Mês: abril 2016



Brasil, ninho de ratos

pimentel e esposaÉ a cara do Brasil: depois das dezenas de indiciados no “mensalão”, das centenas de indiciados no “petrolão”, das denúncias de corrupção e falcatruas de ministros, governadores. senadores, deputados, prefeitos, vereadores e um sem-número de servidores públicos – além de empresários -. eis que jogam nas nossas caras um esquema de malandragem explícita.

O Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, é alvo da Operação Acrônimo, que o investiga por suposto recebimento de vantagens indevidas de empresas que mantinham relações comerciais com o BNDES; ele também foi enquadrado por lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de influência e falsidade ideológica eleitoral. No recente dia 18 de abril, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou habeas corpus à defesa do governador, que questionava seu indiciamento por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Na prática, a decisão mantém o indiciamento de Pimentel. Na atividade policial, indiciar corresponde a imputar a algum suspeito a autoria de determinado ilícito penal.

Na mesma Operação Acrônimo da Polícia Federal está envolvida a esposa do governador, Carolina Oliveira que, pasmem, foi nomeada agora em 28 de abril para Secretária de Trabalho e Desenvolvimento Social do Governo do Estado. A nomeação foi feita pelo marido, impedindo assim que o julgamento da sua querida esposa continue em instâncias jurídicas de 1o. e 2o. graus, sendo jogada para o Supremo Tribunal Federal junto com o governador, graças à imunidade que o cargo oferece.

Essa malandragem é ou não é a cara do Brasil? Ambos são supostos criminosos, denunciados, prestes a serem condenados – e conseguem se refugiar no âmbito do STF (que tem muito trabalho pela frente), ganhando tempo, fazendo sumir o dinheiro ilícito, reinando impávidos em seu Estado de Minas Gerais, como se nada de anormal houvesse acontecido.

A família de ratos brinca com a justiça e cada vez aumenta mais!

Foto: Globo
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Janaína, nota mil

janainap aschoalNão sei – e não me importa – com quais intenções Janaína Paschoal, advogada e professora de Direito, se dispôs a ser o estopim para propor o impeachment da governanta mor. Só sei que ontem 28/04, ela deu sua cara para baterem lá no Senado Federal. Apanhou muito – mas se saiu airosamente, corajosamente, bravamente.

Foi xingada, vilipendiada, ofendida e só não foi humilhada por que se defendeu de forma brilhante de uma cambada de imbecís, esquerdopatas, aproveitadores e cúmplices da situação periclitante em que se encontra hoje o nosso país, graças aos crimes de lesa-pátria – mais uma vez amplamente provados na sessão de ontem – causados pela incompetência, desonestidade e gana por poder do partido governista, especialmente de quem está atualmente sentada no trono, responsável pelo caos econômico e social brasileiro.

A comissão montada no Senado para analisar o pedido de impeachment da governantaquadro pt mor, encaminhado pela Câmara dos Deputados, se dividiu em dois blocos: a maioria, formada pelos que fizeram perguntas inteligentes e importantes à Janaína; e os poucos petistas e pecedobedistas, repetitivos, incongruentes, incoerentes e tentando apenas tumultuar a sessão. Queriam vencer a professora por exaustão, mas ela aguentou firme – quem foi dormir fui eu, perto da uma hora da manhã, cansado e irritado pela insistência burra de inquisidores doutrinados através de lavagem cerebral, conectados com o governo federal e que repetiam, repetiam, repetiam, repetiam a mesma ladainha, tentando a todo custo provar que peixe-boi não é peixe, que margarida não é flor… e Janaína continuava lá.

Pena que o julgamento do impeachment não se deu ontem, após a brilhante exposição da professora. Ainda teremos de aguardar as ladainhas sem fundamentação que serão apresentadas pela defesa, mais uma sessão de novos acusadores e defensores, até chegar a sexta-feira dia 6 de maio, quando todos os senadores se reunirão para proferirem seus votos.

