Mês: setembro 2016



Brasil, a nova Chicago

como em chicago

Assassinato de ontem, 28/09, em Itumbiara, Goiás

Entre 1919 e 1997, estima-se que a máfia de Chicago ordenou e cometeu 1.105 assassinatos por encomenda, incluindo cinco desde 1990. Somente Al Capone ordenou cerca de 500 assassinatos. Em 14 de fevereiro do ano 1929 os Estados Unidos sofreram com um impressionante massacre envolvendo gangues rivais da máfia, na cidade de Chicago. Chamada de “O Massacre de São Valentim”, a chacina foi um dos dias mais sangrentos da história dos gangsters na época da Lei Seca dos anos 20 e 30.

Pouco mudou naquela cidade: o jornal Chicago Tribune reportou que, no início de setembro, a cidade registrou seu 500º homicídio de 2016, mantendo uma tendência de alta nesse tipo de crime iniciada em 2014, atribuída à guerra entre gangues rivais, à proliferação de armas e à exclusão socioeconômica de parte da população. Desde 2001, 7.916 pessoas foram assassinadas naquela cidade.

Uma análise fria nos mostra que o Brasil pode ser equiparado aos piores dias dos massacres em Chicago. O Atlas da Violência 2016, estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (IPEA) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FPSP), divulgado em março deste ano nos informa que o Brasil atingiu a marca recorde de 59.627 mil homicídios em 2014, uma alta de 21,9% em comparação aos 48.909 óbitos registrados em 2003. A média de 29,1 para cada grupo de 100 mil habitantes também é a maior já registrada na história do país, e representa uma alta de 10% em comparação à média de 26,5 registrada em 2004.

Não bastassem os assassinatos do dia-a-dia, agora virou rotina o assassinato de políticos e de candidatos: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já contabilizava 53 mortes entre os candidatos aos pleitos municipais de 2016. O Estado de São Paulo é o recordista em número de óbitos: já perdeu 8 candidatos em 2016. O Rio Grande do Sul perdeu 7. Bahia, com 5; Alagoas, Goiás, Maranhão, Piauí e Minas Gerais, com 3 cada; e Paraná e Santa Catarina, com 2 cada, encerram a lista de mais de uma morte por estado. Outros oito estados registraram apenas um óbito: Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte, Tocantins e Pernambuco. Segundo a Polícia Civil do Rio, 11 pessoas ligadas à política foram mortas nos últimos nove meses na Baixada Fluminense.

Ontem, o ex-prefeito e candidato à prefeitura de Itumbiara (GO) José Gomes da Rocha (PTB), foi morto a tiros durante carreata eleitoral na cidade, localizada a 204 quilômetros de Goiânia. O vice-governador de Goiás, José Eliton (PSDB), participava do ato e também foi baleado. O advogado da prefeitura de Itumbiara, Célio Rezende, também foi atingido.

Muito se fala da violência ocorrida em Chicago na época dos mafiosos, com dezenas de histórias focadas pelo cinema e que nos deixam extremamente impressionados. Mas parece que a grande violência está ao nosso lado, por aqui mesmo. O Brasil virou uma nova Chicago.

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Os candidatos a prefeito de Londrina no debate

assistindo ao debate

Assegurado aos brasileiros o direito de liberdade de expressão (e de cochilar quando a chatice impera), nosso blog Bahr-baridades analisa  o desempenho de candidatos à Prefeitura de Londrina no debate de ontem, 27/09, na TV Tarobá:

Odebrecht – tentando ser engraçadinho, bateu sempre na mesma tecla: não quer que as empresas daqui se mudem para o Paraguai, diz ser o único independente, prometeu e prometeu e prometeu realizações em todas as áreas (mesmo com a Prefeitura estrangulada financeiramente), acredita em parcerias, jura que tem experiência em gestão…

Odarlone – foi apanhado na curva, na hora em que o lembraram que pertence ao PT, afirma ser diferente dos petistas que tantos dissabores causaram ao país, repetiu o enfadonho e mal sucedido discurso populista do seu partido. Patinou ao insinuar que o candidato André Trindade não é londrinense (lembra o infeliz “nós e elles”lulista). Nada de novo neste front.

Sandra Graça – “macaca velha” na política (sem demérito para sua pessoa), jura que vai realizar projetos – que não conseguiu concretizar nestes anos todos, na casa legislativa, por que será? Apresentou soluções para todas as questões que lhe propuseram… muito boa de blá, quase convence as pessoas de que seria ela a melhor opção.

André Trindade – parecia um coelho assustado num ninho de cobras, gaguejou bastante, trouxe pouca luz para o debate, demonstrou falta de experiência política. Disse que o atual prefeito o apoiará nem eventual 2o. turno – mas Kireeff não está apoiando Walter Orsi? Não entendi! Talvez numa próxima, quem sabe?

