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Orgias com o dinheiro do fundo partidário

Eduardo Machado, presidente do partido. Ele não quer largar o osso…

Mais uma vez fica comprovada a absoluta falta de controle e fiscalização quando se trata do uso de dinheiro público (o nosso dinheiro!). Depois de todos os escândalos que vieram a tona, demonstrando que nem os Tribunais de Contas, nem a Justiça Eleitoral e nem a Receita Federal foram capazes (por que será?) de fiscalizar as monumentais verbas (e inacreditáveis desvios) das chamadas “doações para campanhas”, obviamente as verbas do fundo partidário não poderiam ter destino diferente.

Pois um partideco denominado PHS que tem sete deputados no Congresso (menos de 1,5% de representatividade) recebeu R$ 3,8 milhões do chamado fundo partidário para suas atividades políticas.

Agora descobriu-se que a sede do partido, numa casa alugada num bairro nobre de Brasília para sediar suas atividades, está praticamente abandonada. Seus funcionários estão há três meses sem salários. Há corrente com cadeados no portão, interfone com defeito, portas e janelas fechadas e um segurança que não sabe informar o horário de funcionamento do local. Mas a grana continua entrando – de maio a julho o PHS recebeu mais de R$ 1,5 milhão do fundo partidário.

O presidente deste partideco, Eduardo Machado, está sendo acusado de comprar carros e alugar imóveis para uso pessoal com dinheiro do partido e responde a processo interno por acúmulo de função: era secretário estadual de Goiás e recebia salário como presidente da legenda, pago com dinheiro do fundo.

Em maio, o PHS decidiu afastar Eduardo Machado, mas ele se recusou a sair. Trocou as fechaduras da sede e contratou seguranças para vigiar a casa. Tudo isso no dia em que a executiva nacional iria se reunir pra formalizar a saída dele da presidência. Até a polícia foi chamada e o caso está correndo na Justiça Eleitoral.

Há uma proposta na Câmara Federal para acabar com partidos pequenos, exigindo que uma legenda receba pelo menos 1,5% dos votos válidos em nove unidades da federação ou consiga eleger nove deputados federais em 2018 para ter acesso ao fundo partidário.

Por este partideco pode-se ter uma ideia de como nosso dinheiro vem sendo utilizado nas esferas políticas: sempre em cifras milionárias, sem controle, favorecendo poucos privilegiados e malandros, sem que os cidadãos pagadores de impostos recebam qualquer tipo de retorno.

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Fraude explica

Fraudes em licitações públicas.
Fraudes eleitorais.
Fraudes em concursos públicos.
Fraudes em vestibulares.
Fraudes nas urnas eletrônicas.
Fraudes em pagamentos do INSS.
Fraudes na utilização de verbas da Lei Rouanet.
Fraudes na venda de próteses e órtoses.
Faudes no uso de cartões de crédito.
Fraudes em instituições financeiras.
Fraudes das instituições financeiras.
Fraudes em alimentos.
Fraudes em combustíveis.
Fraudes em produtos de consumo.
Fraudes em documentos.
Fraudes via internet.
Fraudes praticadas por congressistas.

Fraudes, fraudes, fraudes. Esta é a cara do Brasil!

“Brasil? Fraude explica” foi uma expressão criada por Carlos Maia de Souza, conhecido como Carlito Maia, publicitário brasileiro falecido em 2002.
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Os humanos não aprenderam nadinha

Atentado em Barcelona

 

No Século XII, Gengis Khan exterminou todos os que não aceitassem sua ideia de formar uma grande confederação mongol. Total de mortos: 40 milhões.

Josef Stalin, tirano russo, adotou técnicas variadas para perseguir rivais políticos, dizimando entre 20 e 25 milhões de pessoas. Entre 1932 e 1933 forçou a Ucrânia e o Cazaquistão a exportar todos os seus alimentos, matando os nativos de fome.

Entre 1958 e 1962, o líder comunista Mao Tse Tung liderou o “Grande Salto Adiante”, uma reformulação econômica que pretendia transformar a China em uma potência industrial – mas provocou um colapso que levou pelo menos 40 milhões de pessoas a morrer de fome.

A Alemanha de Hitler dizimou 6 milhões de judeus e 10,5 milhões de eslavos. Também perseguiu gays, ciganos, romenos e sérvios.

No Camboja, em apenas quatro anos, o ditador Pol Pot acabou com 1,7 milhão de pessoas, cerca de 20% da população do próprio país.

Na Turquia, o governo forçou minorias ao exílio, em longas caminhadas rumo a campos de concentração onde hoje fica a Síria. Morreram de 1 a 1,5 milhão de armênios e 750 mil assírios.além de gregos e curdos que também foram expulsos ou condenados à morte por inanição.

