Você acredita nas pesquisas eleitorais?

Nas eleições para presidente, senadores, deputados e governadores em 2014, segundo diversos levantamentos de analistas, o Ibope mais errou do que acertou os resultados das urnas: 66,66% (ou dois terços) das previsões do instituto se mostraram incorretas.

Neste primeiro turno a história se repetiu: houve grandes discrepâncias entre pesquisas e resultados, inclusive as pesquisas nos dias anteriores à eleição, o que fez com que a diretora do Ibope, sem nenhum constrangimento, alegasse em programa na Globo News que no último momento ocorreram “mudanças de posições” nas decisões dos eleitores.

Nas eleições presidenciais de 2014, apenas um dia antes da votação do primeiro turno, o Ibope apontava Dilma Rousseff (PT) com 46% dos votos válidos e Aécio Neves (PSDB) com 27%. Como sempre, “a margem de erro da pesquisa era de 2%”, mas as urnas mostraram outro cenário: Dilma obteve 41,59% dos votos e Aécio somou 33,55%. Uma diferença que na véspera deveria ser de 19%, caiu para apenas 8%. Quem explica?

É caso de se pensar: afinal, para que servem as pesquisas? Será que as pesquisas são manipuladas para induzir os eleitores a votarem em “x” ou “y”? Ou são financiadas por grupos poderosos, apoiadores de um ou outro candidato, preparando gradualmente a população para aceitar resultados totalmente irreais e fora do contexto?

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2 comentários sobre “Você acredita nas pesquisas eleitorais?

  1. Adolfo Musso 24 de outubro de 2018 14:18

    Sou direto: não acredito! E a melhor prova disso é a última pesquisa Ibope. Por essa pesquisa (comprada pelo PT, aposto), nosso grande líder caiu de 59% para 57% enquanto Haddad subiu de 41% para 43%. Cascata! Bolsonaro hoje não tem menos de 80% dos votos dos brasileiros. Se as urnas não forem fraudadas, com certeza é esse o percentual de votos que a Justiça Eleitoral vai anunciar no próximo domingo. Mas a nossa situação vai ser ainda melhor na próxima eleição. Nosso grande irmão, o verdadeiro cristão, porque foi batizado no mesmo rio em Jesus também foi batizado, Jair Mito Bolsonaro, vai começar em janeiro a banir de nossa pátria os marginais vermelhos. Daqui a quatro anos, o Mito volta ao governo com 100% de apoio dos verdadeiros patriotas. Pode acreditar, amigo Júlio.

  2. augusto faria 24 de outubro de 2018 15:33

    Não ! Se realmente fossem confiáveis, não haveria eleição, bastava fazer uma pesquisa e o candidato que tivesse à frente assumiria. Mas, por outro lado, é como alguém disse, “Não é necessário comer toda à sopa para saber se esta salgada ou sem sal”.

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