Está na hora de riscarmos do mapa essa enorme turma de chupins, aproveitadores, apaniguados, incompetentes e causadores de todos os males que hoje infernizam nossas vidas.

Parabéns, Profa. Janaína Paschoal.

Chispa, Dilma, chispa logo!

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Juiz ladrão!!!

rocha mattosEm 2003, a Polícia Federal criou a chamada “Operação Anaconda” para desarticular um suposto esquema de venda de sentenças descoberto no Estado de São Paulo envolvendo, como mentores, o ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos, o então agente da Polícia Federal César Herman Rodriguez, o então delegado federal José Augusto Bellini e o advogado e ex-delegado federal Jorge Luiz Bezerra da Silva e, como planejadores, executores e gerenciadores da organização financeira da quadrilha, Norma Regina Emílio Cunha, auditora fiscal aposentada e ex-mulher do juiz Rocha Mattos, o advogado Carlos Alberto da Costa Silva, e o advogado Affonso Passarelli Filho. Hoje, a Operação Anaconda é considerada um dos maiores escândalos do Poder Judiciário Brasileiro.

O ex-juiz Rocha Mattos foi acusado de ser o principal mentor da organização criminosa. Ele foi preso ainda em 2003, e condenado a 12 anos de prisão por formação de quadrilha, denunciação caluniosa e abuso de autoridade, ficando perto de 8 anos na cadeia, passando para a prisão domiciliar em abril de 2011. Rocha Mattos novamente foi condenado em abril de 2015 a 17 anos, cinco meses e dez dias de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Entre as irregularidades apontadas na sentença, estava a movimentação de milhões de dólares sem origem declarada em uma conta na Suíça.

Em outubro de 2015, a Procuradoria-Geral da República informou que repatriou US$ 19,4 milhões (R$ 77.468.096, segundo cálculos da Justiça) depositados pelo ex-juiz João Carlos da Rocha Mattos na Suíça. O valor foi depositado na Conta Única do Tesouro Nacional. Os recursos serão aplicados de acordo com a Lei de Lavagem de Dinheiro.

Eis que o juiz volta às manchetes da mídia: a primeira turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta terça-feira dia 26 rejeitar um recurso (mais um) apresentado pela defesa e determinou o início imediato do cumprimento da pena. Só que as notícias não falam mais dos 17 anos, cinco meses e dez dias de prisão: agora Rocha Mattos foi condenado a seis anos e três meses de prisão, tendo o relator do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, afirmado que houve abuso do recursos apresentados e intenção de atrasar o início do cumprimento da pena.

Protelações que parecem ser uma constante em nosso país.

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“A corrupção compensa”

corruptos alegres

No programa Milênio deste dia 25/04, o jornalista Jorge Pontual entrevistou a economista norte-americana Susan Ackerman. Durante a entrevista, Pontual citou o promotor público Deltan Dallagnol que, com sua equipe, tem se dedicado às investigações sobre os envolvidos na Operação Lava Jato.
Uma das afirmações de Dellagnol surpreendeu: “dadas as penalidades brandas que a justiça brasileira impõe aos corruptos, o ato de corrupção compensa”.
Talvez seja por isso que a maioria dos envolvidos, denunciados e até condenados estampam largos sorrisos nos seus rostos: eles sabem que após cumprir 1/6 da pena, aliados a bom comportamento e facilidades que a justiça oferece, como prisão domiciliar, redução das penas e outras benesses, ao final saem livres e, principalmente, com tanto dinheiro que milionário nenhum pode botar defeito.

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Faxinas em Brasiília!

Muita faxina pela frente no Planalto:

limpamdo hd1 – A turma do PT está dia e noite limpando dados comprometedores dos HDs dos computadores. Não podem sobrar provas de mutretas, desvios, licitações suspeitas, corrupção e envolvimentos ilícitos.

 

2 – As máquinas de picotar papeis estão apicotando documentos
todo vapor. Calhamaços de documentos que não devem ser vistos pelo pessoal que vai entrar no palácio e nos ministérios estão sendo destruídos, para não haver incriminações.