A separação da Índia com o Paquistão, em 1947, desengatilhou uma série de tentativas de genocídio entre muçulmanos, hindus e sikhs na região, resultando em 2 a 3 milhões de mortos.

No Congo Belga, rei belga Leopoldo II massacrou a população e a escravizou para trabalhar na extração de borracha na década de 1890, resultando num total de 5 a 8 milhões de mortos.

A lista de crueldades seria interminável. As razões são sempre as mesmas: luta pelo poder, por territórios, por questões religiosas, étnicas, militares, ou culturais.

São milhões e milhões de mortes contabilizadas, que ocorreram no transcurso dos séculos, dizimando famílias, aldeias, povos e raças.

E mesmo assim, ainda existem hoje uns imbecís radicais, que se arrogam o direito de criar grupos para insuflar o ódio racial contra estrangeiros em seus países, contra grupos religiosos, contra etnias… Para demonstrar que os humanos não aprenderam nada, o noticiário destes dias está recheado de reportagens sobre atentados terroristas nos países europeus, marchas pelas ruas nos Estados Unidos onde grupos de ideias opostas se enfrentam para defender seus “princípios” e ataques com faca até na Finlândia.

Qual será o futuro da Humanidade? Qual será o nosso futuro?

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Colaborando para arrebentar as finanças brasileiras

As duas grandes dificuldades que o nosso país enfrenta para equilibrar as contas públicas têm origem exatamente nas áreas do Executivo e do Legislativo.

Pois há figuras de aproveitadores como esse tal de Newton Cardoso Jr. (deputado por Minas Gerais e filho do ex-governador de mesmo nome, também indiciado por corrupção), que foi colocado como relator do projeto referente ao Refis, um programa criado para facilitar a recuperação fiscal das empresas. O projeto, já utilizado em anos anteriores, facilita o parcelamento das dívidas de empresas devedoras ao fisco (que não são poucas), dividindo o pagamento dos atrasados em várias parcelas e por vários anos, a juros extremamente baixos.

Pois o deputado Newton Cardoso Jr. figura como presidente da Companhia Siderúrgica Pitangui, que detém uma dívida ativa de R$ 48,7 milhões com a União, além de outra dívida de R$ 2,3 milhões da NC Participações e Consultoria, da qual o deputado seria diretor. E como relator do projeto apresentado pelo Executivo à Câmara dos Deputados, ele apresentou uma proposta indecorosa, malandra e com a nítida finalidade de favorecer a si mesmo e às suas empresas: incluiu um perdão de até 99% das multas e dos juros das dívidas com a União…

O órgão de cobrança não informa quanto da dívida do deputado equivale a multas e juros pelo não pagamento. Por isso, não é possível calcular o tamanho do benefício que o próprio deputado receberá, caso o Refis seja aprovado no Congresso na forma do seu parecer.

O governo enviara a Medida Provisória exigindo que 7,5% da dívida fossem pagos na entrada. Na posição de relator, Newton Cardoso Jr. diminuiu essa parcela para 2,5% e estendeu os descontos – que antes valiam apenas para contribuintes com débitos de até R$ 15 milhões – para empresas com dívidas de até R$ 150 milhões. Com essas modificações, a arrecadação prevista para 2017 com o Refis cairá de R$ 13,3 bilhões para R$ 420 milhões – uma das razões para o governo elevar a dívida fiscal deste ano para 159 bilhões.

Pelo projeto, as empresas que pagarem tudo que falta em janeiro de 2018, ganham absurdos 99% de desconto nos juros e multas ou parcelam a dívida a perder de vista, com abatimentos das multas e juros um pouco menores: 90% para o parcelamento em 145 meses e 85% para 175 meses.

Aqui cabem duas observações. A primeira mostra a falta de ética quando parlamentares legislam em causa própria. Um deputado com dívidas ativas com a União relatando a proposta chega a ser indecoroso. E a segunda, caso a União adote o projeto do deputado, será a penalização daqueles contribuintes que honram suas obrigações em dia. A proposta desestimula o pagamento de impostos nos devidos vencimentos, o que faria aumentar ainda mais o rombo fiscal, estendendo-se pelos próximos anos.

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Coreia do Norte: vale tudo pelo poder

Como todas as macabras histórias de ditaduras no mundo, a da Coreia do Norte não poderia ser diferente. Nas mãos de Kim Jong-un, filhinho de papai mimado e incompetente, seu poder só é mantido à custa de eliminações de opositores, especialmente familiares que poderiam derrubá-lo do palco iluminado onde se encontra. Sua autoridade se origina da família que governa o país há quase 70 anos.

