Foi com a melhor das intenções que publicamos o post anterior – uma campanha da organização Avaaz para arrecadar e recuperar 1 trilhão de dólares alegadamente de impostos devidos por grandes corporações e donos de grandes fortunas.
Recebemos alguns puxões de orelha – e informações de que a Avaaz é ligada a organizações esquerdistas (no caso brasileiro, dirigido pelo petista e judeu antissemita Pedro Abramovay) e, pior ainda, de que se trata de uma organização antissemita.
É também com a melhor das intenções que publicamos aqui o texto de Heitor de Paola do site www.midiasemmascara.org, de 18/06/2013, para servir de parâmetros à decisão do leitor do nosso blog Bahr-baridades quanto ao seu livre arbítrio de optar por acreditar ou não nas boas – ou más – intenções da Avaaz:
A AVAAZ é mais uma da miríade de organizações fundadas e financiadas por George Soros, o judeu antissemita e antissionista húngaro que, dizem as más línguas, começou sua brilhante carreira de multibilionário denunciando aos nazistas pessoas da comunidade judaica de Budapest. Seu verdadeiro nome é György Schwartz. Seu pai, Tvadar Schwartz, judeu não religioso, trocou o sobrenome por Soros quando o nazismo começou a crescer na Hungria em 1930. Em 1944 quando Adolf Eichman chegou à Hungria para levar a cabo a “Solução Final”, os filhos de Tvadar foram distribuídos por famílias cristãs. György acabou na casa de um homem cujo ‘trabalho’ era confiscar propriedade dos judeus. Soros o acompanhou e também lucrou. Mais tarde, declarou que 1944 foi o melhor ano de sua vida.
Este dossiê acima pode ser adquirido em http://www.aim.org/soros/. Para conhecer melhor Soros leiam, no mínimo,The Hidden Soros Agenda: Drugs, Money, the Media, and Political Power, e The Dangerous Soros Agenda, ambos de Cliff Kincaid.
A AVAAZ é um apêndice globalista da MoveOn.org, um dos principais tentáculos da Open Society Foundations, dirigida diretamente por Soros, e sua função é publicar propaganda anti-israelense, exigir de Israel a negociação com a organização terrorista Hamas, que sequer aceita a existência do estado judeu. No Canadá fez campanha para tirar das eleições todos os candidatos do Partido Conservador.
Outra organização afiliada é a Change.org, que está apoiando os baderneiros de São Paulo (Movimento Passe Livre) e Rio, além de organizar o movimento com coordenação mundial de manifestações já acertadas em vários países. O que tem o preço das passagens de ônibus com isto? É só o estopim.
Esta é exatamente a ‘missão’ da AVAAZ, uma organização ‘e-advocacy’ registrada no Estado de Delaware, para promover agendas políticas esquerdistas e promover campanhas através de movimento pela Internet, organizando cidadãos de todas as nações para ‘transformar o mundo que temos no mundo que queremos’ (lembram do slogan ‘um outro mundo é possível’?). Seus métodos principais de ativismo são e-mails massivos, organizar petições on-line, vídeos, organizar cidadãos em torno de campanhas do tipo ‘escreva para seu representante’ e de apoio ou repúdio a indivíduos ou organizações partidárias ou de outra espécie. A AVAAZ também tenta influenciar eleições diretamente, seguindo a orientação de Soros. AVAAZ significa ‘voz’ em vários idiomas europeus, do Oriente Médio e Ásia. A organização foi fundada por Res Publica e MoveOn e conta com o apoio do Service Employees International Union (SEIU). Entre as principais pessoas que dirigem a AVAAZ encontra-se Ben Brandzel,ex-advogado da MoveOn, que foi diretor e levantador de fundos da campanha de Barack Obama através das ‘novas mídias’ (web, redes sociais, e-mails, etc.). Já havia trabalhado para as campanhas de Howard Dean e John Edwards.
AVAAZ opera em 14 idiomas e em julho de 2011 dizia contar com 9.650.000 membros. No mapa interativo do site hoje (16/06/2013), conta com 22.919.209. Passe o mouse por cima dos países e verá quantos em cada país. O país com o maior volume de idiotas úteis, o Brasil, tem obviamente a maioria com 3.936.758, quase 1/5 do total. Nos EUA são 1.212.207 e a Índia, com seis vezes a população do Brasil, são 793.170. Como já disse acima, uma pessoa se torna membro simplesmente se votar em alguma petição ou consultar o site ou simplesmente responder aos e-mails.
