Mês: dezembro 2015

 

2016: é possível ser otimista?

rocinha

A enorme favela da Rocinha, no Rio de Janeiro

Se você imagina que é possível ser otimista em 2016, elencamos o que há de pior no conjunto da sociedade brasileira:

– o mais incompetente dos presidentes (no caso, a presidente);

– uma das últimas colocações no ranking do IDH (qualidade de vida) da maioria dos países do mundo;

– o PIB mais baixo dentre os países produtivos;

– a maior corrupção já ocorrida em todos os tempos;

– o maior bando de políticos desonestos, aproveitadores  e corruptos na nossa História;

– o menos confiável conjunto de ministros do Supremo Tribunal Federal na História;

– o maior desequilíbrio nas contas públicas;

– a volta da inflação de dois dígitos;

– a falta de planejamento e de expectativas de progresso;

– o maior desvio de dinheiro público já ocorrido nas estatais;

– o maior desrespeito pelas leis de responsabilidade fiscal;

– o mais alto índice de criminalidade e de marginalidade;

– o maior e mais crescente número de sub-habitações nas periferias das cidades;

– 12 milhões de pessoas morando em favelas no pais;

– moradores das favelas do Rio formam o sétimo maior município do Brasil, com uma população maior do que capitais, como Manaus, Recife, Curitiba e Porto Alegre;

– mesmo com 615 mil presos no Brasil, ainda faltam 244 mil vagas no sistema penitenciário – e nosso país é o que mais rapidamente concede liberdade aos presos, inclusive autores de crimes hediondos;

– o pior sistema de saúde entre os países em desenvolvimento;

– a maior quantidade de narcotraficantes e menores envolvidos no tráfico;

– o maior número de assaltos violentos, com crimes contra a vida, em toda nossa História.

Sim, seria possível escrever muito mais, mas este post ficaria imenso. Feliz 2016!

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E Chico Buarque é confrontado na rua

“Amiguinho” do PT e dos petralhas (e dos corruptos, por tabela), Chico Buarque foi confrontado na rua e até xingado por um grupo de bem informados – que reconheceram terem sido fãs do cantor-compositor até suas sucessivas declarações de amor pelo PT, por Cuba e pelas  esquerdas.

O UOL, na seção Glamurama, publicou o seguinte texto: “Chico Buarque, que circula sempre pelas ruas do Leblon, bairro onde mora, no Rio, foi provocado na noite dessa segunda-feira por conta de seu ativismo político em favor do PT. O músico, que saía de um jantar na rua Dias Ferreira com Cacá Diegues, foi cercado por uma turma de jovens entre 20 e 30 anos, que incluía o rapper Tulio Dek, ex-namorado de Cleo Pires, e o filho de Alvaro Garnero, empresário paulista. E começou um bate boca. “Petista, vá morar em Paris. O PT é bandido”, escutou Chico, que, ao se defender, disse que a posição do grupo era influenciada por veículos de comunicação e retrucou: “Eu acho que o PSDB é bandido”. A discussão, na porta do restaurante Sushi Leblon, um dos mais concorridos da região, tomou conta da rua. Chico xingou e foi xingado, mas manteve o tom de voz baixo, apesar da alta temperatura”.

Alguns comentários publicados nas redes sociais demonstraram “peninha” do Chico e chamaram os contestadores de “extremistas radicais”. Mas para quem acompanha a trajetória política de Chico Buarque certamente aprovou a confrontação: afinal, ele sempre teve muito espaço na mídia para desfiar suas teses marxistas, apesar de viver majestosamente como um capitalista e sempre ter-se aproveitado do dinheiro e dos prazeres que só o capital oferece, inclusive financiamentos dos seus shows e livros.

