Mês: novembro 2016



Quando os bandidos estão no poder

gangsters

Nos anos ’70 o Rei Pelé afirmava que “brasileiro não sabe votar”. A frase teve enorme repercussão e talvez pela primeira vez o ídolo tenha sentido na carne o que significava uma rejeição por parte daqueles que o idolatravam.

O tempo lhe deu ampla e irrestrita razão: os brasileiros continuam não sabendo votar. Ou, como explicar que dezenas e dezenas de deputados e senadores estão enrolados com a justiça por terem cometido ilicitudes? Em outras palavras, são verdadeiros delinquentes.

Pois após mais de sete horas de sessão, a Câmara dos Deputados concluiu na madrugada desta quarta-feira a votação do pacote que reúne um conjunto de medidas de combate à corrupção. O problema é que aprovaram diversas modificações ao texto que havia sido sugerido por mais de dois milhões de brasileiros e incluíram temas polêmicos, como a punição de juízes e membros do Ministério Público por crime de responsabilidade (que havia sido retirado da lista, de comum acordo com o relator Onyx Lorenzoni e o Ministério Público). Das dez medidas originais, apenas quatro passaram, sendo que parcialmente.

Um dos itens mais caros ao relator que ficaram de fora previa a criação da figura do “reportante do bem” para incentivar o cidadão a denunciar crimes de corrupção em qualquer órgão, público ou não. Como estímulo, o texto dele previa o pagamento de recompensa em dinheiro para quem fizesse isso.

Também foram derrubadas as mudanças para dificultar a ocorrência da prescrição de penas, que é quando o processo não pode seguir adiante porque a Justiça não conseguiu conclui-lo em tempo hábil.

Com o objetivo de recuperar o lucro do crime, o texto previa o chamado “confisco alargado”, em casos como o de crime organizado e corrupção para que o criminoso não tivesse mais acesso ao produto do crime para que não continuasse a delinquir e também para que não usufruísse do produto do crime. Esta proposta foi rejeitada.

Outro ponto que não passou foi o que permitia a realização de acordos entre defesa e acusação no caso de crimes menos graves, com uma definição de pena a ser homologada pela Justiça. O objetivo era tentar simplificar os processos.

O plenário rejeitou ainda pontos do relatório que previam a responsabilização dos partidos políticos e a suspensão do registro da legenda por crime grave.

O deputado Onyx Lorenzoni lamentou o resultado e disse que os parlamentares agiram movidos “por sede de vingança” contra o Ministério Público e o Judiciário. Para ele, houve uma “desconfiguração completa do relatório: o parecer não era meu, era da sociedade brasileira que tinha depositado as suas esperanças na Câmara dos Deputados. Lamentavelmente, o que a gente viu aqui foi uma desconfiguração completa do relatório, ficando de pé, objetivamente, apenas as medidas de estatísticas e a criminalização do caixa dois. E trouxeram essa famigerada situação de ameaça, de cala-boca, de agressão ao trabalho dos investigadores brasileiros. Creio que a Câmara perdeu a chance de prestar um serviço ao Brasil.”

Os bandidos da política querem permanecer intocáveis, não querem que suas artimanhas ilegais e seus crimes sejam punidos. E nem adianta chamar um Eliot Ness para tentar combater estes intocáveis do mal: eles continuarão a agir sob as barbas da lei. Como os gangsters de Chicago no século passado.

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R.I.P. in hell, Mr. Fidel

Cubanos exilados em Miami comemoram a morte de Fidel

 

Para quem foi e é contemporâneo da história mundial recente, analisando lucidamente e sem paixões extremadas, sabe que Fidel Castro surgiu em Cuba lutando para derrubar a ditadura de Fulgêncio Batista. O problema é que Fidel seguiu rumos não esperados pelo povo cubano, tornando-se ele próprio um ditador, muito mais prepotente e feroz do que aquele que detinha o poder.

Juntando-se a Chê Guevara, Fidel foi responsável por milhares de mortes de seus compatriotas, deixou centenas deles apodrecendo nas prisões – apenas por serem seus opositores – e assistiu a debandada de milhares de cubanos, que fugiram em barcos e botes improvisados, aportando em Miami, nos EUA. Na mídia, encontram-se dados estatísticos aterrorizantes.

No período de 1959 a 2004 – com uma eficiência nunca vista antes, sob os aplausos entusiasmados da militância, foram fuzilados 56.212 no “paredón” e 1.163 assassinados extrajudicialmente; outros 1.081 presos políticos foram mortos no cárcere por maus tratos, falta de assistência médica ou causas naturais; 77.824 morreram ou são considerados desaparecidos, em tentativas de fuga pelo mar. Total contabilizado: 136.288 cubanos mortos pela ditadura de Fidel Castro.