Walter Orsi – mil tropeções na língua portuguesa, tentou passar aos espectadores que ser prefeito é fácil, vai realizar, vai realizar, vai realizar… repetiu o mantra dos candidatos sobre o estabelecimento de parcerias público-privadas em todas as áreas, tentou ser realista quanto às finanças públicas… nenhuma inovação. Esperava-se mais de um novo nome no cenário político.

Belinati, o Marcelo – apesar de carregar o pesado nome do tio, parece ser o mais preparado de todos os candidatos. Deve ter estudado a fundo os meandros da Prefeitura, teve habilidade política em se desvencilhar de perguntas mais capciosas… mas deixa no ar a dúvida: quanto de interferência terá do seu tio cassado e poderoso na gestão do nosso município?

Meu voto vai para???????????????????????????

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Solidariedade a jornalista

odarlone

O jornalista, blogueiro e meu amigo José Pedriali, aqui de Londrina, escreveu uma matéria em seu site criticando Odarlone, o candidato do PT (o quase enterrado Partido dos Trabalhadores) para prefeito, o qual “para esconder sua filiação partidária, camufla a estrela e se apropria do patrimônio imaterial da cidade, o pé-vermelho, como símbolo de sua campanha. Criticado por esse blogueiro, enche-se de brios e recorre à Justiça para exigir, em caráter liminar, que eu retire a postagem por considerá-la propaganda política negativa e o indenize por ‘danos morais’ porque se julga ofendido em sua honra”.

Com muito bom senso, o juiz Gustavo Peccinini Neto negou a concessão da liminar e, ao julgar o mérito, considerou improcedente a reclamação contra o jornalista.

Segundo Pedriali, referindo-se ao candidato, “ao pedir minha condenação por tê-lo acusado de se apropriar de um bem público, vossa excelência confirma que é um petista autêntico, use ou não o símbolo do partido, pois age como os companheiros que, uma vez flagrados em traquinagens (digamos assim para não dar mais trabalho ao juiz), exigem a prisão de quem os denuncia!”

Pois é: mesmo estrebuchando e com grande parte dos seus caciques presos ou na eminência de o serem, os petistas continuam os mesmos, continuam os mesmos, continuam os mesmos…

Para sorte de Londrina, o candidato estava apenas em 5o. lugar nas pesquisas do último dia 19.

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Promessas, promessinhas e promessões

promessasAí está o mais do mesmo: milhares de candidatos a cargos eleitorais no Brasil, para prefeitos e vereadores – muitos com os nomes mais esdrúxulos e ridículos que se possa imaginar – estão soltando o verbo com promessas mirabolantes, sem ao menos conhecer a situação econômico-financeira dos seus municípios que, todos nós sabemos, encontram-se em sua maioria na mais absoluta ‘pindaíba’, ou seja, sem dinheiro, quebrados, falidos.

“Vou construir mais escolas”, “vou resolver o problema da saúde”, “vou contratar mais médicos”, “vou resolver o problema das creches”, “vou construir mais avenidas”, “vou comprar nova frota de ônibus”, “vou trazer novas empresas para a cidade”, “vou acabar com o desemprego”, “vou resolver o problema dos esgotos”, e blá-blá-blá…

Curiosamente, grande parte destas promessas parte de candidatos a vereadores, que sequer têm acesso às contas dos seus municípios e, se eleitos, visto não fazerem parte do Executivo, jamais terão o poder de, sozinhos resolver quaisquer dos problemas que afligem a população. Farão parte de um número limitado que se desgasta em vão, tentando aprovações de projetos muitas vezes inviáveis e, quase sempre, bloqueados por falta de verbas.

Uma lástima que a população ainda dê ouvidos a estas promessas vãs. Raros candidatos são aqueles que se sobressaem e obtém resultados favoráveis no exercício dos seus cargos. Só resta ficar na torcida para que, entre tantos pretendentes, nosso país consiga resultados mais favoráveis e o chamado IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que avalia a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico de uma população, suba alguns pontos, gerando mais satisfação e bem-estar.

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Dando as costas para as favelas

favela de sapopemba

Favela em Sapopemba, SP, em brasas (foto G1)

A Cidade de São Paulo tem mais de 1600 favelas, o maior número de favelas no Brasil. Entra prefeito, sai prefeito, entra administrador, sai administrador… tudo fica na mesma, nenhum governante ataca de frente essa situação triste, deprimente e vergonhosa. Não há propostas, não há ideias e tudo permanece como está. Ou pior: as favelas se alastram, se espalham e se multiplicam.

A precariedade com que vivem os moradores das favelas, seu abandono por parte do poder público e o tipo de materiais usados na construção dos barracos favorecem acidentes e catástrofes. Como esta, de hoje de manhã (sexta feira), quando um incêndio atingiu uma favela em Sapopemba, na Zona Leste da capital paulista.

