Mês: janeiro 2018



Recordista brasileiro… em corrupção

Apesar de, infelizmente, existirem muitos e muitos nomes de políticos brasileiros envolvidos em corrupção, provavelmente Sergio Cabral, o ex-governador e aniquilador das finanças do Rio de Janeiro, é o recordista. Pelo menos foi Cabral que até agora recebeu o maior número de denúncias por parte do Ministério Público Federal.

Cabral foi denunciado pela 21ª vez, juntamente com outros indiciados, apontado como líder de uma organização criminosa com divisão de tarefas em quatro núcleos básicos: núcleo econômico, formado por executivos das empreiteiras cartelizadas contratadas para a execução de obras do estado; núcleo administrativo, formado por gestores públicos do Rio de Janeiro; núcleo financeiro operacional, composto por responsáveis pelo recebimento e repasse de propina; e o núcleo político, formado pelo próprio Sérgio Cabral.

De acordo com esta nova denúncia, foram cometidos mais de 200 atos de lavagem de dinheiro pelos denunciados, sendo eles:

165 atos de lavagem de dinheiro com a transferência, em 165 oportunidades distintas, de R$ 6.858.692,06 de contas em nome de empresas do Grupo Dirija para contas em nome da empresa Gralc Consultoria (LRG Agropecuária); 39 atos de lavagem de dinheiro com a transferência, em 39 oportunidades distintas, de R$ 1.074.582,50 de contas em nome de empresas do Grupo Dirija para contas em nome da empresa Falci Castro Advogados e Concultoria; 8 atos de lavagem de dinheiro com a transferência, em 8 oportunidades distintas, de R$ 157.540,00 de contas em nome de empresas do Grupo Dirija para contas em nome da empresa SFB Apoio Administrativo; um ato de lavagem de dinheiro com a venda pela empresa Gran Barra Empreendiments e Participações S/A para Ary Filho.

Se Cabral já estava condenado a mais de 80 anos de prisão, quantos anos mais vai pegar após o julgamento desta nova denúncia?

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Bazófias tonitruantes

João Pedro Stédile, líder do MST:
“Não aceitaremos de forma alguma que o companheiro Lula seja preso.”

Lindbergh Farias, senador pelo PT:
“Nós estamos preparados para lutar nas ruas deste país”.

Gleisi Hoffmann, “presidenta” do PT:
“Para Lula ser preso vai ter que prender muita gente, mais do que isso, vai ter que matar gente”.

José Guimarães, deputado do PT e líder da minoria na Câmara:
“Essa condenação, além de injusta, só fortalece a mobilização que será iniciada no país para defender a candidatura do Lula às eleições presidenciais”.

Dilma Rousseff, ex-presidente da República:
“A condenação do ex-presidente Lula constitui, infelizmente, a mais nova e perigosa etapa do golpe. Uma eleição sem Lula será uma fraude.”

Fátima Bezerra, senadora pelo PT-RN:
“O que testemunhamos foi a confirmação, pelo TRF-4, de uma condenação política, ilegal e imoral, antecipada pela imprensa”.

Humberto Costa, senador pelo PT e líder da oposição no Senado:
“Expectativa era que fosse imparcial”.

Essa turma do PT está se utilizando do jus sperniandis, ou seja, o direito do esperneio, de reclamar quando não há nada mais a se fazer…

Charge: Iotti
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Gleisi, a “Narizinho”, e o seu conceito de “maioria”

O Brasil tem 208.550.000 habitantes conforme censo atualizado do IBGE. Estima-se em 138 milhões o número de eleitores. Até sua condenação em 24/01, Lula teria (caso haja acerto nas pesquisas) 34% de intenção de votos. Quer dizer, dos 138 milhões de eleitores, Lula teria cerca de 47 milhões de votos. Ou seja, 91 milhões de votos não iriam para o condenado.

