Campanha eleitoral recheada de mentiras

Enquanto aguardamos ansiosamente os planos dos candidatos à presidência que nos façam ganhar ânimo e esperanças de dias melhores, com a valorização dos salários e aposentadorias, o crescimento do mercado de trabalho, melhor atendimento em postos de saúde e hospitais, a escola voltando às suas origens com ensinamentos ao nível do Primeiro Mundo, o custo de vida retornando a patamares razoáveis, um sistema bancário mais flexível, a dívida interna se reduzindo, os estados saindo do colapso, a segurança pública mais eficiente, a redução das drogas e contrabando, os medicamentos isentos de impostos, a mordida do leão menos dolorosa, os corruptos e bandidos na cadeia… eles se preocupam apenas em atacar um ao outro de forma cada vez mais agressiva e mentirosa.

Veja a mentira que Haddad, desesperado para subir seus índices nas pesquisas, proclamou em entrevista de tevê:

Obviamente o general Mourão, atacado por Haddad, se defendeu de maneira irrefutável:

Quantas patacoadas ainda seremos obrigados a ouvir até o dia da eleição? Quantas mentiras serão levadas ao ar? O que nos espera no futuro?

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3 comentários sobre “Campanha eleitoral recheada de mentiras

  1. Walter 25 de outubro de 2018 12:36

    É a técnica PTralha, mentiras, mentiras e mais mentiras.

  2. Adolfo Musso 25 de outubro de 2018 20:16

    Meus amigos, vejam como esses petralhas são espertos. Aposto que esse cantorzinho nordestino inventou ardilosamente essa história de que nosso general Mourão foi torturador. Aí o candidato dos petralhas aproveitou e ajudou a espalhar a notícia. Depois eles desmentiram a notícia e agora ficamos nós acusando os petralhas porque estamos ofendidos porque eles acusaram o nosso vice de torturador. Amigos, o nosso candidato e futuro presidente de nossa Pátria defende a tortura e o coronel Brilhante Ustra, considerado torturador pelos nossos adversários petralhas, foi brilhantemente homenageado pelo Bolsonaro na votação do impeachment. É exatamente isso que esses marginais vermelhos querem que a gente pense: que um dos nossos seja denominado torturador como se isso fosse negativo. Nós, os verdadeiros baluartes da campanha do nosso líder e grande irmão Bolsonaro, temos que mostrar aos nossos companheiros desavisados que o general Mourão não foi torturador porque era apenas um adolescente mas que, se estivesse já engajado nas forças militares, teria, como o coronel Brilhante Ustra, metido o cacete nos esquerdistas presos.

    • maso 26 de outubro de 2018 6:30

      apoiado.

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