 

 

pessoal da limpeza

3 – Assim que a governanta mor sair – por decisão do Senado Federal – entra a turma da faxina. Deve ter muita coisa para limpar, arejar, desinfetar nas salas, no chão, nas paredes, nos móveis…

 

4 – Em seguida entra o pessoal novo do DP – Departamento de Pessoal. Há muita sendo despedidooxigenação a ser realizada, dando pontapés nas bundas de milhares de apaniguados petistas, que nada fazem e muito recebem, sugando grande parte das verbas recolhidas dos nossos suados impostos.
Vamos esperar para conferir, mas dá para antecipar: o número de contratações ilegais e de funcionários-fantasmas deve ser gigantesco.

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República dos bichos

ratosEra uma vez… era uma vez certa mãe que fazia sexo com vários homens diferentes e consequentemente teve vários filhos de pais diferentes. Um dia, uma das filhas perdeu sua virgindade aos seis anos de idade, com um dos irmãos.

Entre os homens com os quais copulava, a mãe escolheu um deles, nove meses atrás. Logo este começou a praticar abusos sexuais com a menina, agora com 10 anos e, pior, com o consentimento da mãe. Os abusos foram descobertos após a criança fazer exames em uma unidade de saúde da cidade. A médica examinou a criança e constatou que ela estava grávida.

Homem e mulher presos, ele confessou que mantinha relações sexuais com a menina de 10 anos, mas afirmou que os atos eram consentidos, tanto pela menina quanto pela mãe. Disse ainda que não tem relação sexual nenhuma com a mãe e que foi morar com a família por “ter se sentido seduzido pela criança”.

Em depoimento à polícia, o homem contou que as relações eram frequentes e que suspeitou que a menina estivesse grávida depois que a menstruação atrasou. A mãe confirmou ao delegado que a menina já não era mais virgem quando começou a ter relações sexuais com o suspeito.

Encaminhado a um presídio por estupro de vulnerável, o homem foi morto pelos companheiros de cela apenas um dia depois dele ser detido.

A mãe da criança, que também foi presa suspeita de ter consentido com os abusos e está detida no mesmo presídio, deverá ser transferida para outro local por precaução…

Esta história é real: mãe e filha eram originárias de Eldorado dos Carajás, no Pará e foram morar com o homem, um caminhoneiro, em Goiás. O assassinato dele ocorreu no Presídio de Goianira, na Região Metropolitana de Goiânia.

Moral da história: um país que abriga enormes bolsões de pobreza onde não chegam educação, orientação sexual, assistência social, moral, bons costumes e ensinamentos básicos sobre o certo e o errado, cria uma verdadeira República dos Bichos., onde tudo é permitido – inclusive estupro entre irmão e irmã, sexo de pseudo companheiro com a filha de 10 anos da companheira… esta é a nossa verdadeira Pátria Educadora!

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Deputado Bolsonaro e Coronel Ustra

coronel ustra

Coronel Ustra

Depois do incidente “Coronel Ustra” ocorrido na Câmara dos Deputados e provocado pelo deputado Jair Bolsonaro, que certamente tinha lá as suas razões para gerar a provocação, lembramos aqui a Lei da Anistia, denominação popular dada à lei   n° 6.683, promulgada pelo presidente João Batista Figueiredo em 28 de agosto de 1979, após uma ampla mobilização social, ainda durante o regime militar de 1964.

A redação original dada pelo Projeto de Lei n° 14 de 1979-CN, era a seguinte:

Art. 1º É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 02 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares e outros diplomas legais. O trecho final onde se lê “e outros diplomas legais” foi vetado por orientação do então presidente João Batista Figueiredo em mensagem apresentada à sessão conjunta do congresso nacional em 22 de agosto de 1979.