Segundo o G1 da Globo, às 6h30 os bombeiros trabalhavam para evitar que o fogo se alastrasse e moradores nas lajes utilizavam baldes de água para apagar as chamas. Às 6h50, havia registro de fumaça branca na região, sinalizando que o fogo começava a ser controlado. Bombeiros improvisaram uma via de acesso a favela com uma escada na horizontal sobre um córrego. Às 7h30, o fogo estava controlado. Às 8h15, os bombeiros ainda trabalhavam no rescaldo do local, resfriando a área para evitar novos focos de incêndio. O Corpo de Bombeiros estimava que entre 30 e 40 casebres haviam sido destruídas pelo fogo.

Nenhum candidato a prefeito sequer menciona as favelas de São Paulo. Não há propostas, não há projetos, não há soluções. Pelo visto, as favelas vão continuar a fazer parte do visual urbano, seus moradores permanecerão invisíveis, a miserabilidade, as doenças e a desestruturação familiar continuarão ignoradas pelas autoridades.

favela mumbai

Favela em Mumbai, Índia

Exatamente como em Dharavi, uma das maiores favelas da Ásia, com cerca de 1 milhão de pessoas, que está localizada no centro de Mumbai, na Índia. Pois segundo a revista Business Week, cerca de 45 a 48% da população municipal vivem em favelas. Mas eu não vi favelas na Dinamarca, na Bélgica nem na Suíça quando estive por lá. Deve haver administradores mais inteligentes e mais competentes naqueles países.

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“Separando o joio do trigo”

mensaleiros

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, deu ontem uma excelente sugestão aos brasileiros: que a Operação Lava Jato separasse o joio do trigo e acabasse com o exibicionismo.

São palavras de um indiciado em vários processos – aliás, segundo o “Congresso em Foco”, Renan tem um histórico invejável de denúncias não explicadas desde que renunciou em 2007 ao posto mais importante do Poder Legislativo (o presidente do Senado acumula a presidência do Congresso Nacional), e apresenta um considerável rastro de atos suspeitos ou não esclarecidos. A Procuradoria-Geral da República o acusa de ter cometido três crimes: peculato (desvio de dinheiro público ou bem público por funcionário público), falsidade ideológica e uso de documento falso.

De acordo com o Ministério Público, ele apresentou documentos falsos para forjar uma renda com venda de gado em Alagoas e assim justificar seus gastos pessoais.

Renan também é acusado, na denúncia apresentada pelo então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de ter desviado R$ 44,8 mil do Senado, por meio da chamada verba indenizatória, benefício ao qual os parlamentares têm direito para cobrir despesas associadas ao mandato. Apenas três dos seus crimes implicam em penas de cinco a 23 anos de prisão, além de pagamento de multa.

Outra acusação que pesa sobre ele é a de que o lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior, pagava R$ 16,5 mil mensais à jornalista Mônica Veloso, com quem o senador tem uma filha. Como mostrou a revista Veja, entre 2004 e 2006 a empreiteira recebeu R$ 13,2 milhões em emendas parlamentares de Renan destinadas a uma obra – feita pela empresa – no porto de Maceió.

Como proprietário da Agropecuária Alagoas Ltda., Renan é acusado pelo Ministério Público Federal de pavimentar ilegalmente, com paralelepípedos, uma estrada de 700 metros na estação ecológica Murici, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), no município de Flexeiras, a 66 km de Maceió.

Há mais denúncias. Mas, a se cumprir o pedido do senador, o Brasil deveria começar ontem, antes do almoço, a separar e prender os milhares de políticos envolvidos em falcatruas, entre senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores, para moralizar de vez este nosso país, tão esfolado, escoriado, machucado, explorado e roubado por uma corja de malandros e aproveitadores. Xô, Renan! Xô, delinquentes!

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O país da piada pronta

bosta quente

Segundo números divulgados no dia 15/8 pelo Tribunal Superior Eleitoral, os mais de 144 milhões de eleitores brasileiros terão de escolher candidatos para preencher 5.568 vagas de prefeito e 57.931 vagas de vereador nas eleições deste ano. Até as 20h daquele dia, o TSE havia recebido 495.403 registros de candidaturas: 16.818 de candidatos a prefeito e 461.769 de candidatos a câmaras municipais.

O estado que mais registrou candidatos a prefeito (2.528) foi Minas Gerais, que tem o maior número de municípios do país — 853, segundo o IBGE. São Paulo foi o segundo estado com mais aspirantes a prefeitos: 2.214 candidatos espalhados em 645 municípios. O estado, no entanto, é que tem mais candidatos a vereador, com 81.794 pretendentes a câmaras municipais paulistas.