Desde janeiro de 2007 são 133.845.917 ações de vários tipos em 178 países. Em 2008 gastou US$ 1.067.848 em campanhas sobre aquecimento global, contra a ‘tortura’ em Guantánamo (no lado leste é claro, na área cubana, todos sabemos como o povo vive bem e é respeitado), eleições canadenses, vídeos ‘de paz’ para o Oriente Médio advogando a idéia dos ‘dois Estado’, mas nitidamente pró-palestinos, inclusive uma campanha ativa denominada “Welcome Palestine” pela aprovação da Palestina como estado membro da ONU.
São as principais ligações da AVAAZ: Human Rights Watch, Inter-American Dialogue, Gorbachëv Foundation-USA, Amnesty International, MoveOn, Union of Concerned Scientists, US Climate Action Network, Obama, Oxfam International, Greenpeace, Res Publica, National Council of Churches, J Street, Organizing for America, Global Campaign for Climate Action Organizing for America, Rain Forest Acton Network, National Abortion Federation, Sierra Club e muitas outras. (Ver o mapa interativo do Discover the Networks).
Soros e Avaaz no Brasil
Os interesses de Soros no Brasil, assim como em todo mundo, são vastos. Investiu em terras no Brasil, Argentina e Uruguai através de sua empresa ADECOAGRO, cujas propriedades atingem 300 mil hectares e vende terras com 36% de desconto. Mais informações sobre a empresa podem ser lidas aqui. A especulação corre solta. Um exemplo é a Fazenda San Jose comprada por US$ 85,00 o ha. e vendida por US$ 1,212.00, 14 vezes mais caro. Suspeita-se que muitos índios invasores de terra são falsos índios financiados por Soros, que teria interesses na madeira, produção de etanol e minerais.
No setor financeiro Paul Krugman lançou suspeitas de que Soros teria agido especulativamente através de inside informations de seu pupilo Armínio Fraga quando este foi Presidente do Banco Central. Processado por calúnia, reconheceu não ter provas. Mas há muitas manobras suspeitas naquela época: quem financiou deputados e senadores para aprovar a re-eleição? Por que FHC, dois meses (04/03/1999) depois de empossado pela segunda vez dispensou seu assessor e um dos principais elaboradores do Plano Real, Gustavo Franco, e nomeou Armínio Fraga para o BACEN? Por que o valor do dólar disparou depois do compromisso eleitoral de que isto não iria acontecer? São perguntas sem respostas adequadas.
Impossível de negar são as ligações de Fraga com o Inter-American Dialogue ao qual pertence FHC, como também o fato de que FHC estar envolvido na campanha maciça de Soros a favor da descriminação do uso de drogas. Além disto, Fraga é membro do Council on Foreign Relations,
Através do Soros Fund Management LLC, George Soros vendeu 22 milhões de dólares de ações ordinárias da Petrobrás e comprou 5.8 milhões em ações preferenciais, em 2010.
A AVAAZ é dirigida no Brasil pelo petista Pedro Abramovay (assistir seu vídeo aqui). As campanhas da AVAAZ no Brasil vão desde a tentativa de remoção do pastor Marco Feliciano da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara, do fim do voto secreto no Congresso, da cassação do diploma de psicólogo do pastor Silas Malafaia e do impeachment de Renan Calheiros, até a oposição à Usina de Belo Monte e da campanha pela Lei da Ficha Limpa que atraiu tantos ingênuos brasileiros que acreditaram que acabaria com a corrupção no Brasil. Se você, leitor ou leitora, se entusiasmou e assinou alguma petição, além de se registrar como membro da AVAAZ, deu força a uma organização globalista que nem está interessada na corrupção, apenas em sua agenda esquerdista global.
Existe uma organização internacional de nome Avaaz (que significa “voz” em várias línguas europeias, do Oriente Médio e asiáticas), lançada em 2007 com uma simples missão democrática: mobilizar pessoas de todos os países para construir uma ponte entre o mundo em que vivemos e o mundo que a maioria das pessoas querem.
