro era detentor de traços marcantes e definidos de religiosidade, de comportamento ético, de respeito e de moralidade. Espantávamo-nos quando um “mão leve”, o apelido que se dava para os batedores de carteira, era flagrado e preso, sem jamais praticar a mínima violência física. Um escândalo, para a época!

Chegará um dia em que restará apenas o Último Honesto no território brasileiro. Fiel às sua origens e à sua herança familiar, o Último Honesto certamente estará frequentando sessões de terapia, sua mente confusa, rejeitado pela comunidade, vivendo deprimido e angustiado.

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Por que tantos homossexuais assassinam seus parceiros?

casal gay

Foto meramente ilustrativa

Quando as famílias não conseguem evitar, a mídia divulga casos e mais casos de homossexuais que são assassinados por algum parceiro – geralmente ocasional – convidado a manter relações na residência da vítima.

Neste final de semana foi divulgada a notícia de mais um assassinato: o homem suspeito de ter matado e esquartejado um rapaz em Cananéia, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo, tirou uma foto junto com a vítima momentos antes de se afastar com ela do grupo de amigos com quem conversavam. O corpo da vítima foi encontrado esquartejado, em frente a um hotel da cidade. Na manhã de sábado, um amigo acionou a Polícia Militar e foi com as autoridades até a casa do suspeito. Lá foi encontrado um lençol coberto de sangue. O suspeito ainda tentou fugir, mas foi detido e acabou confessando o crime.

Recentemente, caso similar ocorreu em Londrina, quando um professor universitário também foi assassinado pelo seu parceiro da hora. Seu corpo foi encontrado dentro de um veículo estacionado na zona norte da cidade e o corpo dele apresentava sinais de estrangulamento.

Eu mesmo conheci um médico homossexual em São Paulo, que ainda na década de 1970 também foi assassinado em seu apartamento pelo acompanhante da vez. Neste caso, o matador fez uma “limpa” no apartamento da vítima, carregando tudo o que foi possível em objetos de valor.

Dinheiro, joias e eletrônicos parecem ser o objetivo principal desses assassinos que se fazem (muitos nem o são) de homossexuais, conseguem se aproximar das vítimas em barzinhos, boates ou ambientes gays, captam sua confiança e, uma vez introduzidos nas residências, matam friamente o parceiro. Nos Estados Unidos, muitos destes matadores presos pela polícia se revelaram “serial killers”, ostentando em seu currículo vários assassinatos nos mesmos moldes.

Para explicar essa necessidade insaciável de sexo que faz parte da maioria dos gays que, desesperados, deixam inclusive de selecionar o acompanhante da vez, só mesmo na palavra de um especialista. Enquanto isso, os assassinatos vão se sucedendo.

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Onde mesmo foi sepultada a ética?

advogado mario oliveira filho 2O advogado Mario Oliveira Filho, que defende Fernando Soares, alcunhado de Fernando Baiano, um dos indiciados por corrupção na Operação Lava-Jato, fez uma declaração bombástica e que deveria entrar para todos os compêndios e ensinamentos da área do Direito:

“Acontece uma coisa muito curiosa e que ninguém percebe. Eventualmente, o empresário faz uma composição ilícita com o algum político para pagar alguma coisa. Se ele não fizer – e quem desconhece isso desconhece a história do país -, não tem obra. Pode apurar em prefeituras do interior, em uma empreiteirazinha com quatro funcionários. Se ele não fizer acerto, não põe um paralelepípedo no chão”, assinalou.

Bem, então pelas próprias palavras do advogado, as composições ilícitas (caixinha, suborno, propina, comissão e todos os sinônimos correlatos) são perfeitamente legais e fazem parte a História do Brasil. Na sua função como advogado, pela disciplina de Ética no Direito, ele deveria ser absolutamente contrário a esse tipo de conluio espúrio e ilegal. Curioso é o fato de que nem a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil – tenha se manifestado publicamente após essa declaração.

Ético mesmo seria o advogado aconselhar seu cliente (a empreiteira) a recusar o pagamento de propinas ou então mudar de atividade, fabricando produtos e prestando serviços onde imperem apenas as leis de mercado: compra, venda, pagamento de impostos e cumprimentos das obrigações trabalhistas. Simples assim. Permanecer no setor de empreitadas para órgãos públicos significa passar atestado de inidoneidade e rasgar todos os preceitos da ética – junto com seu advogado Mario Oliveira Filho.

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“Foi uma sessão bolivariana”

Em uma reunião tumultuada (e bota tumulto nisso), a Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta terça-feira o projeto que desobriga o governo de fechar o ano com superavit primário. O texto aprovado é o substitutivo do relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que fez apenas um ajuste de redação na proposta.

