E os advogados de Adelio Bispo?

Adelio Bispo é aquele infeliz que enfiou uma faca na barriga do candidato Jair Bolsonaro. Prestes a concluir o inquérito, o delegado Rodrigo Morais que comanda as investigações sobre o atentado afirmou, em entrevista à TV Globo, que todas as informações e dados colhidos até o momento sustentam que o agressor  não teve ajuda para executar o crime.

“Nós analisamos diversas imagens, outros dados, elementos colhidos que refutam a participação de terceiros na execução do atentado em si ali, seja tentando em meio à multidão dar acesso a ele, facilitar o acesso a ele ao candidato. Seja antes mesmo do evento ali, em Juiz de Fora, tentando convencê-lo ou incentivando a praticar o crime”, afirmou.

Entretanto, algumas dúvidas pairam no ar. A primeira, foi a declaração do criminoso que afirmou com todas as letras: “PRETENDÍAMOS APENAS DAR UM SUSTO”. O sufixo “íamos” indica plural, mais gente envolvida e interessada em dar cabo do candidato.

Outra dúvida não esclarecida pelo delegado é o fato do criminoso contar com o apoio de quatro advogados particulares em sua audiência de custódia em Juiz de Fora. Como é que, na situação de precariedade em que vivia, o criminoso poderia ter acesso a não apenas um, mas a quatro advogados para defendê-lo? Depois de dizer que estava “trabalhando” de graça, um dos advogados de Adelio contou nova versão, e disse que recebeu em “dinheiro vivo”. O delegado não aborda o assunto e não informa quem pagou. A OAB se omite.

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2 comentários sobre “E os advogados de Adelio Bispo?

  1. Marcio Garces 25 de setembro de 2018 13:18

    Muita coisa estranha nessa armação. E será verdade que Adelio dará uma entrevista exclusiva pra Globosta na sexta feira anterior às eleições? O negócio é votar em Bolsonaro pra varrer petistas, esquerdistas e socialistas desse país!

  2. Adolfo Musso 25 de setembro de 2018 15:43

    Parabéns, sr. Júlio! Acredito que o senhor identificou com clareza o ponto realmente relevante que vai esclarecer o atentado terrorista praticado contra o candidato Bolsonaro e a democracia brasileira. Acredito piamente que nenhum advogado defenderia o criminoso que atacou Bolsonaro por menos de R$ 1 milhão. Quem poderia estar pagando os honorários desses advogados? Provavelmente agentes estrangeiros mancomunados com algum partido brasileiro que se beneficiaria da morte do candidato agredido. Seria a China que teve bons negócios no Brasil durante o governo petista? Afinal Bolsonaro foi aos Estados Unidos, bateu continência à bandeira norte-americana e, eleito, garantiu priorizar negócios com os Estados Unidos. Seria algum país ou terroristas defensores da causa palestina que sempre foi defendida por petistas? Afinal Bolsonaro já provou ter boas relações com Israel, inclusive, foi batizado, como Cristo, no rio Jordão. E quem é batizado no rio Jordão com certeza é portador de sábios pensamentos. O sr. Júlio, com perspicácia, sabe o caminho para chegar aos mandantes do ataque vil e covarde a um homem indefeso: os financiadores da defesa do criminoso Adelio.

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