A Avaaz mobiliza milhões de pessoas de todo tipo para agirem em causas internacionais urgentes, desde pobreza global até os conflitos no Oriente Médio e mudanças climáticas. O seu modelo de mobilização online permite que milhares de ações individuais, apesar de pequenas, possam ser combinadas em uma poderosa força coletiva. Operando em 15 línguas por uma equipe profissional em quatro continentes e voluntários de todo o planeta, a comunidade Avaaz se mobiliza assinando petições, financiando campanhas de anúncios, enviando e-mails e telefonando para governos, organizando protestos e eventos nas ruas, tudo isso para garantir que os valores e visões da sociedade civil global informem as decisões governamentais que afetam a todos nós.
Há dois finais de semana os governos do mundo se reuniram para discutir sobre a possibilidade de tapar um buraco gigantesco de 1 trilhão de dólares anuais em evasão de impostos por grandes empresas, dinheiro suficiente para acabar com a pobreza, colocar todas as crianças do mundo em escolas e duplicar os investimentos em tecnologias verdes.
Um trilhão de dólares é mais do que todos os países do mundo gastam com forças armadas. É um valor maior que o orçamento de 176 nações. São 1.000 dólares para cada família que habita neste planeta. E, acredite ou não, é a quantidade de dinheiro que as maiores empresas e as pessoas mais ricas do mundo sonegam anualmente.
Para aumentar as finanças públicas em uma era de crises, a campanha visa garantir que todos paguem seus devidos impostos, mesmo sob lobby de grandes empresas dos EUA que querem proteger suas práticas suspeitas. A Avaaz pretende unir 1 milhão de vozes em campanha que está realizando através da petição que você encontrará no site
Parece que a paciência dos brasileiros chegou ao limite: sob o rótulo dos protestos contra o aumentos das passagens do transporte coletivo em várias capitais brasileiras, o que jovens e nem tão jovens assim estão pleiteando realmente quando saem às ruas é lutar contra a corrupção e contra o estado de coisas que ocorre no Brasil em relação à saúde, educação, politicagens, excesso de políticos, corrupção desenfreada e total inversão de valores éticos e morais – contrariando a índole pacífica e religiosa do povo brasileiro. Várias cidade já organizaram eventos: Paris, Valência, Madri, Londres, Lisboa, Berlim, Turim, Coimbra, Den Haag, Porto, Barcelona, Munique, La Coruna, Bruxelas, Bologna, Frankfurt, Hamburg, Boston, Chicago, Nova York, Toronto, Montreal, Cidade do México e Buenos Aires.
Os brasileiros querem extinguir do mapa os Renam Calheiros, Sarney, as ministras Matildonas, Martas, as Idelys, os Zé Dirceus, Genoínos, Paulos Cunha, Lupis, Malufs e um monte de salafrários que se valem da máquina pública e da ingenuidade dos seus eleitores para rapinar os cofre públicos e transformar nosso país no “quanto pior, melhor”.
“São brasileiros que moram em outros países e simpatizantes do nosso país que também estão indignados com o tratamento oferecido por seus governantes nos últimos tempos e que eclodiu após o anúncio do abusivo aumento da tarifa”, informa um comunicado sobre o evento em Dublin, Irlanda, que ocorreu neste domingo (vide foto). “Não é só o aumento de uma passagem, mas todo um sistema falho”, são as explicações de uma paulistana que está em Dublin para aperfeiçoar o inglês. Muitas das manifestações convocadas pela rede social estão ligadas ao evento chamado “Democracia Não Tem Fronteiras”. Em sua maioria, os atos estão marcados para terça-feira.
O protesto em Dublin reuniu 1800 pessoas, segundo a organização do evento, que foi autorizado e acompanhado pacificamente pela polícia irlandesa.
Também neste domingo, cerca de 400 pessoas participaram de uma manifestação em Berlim, na Alemanha, em apoio aos protestos que estão ocorrendo no Brasil. O ato, que contou com a participação de alguns turcos, teve a escolta da polícia e não houve nenhum caso de tumulto.