Por isso, os cubanos que conseguiram fugir da ditadura e moram nos Estados Unidos, principalmente em Miami, festejaram com incontida alegria a morte deste ditador, amado e endeusado pelas nossas esquerdas e por uma juventude doutrinada erroneamente por mestres e artistas de viés tortuoso. Pêsames, Chico Buarque! Pêsames, esquerdistas!

Título: “Descanse em paz no inferno, Sr. Fidel”
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Afinal, por que são praticados tantos crimes, mesmo com tornozeleiras?

Quase que diariamente a mídia nos informa que um assalto, um crime ou um sequestro foram cometidos por portadores de tornozeleiras eletrônicas. O que obviamente coloca em dúvida esse produto, o sistema e o monitoramento.

A tornozeleira usa o sistema GPS para determinar a localização e as redes de operadoras para transmitir os dados, que viajam criptografados por APN (Access Point Name) própria. Se em algum momento a rede celular não estiver disponível, os dados são enviados posteriormente. A autonomia da tornozeleira fica entre 19h e 24h com transmissão contínua de dados. A recarga é feita por um carregador bivolt com extensão de até 3 metros.

Na central, alarmes são disparados se o monitorado viola as condições (como localização e horários) que o permitiram sair da cadeia. A partir disso, a central pode fazer contato telefônico, contato sonoro pela própria tornozeleira ou até enviar a PM para checar a situação.

Segundo a empresa que fornece aparelhos para diversos estados do país, o número atual é de mais de 22 mil tornozeleiras em atividade no país. Mas pelo exposto no vídeo acima e pelo número de “tornozelistas” em ação no mundo do crime, ou o produto não funciona, ou o monitoramento é completamente ineficiente.

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Brasília estremece!

brasilia

Entre 100 e 200 nomes de políticos deverão ser delatados pelo pessoal da Odebrecht.

Brasília treme. Há pânico generalizado. Os brasileiros já sabem muitos e muitos nome de nossos representantes envolvidos em mutretas, corrupção, malandragem, canalhices, vigarices, sem-vergonhice, sujeira, molecagens, trapaças, trambiques, ladroagem, desonestidade com o dinheiro público… falta algum sinônimo? Com a delação, os nomes que até agora estavam escondidos serão de domínio público.

Enquanto isso, a turma da pesada está tentando escapar das barras da prisão minando o projeto que pretende limpar a política dessa corja repugnante, transformando sexta-feira numa verdadeira “black friday” – ou numa sexta-feira negra, sem nenhum desconto.

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Condenação sem contemplação

reinhold hanningBem diferente do Brasil, a Alemanha não tem contemplação com criminosos: uma corte na cidade de Detmold acaba de condenar um ex-guarda da SS nazista, Reinhold Hanning, de 94 anos de idade, a cumprir 5 anos de prisão por colaborar com o assassinato de mais de 1000.000 judeus e outros prisioneiros durante o Holocausto.

Reinhold Hanning, sentado em uma cadeira de rodas, ouviu atentamente e sem aparentar qualquer reação o juiz ler a sentença e afirmar que ele fazia parte de uma engrenagem na “máquina de funcionamento perfeito para destruição”, colaborando nas operações do campo de extermínio de Auschwitz, Polònia “O senhor esteve naquele campo por dois anos e meio, onde cerca de 1,1 milhão de pessoas, principalmente judeus, foram assassinados”.

Hedy Bohm, de 88 anos, um dos raros sobreviventes ainda vivos, viajou de Toronto, Canadá, a Detmold, especialmente para testemunhar no julgamento e, após ouvir o veredito, afirmou “estar gratificado pela aplicação da justiça, após longos 70 anos”. O julgamento durou quatro meses e no total 12 sobreviventes participaram com seus testemunhos.

Agora imagine-se aqui no Brasil o estardalhaço e a histeria que aqueles bichos-grilos dos “Direitos Humanos” fariam, ao saber que a justiça estava mandando para atrás das grades um senhor de 94 anos e, pior, dependente de uma cadeira de rodas…

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E agora, vamos reclamar com o Papa?

ministerio temer

A governanta foi apeada do poder – afinal, enfiou os pés pelas mãos e largou o país mergulhado na maior crise econômica da História. Nem nos tempos da inflação desenfreada dos anos ’80, culminando com a maior variação do IGP-M (83,95%) em março de 1990, os brasileiros sentiram tanto na carne as dificuldades de tocar a vida para adiante. O governo do PT nos legou desemprego, inflação, falta de atendimento médico, aumento da criminalidade, periferias marginalizadas, crescentes e desestruturadas, educação falida, corrupção inigualável, rapinagem nas estatais… a lista aqui seria interminável e a mídia já explorou “ad infinitum” esta herança maldita.

