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Finalmente, as provas contra Lula – o Ali Babá dos ladrões

Há, sim, provas abundantes contra Lula, espalhadas em investigações que correm em Brasília e em Curitiba. Estão em processos no Supremo Tribunal Federal, em duas Varas da Justiça Federal em Brasília e na 13ª Vara Federal em Curitiba, aos cuidados do juiz Sergio Moro. Envolvem uma ampla e formidável gama de crimes: corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, crime contra a Administração Pública, fraude em licitações, cartel, tráfico de influência e obstrução da Justiça. O Ministério Público Federal, a Polícia Federal, além de órgãos como a Receita e o Tribunal de Contas da União, com a ajuda prestimosa de investigadores suíços e americanos, produziram, desde o começo da Lava Jato, terabytes de evidências que implicam direta e indiretamente Lula no cometimento de crimes graves.

Lula terá imensa dificuldade para lidar com as provas – sim, com elas. Nesses processos e em algumas investigações ainda iniciais, todos robustecidos pela recente delação da Odebrecht, existem, por baixo, cerca de 3 mil evidências contra Lula. Coletivamente, organizadas em função do que pretendem provar, são destruidoras; em alguns casos, aparentemente irrefutáveis. Nesses, podem ser suficientes para afastar qualquer dúvida razoável e, portanto, convencer juízes a condenar Lula por crimes cometidos.

(Textos da Revista Época).

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O fim dos empregos. A culpa é dos governantes e sindicatos

Pr0dução do automóvel Mercedes Classe A, apenas com robôs. A maioria dos empregos evaporou

 

Todos nós sabemos que nossos governantes não são luminares do conhecimento. Muitos não têm curso superior e a grande maioria nem lê. Eles fogem dos livros como o diabo da cruz.

Pois ainda no ano de 1995 a Makron Books (brasileira) publicava o livro “Fim dos Empregos”, escrito por Jeremy Rifkin e publicado nos Estados Unidos em 1994. Rifkin é uma espécie de profeta do futuro, autor de mais de uma dezena de livros sobre tendências econômicas.

Em “O Fim dos empregos”, Jeremy Rifkin apresentava uma visão um tanto preocupante, e, ao mesmo tempo, esperançosa do futuro. Rifkin previa um futuro não tão brilhante: a sociedade caminhando para um declínio dos empregos. Esta nova fase, chamada por Rifkin de a terceira revolução industrial, é o resultado do surgimento de novas tecnologias, como o processamento de dados, a robótica, as telecomunicações e as demais tecnologias que aos poucos vão repondo máquinas nas atividades anteriormente efetuadas por seres humanos. Para ele, apenas um pequeno número de trabalhadores no setor da informação e do conhecimento, iria prosperar, já que o seu “know-how” será cada vez mais necessário na criação, desenvolvimento e manutenção dos equipamentos necessários à automação. Os profissionais da tecnologia se constituiriam em uma nova elite da sociedade.

Parece que Rifkin acertou em cheio! Aqui no Brasil os índices de desemprego são alarmantes, as vagas que estão desaparecendo, principalmente nos níveis mais baixos da produção, afetaram as taxas de criminalidade, já que o desempregado sem esperança aflui às ruas em atitudes de descontentamento e violência. Rifkin já previa que 2020 seria o ano em que virtualmente se esgotarão as possibilidades de emprego.

Se tivessem lido “Fim dos Empregos”, nossos governantes e dirigentes de sindicatos provavelmente teriam a percepção do que estava por vir. Poderiam ter programado para esta enorme massa de trabalhadores treinamentos, desenvolvimento de novas aptidões e proposto caminhos diferentes. Mas graças à incompetência, a inércia e a falta de leitura as coisas simplesmente aconteceram.