Atenção, dilma & Cia. Ilimitada: os protestos não se limitam aos aumentos de tarifas. Representam o alto grau de insatisfação dos brasileiros, e o término da paciência em relação à incompetência, bandalheira, corrupção, à ditadura petista, às medidas provisórias que passam por cima do Congresso, à incrível quantidade de senadores, deputados, aspones, dipones e apaniguados encarecendo a máquina pública, aos altos impostos sem retorno na saúde, educação, segurança, saneamento, à imprevisibilidade quanto a proteção contra enchentes, alagamentos e aos desabrigados, às promessas federais não cumpridas, aos gastos exorbitantes e superfaturados dos estádios e infraestrutura para a Copa das Confederações e Copa do Mundo… a lista é interminável. Mas pelo visto a paciência dos brasileiros não o é.
Antes do início do jogo Brasil X Japão, para oficializar a abertura da Copa das Confederações no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, Joseph Blatter – presidente da Fifa – e a nossa governanta-mór surgiram nas nossas telinhas de tevê ao mesmo tempo em que as imagens eram mostradas aos torcedores que lotaram o estádio.
Depois que os jogadores estavam perfilados no gramado, Blatter fez ligeira introdução e passou a palavra para dilma – e o que seu ouviu foram fortes vaias por parte dos torcedores.
— ” Prezados amigos do futebol do Brasil, estamos todos unidos para uma verdadeira festa do futebol no país pentacampeão ” — iniciou Blatter, que não conseguiu completar a frase. E durante o discurso do mandatário da Fifa, os torcedores continuaram o protesto, que se intensificou quando dilma foi se pronunciar.
Blatter chegou a pedir respeito, mas as manifestações contrárias de praticamente todos os torcedores continuaram e quase não foi possível escutar a presidente dizer: — “Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações”.
Sem pudor, o locutor da Sport TV informou claramente que as vaias eram destinadas a dilma – ele estava relatando os fatos. Mas para mostrar como alguns veículos da mídia têm o rabo preso com o partido do governo, o noticiário da TV Bandeirantes à noite nos fez o favor de informar que as vaias foram dirigidas a Joseph Blatter (as imagens mostraram apenas o momento em que ele pedia respeito aos torcedores, sem mencionar que as vaias eram realmente dirigidas a dilma).
Essa mídia que falseia verdade e distorce os fatos envergonha o Brasil e acentua a imagem da venalidade, quando emissoras de tevê como a Bandeirantes e vários outros órgãos da imprensa foram cooptados pelos esquerdistas do PT através de verbas absurdas – são os comerciais que aparecem de quinze em quinze minutos do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás, além dos institucionais do governo mostrando como nosso país é lindo, como as pessoas são belas, como não existe pobreza, e outros blá-blá-blás.
Sim, tenho o direito de falar sobre o Paulo Maluf: afinal, sou paulistano e morei lá quando ele foi prefeito e governador. Querendo ou não, acompanhei as mutretas e trapalhadas em que ele se meteu, li e ouvi todas as notícias a respeito divulgadas pela mídia em sua gestão – principalmente quando foi prefeito.
Ontem, 14 de junho, fiquei estarrecido quando o homem apareceu neste comercial de tevê, por várias vezes durante o jornal do SBT – parte da campanha política do PP. E me pergunto: como é que um homem que já foi condenado, preso (junto com o filho), acusado de desviar dinheiro público, possuir contas ilícitas no Exterior e que está proibido de viajar para fora do Brasil (para não ser preso pelo Interpol, a polícia internacional), tachado de mentiroso pelo Jornal da Tarde no episódio da utópica Petropaulo, rechaçado pela população em várias eleições… como pode estar novamente deputado e botar sua cara na telinha com a maior cara de pau, como se nada tivesse acontecido, como se nada tivesse a ver com toda a bandalheira de que participou?
Ouvi hoje na CBN um fragmento da entrevista concedida pelo Frei Beto a respeito de um novo livro que lançou. E mesmo não tendo nada em comum com ele, muito pelo contrário, salvou-se uma frase dita ao final da entrevista: ele condenou as pessoas que dizem ter nojo da política (e digo eu: por causa de gente como o cara de pau Maluf) e por isso se afastam, não votam, não assumem posições. Segundo Frei Beto, “é exatamente isso que os políticos querem, pois eles não têm nojo da política e assim se aproveitam para tomar conta da rapadura” (ocupar os espaços).
Não é possível que um cidadão da índole de Paulo Maluf continue deputado, continue aparecendo na televisão, continue a fazer campanha política do PPS e, pior, continue solto apesar das dezenas de processos e acusações que pesam sobre sua cabeça.