Jucá trocou a expressão “meta de superavit”, do projeto, por “meta de resultado”, uma vez que não se sabe se o governo fechará o ano com deficit ou superavit primário. Ditatorialmente, Jucá rejeitou as 80 emendas apresentadas por deputados e senadores.

O projeto, enviado ao Congresso na semana passada, é uma manipulação financeira: permite ao Executivo descontar do resultado primário todo o valor gasto no ano com obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e com as desonerações tributárias. Isso significa um valor que pode chegar próximo a R$ 140 bilhões. Essa artimanha possibilita ao governo, mesmo que chegue ao final do ano com deficit primário, “não descumprir” a meta fiscal de 2014 definida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.

A aprovação se deu em menos de cinco minutos ao final de mais de duas horas de intensa discussão política entre governo e oposição. A disputa, porém, pode não ter acabado. Deputados e senadores do PSDB, do DEM e do PPS vão questionar o resultado desta noite. Segundo os parlamentares, houve irregularidade na votação, que teria ocorrido sem as fases de discussão, apresentação de destaques e votação, e sem que tivesse havido requerimento aprovado para supressão dessas fases. Os partidos chegaram preparados para uma disputa regimental que levaria a reunião madrugada adentro, mas foram surpreendidos com uma rápida votação e aprovação.

A oposição pretende eventualmente utilizar um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), para anular a votação. A oposição também quer ter acesso a vídeo e áudio da reunião para atestar o possível descumprimento de normas regimentais de votação. Os oposicionistas acreditam que o presidente da comissão, deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), corroborou a manobra que levou à aprovação do projeto.

“Foi uma sessão bolivariana”, disse o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), parlamentar que protagonizou discussões acaloradas com governistas, a quem acusou de ter dado início à reunião sem quórum. Em um determinado momento, Mendonça Filho arrancou das mãos do senador Jucá a ata de sessão anterior que ele estava lendo, por discordar da forma como a reunião estava sendo conduzida. Os parlamentares foram unânimes em dizer que o resultado de hoje pode inviabilizar o relacionamento político dentro da Comissão de Orçamento neste ano, que ainda precisa votar os projetos da nova LDO e do orçamento de 2015. “O que vimos aqui foi vergonhoso e desrespeitoso”, disse o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG).

Para a oposição, a proposta do governo significaria passar um “cheque em branco” para o Executivo fazer deficit neste ano. “É uma anistia encomendada para a presidente Dilma e para o ministro Mantega”, disse o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).

Se esse é o Brasil que estamos deixando para nossos filhos e netos… bye-bye, Brazil. Lets find better places to live!

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Obras do nosso PAC… lá no Exterior (Parte 2)

Hidroelétrica de Chaglla (Peru)

Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 320 milhões por parte do BNDES)

chaglla

Hidrelétrica de San Francisco (Equador)

Valor da obra – US$ 243 milhões

hidreletrica sanfrancisco-equador

Hidrelétrica Manduriacu (Equador)

Valor da obra – US$ 124,8 milhões (US$ 90 milhões por parte do BNDES)

manduriacu

Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas (Venezuela)

Valor da obra – US$ 732 milhões

Metro-de-Caracas

Metrô Cidade do Panamá (Panamá)

Valor da obra – US$ 1 bilhão

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Segunda ponte sobre o rio Orinoco (Venezuela)

Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 300 milhões por parte do BNDES)

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Porto de Mariel (Cuba)

Valor da obra – US$ 957 milhões (US$ 682 milhões por parte do BNDES

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Hidrelétrica de Tumarín  (Nicarágua)

Valor da obra – US$ 1,1 bilhão (US$ 343 milhões)

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Como estes existem mais de 3000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009-2014. Conforme mencionado acima, o BNDES não fornece os valores… ainda.

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Obras do nosso PAC… lá no Exterior (Parte 1)

(Do portal Spotniks)

Não é novidade para ninguém que o Brasil tem um problema grave de infraestrutura. Diante dessa questão, o que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faz? Financia portos, estradas e ferrovias – não exatamente no Brasil, mas em diversos países ao redor do mundo.

Desde que Guido Mantega deixou a presidência do BNDES, em 2006, e se tornou Ministro da Fazenda, em 2006, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tornou-se peça chave no modelo de desenvolvimento proposto pelo governo. Desde então, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB.

Alguns desses empréstimos, aqueles destinados a financiar atividades de empresas brasileiras no exterior, eram considerados secretos pelo banco. Só foram revelados porque o Ministério Público Federal pediu na justiça a liberação dessas informações. Em agosto, o juiz Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos. A partir dessa decisão, o BNDES é obrigado a fornecer dados sobre que o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) solicitarem. Descobriu-se assim uma lista com mais de 2.000 empréstimos concedidos pelo banco desde 1998 para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.

