Finalmente boas notícias emanam de Londrina

Londrina, no Paraná, ficou nacionalmente conhecida pelos “malfeitos” produzidos inicialmente por Alberto Youssef, o doleiro da Lava Jato, seguido pelo ex-deputado federal pelo PT André Vargas e pelo ex-secretário de Estado da Infraestrutura e Logística José Richa Filho, o Pepe Richa, além de vários políticos e empresários ligados a esquemas espúrios.

Agora Londrina produz uma boa notícia: o presidente eleito Jair Messias Bolsonaro convidou o colombiano-londrinense Ricardo Vélez Rodrigues para ser o Ministro da Educação em seu governo.

Ricardo Vélez Rodrigues possui graduação em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana (1964), graduação em Teologia – Seminário Conciliar de Bogotá (1967), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1974), doutorado em Filosofia pela Universidade Gama Filho (1982). O futuro ministro atualmente é conferencista e membro do conselho consultivo da Universidade Católica Portuguesa (Lisboa), professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora e professor emérito da ECEME.

Vélez tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: pensamento brasileiro, filosofia brasileira, filosofias nacionais, liberalismo e moral social. Pertence à Academia Brasileira de Filosofia, ao Instituto Brasileiro de Filosofia, ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, ao PEN Clube, ao Conselho Técnico da Confederação Nacional do Comércio e ao Instituto de Filosofia Luso-Brasileira (Lisboa).

É autor dos livros: “A Grande Mentira. Lula e o Patrimonialismo Petista” (2015); “Da guerra à pacificação: a escolha colombiana” (2010); “Estado, cultura y sociedad en la América Latina” (2010); “Patrimonialismo e a realidade latino-americana” (2006).

Além disso, Vélez é Titular da Cadeira 18 da Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina, onde já apresentou várias palestras.

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Um comentário sobre “Finalmente boas notícias emanam de Londrina

  1. Osni Passig 23 de novembro de 2018 16:53

    Já pensaram… quantos paranaenses são ministros??? Somos diferentes e pensamos diferente…

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