Mês: dezembro 2016

 

A língua do “P”

A letra “P” – Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso:

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. – Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando…

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar.

Pensei. Portanto, pronto pararei.

E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:
“O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma”

(Autor desconhecido)

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Marco Antonio Villa chama Lindbergh Farias de pilantra

E o comentarista-historiador certamente tem razão. O reinador, digo senador, está atolado em processos que em um país sério já o teriam despachado da vida pública com os direitos políticos cassados por 30 anos (no mínimo), e uma longa pena de prisão por atos ilícitos cometidos. Mas como aqui é Brasil…

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Você conhece a mãe judia?

A mãe judia tem o dom de nunca largar do pé do filho, que em geral sente-se vigiado, seja onde estiver (com o advento do celular, do whatsup e do Skype, a coisa se agravou). Mães judias são super protetoras, super tietes, super “mimadoras”, super controladoras, enfim… super mães. Ao mesmo tempo, elas imputam ao filho uma culpa incurável: a culpa de fazê-la sofrer. Aí vão alguns exemplos:

Mãe judia de Mona Lisa:
“Depois de todo dinheiro que seu pai gastou com o dentista, é isso que você chama de sorriso?”

Mãe judia de Cristóvão Colombo:
“Eu não me importo com o que você descobriu. Você não me ligou, você não me escreveu…”

Mãe judia de Michelangelo:
“Você pintou um teto? Não estava bom demais para você pintar as paredes, como as outras crianças? Você sabe como é difícil limpar aquela sujeira lá em cima?”

Mãe judia de Napoleão:
“O que você está escondendo de mim? Tire a mão da sua jaqueta e me mostre!”

Mãe judia de Abraham Lincoln:
“Outra vez você com esse chapéu! Por que você não pode usar um boné de basebol como os outros rapazes?”

Mãe judia de Thomas Edison:
“OK, OK, estou orgulhosa por você ter inventado a lâmpada incandescente. Agora desligue tudo e volte a dormir!”

Mãe judia de Albert Einstein:
“Sua primeira fotografia como adulto e você não foi capaz de fazer nada com o seu cabelo?”

Mãe judia de Moisés:
“Deserto, deserto!!! Onde foi que você se meteu de verdade nos últimos quarenta anos?”

Mãe judia de Bill Gates:
“Teria matado você se tornar um doutor?”

Mãe judia de Bill Clinton:
“Bem, pelo menos ela era uma garota judia!” (a estagiária)

 

 

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Cadê o otimismo em nosso blog?

Um leitor escreveu-me observando que na trajetória do nosso Bahr-Baridades foi ocorrendo uma curva descendente em relação ao otimismo, anteriormente mais presente nas postagens.

O leitor tem toda razão. Acredito que o pessimismo foi tomando conta dos textos na mesma medida em que foram sendo reveladas as ações criminosas dos nossos políticos e das figuras públicas a partir do Mensalão, passando por Pasadena, Lava-Jato, impeachment da governanta, a atual recessão, o desemprego, a falência da saúde, a queda no nível de qualidade do ensino, o aumento da criminalidade… seria uma lista infindável.

A estas alturas realmente fica difícil manter o otimismo em alta. Para quem já viveu muitos “enta” e começou a votar em 1958, participando por mais de meio século da História do Brasil ao vivo (e esta marca representa mais de 10% do total), a sucessão de acontecimentos políticos parece nos afundar mais e mais em um pântano escuro. É inacreditável a incompetência, o despreparo e a ganância da maioria dos políticos que elegemos no correr dos anos, como pode-se constatar nos dias de hoje quando centenas de prefeitos, vereadores, deputados e senadores vêm sendo presos por corrupção, desvios de dinheiro público, formação de quadrilhas, lavagem de dinheiro… enfim, são eleitos e exercem seus cargos com o único objetivo de enriquecer às nossas custas.

Bem que eu gostaria de inserir mais charges, matérias e vídeos divertidos, para levantar o astral dos leitores. Sei que há muita gente capacitada para isso. Infelizmente sou do tipo sensível àquilo que ocorre em nosso entorno. Quem sabe, com o tempo, se as coisas mudarem no país, se nos transformarmos num país sério, se o Brasil alcançar o futuro brilhante que nossos antepassados preconizavam, quem sabe…

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Entrevistador agressivo massacra a ex-presidente

Como em ocasiões anteriores, Dilma Rousseff voltou a dar entrevista à TV Al Jazeera, certa de que seria recepcionada com mimos e flores. Eis que ocorreu o inesperado: o entrevistador foi extremamente agressivo na entrevista, confirma que ela não está negando o escândalo na Petrobras e que muita gente afirma que ela sabia tudo que estava acontecendo e que nesse caso ela seria cúmplice. E completa: “Você seria uma total incompetente! Você é cúmplice ou incompetente?

Pega de calças curtas – ops – de saia justa, Dilma perdeu o rebolado e como pode ser observado no vídeo, suas feições antes descontraídas foram se transformando. E, como sempre, não soube dar respostas à inquirição e às afirmações do entrevistador.

Do que nos livramos, hein?

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Vandalismo: o que ganhamos com isso?

vandalismo

Em uma sessão tumultuada, o Senado aprovou nesta terça-feira (13), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos, e prevê o congelamento de investimentos na saúde e educação.

Paralelamente, um grupo de manifestantes atacou o prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) durante um protesto na Avenida Paulista. Arrebentaram o gradil, jogaram fogos de artifício, pedras e paus. Após o tumulto, os manifestantes se reuniram em frente à Estação Brigadeiro do Metrô.