Nosso blog Bahr-Baridades já vem há anos mostrando a verdadeira face de Chico Buarque; aqui estão os links de posts anteriores que provam porque essa turma de “radicais extremistas” confrontou o artista:

http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2013/02/19/afilhados-de-chico-buarque-e-netos-de-fidel-castro/ 

http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2010/10/02/reproducao-carta-para-chico-buarque/

http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2012/10/25/concursos-literarios-quem-acredita/

http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2012/05/11/chicana-do-chico-buarque/

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Ruptura institucional

Maria Lucia Victor Barbosa *

maria lucia

As maravilhas da corte são tão inebriantes, as alegrias da boa vida são tão plenas, as facilidades em se apoderar da coisa pública são tão corriqueiras, que uma vez lá a classe dirigente inventa meios de não sair do Olimpo onde se instalou o que pode ser feito através de eleições ou golpes de Estado.

Assim sendo, o PT não pretende apear do poder tão cedo. Seria inadmissível para Lula e sua família retroceder à vida mais simples sem os luxos, privilégios e confortos que a evolução da riqueza obtida de modo acelerado lhes proporcionou. E Lula, é o poderoso chefão do PT, o garantidor dos “mandarins” de sua grei para que estes também desfrutem da doce vida de defensores dos oprimidos. Portanto, deve ser preservado faça o que fizer, porque sem ele o partido não se sustenta. É bem verdade que Lula tem tido seus revezes, mas justamente estes que a outros teriam aniquilado o mantém incólume e á espera de voltar em 2018.

Foi, portanto, inoportuna para Lula e o PT a ideia de impeachment de Rousseff, única mulher presidente da República e a pior de todos os presidentes de nossa história. Se bem que foi Lula quem governou o tempo todo como presidente de fato, recaiu sobre sua criatura a culpa pelo descalabro da economia que penaliza e envergonha os brasileiros de todas as classes sociais. Tivesse outro candidato ganho a eleição já teria sido defenestrado pelo PT. Ela, não. E nem tanto por Rousseff, mas pela preservação do projeto de poder petista, que foi acionado com força máxima desta vez no STF.

O que se assistiu, então, foi uma ruptura institucional. No dia 16 deste agitado dezembro o ministro Fachin, defensor dos sem-terra, do Paraguai contra o Brasil e ardoroso eleitor de Rousseff, deu um show inusitado: defendeu os procedimentos da Câmara com relação ao rito do impeachment, emergindo como juiz imparcial e respeitador do outro Poder.

Era como um milagre. Mas milagres não existem na política. No dia seguinte tudo parecia ser sido combinado para invalidar, de novo, os procedimentos da Câmara. O que serviu para o impeachment do ex-presidente Collor não servia para esse. Os votos da comissão não podiam ser secretos, como os são os do STF em seus procedimentos internos e todo poder foi dado ao Senado, onde o colaborador, Renan Calheiros, está a postos para salvar, primeiro a si, depois a governanta.

Desse modo, está encerrada, pelo menos por enquanto, a possibilidade do impeachment e todas as pedaladas, as irresponsabilidades fiscais, os gastos exorbitantes, os prejuízos dados a Nação serão todos perdoados ao governo petista.

O STF de tal modo interferiu no Legislativo, trazendo à lembrança vislumbres bolivarianos, que se Rousseff sempre repetiu que impeachment é golpe, o golpe se formalizou de outra maneira via Executivo e por intermédio do Judiciário. Se de agora em diante o STF legisla e impõe o regulamento interno do Congresso, o Legislativo pode fechar as portas, pois se tornou um penduricalho inútil na República das Bananas.

Falar democracia no Brasil, portanto, é algo ilusório. Como disse Rui Barbosa: “A pior ditadura é do Judiciário, porque contra ela não há quem possa recorrer”. E o judiciário autorizou buscas e apreensões somente em casas e escritórios de peemedebistas, salvando providencialmente o ajudante Renan Calheiros. Reclamar para quem?

O Judiciário ao voltar do recesso em fevereiro poderá afastar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, cujos crimes principais e mais graves foram: ganhar a eleição da casa derrotando um petista, tornar o Congresso independente do Executivo, romper com o PT.