Grande parte das cidades brasileiras sofre com a ação de delinquentes que a mídia generosamente apelidou de “flanelinhas” – a mídia tem a facilidade de criar nomes carinhosos a foras da lei como flanelinhas, trombadinhas, mulas, pombos, aviõezinhos – assim como segue as ordens do governo petista que “mandou” mudar o nome de favelas para “comunidades”, como se a simples mudança do nome significasse a solução de todos os males.
O problema é que flanelinhas – um grupo de pessoas que nada mais são do que vagabundos oficializados e impunes perante o poder público – pululam por todas as partes em cidades com maior movimentação de automóveis e menos espaços para estacionar. No dia-a-dia o cidadão até que nem se importa muito em “doar” um ou dois reais para o “pobrezinho”, mas o problema se acentua à noite e nos fins de semana nas imediações de casas de espetáculos, restaurantes, shows, partidas de futebol e outros eventos. É aí que o bicho pega, literalmente: os flanelinhas achacam e extorquem abertamente o cidadão, cobrando valores absurdos – antecipadamente – por uma vaga na rua para logo em seguida sumirem do pedaço, assim que o evento começa. Na verdade o cidadão paga para não ter o carro riscado, arrombado ou danificado em represália a um “não”. E pior: há até casos de brigas e agressões a motoristas que se negaram a contribuir com essa ilegalidade.
O poder público e a polícia permanecem inertes e julgam essa atividade normal – resquício dos tempos difíceis pelos quais o Brasil passou, com alto desemprego, inflação e falta de oportunidades.
Mas hoje as coisas estão diferentes; em Londrina, PR, por exemplo, a Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Renda – ligada ao SINE, Sistema Nacional do Emprego -, estava oferecendo nestes dias mais de 630 vagas de emprego para pessoas que tenham ensino fundamental, médio, superior completo ou incompleto, sem exigência de escolaridade, com ou sem experiência. Notou? Até empregos para pessoas sem escolaridade nem experiência, como por exempo os flanelinhas. Há também oportunidades destinadas exclusivamente às pessoas com deficiência.
A estas alturas não há mais como desculpar nem tolerar a ação dos flanelinhas na cidade de Londrina – e provavelmente em outras cidades. A polícia deveria exigir que eles guardassem suas flanelas no bolso, se dirigissem à tal Secretaria e se empregassem – com todas as vantagens de receber salário fixo, vale-transporte, vale-refeição, fundo de garantia e futura aposentadoria.
Se você, londrinense, ainda topar com algum flanelinha pedindo dinheiro para “tomar conta” do seu carro na via pública – um dinheiro que você já pagou através do IPVA e de tantos outros impostos – saiba que estará na frente de um vagabundo (e não de um coitadinho), que não quer saber de trabalhar – apenas viver à custa de otários como nós – e, pior, com a conivência do poder público e da polícia que permitem escandalosamente que você seja achacado, ameaçado e tenha eventualmente seu carro danificado propositadamente.
Já que o governo tirou bilhões de reais das verbas de escolas e hospitais, que ao menos o futebol brasileiro não faça feio nesta Copa das Confederações. Aquele montão de gente que enriqueceu com dinheiro desviado das obras, provavelmente nem estará assistindo aos jogos. Já estão curtindo praias paradisíacas em hotéis cinco estrelas ao lado de suas amantes envoltas em colares e joias reluzentes, desfilando vestidos de grifes com etiquetas de famosos. Pois hoje não é o Dia dos Namorados?
Nem tudo aquilo que se fala é aquilo que se vê. Nossa governanta anda apregoando aos quatro ventos como o Brasil é maravilhoso, como está tudo bem, como o PT governa gloriosamente, como a pobreza está acabando, como nosso país sabe enfrentar a crise mundial, como o povo está comendo melhor…
Baboseiras à parte, como é que ainda ocorrem tantos litígios entre a polícia e ocupantes/invasores de áreas ilegais, pertencentes a algum outro proprietário?
Estas invasões se sucedem dia após dia em várias partes do Brasil. Seja pelos delinquentes do MST, pelos índios ou como em São Paulo, por pessoas abandonadas à própria sorte, sem escolas para os filhos, sem assistência médica, sem emprego formal, sem instrução. É uma consequência da incompetência dos governadores de estados mais pobres, que querem se livrar do ônus de oferecer o mínimo de possibilidades de sobrevivência a uma enorme camada da população – e que não para de crescer.
