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De A a Z, todos enrolados!

Parece que não vai sobrar pedra sobre pedra, ou melhor, político sobre político. Integridade moral é um termo praticamente desconhecido nas esferas dos poderes da República.

Aécio Neves, Afonso Hamm, Aguinaldo Ribeiro, Aline Corrêa, André Vargas, Antonio Delfim Netto, Antonio Palocci, Arthur Lira, Bebedito de Lira, Carlos Magno, Cândido Vaccarezza, Ciro Nogueira, Delcídio do Amaral, Dilma Rousseff, Eduardo Cunha, Fernando Bezerra Coelho, Fernando Collor de Mello, Fernando Pimentel, Gladson Cameli, Gleisi Hoffmann, Guido Mantega, Humberto Costa, Jaques Wagner, Jerônimo Goergen, João Leite, João Alberto Pizzolati,  José Linhares, José Mentor, José Otávio Germano, Lázaro Botelho, Roberto Britto, Lindberg Farias, Luis Carlos Heinze, Luiz Argolo, Kuiz Fernando Faria, Luiz Inácio Lula da Silva, Luiz Fernando Pezão, Mario Negromonte, Mario Negromonte Júnior, Michel Temer, Missionário José Olímpio, Nelson Meurer, Paulo Bernardo, Pedro Corrêa, Pedro Henry, Renan Calheiros, Renato Molling, Roberyo Balestra, Roberto Teixeira, Romero Jucá, Roseana Sarney, Simão Sessim, Valdir Raupp, Vander Loubet, Vilson Covatti, Valdir Maranhão, Zé Dirceu… são os nomes de deputados, ex-deputados, senadores e ex-senadores, ministros e ex-ministros, além de presidente e ex-presidentes da nossa República envolvidos em corrupção.

Alguns destes indiciados foram julgados, alguns foram presos, outros estão em fase de julgamento e até poderão ser absolvidos por falta de maiores provas ou por decurso de prazo.

É duvidoso que em qualquer outro país do mundo se consiga formar uma lista tão grande de políticos desonestos. Lamentavelmente, muitos deles serão reeleitos nas próximas legislaturas, graças à falta de discernimento dos seus eleitores. E estarão prontinhos para novas “jornadas de auto-enriquecimento”. Até os próximos indiciamentos.

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Política, um lucrativo negócio de família

Família Bonifácio Andrada: “politicando” desde 1821

No Congresso, seis em cada dez parlamentares têm parentes na política e segundo levantamento da Revista Congresso em Foco “uma bancada expressiva de parlamentares bem poderia chamar de pai, filho, tio, sobrinho, primo ou, até mesmo, de amor aqueles que se tratam pelo formal Vossa Excelência. Ao menos 60 deputados e senadores têm familiares no exercício do mandato, na suplência ou licenciados na Câmara e no Senado. De pai para filho, a política brasileira virou um grande negócio de família”

A revista revela que pelo menos 319 deputados (62%) e 59 senadores (73%) têm laços de sangue com outros políticos. Há parlamentares com sobrenomes associados nacionalmente à política, como Maia, Calheiros, Cunha Lima, Caiado, Barbalho e Magalhães.

“A política é cada vez mais um negócio de família no Brasil. As eleições estão cada vez mais caras. Muitos políticos bem sucedidos têm de organizar e possuir uma estrutura de dinheiro, uma estrutura familiar política para beneficiá-los. Os candidatos mais fortes e com boas condições de elegibilidade concentram mais dinheiro e muitas vezes contam com a família na política. Isso é um fenômeno também de reprodução do poder político”, explica o cientista político Ricardo Costa Oliveira, da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Todos os representantes do Tocantins e do Rio Grande do Norte na Câmara são de famílias de políticos. Entre os maiores partidos, o PSD (78%), o PTB (76%), o PDT (74%) e o PMDB (70%) são os que mais reproduzem a prática na atual legislatura.

É do PSDB de Minas Gerais que vem o caso de maior longevidade familiar de que se tem notícia no Parlamento de um país democrático em todo o mundo: aos 87 anos, o deputado Bonifácio de Andrada, descendente de José Bonifácio de Andrada, o Patriarca da Independência, está em seu décimo mandato, representa a quinta geração de um clã que começou a trajetória parlamentar em 1821, ainda nas Cortes Portuguesas, em Lisboa. Lá se vão 196 anos.

E ainda há quem acredite que algum dia o Brasil será um país moderno e competitivo…

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Os vermelhinhos lulistas em ação predatória

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) informou, em nota, que repudia as agressões a jornalistas que ocorreram após a decretação da prisão do ex-presidente Lula. “A violência contra profissionais da imprensa é inaceitável em qualquer contexto. Impedir jornalistas de exercer seu ofício é atentar contra a democracia. Os autores devem ser identificados e punidos pelas autoridades.”

O pedido de prisão do ex-presidente provocou agressões a jornalistas que cobriam os desdobramentos do caso. Foram registrados incidentes em São Bernardo do Campo e Brasília. Em São Bernardo do Campo a imprensa teve que sair da sala onde estava, no térreo, para o terceiro andar do edifício, depois de acuados por militantes que tentaram forçar a entrada na área destinada aos profissionais.