Também pode esperar o pior, Michel Temer, o vice-presidente que pregou a unificação nacional sabendo que a governanta seria incapaz disto, aliás, de qualquer coisa.

Sentindo-se seguro Calheiros tenta debilitar Temer com a ajuda do senador Álvaro Dias do PSDB do PT, rachando o PMDB. Grande erro. Uma vez esgotada a serventia do senador e estando o próprio PMDB fragilizado, o PT alcançará triunfante sua meta: ser o partido dominante, impondo-se hegemonicamente sobre os demais. Nesse momento Calheiros poderá enfrentar seus processos adormecidos no Judiciário, pois nunca ninguém escapou por ter ajudado o PT. PT faz mal à saúde. PT mata.

Nesta hora em que o novo ministro da fazenda, substituto de Joaquim Levy que apenas compôs uma fachada para dar credibilidade ao governo e acalmar o mercado, provavelmente irá reeditar o que levou nossa economia ao caos, feliz e sorridente dirá Rousseff em cadeia nacional de radio televisão, sentindo-se imperatriz do Brasil:

“Se é para desgraça de todos e infelicidade geral da Nação, digam ao povo que fico”.


* Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
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Londrina perde o Jornal de Londrina

comunicado JL
Este “admirável mundo” novo (sem alusão a Aldous Huxley) nos desafia a uma breve análise da comunicação – que nada mais é do que a informação sob várias formas de expressão. Os jornais e revistas impressos em papel tiveram de se adaptar aos novos tempos e lançaram suas edições através de portais na internet. Vários jornais e revistas desapareceram ao notar que seus índices de leitura despencaram. Hoje, raramente se ouve falar nos números de tiragens das edições em papel, que provavelmente estão cada vez mais reduzidas – e esse fenômeno é mundial, indiferentemente se é a Folha de São Paulo ou o New York Times. Aliás, o editor do jornal norte-americano The New York Times, Arthur Sulzberger, Jr., admitiu durante palestra em um congresso de mídia em Londres que seu jornal deixaria de ser impresso em papel “em algum momento” (*).
No caso do Jornal de Londrina, o desenlace aconteceu hoje: suas atividades foram encerradas – tanto a edição impressa como o portal na internet.
Nós, leitores do JL, lamentamos essa perda.
 
(*) Trecho de palestra que proferi este ano na Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina. Há situações previsíveis para quem acompanha a evolução (ou seria involução?) do tempos.
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Golpe, hein? Que golpe?

E ainda reclamaram porque os pães vieram sem mortadela…

Não adiantou nada a governanta e seus aliados de camisas vermelhas cor de sangue pagar alguns milhares de sanduíches de mortadela para desfilarem pelas ruas de algumas cidades, estampando a palavra “Golpe” nas suas faixas (e pelo tipo de gente contratada para esse desfile depreendia-se imediatamente que nem sabiam por que estavam lá), pois o Supremo Tribunal Federal em seu primeiro e mais importante voto, o do relator ministro Fachin, derrubou essa tese com a mesma facilidade como os madeireiros vêm derrubando árvores na Amazônia.

Independentemente do que vá acontecer agora com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, cuja história política está mais suja do que pau de galinheiro, ele acertou ao aceitar o pedido de impeachment formulado lúcida e tecnicamente por três renomados juristas brasileiros: a governanta descumpriu várias leis, extrapolando sua autoridade, com a finalidade de escamotear números de balanços, utilizar recursos proibidos pela Constituição e mostrando ao povo brasileiro de que seu plano de governo alardeado para ganhar as eleições se tratava de uma grande mentira. Não faltaram avisos e alertas de entendidos em economia antes das eleições…

Afastada essa premissa (golpe) na qual a governanta e seus asseclas se agarraram para desviar a atenção pública, pouco resta para eles, os da foice e martelo, a não ser acompanhar os ritos constitucionais que se seguirão na abertura do processo para seu impeachment.