Estes mesmos governadores, direta ou indiretamente incentivam a migração dos seus conterrâneos, que procuram outros “eldorados” para tentar sobreviver. Mas não há cidade que consiga oferecer habitação, saneamento, escolas, hospitais, transporte, creches e um mínimo de dignidade a estas hordas despreparadas e sem formação profissional na mesma rapidez com que eles se alojam ilegalmente em terrenos públicos ou privados, montando do dia para a noite seus miseráveis barracos, em chão de terra batida, sem água, sem energia elétrica, sem banheiros, sem a mínima estrutura.
Parece que só o governo do PT não enxerga esta obviedade, E foi exatamente isso que aconteceu, quando invasores de um terreno na Avenida do Cursino, na zona sul de São Paulo, entraram em confronto com a Polícia Militar durante uma reintegração de posse na manhã do dia 11. Cerca de 500 famílias ocupavam a área. Para tentar impedir a reintegração de posse autorizada pela justiça, alguns invasores montaram barricadas e atearam fogo em objetos para impedir o avanço dos policiais.
A PM afirma foi obrigada a utilizar bombas de efeito moral e balas de borracha. Houve correria. E os acontecimentos foram um prato cheio para a mídia, que já deixou há muito tempo de analisar os fatos, dissecar os problemas e se farta de levar ao ar e estampar nos jornais notícias sensacionalistas que sempre, sempre, visam proteger os “coitadinhos” dos invasores, sem mencionar a origem do problema.
Estou aguardando sentado o dia em que a mídia fará uma análise fria e sem preconceitos do problema migratório, da incompetência do governo federal e da proposital falta de recursos financeiros endereçados a esta sofrida camada da população – já que estão mais preocupados em, megalomaniacamente, construir estádios superfaturados, enriquecer seus cupinchas de partido – e finalmente (ela, a mídia) exigir soluções práticas, humanas e firmes para acabar com o esse tipo de situação.
Finalmente uma luz no final do túnel: a realidade sempre surge à tona. Um governo desastrado, de cunho esquerdista, repleto de apaniguados e protegidos, com um enorme bando de incompetentes, gastando nossos impostos descontroladamente, detendo o recorde da maior corrupção mundial, não poderia se manter artificialmente no topo das pesquisas de aprovação popular. Os brasileiros lúcidos e bem informados fazem votos de que esta queda seja só o princípio – e que a governanta se esborrache de bunda no chão!
Quantas vezes você já ouviu essa expressão? Pois existe muita gente que leva essa “filosofia” ao pé da letra – ou melhor, ao pé dos números.
Saiba que o governo, ao mesmo tempo em que faz questão de manter os aposentados – gente que trabalhou por toda a vida – com um reles salário, preferivelmente no valor do mínimo (e está fazendo de tudo, ano após ano para reduzir as aposentadorias até seu patamar mais baixo), também faz questão de conceder privilégios aos presidiários, oferecendo-lhes o chamado “Auxílio-Reclusão”, distribuído aos seus dependentes, coitadinhos deles, mesmo que trabalhem e recebam rendimentos até R$971,78 – situação que é impossível para os velhinhos aposentados, que nem podem mais exercer qualquer outra atividade por causa da idade ou de doenças.
Em outras palavras: é muito mais lucrativo ter o chefe de família preso do que aposentado. E se você, leitor, acha que isso é fruto da imaginação deste blogueiro, aqui vai reproduzido o texto da página da Previdência Social, exposta em seu site:
Auxílio-reclusão
O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto. Não cabe concessão de auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou cumprindo pena em regime aberto.
MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA INTERMINISTERIAL No-15, DE 10 DE JANEIRO DE 2013
Art. 5º O auxílio-reclusão, a partir de 1º de janeiro de 2013, será devido aos dependentes do segurado cujo salário-de-contribuição seja igual ou inferior a R$ 971,78 (novecentos e setenta e um reais e setenta e oito centavos), independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas.
§ 1º Se o segurado, embora mantendo essa qualidade, não estiver em atividade no mês da reclusão, ou nos meses anteriores, será considerado como remuneração o seu último salário-de-contribuição.