Num comunicado exposto no site do PT, a “presidenta” (é assim que ela assina) do partido, Gleisi Hoffmann, afirma com todas as letras:

“Não vamos aceitar passivamente que a democracia e a vontade da maioria sejam mais uma vez desrespeitadas”.

Pelos dados da pesquisa, a maioria NÃO vai votar no molusco – isso se ele não estiver preso ou considerado “ficha suja”, ficando inelegível. A maioria, aritmeticamente, seriam 66,5 milhões de votos mais um…

Há que ser desmistificada de uma vez essa concepção de que a maioria brasileira é petista, esquerdista, socialista ou anticapitalista. Os brasileiros querem trabalhar, produzir, criar empresas, desenvolver produtos, ter ou produzir empregos, usufruir de tudo que suas rendas possam lhe oferecer: boas moradias, carros, viagens, assistir a um bom filme, tomar seu chopinho no fim de semana, pegar uma praia, comprar eletrodomésticos…

Infelizmente, o que se vê nas manifestações dos lulistas de camisas vermelhas cor de sangue, são uma maioria de pobres coitados que beiram a miserabilidade, sem instrução ou pouco instruídos, sem compreensão para os fatos, recebendo pão com mortadela e assentos grátis nos ônibus que os transportam aos locais onde se aglomeram, empunhando bandeiras fornecidas pelos comitês e gritando palavras de ordem, seguindo fielmente as instruções e o comando dos seus doutrinadores esquerdistas.

Basta assistir a um dos vídeos do “Mamãe falei” como este acima, para se comprovar a extrema ignorância da maioria dos seguidores de Lula, Gleisi e companhia ilimitada de corruptos… um pobre retrato do Brasil. Uma massa de manobras, pobres coitados que nem sabem porque estão nas manifestações.

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Falta prender a senadora terrorista/incendiária Gleisi Hoffmann

Como pode a justiça permitir que uma senadora da República emita uma declaração partidária, da qual extraímos alguns trechos, com uma clara contestação e afronta ao sistema judiciário brasileiro?

“O resultado do julgamento do recurso da defesa de Lula, no TRF-4, com votos claramente combinados dos três desembargadores, configura uma farsa judicial. Confirma-se o engajamento político-partidário de setores do sistema judicial, orquestrado pela Rede Globo, com o objetivo de tirar Lula do processo eleitoral.

Não vamos aceitar passivamente que a democracia e a vontade da maioria sejam mais uma vez desrespeitadas.

Vamos lutar em defesa da democracia em todas as instâncias, na Justiça e principalmente nas ruas.

Vamos confirmar a candidatura de Lula na convenção partidária e registrá-la em 15 de agosto, seguindo rigorosamente o que assegura a Legislação eleitoral.

Se pensam que história termina com a decisão de hoje, estão muito enganados, porque não nos rendemos diante da injustiça.

Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT”

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Toma posse. Não toma posse. Toma posse. Não toma posse…

Temer é mais um presidente que perdeu a oportunidade de realizar um excelente governo. Um governo, aliás, que caiu de mãos beijadas no seu colo, sem a necessidade de se desgastar em campanha política, sem a necessidade de contar com um eleitorado – já que os votos foram destinados ao PT et caterva.

Temer enfiou os pés pelas mãos: foi denunciado duas vezes por corrupção e até agora os brasileiros não têm a convicção de que ele seja inocente – os processos ficaram paralisados. Também restou a suspeita de tratativas ilícitas ao receber um corruptor à noite, fora da agenda, para tratar de “negócios”.

Além disso, sua gestão está marcada pelo empenho (leia-se “compra”) de milhões e milhões de reais destinados a parlamentares, visando seu apoio político principalmente para aprovação da nova lei da previdência social – o que, cá para nós, parece ser muito difícil nesta gestão.