A decisão foi um cala-boca para estes esquerdistas malucos que vêm tentando mudar os rumos do nosso país democrático na direção de teses marxistas-leninistas-stalinistas, que nada têm a ver conosco. Quem sabe agora darão sossego…

E o que mais nos chama a atenção é a quantidade de políticos – de todas as esferas públicas – envolvidos em corrupção, falcatruas e ilegalidades. A cada dia em que as investigações dos processos Lava Jato, Zelotes, Publicano e agora Catilinárias avançam, mais gente de peso vai sendo laçada e nos envergonhando como brasileiros. E pior: são eles que fazem parte da “Comissão de Ética”, os que falam mais alto, os que ditam normas de conduta. São as verdadeiras raposas sem vergonha dentro do galinheiro. Os rotos julgando os esfarrapados.

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Presidenta mentirosa compulsiva e incompetenta

Mentir faz parte ativa do partido que está no poder. É compulsão! Assim foi com o molusco de 9 dedos, assim é com a governanta incompetente – e vamos retroagir no tempo apenas para lembrar, Assista ao vídeo e leia o comentário abaixo:

Comentário de Reinaldo Azevedo, da Revista Veja, em 03/07/2009:

Vamos ver o que diz o currículo de Dilma no site da Presidência, na página da Casa Civil:

Dilma Vana Rousseff é Economista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cursou Mestrado e Doutorado pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Algum espertinho poderá dizer que ali se informa que ela apenas “cursou”… Vocês sabem como eles são quânticos com essa história de verdade e mentira.

Então vamos ao Sistema de Currículo Lattes, feito com base em informações fornecidas pelos próprios acadêmicos (está um pouco desatualizado):
“Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1977) e mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1979) . Atualmente é Secretária de Estado da Secretaria de Energia Minas e Comunicações.”

No item “Formação Acadêmica”, lê-se:
1998 Doutorado em Ciências Sociais.
Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. Orientador: .
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Monetária e Fiscal / Especialidade: Teoria Monetária e Financeira.

1978 – 1979 – Mestrado em Ciência Econômica.
Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
Título: Modelo Energético do Estado do Rio Grande do Sul, Ano de Obtenção: 1979.
Orientador: João Manoel Cardoso de Mello.

A tese de mestrado de Dilma tem nome, mas nunca foi apresentada. Se não foi, não existe; se não existe, ela não é mestre. Se não é mestre, como pôde fazer o doutorado? Vá lá: universidades brasileiras até admitem que se cursem os créditos do doutorado mesmo sem a apresentação da tese de mestrado. Mas ela tem de ser apresentada um dia. A de Dilma nunca foi. As “fichas” do Ministério e do Sistema Lattes trazem, pois, informações falsas. Ela vai se indignar com esta “falsificação”? Este blog apurou que ela, de fato, fez os créditos dos dois cursos, mas sem a apresentação do trabalho. Sem trabalhos, não há títulos.

É uma pena. Adoraria saber como a ministra cuida da Inculta & Bela em sua tese de mestrado. No cotidiano, os sujeitos e seus respectivos verbos conseguem ter uma convivência mais harmoniosa na sintaxe já bastante pessoal de Lula do que na de Dilma. Vale dizer: a dela é ainda mais pessoal do que a dele. Refiro-me, como vêem, à estrutura. Seus subordinados é que têm mostras eloquentes do conteúdo. Dia desses, um ministro do primeiro escalão teve de ouvir um “Você é mesmo um costa!” E o que fez o costa? Comportou-se como tal. O que demonstra que ela pode ser deseducada às vezes, mas nem sempre injusta. Bem, de volta ao principal.

O caso demonstra que os petistas e a formação intelectual formam uma dupla estranha: quem não tem diploma se orgulha de não tê-lo e quem se orgulha de tê-lo não o tem.

diploma falso

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