§ 2º Para fins do disposto no § 1º, o limite máximo do valor da remuneração para verificação do direito ao benefício será o vigente no mês a que corresponder o salário-de-contribuição considerado.
A cada pesquisa que você faz pela internet procurando um vôo para Belo Horizonte, um hotel em Florianópolis ou um automóvel 1.0 vermelho, imediatamente chovem ofertas e links através do seu provedor de e-mails, no blog que você opera e muito provavelmente através das redes sociais em que você participa.
Sua privacidade já foi para o brejo há um bom tempo. Todas as suas compras, atividades e pesquisas são monitoradas 24 horas por dia – o que significa que informações de centenas de milhões de consumidores são cruzadas para traçar um perfil detalhado do usuário. E quase ninguém sabe disso. Mas seu computador sabe quem você é, onde mora e o que você faz. Sua vida é vasculhada de tal sorte que provavelmente expõe a sua idade, raça, sexo, peso, altura, estado civil, escolaridade, tendência política, hábitos de consumo, preocupações com a saúde da família, sonhos para férias, etc.
A navegação na internet parece inofensiva. Mas ela aciona um sistema que reconhece os consumidores, lembra do seu comportamento de compra, os classifica e cria um anúncio sob medida para cada um.
Além disso, você pode estar sendo vítima de algum programa espião e nem desconfiar. Há pouco tempo era comum você ter sua linha de celular – ainda no sistema analógico – roubada por alguém utilizando um sistema operado através de uma inofensiva maletinha nas proximidades. Eu mesmo perdi minha linha viajando pela Rodovia Castello Branco, em São Paulo, sem perceber. Só me dei conta que a linha foi furtada quando não consegui mais fazer ligações. Hoje, há programas espiões monitorando seu computador ou note-book por meses sem causar desconfiança, já que a maioria deles não são detectados por antivírus nem apresentam “sinais” para usuários leigos no assunto.
Muitos programas espiões são instalados por hackers, que ganham a vida com o dinheiro furtado das contas das vítimas virtuais, ou por “técnicos” contratados por pessoas que querem “vigiar” a vida do parceiro amoroso, filhos ou funcionários.
A instalação dos programas espiões pode ser feita por meio de manuseio na máquina, através da rede ou ainda por intermédio de “iscas”, como fotos, músicas, páginas de internet e até jogos que a vítima acessa e “importa” o vírus. É muito comum receber avisos de cobranças de algum banco, notificações da Receita Federal, informações sobre depósitos efetuados na sua conta corrente por desconhecidos, pedidos de “mudança de senhas” e mil outros truques em que os incautos acreditam – mas que na realidade escondem programas espiões que se instalam em seu computador prontinhos para lhe causar algum prejuízo.
É indispensável que o computador esteja sempre com um antivírus ativado. Diariamente, na mesma medida em que mais pessoas aprendem a vasculhar os meandros de um computador, milhares de novos vírus são criados e nem sempre os antivírus são atualizados com a mesma rapidez, oferecendo brechas para uma invasão.
Por outro lado, há invasões em grande estilo – como a do ex-funcionário da CIA, John Kiriakou, que recebeu pena de dois anos e meio de prisão por expor um agente do serviço norte-americano de inteligência. O espião confessou ser o autor de um e-mail que identificou o agente da CIA em 2008, além afirmar que costumava passar outras informações sigilosas à imprensa. Nestes dias, o espião se refugiou em Hong Kong para tentar escapar da prisão.
O mundo da web não tem mais nada a ver com tudo o que conhecíamos antes. Não é à-toa que estes programas espiões são conhecidos como “malwares”.
A justiça boliviana acaba de libertar sete dos doze corintianos que haviam sido presos na Bolívia, acusados de assassinar o menino Kevin Espada com um sinalizador disparado do meio da torcida do clube presente ao estádio.
Culpados ou não, a gente espera que esses 106 dias de prisão em Oruro, na Bolívia, façam os “mano” corintianos refletirem sobre a violência de que são covardemente possuídos quando se juntam em grupo, vandalizando, destruindo metrô, carros, ônibus e equipamentos públicos, além de bater, espancar e até matar torcedores de outros clubes rivais.
