Mês: março 2015

  

PT provando do próprio veneno

explosao no ptO Partido dos Trabalhadores – aquele, das camisas vermelhas cor de sangue, do molusco de nove dedos e da governanta incompetenta que “dirige” os destinos do nosso país sofreu um atentado a bomba em seu diretório de São Paulo, no bairro da Bela Vista.

Até que o atentado foi leve: não deixou feridos e fez pouquíssimos estragos. Mesmo assim, os petistas ficaram todos muito alvoroçados: o presidente municipal do partido em São Paulo, Paulo Fiorilo, atribuiu o incidente a uma “onda de intolerância e ódio contra o PT”.

Mas a declaração mais estapafúrdia foi emitida pelo partido, como nota de repúdio: “o atentado não foi cometido somente contra o PT, mas contra o Estado Democrático de Direito”.

Aquele pessoal se esquece do que andaram aprontando através dos anos por todo o Brasil através do MST – Movimento dos Trabalhadores sem Terra – que os próprios petistas chamam de “o braço armado do PT”, ou “o exército do PT”: invadiram fazendas, destruíram equipamentos, atiraram em colonos, acabaram com importantes pesquisas científicas, queimaram casas e plantações, roubaram gado e, por onde passam, deixam um rastro de destruição, sujeira e principalmente vergonha para o nosso país.

Que país é este em que o tal “Estado Democrático de Direito” só vale para os petistas e é absolutamente ignorado quando se trata “dos outros”?

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A “educação” ambiental dos brasileiros

Claro que não estamos falando de  todos os brasileiros. Mas, infelizmente, grande parte da nossa população aparentemente não recebeu os princípios básicos de educação em casa. Não aprenderam que o lugar de lixo é no lixo!

O vídeo mostra um trecho de rua em Londrina, Zona Sul, onde erigiram edifícios chiques e de apartamentos caríssimos. Não foram os moradores que jogaram esse lixo, mas sim os operários de uma obra que se abrigam sob as frondosas árvores em seu horário de almoço. Como se pode observar, são papéis, garrafas pet e papelões que utilizaram para se deitar durante a “sesta”.

Já que as famílias de hoje aparentemente se esquecem de transmitir noções de higiene e limpeza, que tal adotar a ‘Educação Ambiental’ como matéria obrigatória nas escolas? Quem sabe formaremos uma próxima geração mais esclarecida, para que nossas ruas passem a se assemelhar às limpas e impecáveis ruas e avenidas europeias que tanto invejamos ao aparecerem nos filmes?

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Onde Beto Richa errou

beto caloteiro

Os paranaenses se perguntam o que aconteceu com as contas do Estado no governo de Beto Richa, que tem dívidas atrasadas com os professores, as universidades, as obras públicas, a saúde e mantém um sem-número de obras paradas por todos os cantos, já que as empreiteiras e empresas que procedem a reformas de bens públicos simplesmente paralisaram seus trabalhos.

As contas do governo do Paraná fecharam 2014, último ano do primeiro mandato do governador Beto Richa (PSDB), com um déficit de R$ 4,65 bilhões, R$ 2,06 bilhões a mais do que o deixado pelo antecessor, Roberto Requião (PMDB). O valor corresponde ao volume de dívidas de anos anteriores que não foram pagas pela administração. Desde 2011, as receitas estaduais cresceram 42,49%, de R$ 25,09 bilhões para R$ 35,76 bilhões. O acréscimo, porém, não fez frente à velocidade do aumento das despesas, que em quatro anos subiram 47,02%, de R$ 25,30 bilhões para R$ 37,2 bilhões, segundo os dados do Portal da Transparência do Governo do Paraná.

O vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Paraná, Eduardo Moreira Garcia, considera que Beto Richa simplesmente ignorou a desaceleração da economia nacional e seguiu aumentando os gastos com pessoal: hoje, 46,76% da receita corrente líquida são utilizados para pagar o funcionalismo, índice superior ao limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que indica 46,55%. “Foi falta de planejamento e má gestão”, resumiu. Em 2013, os técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda já tinham apresentado um relatório mostrando que a situação financeira do Paraná estava bastante ruim. Algumas despesas poderiam ter sido adiadas, como um aporte financeiro de R$ 517 milhões para o aumento de capital de empresas públicas, o que denotou falta de planejamento.

O economista Alexandre Alves Porsse, da Universidade Federal do Paraná afirma que o Paraná foi o Estado que mais teve crescimento de receitas nos últimos anos, muitas delas associadas ao fluxo do setor automotivo. Para ele, “as demandas estavam aceleradas e o Estado gerou muitos gastos permanentes, acreditando que a receita cresceria para sempre”.

O ‘pacotaço’ fiscal  proposto por Beto Richa faz com que a economia perca competitividade. Na opinião do economista, o ideal seria frear os gastos com pessoal, negociar dívidas e postergar investimentos.

Enquanto isso… aqui em Londrina, por exemplo, os reflexos desta política financeira equivocada são bastante visíveis e sentidos pela população. Qual será o milagre para reverter essa situação?

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E o João Vaccari, do PT, pensa que somos todos idiotas

doacoes de campanha

O tesoureiro do PT, João Vaccari, que se considera injustiçado por estar sendo processado, imagina que somos todos paspalhões e quer nos fazer acreditar que as chamadas doações de campanha das empresas para o seu partido foram “legais”.

Então não custa desenhar: a imagem nos mostra que, mesmo que as doações das empreiteiras tenham sido registradas e declaradas, A ORIGEM DO DINHEIRO já foi ilícita: ele se originou do superfaturamento pago pela Petrobrás (na construção das refinarias) às empreiteiras – e as empreiteiras “devolveram” essa diferença a maior e ilícita para os cofres do PT – além de boa parte dele ter sido desviado para os bolsos dos “cumpanhero”.

Cada centavo superfaturado teve origem nos nossos impostos, assim como se dá em todos os níveis da administração pública no Brasil, em todos os Estados e municípios – com raras exceções. É por isso que o governo nos suga quase cinco meses de trabalho por ano, cobra impostos até sobre medicamentos e aumenta, ano após ano, as alíquotas dos bens de consumo, serviços públicos e alimentos, além de manter desatualizados ou congelam vários reajustes, que ficam muito abaixo da inflação.

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Suplicy, um caso de cérebro lesionado

O vídeo mostra o senador do PT, Eduardo Suplicy, citando uma letra do grupo Racionais MC, em sessão plenária de 2007,  provocando risos e chacotas dos “nobres” colegas

 

Para quem não sabe, Eduardo Suplicy faz parte da família Matarazzo – que chegou a ser uma das mais ricas do Brasil, dona de um gigantesco império empresarial obtido a partir da fabricação de banha de porco. O conde italiano Francesco Matarazzo, então com 27 anos, desembarcou no Brasil em dezembro de 1881, mas no desembarque viu naufragar as duas toneladas de banha de porco que havia trazido para iniciar uma atividade comercial no país. Na tentativa de conseguir sobreviver em solo estrangeiro, o imigrante optou por montar um armazém de secos e molhados em Sorocaba, no interior de São Paulo. Dois anos mais tarde, ele começou a traçar sua trajetória de sucesso que marcou o sobrenome Matara­zzo na história do Brasil. Em 1883, criou na sua casa a primeira fábrica, com uma prensa de madeira e um tacho de metal, usados para a produção de banha de porco. Quando à época o café era o produto mais importante da economia nacional, o conde optou por investir em outros produtos essenciais à mesa do brasileiro. O primeiro salto na carreira dele foi exatamente a ideia de vender banha de porco em lata. Suplicy é filho do cafeicultor Paulo Cochrane Suplicy e de Filomena Matarazzo (neta do conde Francesco Matarazzo).