E agora, ficamos pasmos com a submissão de Temer ao ex-deputado Roberto Jefferson, atual presidente do PTB, partido que supostamente apoia o governo: pai da deputada Cristiane Brasil, Jefferson quer porque quer ver sua filha ministra do Trabalho. Por três vezes a justiça decidiu que Cristiane não deve ser nomeada por ter sido processada exatamente numa infração trabalhista. Sua nomeação contraria o princípio da moralidade, determinado pela Constituição.

Temer parece não se incomodar com isso e vai tentar a nomeação de Cristiane Brasil mais uma vez. Ele julga que nós, brasileiros, somos todos idiotas e que, em sendo presidente, pode tudo – mesmo afrontando a lei e os princípios básicos de manter uma reputação ilibada e ser honesto.

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Epa! Collor presidente? De novo?

Pelamordedeus! Esse bandidaço destemperado chamado Fernando Collor, indiciado por corrupção na Lava Jato e com um histórico pavoroso de prejuízos causados aos brasileiros quer se candidatar de novo para presidente da República?

Sou apenas um dos milhões de brasileiros que teve um dinheirinho confiscado no chamado “Plano Collor”, que bloqueou por 18 meses os valores dos investimentos acima de NCz$ 50 mil (novos cruzados, a moeda da época). Entre as medidas estavam também o congelamento de preços e salários. Contas bancárias foram bloqueadas e cada brasileiro tinha direito a retirar também apenas NCz$ 50 mil – algumas contas que rendiam pequenos juros, consideradas também investimentos, permitiam que se retirasse apenas NCs$ 25 mil.

Naquele momento, mal sobrou dinheiro para a feira e muito menos para se pagar as mensalidades escolares, aluguel, prestações e outros compromissos.

O Plano Collor foi um fracasso para as pessoas físicas. Muitas pessoas se suicidaram, perderam dinheiro, perderam propriedades, perderam empresas… e o mais amargo foi ouvir, alguns anos depois, uma entrevista da então ex-ministra da Economia de Collor, uma zinha chamada Zélia Cardoso de Melo, declarando que “o plano foi uma experiência que não deu certo”. Então fomos cobaias? Essa zinha se mandou do Brasil em 1997 e ao que consta está enrustida lá nos States. Enquanto isso os brasileiros apelavam na justiça para reaver suas economias.

Fernando Collor ficou também conhecido por ter, na mesma época em que confiscava o dinheiro dos brasileiros, investido uma fortuna nos jardins da sua “Casa da Dinda” a mansão da família Collor de Mello no Lago Norte em Brasília, escolhida por ele como moradia oficial na sua passagem pela Presidência da República. O confisco não valeu para ele…

Collor foi acusado de corrupção à época, agindo através do seu fiel tesoureiro de campanha P.C. Farias, que foi misteriosamente assassinado com um tiro no peito em junho de 1996 em sua mansão na Praia de Guaxuma, em Maceió, juntamente com a sua então namorada, Suzana Marcolino.

Além disso, Collor sofreu severas acusações do seu irmão Pedro Collor de Mello, que faleceu algum tempo depois. Por causa dos escândalos de corrupção, foi instaurado um processo de impeachment contra ele, que acabou renunciando antes de perder o mandato.

Collor na presidência? Será reviver os piores pesadelos que os brasileiros já sofreram.

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Ai, ai, ai, seu Cabral

Fica difícil saber o que se passou na cabeça deste maluco do Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro e agora preso em Curitiba, com um monte de processos nas costas e uma previsão de mais de 300 anos de pena.

Seria cobiça? Ganância? Burrice? Afinal, depois dos primeiros milhões obtidos com propinas, para que se apropriar de mais? Será que ele julgou que ninguém perceberia? Que ele estava acima da lei?

O que ele faria com tanto dinheiro ilícito? Comeria as notas? Ok, Ok, ele comprou imóveis, joias, carrões, viveu no maior luxo, comeu caviar e bebeu champanha francesa, viajou pelo mundo, jantou em restaurantes franceses… mas o que mais ele queria? Deixar dinheiro (fortunas) para seus filhos, netos, bisnetos e tataranetos?