Resumo da ópera: a mamata deve ser muito, muito boa. Pois como explicar candidatos com os nomes de Piroca, em Pracuúba (AP), Rola, em Açucena (MG), Bilau, em Salgado, SE; Pinto, em Casa Nova (BA), Saco, no paupérrimo município de Santo Antônio do Içá, (AM), Toba, em Miranda do Norte (MA), Cacete, em São Francisco do Conde (BA), Pepeca, em Matacara (PB), Xana, em Imigrante (RS), Xereca, em Mongaguá (SP), Biscoito, em Aparecida D’Oeste, Bolacha, em Pinhal da Serra, Coxinha, em Monções, Mortandela (isso mesmo, com n), em Santa Tereza do Oeste. E por mais ridículo que possa parecer, há candidatos com os nomes de Estrume, Bosta Quente, Cagado e Merda, em contrapartida a Sabonete, Shampoo, Sabão e Desodorante.

Em Goiás tem Piriguete e Delícia. Em Pernambuco, Natália a Gostosa. Tem Mocreia em Buriti, Feioso em Juramento, Cara Feia em Três Barras do Paraná, Cara de Pneu em Ouro Branco, Cabaço em Tucumã, Todo Feio em Conceição da Barra e Bizarro, em Breu Branco, Diabo Loiro, Satanás, Demônio, Diabinho, Filho do Padre, Mensageiro do Apocalipse, Boca Aberta, Boca Nervosa, Boca Torta, Boca Xoxa, Boca de Vei, Boca de Pia, Boca Junior, Pão Velho, Pão Molhado, Pão Doce, Pão Seco, Pão Torrado, Pão de Queijo e X-Salada.

Quando se fala que o Brasil é uma piada pronta, estes candidatos estão aí para comprovar. O difícil mesmo é ser eleito: a média de candidatos a vereador por vaga é de 28 – número maior do que em vários cursos de faculdades pelo Brasil.

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Rui Falcão do PT mostra as garras

lula e falcaoNo começo do ano, voltando de Portugal, naqueles breves momentos em que a gente caminha pelos corredores do avião para ativar a circulação, travei conversa com um senhor muito simpático que, orgulhosamente, revelou-me ter seu filho sido aprovado em concurso para o Ministério Público de São Paulo. Entre outras coisas, disse-me que o filho sempre fora muito “certinho”, ético, responsável e que, desde pequeno não admitia que se jogasse um papelzinho sequer no chão – apenas para ilustrar um comportamento que provavelmente o levara a desejar ingressar no Ministério Público. Complementou afirmando que o pessoal do Ministério, todos jovens, tinham ideais e certezas de buscar sempre o bem e a justiça.

Em contrapartida, o presidente do PT, Rui Falcão, leu nesta quinta-feira uma nota de repúdio à denúncia apresentada pelo MPF contra o ex-presidente e sua mulher. O texto, que foi escrito pelo diretório nacional do PT, criticou a “criminalização” do PT e disse a peça acusatória não tem provas e foi politicamente orientada, desrespeitando direitos e garantias constitucionais.

“Ao denunciar, confessadamente sem provas, o ex-presidente Lula e sua esposa, Marisa Letícia, além de Paulo Okamoto e outros cidadãos, o chefe dos procuradores sediados em Curitiba torna cada vez mais evidente o envolvimento de seu grupo na tramoia que levou ao golpe contra a presidenta eleita democraticamente. E desmascara sua intenção cavilosa, persecutória e autoritária, de antecipar, à margem da lei, um julgamento sumário e condenatório dos que elegeu, seletivamente, como vítimas”. Continuando, chamou a coletiva de imprensa do MPF de “grotesco espetáculo midiático” e disse que os procuradores viraram “porta-bandeira da mata antipetista”. “Mancomunados para criminalizar nosso partido e animar a campanha midiática contra os governos liderados pelo PT, estes burocratas facciosos agora buscam concluir o trabalho sujo que lhes foi encomendado pelas forças reacionárias. Seu objetivo é retirar da cena política o principal líder do povo brasileiro e restringir os próximos processos eleitorais a um jogo controlado pelas oligarquias.”

Prefiro muito mais acreditar no pai de um jovem – certamente talentoso, que ingressou no Ministério Público de São Paulo em busca dos seus ideais, juntando-se a um grupo de pessoas honestas, ávidas por justiça e revelando aos brasileiros as milhares de tramoias, desonestidades, corrupção e desvio de recursos públicos – a ouvir as maledicências de um falcão maldoso, irado e defensor da roubalheira ocorrida pelos seus partidários no mensalão, na Petrobrás, no BNDES, na Caixa Econômica Federal, no Banco do Brasil, na Eletronuclear e sabe-se lá onde mais a gangue chefiada por Lula botou a mão, causando a maior roubalheira já ocorrida neste país.

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