Anos mais tarde, esquerdistas inconformados, uma vez assentados no poder, decidiram mexer nesta cláusula pétrea e criaram a “Comissão da Verdade”. Jorge Serrão, jornalista, publicou em 02 de abril de 2014 em seu blog “Alerta Total” a matéria “Dilma nega revisão da anistia, mas ordena a generais que abram sete inquéritos revanchistas”, da qual extraímos alguns trechos:

“Se o governo petralha jura que não deseja revogar a Lei de Anistia, então, o que justifica que a chefona em comando Dilma Rousseff tenha determinado e o Ministério da Defesa ordenado que sejam criadas comissões de sindicância para investigar torturas e mortes em 7 instalações militares, durante o período 1964-1985? Tal determinação do ministro Celso Amorim aos militares resulta de um pedido, feito no dia 18 de fevereiro, pelo presidente da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari. Curioso é que os Comandantes Militares cumpriram direitinho a ordem superior, aparentemente sem grandes contestações públicas…

…Na verdade, a Presidenta Dilma Rousseff e seus radicalóides no desgoverno só esperam a chegada do relatório final de uma petição on line, com centenas de milhares de assinaturas, colhidas pela ONG Anistia Internacional, para que algum “laranja” no Congresso Nacional faça um Projeto de Lei Complementar com um pedido de revogação da Lei de Anistia de 1979…

…O problema concreto é que não basta ter vontade de mudar a anistia. Simplesmente, ela está inserida como clausula pétrea,” imexível”, da Constituição de 1988 – que a petralhada amaria reformar. Se fizerem uma nova constituição, pode-se pensar em mudar a regra do jogo. Do contrário, só contando com a nova configuração governista do STF para mexer no vespeiro…

…A intenção prática da turma da ex-guerrilheira Dima é permitir uma espécie de revogação unilateral da anistia que se puna alguns militares ainda vivos, como bodes expiatórios. Nada se fala em punir esquerdistas que também praticaram comprovados atos hediondos de tortura, assassinatos e atos terroristas – que são crimes claramente imprescritíveis, na tese da tal “Justiça de Transição”. A Anistia Internacional não toca nos crimes hediondos da esquerda…

Quando Bolsonaro se referiu ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que foi chefe do DOI-Codi do II Exército, em São Paulo, órgão de repressão política durante a ditadura militar, certamente foi para mostrar seu inconformismo com a mudança de rumo provocada pelos esquerdistas, que obrigaram, em 2013, o ex-comandante do DOI-Codi a depor na Comissão da Verdade. No depoimento, o coronel afirmou que a presidente Dilma Rousseff participou de “organizações terroristas” para implantar o comunismo no Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Segundo Ustra, se os militares não tivessem lutado, o Brasil estaria sob uma “ditadura do proletariado”. “Inclusive nas quatro organizações terroristas que nossa atual presidenta da República, hoje está lá na Presidência da República, ela pertenceu a quatro organizações terroristas que tinham isso, de implantar o comunismo no Brasil. Então estávamos conscientes de que estávamos lutando para preservar a democracia e estávamos lutando contra o comunismo… Se não fosse a nossa luta, se não tivéssemos lutado, hoje eu não estaria aqui porque eu já teria ido para o ‘paredon’. Hoje não existiria democracia nesse país. O senhores estariam em um regime comunista tipo de Fidel Castro ”, afirmou Ustra à época.

Talvez este histórico explique o inconformismo do deputado Bolsonaro, que ao votar pelo impeachment da governanta mor, aproveitou para despertar a lembrança dos brasileiros quanto à revogação daquela cláusula pétrea da Constituição, especificamente para julgar o coronel, então com mais de 80 anos de idade, apenas em benefício dos esquerdistas.

Veja também nosso post de 23/06/2012, Terrorista Dilma, frente e verso .

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Foices, facões, porretes. A lei é omissa.

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Policias de vários Estados brasileiros permanecem usualmente inertes em relação aos agitadores ligados ao Partido dos Trabalhadores e ao governo federal, especialmente o conhecido MST (Movimento dos Sem Terra), mesmo quando estes marcham pelas estradas e rodovias brandindo facões, foices, porretes e outros instrumentos, por qualquer pretexto e movidos por ordens emanadas de instâncias superiores, sempre de forma ameaçadora, como mostrado nestas fotos.

