Mediocridade jurídica

Jurídico, adjetivo:
1. relativo ao direito.
2. em conformidade com os princípios do direito; que se faz por via da justiça; lícito, legal.

De repente, três juízes do Supremo Tribunal Federal parece que se esqueceram do que é lícito e legal: em visível desacordo com seus outros oito pares, estão liberando condenados da prisão e concedendo habeas corpus a corruptos e ladrões (ladrões de nossa dignidade, de nossa qualidade de vida).

A soltura de José Dirceu é emblemática:o ministro Dias Toffoli, cassou na segunda-feira dia 2 a decisão do juiz Sérgio Moro que impôs uso de tornozeleira eletrônica para o ex-ministro José Dirceu, solto em razão de uma decisão da Segunda Turma do STF. Zé Dirceu havia sido condenado a mais de 30 anos de prisão!

Para quem não sabe, Dias Toffoli foi reprovado em dois concursos para juiz de primeiro grau, já prestou assessoria jurídica ao Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados e foi advogado do partido nas eleições presidenciais de 1998, 2002 e 2006. A indicação para o Supremo foi de Lula. Quer dizer: Toffoli está intimamente atrelado ao PT e visivelmente protege seus ex-“cumpanheros”… como um juiz destes pode ser imparcial em suas decisões?

Charge: Benett
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4 comentários sobre “Mediocridade jurídica

  1. maso 5 de julho de 2018 15:58

    Toffoli é juiz do PT, Gilmar do PSDB, Levandowisk faz coro com os dois primeiros. Eleger gente que é a favor da Lava-Jato, das medidas contra a corrupção reprovadas no Congresso, e contra o Foro de São Paulo, onde a famélica Cuba dá as cartas, essa é a saída do Brasil.

    • Passig 7 de julho de 2018 5:47

      Estamos juntos.

  2. Antonio Trasoff 6 de julho de 2018 21:01

    Então existem ministros concedendo habeas corpus a “ladrões (ladrões de nossa dignidade, de nossa qualidade de vida”? Ufa! Pensei que eram ladrões de dinheiro!

  3. Dr. Charles Montigomere Burns 9 de julho de 2018 22:19

    Brasil é um circo de bizarrices institucionais!

    Ministros do Tribunal guardião da constituição sem capacidade alguma, como o tal Toffoli, reprovado em 2 concursos para Juiz Federal e cuja unica qualificação profissional que demonstrou é ser advogado do partido que o apontou, sendo INDICADOS por políticos para o cargo VITALICIO… OLHA O ABSURDO que é algo assim!!

    Um “zé ninguém” no quesito conhecimento, apenas por ter boas relações políticas se torna Juiz dos juizes e se torna um “semi-deus” que manda em juizes que comprovaram seu conhecimento através de um concurso publico!

    Minha opinião:

    para se tornar desembargador ou Ministro de algum tribunal, SÓ POR CONCURSO entre Juizes e promotores estaduais ou federais com MANDATO pré-definido por 10 ou 15 anos só reconduzivel através de nova aprovação em concurso!

    essas aberrações como Dias Toffoli e esse tal de Favreto nunca fariam suas khdas pois nunca chegariam a tais posições.

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