Segundo a Revista Veja, “como se trata do país mais fechado do mundo, as brigas e traições familiares ocorrem dentro de uma elite dinástica protegida do escrutínio público. Há histórias de amantes, tentativas de fuga, execuções e até parentes que ‘casualmente’ desapareceram da história”.

Na lista de eliminações sumárias, consta a do seu irmão mais velho, que caiu em desgraça depois de uma tentativa fracassada de visitar a Disney no Japão em 2001. Kim Jong-nam conseguiu fugir do país com o filho e acabou por se tornar uma voz dissidente do regime, tecendo críticas que se tornaram intoleráveis. Acabou assassinado em fevereiro deste ano no aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, quando aguardava na fila do check-in para embarcar num voo com destino a Macau, um território chinês.

Em 2013, Kim-Jong-un ordenou o fuzilamento do tio, Jang Song-thaek, que até então era o segundo homem mais poderoso do país. De nada valeram os laços de parentesco: um dia depois do assassinato do tio, policiais invadiram a casa de centenas de parentes dele e levaram todos embora. Até os que habitavam cidades distantes da capital, Pyongyang, foram sequestrados. Dois anos depois, soube-se que Kim-Jong-un também havia envenenado a própria tia, Kim Kyong Hui.

O destino de todos os familiares presos foi o mesmo: os abomináveis campos de trabalhos forçados do país. Mesmo parentes do pai de Jang foram incluídos entre os banidos. Essa punição a familiares de condenados é uma prática comum na Coreia do Norte e se estende, imagine só, até àqueles que ainda nem nasceram.

Que tal? Você não gostaria de morar na Coreia do Norte e ficar amiguinho do ditadorzinho Kim-Jong-un?

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Um insulto à nossa inteligência

A Comissão da Câmara aprovou o sistema do “distritão” para as próximas eleições e, para demonstrar que os legisladores nos acham uns idiotas, aprovou também um fundo de R$ 3,6 bilhões para campanhas. Será dinheiro retirado dos cofres públicos, em um país cujo Ministro da Fazenda estimou o rombo do orçamento (cuja previsão inicial era de 129 bilhões) em 139 bilhões e, pelas análises de economistas, talvez chegue aos 150 bilhões, ou até mais. Um buraco sem fundo!

Para vigorar em 2018, o projeto terá de passar até outubro por votações em dois turnos nos plenários da Câmara e Senado. Mas como conhecemos perfeitamente as cabeças deste grupo que se locupletou do poder, a terndência de aprovação desta aberração é praticamente certa.

Mais de três bilhões de reais servirão para que deputados vitalícios continuem grudados em suas poltronas mesmo sem contribuir com projetos nem ideias, conseguindo eleger também seus filhos, sobrinhos, primos e parentes. Há dinastias políticas eleitas graças às verbas das chamadas “doações” – eufemismo para a palavra corrupção – e que agora serão eleitas com as chamadas “verbas oficiais”.

Newton Cardoso, devedor de R$ 67 milhões ao Estado da Bahia, onde é deputado, teve como pai o ex-governador Newton Cardoso.

Beto Richa, governador do Paraná, é filho do ex-governador José Richa. Um dos filhos de Beto, Marcello, já está engatinhando na política: foi recentemente exonerado da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Juventude de Curitiba.

Requião Filho, deputado estadual no Paraná é filho d o ex-governador Roberto Requião, atual senador e que leva o apelido de “Maria Louca”.

Hélder Barbalho, que já foi Ministro da Pesca, é filho do ex-governador e ministro Jáder Barbalho. Ambos enriqueceram “por meios não tradicionais”…

Renan Filho, atual governador de Alagoas, é filho de… Renan Calheiros, uma das mais perniciosas figuras políticas brasileiras.

Roseana Sarney, Sarney Filho e José Sarney são figurinhas carimbadas no cenário político nacional, A biografia deles, inclusive seus malfeitos não caberia neste espaço.

Arthur Virgílio Neto, Arthur Virgílio Bisneto, Sergio Cabral Filho, Zeca Dirceu, Felipe Maia, Antonio Carlos Magalhães Neto (filho de Antonio Carlos Magalhães Filho, e neto do famoso ACM, da Bahia, já falecidos), Vital do Rego Filho, Garibaldi Alves, Maguito Vilela… são apenas uma pequena amostra da quase infindável lista das dinastias que fazem da política suas cadeiras cativas. Com o nosso dinheiro!