Agora as esperanças dos brasileiros voltaram-se para o presidente Michel Temer, mas… oh, decepção! A montagem do seu ministério incluiu indiciados em corrupção, ilicitudes e a falta do principal: reputações ilibadas. Nem mesmo as denúncias de colegas (no caso o recente ex-Ministro da Cultura) e o clamor da opinião pública fizeram Temer mudar de ideia. A maioria dos analistas políticos têm desfiado opiniões bastante negativas em relação ao ministério e o próprio Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não tem sido poupado: até agora poucas mudanças se fizeram sentir e a grande oportunidade de se concretizar uma reforma estrutural no país não foi sequer aventada.

O publicitário Nizan Guanaes, membro de Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, recomendou ao presidente Michel Temer que tome medidas amargas e impopulares para tirar o Brasil da estagnação econômica. De acordo com ele, Temer deve aproveitar sua baixa popularidade para avançar com as reformas. Guanaes afirmou a Temer que o empresariado nacional “não pode mais competir no mundo com leis da época de Getúlio Vargas”.

Mas Temer parece não se comover. Sua equipe continua a mesma, a forma de governar continua a mesma, as leis arcaicas continuam as mesmas, os impostos continuam os mesmos, as dificuldades de vida continuam as mesmas… vamos reclamar com quem? Com o Papa?

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Imagens de Garotinho para o mundo. (Foolish images for the world)

Um dos mais deprimentes e ridículos episódios da semana – talvez do ano – foi a transferência do ex-governador Anthony Garotinho do hospital onde estava internado sob custódia, no Rio de Janeiro, para o complexo penitenciário de Bangu. O mundo todo assistiu a vergonha e a humilhação do indiciado, esperneando, gritando e chutando os paramédicos que o conduziram numa maca para a ambulância.

Garotinho foi conduzido a força por policiais federais e agentes do corpo de bombeiros, chamados para conter seus ataques, assim que a ficha caiu: ele estava realmente vivendo o momento mais humilhante de sua carreira política. Na presença da mulher, atual prefeita de Campos(RJ), Rosinha Garotinho, e da sua filha, deputada federal Clarissa Garotinho, o ex-governador não conseguiu manter a compostura quado era conduzido para o interior da ambulância e deu um chilique próprio de criancinha. Ou não seria o Garotinho…

Vários funcionários foram para a porta do hospital e comemoraram a ida de Garotinho para Bangu 8, durante a saída da ambulância, onde ele fará companhia ao outro ex-governador do Rio preso na mesma semana, seu arqui-inimigo Sérgio Cabral. Ironicamente, em Bangu há criminosos que Garotinho mandou prender e estão babando para colocar as mãos nele; e o presídio foi construído por Cabral…

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O mórbido prazer de matar

mesquita

Mais um ataque suicida para a coleção de atrocidades cometidas “em nome de Alá”. Desta vez foi em Kabul, no Afeganistão. Segundo um policial, mais de duas dezenas de civis foram mortos depois que um homem-bomba se explodiu dentro de uma mesquita xiita. E informações de representantes das Nações Unidas nos dão conta de que 50 outras pessoas ficaram feridas, algumas gravemente.

Custa-nos acreditar que atentados deste teor, cada vez mais frequentes, praticados por homens-bomba, possam ter inspiração nos textos do Alcorão, o livro sagrado dos islamitas. Alguns líderes religiosos distorcem completamente o sentido humanitário que a religião islâmica originalmente prega e, além de incentivarem esta prática de atentados, têm agregado um séquito de doutrinadores com a única finalidade de formar terroristas e espalhar a mortandade ao redor do mundo.

São estes religiosos deturpadores do sentido religioso do Alcorão e das palavras do Profeta Maomé que fizeram, em grande parte, os norte-americanos eleger Donald Trump, um radical de direita. Trump prometeu “limpar” o país dos terroristas islâmicos, caindo nas graças de um povo ainda traumatizado pelos atentados de 11 de setembro de 2001.

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Políticos: a geração propineira

corruptos

Provavelmente desde a assim denominada “descoberta do Brasil”, há mais de 500 anos, passando pelo Brasil Colônia (quando eram distribuídas terras aos protegidos da Coroa) e pelas Capitanias Hereditárias (quando as terras e propriedades passavam de geração a geração), nunca se roubou, surrupiou, enganou, ludibriou e corrompeu tanto como nesta atual geração de dirigentes e políticos.

