A dificuldade de montar uma equipe de governo

Para quem imagina ser fácil a montagem de uma nova equipe de governo, basta fazer a comparação com a estruturação de uma empresa que acaba de ser vendida e assumida por um novo grupo.

Qualquer empresa, para produzir e faturar mais do que apenas satisfatoriamente, terá de contar obrigatoriamente com funcionários de alto nível – profissionais e experts – em seus postos de comando, nos seus vários departamentos: diretoria, vendas, produção, financeiro, recursos humanos, marketing, propaganda, logística… serão cargos a preencher com pessoas da mais alta confiança e que precisam vestir a camisa da empresa, isto é, estarão empenhados em dar o melhor de si para alcançar os melhores resultados.

A equipe de governo, para que a nova gestão seja bem sucedida, deveria obedecer aos mesmos princípios: ministros da mais alta confiança do seu líder, segundo escalão composto dos melhores profissionais e servidores treinados e conscientes de que o produto oferecido seja o melhor, em atendimento ao público, na facilitação dos trâmites burocráticos e no zelo pelo patrimônio. O Portal da Transparência define o servidor público como “a pessoa que ocupa legalmente cargo ou função pública para prestar serviços à sociedade e ao Estado, visando ao interesse público e ao bem comum, exercendo as atribuições e responsabilidades previstas”.

Segundo a ADESG – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, o poder Executivo é o que mais emprega, com mais de 1.800.000 servidores trabalhando em todos os órgãos da administração pública direta, autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e Banco Central, além dos militares.

Apenas pelo número acima, já dá para imaginar o vultoso trabalho que a nova direção do país terá pela frente: enxugar os supérfluos, despedir os incompetentes, afastar os suspeitos de má conduta e botar a máquina para funcionar objetivando oferecer o melhor ao seu público final: os brasileiros. Sem burocracia burra. Ou “burrocracia”.

Charge: Russia Beyond (https://www.rbth.com/lifestyle/328026-dos-and-donts-of-russian)
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3 comentários sobre “A dificuldade de montar uma equipe de governo

  1. maso 19 de novembro de 2018 12:35

    Justo Barh! Aquele tipo de divisão dos ministérios para a ladrãozada amiga rachar o poder e o dinheiro público acabou! Cremos! A meritocracia a serviço do povo.

    • Bahr-Baridades 19 de novembro de 2018 17:47

      Maso, espero que sim. Mas a quantidade de aspones, dipones e gepones é tão grande que será difícil extirpá-los. Talvez em cinco gerações…

  2. Adolfo Musso 22 de novembro de 2018 11:39

    Graças a Deus, nosso próximo presidente, o grande irmão Bolsonaro, tem ótimos assessores e grupos sociais que vêm ajudando decisivamente na escolha de sua equipe de trabalho. A a mais nova e valiosa contribuição veio da Bancada Evangélica que, atenta, impediu que o futuro ministro da Educação não seja alguém realmente comprometida com os valores cristãos registrados no Velho e no Novo Testamento bíblicos. Na área econômica, igualmente, o nosso Messias têm recebido contribuições decisivas de empresários e banqueiros e não desses sindicatos baderneiros que só atrapalham a vida das empresas. O governo de Jair Messias Bolsonaro, no que se refere a conquistas econômicas, será um sucesso. Empresas crescerão, bancos serão fortalecidos e o neoliberalismo será imbatível no país a partir de janeiro de 2019! E aos trabalhadores realmente serão garantidas vagas de emprego em profusão. A frase do nosso querido líder a partir de janeiro do próximo anos de que é melhor o trabalhador ter emprego do que direitos finalmente tornar-se-á realidade. O Brasil com certeza será o único país do mundo a apresentar taxa de desemprego zero!!!

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