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Maduro, um ditadorzinho assassino e crápula

O terror da DITADURA na Venezuela está causando FOME, MISÉRIA,…

O terror da DITADURA na Venezuela está causando FOME, MISÉRIA, DESTRUIÇÃO e MORTES.É importante que todo mundo saiba. Se você se importa compartilhe esse vídeo e marque os amigos. Conscientize!——————-Curta: Me HospedeiInscreva-se no YOUTUBE: http://migre.me/upVhxSiga no Insta: @mehospedei

Publicado por Me Hospedei em Domingo, 6 de agosto de 2017

As imagens deste vídeo são fortes! São apenas uma pequena amostra do que o ditadorzinho Maduro está aprontando na Venezuela, um país que em 2002 já foi o mais rico da América do Sul e hoje está entre os mais pobres.

Dói assistir ao testemunho da jovenzinha venezuelana, contando como está a situação das pessoas por lá. Ao final da entrevista, ela chora de desespero.

Parece que ONU, Mercosul e outras entidades andam devagar demais. São reuniões pós reuniões intra-gabinetes, mas de positivo para salvar o sofrido povo da Venezuela… nada, nada, nada. Até quando?

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Impunidade, marca registrada brasileira

Ontem, dia 7 de agosto, fomos surpreendidos com duas – entre tantas outras – notícias deprimentes para aqueles que ainda acreditam na justiça brasileira.

A primeira nos deu conta de que foram suspensas as acusações contra a Samarco, cujas controladoras são a Vale e a BHP Billiton, que responde (ou respondia?) a vários processos na Justiça após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, considerado o maior desastre ambiental do país, quando dezenove pessoas morreram – além dos terríveis danos causados à região, fazendo desaparecer casas e poluindo rios com resíduos tóxicos.

A segunda notícia se refere ao arquivamento dos inquéritos que investigavam a senadora (e ex-prefeita de São Paulo) Marta Suplicy, e os deputados Roberto Freire e Jarbas Vasconcelos. Nos três casos o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chegou a pedir, em março, a abertura de inquéritos para investigar as citações aos nomes desses parlamentares em delações premiadas, mas o ministro Luiz Edson Fachin entendeu que, mesmo que os crimes tivessem sido cometidos, não poderiam mais ser punidos em razão do decurso de prazo e da idade dos suspeitos, todos com mais de 70 anos. Se os acusados se apropriaram de dinheiro ilícito, ficaram ricos e estão impunes, para gozarem a vida!

Em ambos os casos, os crimes são de grande potencial. Um desastre ambiental de proporções enormes, com 19 mortos e o enriquecimento ilícito de três políticos, entre tantos outros, sem punições.

Enquanto isso, ontem mesmo uma doceira, acusada de enviar bombons envenenados a uma adolescente, em Curitiba, foi condenada a 30 anos e três meses de prisão em regime inicial fechado por quatro tentativas de homicídio. O caso aconteceu em março de 2012.

Não à-toa que os programas policiais da tevê mostram ações policiais em que são presos assassinos confessos, que cumpriram apenas meses ou poucos anos de prisão e que retornaram às ruas para cometer novos homicídios.

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Prazer em se drogarem

Tanta coisa boa para fazer. Tanta coisa para ser inventada. Tantas instituições de benemerência à cata de colaboradores. Tantas escolas oferecendo ensino. Tantas bibliotecas com milhares de livros para serem lidos… e um grupo de 200 pessoas se reúne para querer liberar o uso da maconha!

Com página nas redes sociais, a estatística dos organizadores após a marcha cita que mil pessoas compareceram, de 1,7 mil interessados. Número desmentido pela Folha de Londrina, que em sua reportagem computou apenas 200 pessoas…

Excetuando-se aqueles que reivindicam a liberação da erva para fins medicinais, que em alguns casos talvez alivie a dor, a maioria dos participantes era composta de jovens, os chamados maconheiros, que lutam pela sua descriminalização apenas pelo prazer de poderem se drogar.

Extratos da Folha de Londrina:

“A gente não quer a legalização. A legalização pode ter leis que impedem que se compre. A gente quer a liberdade de poder cultivar para consumo. A maconha não é consumida somente como cigarro, mas pode ser em forma de chá ou frita na manteiga e utilizada em receitas culinárias. Tem vários usos além do recreativo, inclusive para redução de danos”, defendeu um dos participantes e que atuou na organização das duas primeiras edições da Marcha da Maconha em Londrina”.

“Comecei a fumar aos 13 anos com os meus amigos e hoje fumo com meu pai, que também é adepto. Ele prefere que eu fume em casa, com ele, a ficar nas ruas e acabar sendo presa ou apanhando da polícia. Aqui, hoje, a gente quer mostrar que ninguém fuma maconha para ficar alterado, mas para ficar de boa, tirar o estresse. Eu fumo e tenho uma vida normal, tenho minha casa, minha família, trabalho, sou uma pessoa comum, ressaltou M., de 21 anos”.

A Marcha da Maconha em Londrina ocorre anualmente desde 2015.

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