Governadores, senadores, deputados, prefeitos, vereadores e funcionários das esferas executivas e legislativas estão aflorando como corruptos e corruptores, dia após dia, na medida em que as operações desencadeadas pelos Ministérios Públicos e pela Polícia Federal avançam. Ao mesmo tempo, nunca se viu tanta corrupção originada das empreiteiras e fornecedoras de produtos e serviços em todas as áreas que abrangem construção, educação, transportes, saúde – corrupção essa direcionada ou para compra de votos e poder, ou para contas particulares, principalmente no Exterior.

Com certeza não foram esquecidas as imagens do ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, no ato de proclamação da sua cidade como uma das sedes da Copa do Mundo – hoje, sabe-se que ele já estava contabilizando mentalmente os frutos da corrupção na reconstrução do Maracanã, cujos custos superaram em dobro os valores de arenas semelhantes em outros países do mundo.

Sergio Cabral, Garotinho, Eduardo Cunha, Delcídio do Amaral, Palocci, Fernando Bezerra, Paulo Bernardo, Gleisi Hoffmann, Zé Dirceu, José Genoíno são casos nacionalmente conhecidos. Mas há muitos mais. O presidente do Senado Renan Calheiros é acusado de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso no caso que o levou a renunciar ao comando da Casa em 2007. Aliás, um em cada três senadores é alvo de investigação na mais alta corte do país.

Dos 45 integrantes da CPI da Lei Rouanet, ao menos 15 respondem a inquérito ou ação penal no Supremo.

Documentos apreendidos pela Polícia Federal listam possíveis repasses da empreiteira Odebrecht para mais de 200 políticos de 24 partidos políticos.

Um em cada quatro parlamentares que concorreram em outubro está sob investigação no Supremo. Dos 19 concorrentes investigados, oito são réus. Acusações vão de crimes contra a administração pública, a estelionato e até tortura.

De 84 inquéritos, que atingem 53 deputados e senadores, quatro estão em curso há mais de 15 anos na instância máxima do Judiciário, enquanto 22 (26%) estão na gaveta há mais de dez anos. Outros 37 processos (44%) já passaram de seis anos à espera de julgamento

Segundo a Folha de S.Paulo, dos 113 processos concluídos de janeiro de 2007 a outubro de 2016 no Supremo, apenas quatro resultaram em condenação dos parlamentares acusados. Em 33% dos casos, o Estado perdeu o direito de punir por causa da demora em julgar.

Aquela antiga cerimônia de posse que enchia de orgulho familiares e amigos, quando um candidato é investido em cargo público em caráter efetivo após ser nomeado aprovado em concurso público e se compromete a observar fielmente os deveres e atribuições inerentes ao cargo… hoje é ato apenas para inglês ver.

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Conjunções astrológicas. Quem acredita?

astrologia

“Ainda que estejamos sob boas energias, desde já até o início de dezembro deveremos estar atentos para os efeitos da Lua Wooble. Também chamada de Lua Bamboleante, esse fenômeno é associado a um momento de tensão na esfera global, podendo também prenunciar desastres ambientais e tragédias de todo o tipo que atingem simultaneamente um grande número de pessoas”.

Parece que algumas previsões se concretizam: a Polícia Federal prendeu o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral sob a acusação de cobrança de propina em contratos com o poder público. O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba. Além de Cabral, outras nove pessoas tinham sido presas até as 7h30. O objetivo da ação é investigar o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, cujo prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões. A lista de presos inclui ex-secretários e ex-assessor do peemedebista.

Outro mandado de prisão, assinado pelo juiz Glaucenir Silva de Oliveira, foi para o ex-governador Anthony Garotinho, citado como o “protagonista” das práticas criminosas com outros indiciados. Ele exerceria inclusive uma dominação sobre a Câmara Municipal de Campos, no Rio de Janeiro, onde é secretário de Governo municipal. Mas seu passado já estava recheado de ilegalidades.

No Rio de Janeiro, ocorreu uma manifestação contra o pacote de ajuste fiscal, que aconteceu do lado de fora da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). Enfrentamentos entre manifestantes e PMs deixaram cinco feridos (quatro homens do Batalhão de Choque e um bombeiro). Manifestantes começaram a se concentrar em frente à Alerj por volta das 10h. Em torno das 12h, alguns derrubaram as grades do local. O Batalhão de Choque da Polícia Militar usou bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes. Houve muita correria e a polícia chegou a jogar gás de pimenta na direção dos manifestantes. Por volta das 13h30, um grupo tentou invadir o prédio.

Em Brasília, manifestantes que pedem a volta dos militares invadiram a Câmara dos Deputados, interromperam a sessão e subiram na mesa do plenário gritando palavras de ordem contra a corrupção. Uma participante do ato chegou a cuspir em um dos seguranças da Câmara, o que iniciou um tumulto no local.

Imagem: OMTimes Magazine
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