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Para os cidadãos comuns, que transitam por tais locais, chega a ser assustador se deparar com tais movimentos, principalmente se estão em companhia de suas mulheres e dos filhos, sentindo-se impotentes frente a um verdadeiro exército ilegal armado.

O blog Bahr-Baridades pesquisou sobre a existência de algum ordenamento jurídico desta situação e encontrou apenas a Lei de Contravenções Penais de 1941 (Decreto-lei n.º 3.688/41), que em seu art. 19, determina:

“Art. 19. Trazer consigo arma fora de casa ou de dependência desta, sem licença da autoridade:
Pena – prisão simples, de quinze dias a seis meses, ou multa, de duzentos mil réis a três contos de réis, ou ambas cumulativamente.” (note as palavras contos de réis…)

Inacreditavelmente, tudo indica que esta lei de 1941 ainda está vigente, não foi alterada e para os legisladores, o ato de portar facões e foices seriam meros símbolos ligados às atividades rurais. São as chamadas armas brancas e, para a corrente que as defende, o seu porte não é crime, uma vez que não existe nenhum ato administrativo que obrigue o particular a retirar licença para portar arma branca. Em outras palavras: como não há obrigatoriedade de se solicitar licença para adquirir um facão, uma foice ou um porrete, estes não podem ser considerados armas – e a turma do MST fica à vontade para ameaçar e intimidar seus “adversários”.

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Alegam os juristas que “por ser um perigo real, a arma de fogo tem um conceito restrito, claro e objetivo, justificando a regulamentação e criminalização do porte ilegal. Por outro lado, a arma branca nem sempre apresenta um perigo real, pois depende da natureza e da forma do artefato, além, claro, do contexto que está inserida”. Isso justificaria porque seu uso não foi regulado.

E agora: como as polícias podem definir o que é legal e o que é ilegal na conduta daquelas milícias campesinas?

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1º Tempo: Brasil 1 X 0 Dilma/Lula

impeachment

Foto G1 Globo

– Se você pensa que esse primeiro tempo foi uma disputa difícil, espere para ver a continuação do jogo no Senado. Conchavos, conversas de pé de ouvido, venda de cargos, promessas, empregos para parentes, nomeações, grana correndo solta e muitas barganhas farão parte da preparação para o 2º Tempo.

– A chamada nominal para votação também serviu para que casais possam escolher novos nomes diferenciados para seus filhos. Afinal, Jhennifer, Maicon, Adalgizo, Jhonnatan, Magaiver e outros já estão batidos. Confira alguns nomes de deputados e deputadas para sua inspiração: Sheridan, Remídio, Cabuçu, Marcivania, Chapadinha, Sibá, Tampinha, Baleia, Wewerton, Genecias, Laudívio, Patrus, Uldurico… mas se for para seu filho sofrer muito bullyng na escola, escolha Pauderney!

– Assim como ocorreu há alguns anos com Tiririca, deixaram de aplicar o teste de alfabetização em um deputado que desfiou sua lista de “em nome de”. Votou “em nome dos trabalhador, dos pobre, dos desempregado, dos necessitado”…

– Seria bom a mesa da Câmara exigir daqui para a frente as procurações com firmas reconhecidas e provas de autenticidade dos deputados que falam em nome de Deus e de Jesus, Sabe como é: tem muita gente se valendo de apropriação indébita.

– Nosso blog Bahr-Baridades escolheu a mulher mais feia, mais descabelada e maisfeghalli rancorosa desta votação: chama-se Miss Feghali. Ela poderia fazer dupla com a Graça Foster. E por favor, jamais quero vê-las na minha frente. Vão estragar meu dia.

– Esqueceram-se de avisar para um monte de deputados que a votação se referia à nossa governanta mor. Muitos acharam que se tratava do impeachment de Eduardo Cunha. Essa é uma votação que fica para outro dia.

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