Um fotógrafo do jornal O Estado de S. Paulo foi atingido por ovos arremessados por um homem que vestia camiseta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na noite da quinta-feira. Um carro do jornal Correio Braziliense foi atingido em frente à sede da CUT, na capital federal, por pelo menos 30 manifestantes que avançaram em direção ao veículo em que estavam uma repórter, uma fotógrafa e o motorista. Um vidro foi quebrado enquanto os militantes gritavam ofensas ao jornal e à imprensa de modo geral. No mesmo local, equipes do SBT e da Reuters foram ameaçadas e cercadas. “Vocês vão sair daqui para o bem de vocês”, ouviu um cinegrafista do canal televisivo.

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Lula chora, xinga e ameaça Palocci

Em razão das várias dúvidas e versões suscitadas pelo áudio aqui inserido em que o hoje presidiário Lula foi flagrado se queixando do seu ex-ministro Palocci, nosso blog Bahr-Baridades optou pela sua exclusão.
Há versões de que se trata de áudio autêntico; outras, de que se trata de um “fake”.
Nós não temos instrumentos para comprovação de sua autenticidade.
Para quem tiver interesse em ouvi-lo, basta entrar no Youtube e procurar
www.youtube.com/watch?v=PBA-OPDEXzo

Até o momento desta exclusão, o vídeo já contava com 1.286.784 visualizações,

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Herói, mártir ou covarde?

O “sapo barbudo” (assim o falecido ex-governador, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, se expressava ao se referir a Lula, então eterno candidato à Presidência da República) foi condenado à prisão. A justiça ofereceu-lhe a oportunidade de se apresentar à Polícia Federal até as 17 h de ontem (sexta-feira, dia 06/04), mas ele decidiu não se apresentar. Outros mortais comuns jamais tiveram tal oportunidade: ordens de prisão simplesmente ou são cumpridas, ou os policiais “adentram” (jargão policial) nas casas dos condenados e o levam preso sem apelação.

Três são as perspectivas de visão que podem ser extraídas de tal atitude: o condenado talvez queira provocar uma situação de conflito, no qual haveriam confrontos entre os policiais e a horda de seguidores-idólatras que o cercam, conflito que todos nós sabemos, jamais terminaria bem. O “sapo barbudo” então seria considerado um herói, por ter desafiado a justiça? E, caso o conflito atinja proporções mais amplas, com final trágico, talvez o “sapo barbudo” se transforme em um mártir, tipo “Tiradentes”, pois ao olhar dos seus aficionados ele está sempre certo – e os outros, inclusive a justiça estão absolutamente errados. A terceira perspectiva é a de que o “sapo barbudo” talvez seja um covarde e esteja se pelando de medo do que o espera na prisão.

De qualquer ângulo que se enxergue o condenado, faltam explicações convincentes para justificar a fortuna que amealhou – especialmente aquela em nome dos filhos, que até hoje não foram investigados -, que só poderia mesmo ter sido resultado de conchavos e mutretas originadas de “influência do pai” ou de dinheiro público.

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Que presunção de inocência?

Alguns dos ministros do Supremo que votaram a favor da concessão de habeas corpus requerido pelo ex-Lula, bateram e bateram continuamente na mesma tecla: que o corrupto não poderia ser preso, pois até se esgotarem todos os recursos possíveis e impossíveis, o acusado receberia o benefício da “presunção de inocência”.

Mas, como assim? O corrupto foi julgado na primeira instância, tendo-lhe sido concedidos os direitos de defesa, apresentação de provas, testemunhos para sua defesa, contraprovas… Contou ainda com as regalias de uma equipe invejável de advogados (os pobres mortais comuns nem têm dinheiro para arcar com honorários de tal monta). Só então, à luz das evidências, foi considerado culpado.

O corrupto também teve o direito de ser julgado em segunda instância, quando três magistrados endossaram as decisões da instância anterior, e para corroborar a culpabilidade do acusado, aumentaram sua pena. E se não bastasse, teve o direito de ver analisados vários recursos (ou firulas jurídicas) protelatórias da sua condenação.

Então como é que após dois julgamentos que consideraram o réu culpado, aqueles ministros ousam afirmar que o corrupto ainda mereceria ficar solto, graças à “presunção de inocência”?

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E agora, Supremo Tribunal Federal?

Do G1 Globo:

“Membros do Ministério Público e do Poder Judiciário entregaram na tarde desta segunda-feira (2) no Supremo Tribunal Federal (STF) um abaixo-assinado com mais de cinco mil assinaturas contendo argumentos a favor da manutenção da possibilidade de prisão de condenados em segunda instância.

O STF julga nesta quarta (4) habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no caso do triplex em Guarujá, a 12 anos e um mês de prisão em regime fechado. O recurso tenta impedir que Lula seja preso antes de julgados todos os recursos possíveis na Justiça. O TRF-4 determinou o cumprimento imediato da pena de prisão, baseado no atual posicionamento do STF.”

De Hélio Duque, doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP):

“Restará ao Congresso Nacional, a ser eleito em 2018, através emenda Constitucional, estabelecer a segurança jurídica, em ocorrendo o recuo na jurisprudência criada pelo STF. Ao admitir revisão em “histórica jurisprudência” aprovada há dois anos, o Supremo sinalizará que o poder judiciário, pelo seu órgão máximo, estará garantindo o absurdo: plantar recursos como estratégia para os réus colherem a prescrição da pena.”

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