Até no campo: tratores John Deere plantando algodão sem operador e fazendo a manobra de cabeceira sozinho
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O descrédito do Supremo Tribunal

As redes sociais não perdoaram: Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski foram massacrados nas redes sociais após votarem pela soltura do bandidaço José Dirceu. Parece que o tribunal quer acabar com toda motivação do Ministério Público, que tem realizado um trabalho de muito fôlego para levar os grandes e pequenos corruptos e corruptores à prisão.

Mas já deu para perceber: a Polícia Federal prende, o Supremo Tribunal Federal solta. Parece que afinal o crime compensa, sim!

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Badernas. Como explicar?

Está muito difícil de entender as razões que levam grupelhos espalhados por todo o país a promover badernas e destruições.

Como entender que a cada protesto sejam queimados ônibus?

Como entender que a cada protesto sejam destruídas fachadas de lojas e bancos?
Como entender que a cada protesto haja grupos de mascarados infiltrados, sem serem detidos?

Como entender que a cada protesto sejam queimados pneus e fechadas avenidas e estradas?

Como entender que ainda ocorram invasões de propriedades e, pior, que logo em seguida haja a necessidade de se recorrer a um juiz para obter “reintegração de posse”?

Como entender que ainda haja torcidas organizadas promovendo brigas, conflitos, destruição e até mortes nos estádios e nas ruas? Pois não é que na Inglaterra conseguiram acabar com os temíveis hooligans?

Como entender que a polícia não mantenha os baderneiros presos?

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Greve “na marra” e vandalismo

Sindicalistas interditando avenidas e rodovias

Tudo bem que o governo federal não venha conduzindo satisfatoriamente as suas propostas de reformas trabalhista e previdenciária… Falta diálogo com o principal foco das reformas, que somos todos nós. Que as reformas são necessárias, todos nós sabemos – até o ex-presidente, o molusco, já havia colocado o mesmo problema em pauta, mas não obteve sucesso na empreitada.

Agora, promover uma greve à força, impedindo a população de se locomover – inclusive em situações graves, de emergências – cá entre nós, é demais. Não se pode tirar o direito de ir e vir de ninguém!

Destruindo orelhões, fachadas e queimando ônibus

Então os sindicalistas, aqueles que nunca trabalharam e vivem de dotações compulsórias arrancadas à força dos empregados, conseguiram mobilizar grupelhos de verdadeiros leões de chácara e os espalharam pelas ruas, avenidas, estradas, aeroportos, terminais de ônibus, trens e metrôs, armando barricadas, arrumando confusão e transtornando a vida da enorme maioria de brasileiros que eram contrários à tal “greve geral” e queriam trabalhar e se locomover.

Pancadaria no aeroporto

O grande problema: o brasileiro é pacífico e não está acostumado a enfrentar situações de prepotência, enfrentamento físico. Por isso, os grupelhos – onde sobressaía a tal da CUT, de camisas vermelhas cor de sangue – conseguiram tumultuar a vida de milhões de pessoas, praticando inclusive atos de vandalismo contra propriedades públicas e privadas. A CUT e outros sindicatos imaginam que para o Brasil quanto pior, melhor.

Fico imaginando se cada um de nós portasse legalmente uma arma: teríamos uma carnificina sem precedentes no país. O sangue subiu às cabeças de muita gente pacífica, que entre outras reações acabou jogando seus carros sobre os vândalos, ou partiram para brigas a socos e pontapés. Poderia ser ainda pior.

No final, o que se viu foi uma manifestação pífia, fracassada e que criou resultados adversos para os dirigentes sindicais: se ainda havia dúvidas quanto ao fim da obrigatoriedade de os empregados contribuírem com seus sindicatos, agora a decisão ficou bem mais fácil. O tiro saiu pela culatra.

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Vergonha na cara

As coisas no Japão são diferentes em relação ao nosso Brasil. O ministro da Reconstrução do Japão, Masahiro Imamura, apresentou sua demissão e foi imediatamente substituído, um dia depois de ter feito um comentário considerado ofensivo sobre o terremoto e o tsunami de 2011: durante uma reunião do Partido Liberal Democrata, afirmou que “foi uma sorte o desastre do dia 11 de março de 2011 atingir o nordeste do país, em vez da área metropolitana de Tóquio”.