Por volta das 21h50, um grupo que permaneceu após a dispersão correu pela Avenida Paulista colocando fogo em lixeiras e fazendo barricadas . Pelo menos uma jovem foi detida. A polícia jogou bombas de gás para dispersar o grupo.

Em Brasília , cerca de 75 manifestantes foram detidos: eles participaram do incêndio a um ônibus, de pichações ao Museu da República e à Biblioteca Nacional, depredaram prédios dos bancos do Brasil e de Brasília e atacaram uma concessionária no início da Asa Norte.

Pela foto, dá para ver que os chamados “manifestantes” na verdade são vândalos: eles carregam mochilas nas costas, escondendo rojões, pedras e outros apetrechos de destruição – e muitos deles estão encapuzados para evitar seu reconhecimento por fotos ou vídeos.

Agora a baboseira de sempre: um cara chamado Guilherme Boulos, que se intitula “coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)”, disse que o objetivo era fazer um ato pacífico, como todos os protestos organizados pelo Movimento (aqui deveria entrar uma imagem de riso sardônico). Na avaliação dele, “o ataque ao prédio ocorreu de forma espontânea e foi provocado pelo que a instituição representa para o país. Não estava programado mas foi um gesto de indignação das pessoas. Fiesp representa o que não presta no Brasil. O dano na fachada da Fiesp é muito pouco perto do dano que a Fiesp está causando há muito tempo ao povo do Brasil”.

As perguntas: o que o prédio da FIESP em São Paulo e a quebradeira em Brasília têm a ver com isso? A FIESP representa exatamente as empresas que dão emprego, pagam salários, fazem de São Paulo o mais avançado estado produtivo do país – que sustenta, com o suor dos seus trabalhadores, estados como o Maranhão dos Sarney, Alagoas dos Calheiros, Pará dos Barbalho, Piauí, Amazonas da bitolada senadora Vanessa e outros pouco produtivos.

É lamentável que o MTST e outros movimentos esquerdistas, aliados à turma do “quanto pior, melhor”, direcionem de forma errada suas frustrações e abriguem um bando de vândalos, que provavelmente recebem os apetrechos de destruição e um soldo diário para destruir, arrebentar e queimar.

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E agora, em quem acreditar?

Déficit do INSS é fictício e fruto de manipulação de dados, diz confederação dos aposentados

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O déficit da Previdência e a sua escalada em progressão geométrica é o argumento mais forte do governo, ao lado do envelhecimento da população, para a aprovação de novas regras de concessão de aposentadorias. Principalmente a criação da idade mínima de 65 anos para homens e mulheres.

No entanto, segundo a confederação dos aposentados e a associação de auditores fiscais, do próprio governo, em vez de faltar dinheiro para o INSS em 2015, há uma sobra de quase R$ 25 bilhões.

Os auditores e aposentados alertam que o governo ignora a Constituição Federal e deixa de lado a arrecadação da Seguridade Social, que inclui as áreas de Saúde, Assistência e Previdência.

De acordo com a Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), que anualmente divulga os dados da Seguridade Social, não existe déficit. Pelo contrário, os superávits nos últimos anos foram sucessivos: saldo positivo de R$ 59,9 bilhões em 2006; R$ 72,6 bilhões, em 2007; R$ 64,3 bi, em 2008; R$ 32,7 bi, em 2009; R$ 53,8 bi, em 2010; R$ 75,7 bi, em 2011; R$ 82,7 bi, em 2012; R$ 76,2 bi, em 2013; R$ 53,9 bi, em 2014.

No ano passado, segundo a Anfip, o investimento nos programas da Seguridade Social, que incluem as aposentadorias urbanas e rurais, benefícios sociais e despesas do Ministério da Saúde, entre outros, foi de R$ 631,1 bilhões, enquanto as receitas da Seguridade foram de R$ 707,1 bilhões. Ou seja, mais uma vez o resultado foi positivo e sobrou dinheiro (R$ 24 bilhões).

Por outro lado, no anúncio das medidas para equilibrar as contas da Previdência que estão na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287, o secretário de Previdência Social do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, disse que o rombo nas contas do INSS (arrecadação contra despesa) ficou em R$ 86 bilhões. Caetano também disse que a previsão do governo é que o rombo salte para R$ 152 bilhões este ano e fique em R$ 181 bilhões em 2017.

“É uma falácia dizer que existe déficit. Em dez anos, entre 2005 e 2015, houve uma sobra de R$ 658 bilhões. Este dinheiro foi usado em outras áreas e também para pagar juros da dívida pública, cerca de 42% do total, mas isto o governo não diz”, afirma o advogado Guillerme Portanova, diretor jurídico da Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas do Brasil).

A diferença entre o déficit (de R$ 86 bilhões) e o superávit (de R$ 24 bilhões), dependendo da fonte considerada, em 2015 foi de R$ 110 bilhões.

Analisando os dados da Anfip nota-se que o superávit da Seguridade Social está perdendo fôlego, mas é ainda consideravelmente alto para contestar a teoria de rombo.

A arrecadação da Seguridade Social inclui o Cofins, o CSLL, o Pis-Pasep, impostos sobre exportações, impostos sobre as loterias, entre outros. “O governo usa a DRU (Desvinculação de Receitas da União) para transferir o superávit da Seguridade Social, proveniente dos tributos, e cobrir outras despesas. O déficit no INSS é fictício e fruto de uma manipulação de dados”, disse Portanova.

Informe do R7.com
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