Como se pode ver, o castigo veio a galope. Hoje, 19/02, ei-lo (na foto) algemado, acorrentado nos pés, seguindo para a prisão federal em Curitiba e, pior, de castigo: 15 dias numa quase solitária, sem banhos de sol, sem poder receber visitas de familiares e amigos, e longe, muito longe das mordomias e regalias que ele usufruía na penitenciária do Rio de Janeiro.

E agora, seu Cabral?

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Retrato do Brasil 2018

Surto de febre amarela, a mesma que o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu erradicar do país no início do Século XX (há mais de 100 anos)… a bandidagem melhor armada que o pessoal da segurança pública, espalhando terror e assassinatos por todos os cantos… mais de 12 milhões de desempregados, sem perspectivas… o Brasil sendo notícia nos mais importantes órgãos de divulgação do mundo, como recordista mundial de corrupção… o ensino cada vez mais precário e catastrófico, tornando a profissão de professor um risco de vida… Feliz 2018 para você!

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De pai para filho, para neto…

Se você imagina que as próximas eleições de outubro possibilitarão mudanças nos perfis dos nossos políticos, é bom saber de antemão que com este sistema partidário atual será muito difícil surgirem novas caras, substituindo as “figurinhas carimbadas” que dominam legislativos e executivos por todo o país. Quem está fora não entra e quem está dentro não sai…

Levantamento da Revista Congresso em Foco nos revelou que em 10 de agosto de 2017 havia pelo menos 319 deputados (62%) e 59 senadores (73%) que mantinham laços de sangue com outros políticos. Há parlamentares com sobrenomes associados nacionalmente à política, como Maia, Calheiros, Cunha Lima, Caiado, Barbalho e Magalhães, outros de influência regional e aqueles que inauguraram essa tradição. Os números são tão expressivos que fazem o Brasil superar a Índia e sua conhecida sociedade de castas.

Com certeza você se lembra do famoso ACM, da Bahia: Antônio Carlos Magalhães imperou naquele estado como governador por três vezes e estava preparando seu filho Luis Eduardo Magalhães que faleceu quando era deputado federal. Agora outro ACM é o atual prefeito de Salvador e certamente está trabalhando para se lançar governador.

As “famílias políticas” são mais abundantes no Nordeste, mas tem ramificações por todos os estados e partidos representados no Congresso. Há descendentes de ex-senadores, ex-deputados e ex-governadores, assim como familiares de políticos de expressão regional, bem como aqueles que se elegeram conciliando a força do nome com atuação destacada em outras áreas.

No Paraná, existe a “casta de Maringá”: o atual Ministro da Saúde é casado com a atual vice-governadora Cida Borghetti. Ele é filho do ex-prefeito Silvio Magalhães Barros e irmão do também ex-prefeito Silvio Barros. A filha Maria Victoria é deputada estadual do Paraná pelo Partido Progressista (PP).

Também há casos de congressistas que, a despeito do parentesco, ou não fizeram uso do sobrenome ou até que são adversários políticos. Qualquer que seja a situação, o capital político familiar representa uma vantagem em relação aos adversários e um atalho para o sucesso eleitoral.

Muitos herdam o poder econômico: são mais ricos ou têm mais facilidade de arrecadar dinheiro para as campanhas eleitorais do que seus concorrentes, são donos de veículos de comunicação, como rádios e TVs e controlam ainda as principais máquinas partidárias de seus estados.

Segundo o cientista político Ricardo Costa Oliveira, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). “a política é cada vez mais um negócio de família no Brasil. As eleições estão cada vez mais caras. Muitos políticos bem sucedidos têm de organizar e possuir uma estrutura de dinheiro, uma estrutura familiar política para beneficiá-los. Os candidatos mais fortes e com boas condições de elegibilidade concentram mais dinheiro e muitas vezes contam com a família na política. Isso é um fenômeno também de reprodução do poder político”, explica o professor.

Foto: Globo
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