Logo após sua declaração, ele se retratou e pediu desculpas ao primeiro-ministro Shinzo Abe, que classificou sua fala como “extremadamente inadequada e dolorosa” para os afetados pelo desastre.

Masahiro Imamura havia sido nomeado para a pasta da Reconstrução do Japão durante a última reformulação do gabinete do primeiro-ministro Abe, em agosto do ano passado. Este ministério foi criado em 2011, para lidar com a reconstrução das áreas afetadas pelo terremoto e pelo tsunami, além dos problemas surgidos com o acidente nuclear em Fukushima.

Pois essa atitude tomada pelo ministro é absolutamente oposta às atitudes dos nossos “representantes”, como por exemplo este imbecil do Ciro Gomes. Truculento, malcriado, boca suja, ele encarna o velho coronel nordestino que manda e desmanda na população, julgando-se acima do bem e do mal. Há dezenas de ciros gomes espalhados pelo nosso país. Nenhum deles se digna a renunciar ou pedir desculpas pelos seus atos.

País civilizado é outra conversa.

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O mapa da mina da corrupção na Lava Jato

A mídia já nem consegue acompanhar direitinho a enxurrada de nomes das pessoas e empresas envolvidas na maior corrupção da história em nosso país. Para qualquer lado que nos viremos, eis que há dinheiro jorrando para os bolsos de políticos e aproveitadores sem moral nem escrúpulos. O pior é que se trata do nosso dinheiro – nossa forçada “contribuição” fornecida através dos impostos que pagamos.

Eis as empresas envolvidas na corrupção desenfreada que assola nosso país e que foram sendo dissecadas pela Operação Lava Jato:

Estatais:

Petrobras
BR Distribuidora
Transpetro
Eletrobras Eletronuclear

Refinarias:

Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro
Pasadena Refinery System Inc
Refinaria Abreu e Lima
Refinaria Landulpho Alves
Refinaria Presidente Getúlio Vargas

Construtoras:

Odebrecht
OAS
Camargo Corrêa
Andrade Gutierrez
Queiroz Galvão
UTC Engenharia
Engevix
IESA Óleo e Gás
Toyo Setal
Mendes Júnior
Galvão Engenharia
Skanska
Promon Engenharia
GDK
Techint
Carioca Christiani Nielsen Engenharia
Schahin Engenharia
Alumini Engenharia
MPE Montagens e Projetos
Tomé Engenharia
Construcap
WTorre
Egesa

Empresas de fachada:

GFD Investimentos
Jamp Engenheiros
JD Consultoria
Labogen

Empresas de comunicação:

Diário do Grande ABC
Organização Arnon de Mello

Outras empresas:

Alstom
Aratec Engenharia
BTG Pactual
Eldorado Brasil
H.Stern
Mossack Fonseca
Jaraguá Equipamentos
Rolls-Royce
Sanko Sider
Sete Brasil

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Vantagens da Terceira Idade

Sua quantidade de neurônios finalmente
baixou a um nível administrável.

Seus segredos estão totalmente seguros com os seus amigos,
pois eles nem se lembram mais deles.

Suas articulações fazem uma previsão do tempo
muito mais exata do que o Serviço de Meteorologia.

Seus amigos telefonam às oito horas da noite
e perguntam: “Te acordei?”

Ninguém mais achará que você é hipocondríaco.
Agora sim, você tem todas essas doenças.

Você não precisará mais estudar nada,
agora os médicos estudam você.

A roupa que você comprar jamais sairá de moda.

Você poderá viver sem sexo, mas não sem óculos.

Quando você promover reuniões em casa,
os vizinhos nem notarão.

O limite de velocidade deixa de ser um desafio.

Você nem se importa mais em esconder a barriga.

Seu investimento com o seguro-saúde
começa a valer a pena.

(Autoria desconhecida)
Publicado neste blog em 04/01/2011
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