Aeroporto de Nacala (Moçambique)

Valor da obra – US$ 200 milhões ($125 milhões por parte do BNDES

aeroporto nacala

Aqueduto de Chaco (Argentina)

Valor da obra – US$ 180 milhões do BNDES

aqueduto chaco

Soterramento do Ferrocarril Sarmiento (Argentina)

Valor – US$ 1,5 bilhões do BNDES

ARGENTINA

Autopista Madden-Colón (Panamá)

Valor da obra – US$ 152,8 milhões

autopista panama_11

Barragem de Moamba Major (Moçambique)

Valor da obra – US$ 460 milhões (US$ 350 milhões por parte do BNDES)

barragem mocambique

(continua)

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A “zelite” petista

operacao lava jatoDificilmente em qualquer outro país do mundo um grupo político desviou tanto dinheiro e recebeu tantas propinas de empresas e instituições como no Brasil.

Os brasileiros ficaram estarrecidos quando souberam, ano após ano, mês após mês, dia após dia, as notícias divulgadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal sobre as “fórmulas mágicas” encontradas pelo partido que está há doze anos no poder e seus aliados para surrupiar tanto dinheiro de obras, licitações, empresas estatais – Petrobrás, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal – obras da Copa do Mundo, hospitais, escolas, merendas escolares, ferrovias, rodovias, fundos de reserva de trabalhadores, sindicatos, fundos de pensão das estatais, medicamentos, cartões corporativos, verbas de representação, passagens aéreas… não sobrou pedra sobre pedra em qualquer instituição ligada ao governo onde se possa dizer “Ah! Eis aqui finalmente uma contabilidade impecável e correta!”.

Além da rapinagem, a maioria das grandes empreiteiras – responsáveis pelas grandes obras e contratos manipulados e superfaturados – também foram envolvidas, sendo “obrigadas” ao pagamento de comissões monumentais, muitas das quais chegaram à metade do valor das próprias obras, ou até mais, para fechamento dos contratos bilionários.

“Nuncantesnestepaiz” se viu tal quantidade de barbudinhos – as barbichas fazem parte do uniforme dos adeptos do petismo – envolvidos nos esquemas da corrupção. Só neste caso recente da Petrobrás, se fala em bilhões de reais, números inimagináveis para a maioria dos mortais e que constitui aquilo que tristemente podemos chamar de recorde mundial em falcatruas. É justamente por causa destes desvios e da falta de pudor e de um mínimo de sentimento de humanismo por parte dos envolvidos, que nossos hospitais, postos de saúde, escolas, portos, estradas, ferrovias, bancos estatais e tudo o mais onde a “zelite petista” botou a mão, estão quebrados, arrebentados, falidos, sem recursos, sem condições. Ou o leitor do nosso blog imagina outra razão pela qual a nossa governanta pretendeu mudar a fórmula de cálculo da dívida interna, do balanço fiscal anual e dos números da inflação e do PIB, a chamada maquiagem de números, que se repetirá pelo segundo ano seguido?

Aos brasileiros só resta rezar para que todos – todos, sem exceção – os envolvidos nestas maracutaias sejam julgados, condenados, presos e, principalmente, devolvam aos cofres públicos o seu, o meu, o nosso dinheiro – afinal, foi com o suor do nosso trabalho, dos cinco meses anuais de trabalho compulsoriamente arrancados a fórceps dos salários e ganhos dos trabalhadores, da vida difícil da maioria da população, que esses indecorosos desvios se realizaram.

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Dentista, linda, vaidosa, sexy… e bandida!

dentista.jpegO mundo mudou mesmo! Quem seria capaz de imaginar a gente passando por um tratamento dentário, atendido por uma linda mulher, formada em faculdade de odontologia… e o próprio consultório servir para ponto de venda de drogas e armas?

Pois aqui no Paraná a dentista Marina Stresser de Oliveira, de 26 anos, guardava os ilícitos no local para distribuição através de funcionários do tráfico que pegavam a droga diretamente com ela e a distribuíam a alguns traficantes de confiança de maior porte. que depois a revendiam para usuários,

No consultório de Marina foram encontradas 30 munições de fuzil e em outras duas casas da dentista foram apreendidas uma submetralhadora 9 mm, outras armas e munições, além de crack, maconha e balanças de precisão. Um homem que fazia parte do esquema também foi preso.

armas e drogas

Tudo indica que ela ela teria substituído o marido no tráfico (ele está preso em uma penitenciária e responde pelo crime de tráfico de drogas).

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