Curiosamente, esses corintianos agressivos – assim como torcedores de outros clubes – apenas se sentem fortes o suficiente quando se juntam em hordas. Individualmente são insignificantes na sociedade. Pesquisas feitas por especialistas mostram que a maioria deles são funcionários de nível baixo em empresas, frustrados no seu trabalho – e até no seu casamento ou na família – e apenas a psicologia explica a transformação de que são possuídos quando se juntam aos seus iguais.
Quase todos têm pouca instrução, pouca leitura, pouco conhecimento geral e suas frustrações apenas são amenizadas quando se encontram com seus iguais, ou seja, quando canalizam a vida para um foco em comum, no caso o enfrentamento dos seus “inimigos”. Sempre com violência.
O que a gente espera é que a partir da morte estúpida do menino Kevin Espada esses “mano” pensem duas vezes antes de se meterem em novas enrascadas – na Bolívia e principalmente aqui mesmo no Brasil.
Ano após ano estamos assistindo – inertes – os delinquentes profissionais do MST (Movimento dos Sem Terra) invadir, assaltar, destruir, vandalizar e roubar propriedades privadas de pessoas como eu e como você, que trabalhamos, contribuímos com nosso suor e nossos esforços para o caixa do governo (mesmo sabendo que grande parte do nosso dinheiro acaba embolsado por políticos safados e corruptos), sem que as autoridades tomem qualquer tipo de providência que pelo menos sinalize o apoio à lei e à ordem.
Uma fazenda produtora e exportadora de suco de laranjas, já conhecida por ter sido alvo de invasão e vandalismo em 2009, voltou ao noticiário da mídia por ter sido invadida pela quarta vez em cinco anos – sempre pelos bandidos do MST. A propriedade pertence à Cutrale – uma das maiores produtoras de suco de laranja do país. No domingo, 300 integrantes do Movimento Sem Terra invadiram a área. Eles “reivindicam” a propriedade para reforma agrária. Antes de deixarem a fazenda para cumprir o mandado de reintegração de posse da Justiça, o grupo pichou paredes, janelas e telhados das casas dos empregados, escritório, máquinas agrícolas e ainda tiveram o “prazer” de inutilizar 60 toneladas de laranja que estavam estocadas e que agora não servem mais para a produção de sucos. Do
alojamento roubaram alimentos e todos os eletrodomésticos da cozinha. Os invasores destruíram cadeados e fechaduras para entrar na oficina, de onde roubaram também motores, baterias e peças.
Em 2009, depois de mais uma ocupação da fazenda, parte da propriedade foi destruída: passaram um trator em dez mil pés de laranja, tudo filmado e documentado para quem quiser ver. Como resultado, treze pessoas foram presas e denunciadas pelo Ministério Público por formação de quadrilha, furto e dano ao patrimônio. Sabe o que aconteceu? A denúncia foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, porque o processo não especificava qual crime cada um dos acusados tinha cometido. São crimes sem castigos.
Curiosamente, essa bandidagem do MST não procura terras ermas onde precisariam começar do zero: plantar, construir, adubar, irrigar, vender e distribuir seus produtos. Daria muito trabalho. O que eles querem são terras férteis, já produzindo, com casas construídas, água, máquinas e equipamentos. Se tiver piscina e lazer, melhor ainda.
Para quem quiser saber como caminha a Humanidade – no caso o nosso pobre Brasil – assista ao filme Dr. Jivago, que deve ser o “filme de cabeceira” do pessoal do PT (já que exigir que eles leiam o livro seria pedir demais). A história mostra como os russos do PT de lá confiscaram propriedades, invadiram terras e residências e os reais proprietários foram obrigados a dividir seus espaços com desconhecidos, prepotentes, deseducados, ignorantes e despreparados. Iguaizinhos a essa turma de barbudinhos do PT e do MST.
Já que nosso blog não deixa de ser também uma ferramenta de utilidade pública, deixo minha contribuição: atenção, investidores nacionais e estrangeiros: não arrisquem seu dinheirinho aqui no Brasil. Não comprem fazendas nem propriedades, pois do jeito que a coisa está caminhando, os bandidos do MST, os índios e os “sem teto” logo estarão tomando tudo o que é seu – sem que a justiça mexa um dedinho para coibir tais ilegalidades, que ocorrem há anos – incentivadas principalmente por aquele apedeuta ao qual chamam de “Nove Dedos”.
Be smart! Do not invest your money in brazilian properties! You will probably loose everything. China, USA and the EU are waiting for you!