Mês: dezembro 2016



Como se diz em inglês aquele momento da encarada no MMA

No início deste ano fiz um post sobre como se diz encarar em inglês. Para ver clique aqui.
Um dos leitores perguntou como se diz encarar no sentido de ficar olhando feio para uma pessoa.
No MMA tem o momento da pesagem dos lutadores e é neste dia que acontece também a famosa encarada que de acordo com Dana White é tão importante quanto a luta. Mas como se diz isto em inglês?
Quando uma pessoa ou animal encara fixamente outra com cara de bravo até que seu oponente vire as costas e vá embora dizemos “to stare down” que é um verbo frasal.
Este momento no MMA é chamado de “staredown”, como substantivo.
Neste momento de “staredown” (encarada) os lutadores ficam “face to face” (cara a cara) e é quando muitas vezes acabam rolando umas brigas também dependendo do staredown.

Veja nestes dois links matérias interessantes em inglês sobre estes momentos:

1. Dana White explains the importance of the staredown
2. What is the psychically behind the staredown before a fight?

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O que é o Mannequin Challenge e aonde surgiu?

O vídeo viral do momento é o tal do “Mannequin Challenge”, até no meu trabalho já fizemos. É super divertido!
Mas o que é isso? Aonde surgiu?
O mannequin challenge é um vídeo aonde as pessoas parecem que estão em uma imagem congelada, mas na verdade elas estão paradas feito manequins mesmo e outra pessoa passa filmando tudo e no fim colocam uma música de fundo. A música tema desta brincadeira é “Black Beatles” de Rae Sremmurd.
Mas aonde surgiu essa brincadeira?
Acredita-se que foi inventada por um grupo de alunos da cidade de Jacksonville, no estado da Flórida (EUA), no dia 12 de outubro deste ano. O vídeo inspirou atletas profissionais, times esportivos e o mundo inteiro a fazerem o mesmo.

Abaixo o víde original:

Melhores vídeos de Mannequin Challenge:

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at the top of x on top of

Muita gente confunde os dois. Vale lembrar que ambos podem ser traduzidos como “no topo” ou “em cima”, ou “na parte mais alta”, entre outras coisas. Mas não podem ser usados com tudo. Aqui está aonde cada um pode ser usado:
1) At the top of:
the stairs, the mountain, the hill, the page, the profession, the league, the championship, the street
Nas expressões: at the top of the tree (no ponto mais alto da profissão); at the top of the heap (no topo da estrutura de uma organização ou sociedade); at the top of your voice (no som mais alto da voz)

2) On top of:
the table, the fridge, the refrigerator, the desk.
Nas expressões: get on top of somebody (além do que alguém consegue suportar); get on top of something (conseguir lidar ou controlar algo); on top of the world (estar extremamente feliz e orgulhoso)

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Inglês influencia em salários e vagas de emprego

Eu sempre falo sobre a importância do inglês hoje nas empresas e que isso não é mais um plus, mas sim uma exigência. No entanto, vale ressaltar que não se aprende inglês de um dia para o outro, assim como se você quer perder peso também não é de um dia para o outro. Se você vai fazer academia ou inglês, o resultado é com o tempo, mínimo de dois anos. Não dois meses.
Este mês saiu uma reportagem muito interessante sobre isso que vale a pena assistir. Clique no link abaixo para ver:

http://g1.globo.com/mato-grosso/bom-dia-mt/videos/t/edicoes/v/fluencia-em-ingles-influencia-em-salarios-e-vagas-de-emprego/5486310/

Abaixo outra reportagem feita há um ano que mostra a história de sucesso de pessoas que só conseguiram evoluir profissionalmente por causa do inglês:

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Tributo ao Edson Lima

Este blog traz dicas de inglês mas gostaria de abrir uma exceção para fazer uma homenagem muito importante.
Esta noite faleceu a pessoa responsável por eu ter um blog hoje.
Quando eu ainda trabalhava como jornalista fui comentarista esportiva e também repórter geral da rádio Cultura AM de Maringá. Meu chefe na época era o Edson Lima. Ele era diretor da rádio e também tinha um programa ao qual eu participava como repórter. Pouco depois foi criado o PRIMEIRO BLOG do jornal O Diário. Era o blog do Edson Lima. O Edson sempre teve problemas de saúde e às vezes precisava se ausentar, então pediu minha ajuda para que colaborasse com algumas notas no seu blog. Eu o fiz com muita honra e muito prazer. Depois de anos foram criados outros blogs, inclusive o meu, de dicas de inglês e o próprio Edson noticiou isso em seu blog.
O Edson era aqueles jornalistas antigos que entraram para a área sem faculdade na área, quando na época 90% eram assim pois quase não existiam faculdades de jornalismo. Mas ele era aquele cara que você via no trabalho e falava: esse nasceu jornalista!
Foi editor chefe do jornal O Diário por muitos anos e quem trabalhou com ele sempre fala que era um ótimo chefe e que ajudava muita gente. Tinha os problemas dele, os quais se destacava o fato de não cuidar da sua saúde. Mas para os outros ele era muito bom. Inteligentíssimo, escrevia muito bem e tinha o dom de conquistar muitos leitores e ouvintes.
Depois que saiu da editoria do impresso continuou com sua coluna no jornal e assumiu a diretoria da rádio. Quando o conheci era bem sério, cara de marrento, carrancudo. Mas depois percebi que isso era só uma casca, pois na verdade era um ótimo chefe e grande profissional. Me ensinou muita coisa, me deu bronca (sempre com razão), mas me defendeu muito. Quem trabalha na área jornalística sabe o quanto é estressante, mas o Edson ajudava muito os funcionários quando precisávamos e fazia até piada, elogiava, batia papo sobre a vida. Era uma pessoa bem acessível depois que você o conhecia.
Quando começava seu programa na rádio o telefone não parava de tocar. Era um homem polêmico, sem papas na língua, mas muito respeitado no meio político local.
Seu blog bombava de comentários, ele escrevia como ninguém. Lembro que depois que eu saí da rádio o encontrei uma vez e ele pediu para eu voltar. Deu vontade. Deu saudades. Mas a vida me guiou para outra área menos ingrata que a de jornalismo. Depois sempre que encontrava meu marido (que é fotojornalista) ele falava para pedir para eu voltar. Tenho imensa saudade daquela época. Dos colegas de profissão, dele pegando no meu pé. E tenho imensa gratidão por esse cara que me ensinou muito profissionalmente, que tina um grande coração para com os outros, menos para si mesmo. Morreu cedo, mas como já dizia Renato Russo “É tão estranho, os bons morrem antes”.
Hoje Maringá e o jornalismo regional sofrem uma imensa perda.
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Conversation Club neste sábado

Este sábado teremos o último Conversation Club do ano.
O clube de conversação é gratuito e destinado à qualquer pessoa que tenha inglês intermediário ou avançado.
O local será no Bread fast (Av. João Paulino Vieira Filho, 242) às 15h.
Interessados em participar devem enviar confirmação da presença pelo e-mail [email protected]

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