Quando Suplicy se lançou na política, sua mente distorcida o encaminhou para o partido oposto ao que a família trilhava: afinal, como é que um parente de milionários foi se meter com um partido de operários, deixando-se liderar por um semianalfabeto? E, pior, como é que aquele grupo do operariado aceitava em seu meio um sujeito originado do capitalismo, que eles tanto combatiam?

Battisti e Suplicy

Entre as tantas e tantas trapalhadas de Suplicy, todas de conhecimento público, desponta o engajamento em causas exatamente contrárias ao interesse nacional. Como neste caso de Cesare Battisti, o italiano condenado à morte por acusações de quatro assassinatos na Itália e foragido no Brasil. Ainda em 2011, o então senador Suplicy detonou a primeira polêmica do novo Senado, ao tomar partido do italiano defendendo a manutenção do ex-ativista italiano no Brasil, contra todas as evidências jurídicas.

Suplicy deve ter tido orgasmos prazerosos ao saber que o assassino permaneceria no Brasil, solto, por decisão absurda do molusco de nove dedos em 2012 e vem acompanhando o caso desde a prisão aqui no país. O contato com Battisti cresceu quando foi transferido para o presídio da Papuda, em Brasília. Sem segredos de sua ligação com ele, o senador escreveu artigos para o mundo, o defendeu em numerosos discursos no Senado, se expôs e foi criticado, por autoridades brasileiras e inclusive pelos jornais italianos. Suplicy fez visitas seguidas a ele, deu assistência jurídica e virou seu amiguinho.

Nos últimos dias o criminoso italiano voltou a ser preso, condenado a deportação, novamente liberado por instância superior e deixou a sede da Polícia Federal em São Paulo acompanhado pelo agora secretário de Direitos Humanos de São Paulo (convidado pelo petralha Prefeito Haddad), o desmiolado Eduardo Suplicy. Seu amiguinho do peito e defensor das causas tortas, inversas e avessas.

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A incompetência petista, com todas as letras

garrafaE aconteceu o que todos esperavam: a incompetência do partido governista transbordou da garrafa. As pessoas de bem, que trabalham, que pagam impostos, que sentem na carne as deficiências cada vez maiores do país, sofrendo nas filas dos hospitais e postos de saúde, assistindo impotentes à piora na educação, recebendo diariamente da mídia as notícias do enriquecimento ilícito de políticos e servidores públicos, amargando a volta do dragão da inflação, humilhados no transporte público e totalmente descrentes dos seus representantes, acordaram para a realidade: o partido que está no poder está arrebentando com nossas instituições.

Não à-toa, milhões de brasileiros saíram às ruas no agora famoso dia 15 de março, vestidos de verde e amarelo, proclamando aos quatro ventos e ao mundo nossa insatisfação e descrença com tudo que está aí.

As pesquisas, mesmo que ainda sofram manipulação do governo, indicam a maior queda de popularidade de um presidente na História do Brasil: apenas 11% (ou 13% para outro instituto) dão fé na nossa governanta. Provavelmente são os bolsistas e analfabetos, que ou se sentem ameaçados de perder suas regalias, ou não entendem nada do que se passa à sua volta.

Antigos petistas de cor e alma estão abandonando o barco, seja por desacreditarem em sua chefe, seja por oportunismo e medo de perderem seu espaço político. Até a cor do casaco da governanta, que foi por anos e anos indefectivelmente vermelho, mudou de cor – uma tentativa para isolar-se dos seus companheiros, a maioria envolvida em falcatruas e corrupção.

A coisa ficou tão preta para a governanta e para seu partido que vários petralhas que viviam encaminhando para este blog comentários grosseiros, ofensivos e repetitivos com a velha ladainha “culpa do PSDB e do FHC”, chamando este blogueiro de direitista, radical e outros termos mais chulos, silenciaram, sumiram do mapa. Contra fatos não há mais argumentos.

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