Mês: agosto 2010



Praças em rotatórias e Marina Silva no Jardim Alvorada

Quando pedi ao chefe de reportagem quem iria cobrir a vinda da presidenciável Marina Silva (PV) a Maringá, ele disse: “ainda não pensei”. Sureri (e insisti) que me escalasse, e ele: “tá, então vai você, mas não esquece que tem de terminar a zoom”.

A zoom, a qual ele se referiu, era a matéria das praças em rotatórias da cidade, publicada na edição desta sexta-feira de O Diário. Clique no infográfico abaixo, de Welington Vainer, para ampliar.

Ao final de uma tarde no encalço de Marina Silva, admirável figura – leia a matéria aqui -, cheguei à conclusão que o bom da cobertura não foi nada dito por ela nem nada questionado pelos jornalistas. O legal foi a simplicidade de um antigo morador do Jardim Alvorada, surpreso com a presença de um candidato à presidência em seu modesto bairro.

“O que que é isso. Marina Silva aqui no Alvorada, sem pompa, sem luxo… não acredito”, disse Valmir Batista da Silva, morador do bairro há 30 anos. “Onde já se viu, uma pessoa da importância dela em uma casa simples aqui do bairro”, acrescentou, afirmando que agora já tem definido seu nome preferido para a presidência.

No Jardim Alvorada, Marina Silva conheceu um dos 15 comitês domiciliares de Maringá que levam o nome de “Casa de Marina”. A residência escolhida foi a de Lucilene da Costa Pereira, uma senhora que sofre do mal de Alzheimer e que, segundo Marina, teve um passado de lutas como o dela.

Dona Luci, como é conhecida no bairro, mudou-se da Bahia para Maringá aos 11 anos, foi abandonada pelo marido, criou as filhas sozinha e, aos 43 anos de idade, realizou o sonho de aprender a ler e escrever.

Filha de Dona Luci, Luciméia disse que em Maringá há um grupo de 200 mulheres que prestam apoio voluntário a Marina. “As ‘Casas de Marina’ são pontos de encontro dessa mulherada”, explicou, abandonando a entrevista no momento da chegada da candidata do PV.
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Marina Silva cumpre agenda em Maringá

Terceira colocada nas pesquisas de intenção de voto para a presidência da República, a candidata Marina Silva (PV) cumpre, amanhã (26/08) à tarde, agenda de campanha em Maringá. A ex-ministra do Meio Ambiente tem chegada no Aeroporto Silvio Name Júnior prevista para as 15 horas. No local, deve conceder entrevista à imprensa antes de partir para compromissos na cidade.

Está na agenda de Marina conhecer um projeto ambiental da Apae Rural (no Contorno Sul), em parceria com a Cocamar, que emprega cerca de 40 alunos especiais. “No projeto, os alunos trabalham na produção de mudas nativas da região para recomposição da mata ciliar”, comentou o candidato a deputado federal pelo PV, Alberto Abraão, responsável pela recepção de Marina em Maringá.

Leia mais na edição desta quita-feira de O Diário.

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O que fazer no horário eleitoral

Matéria publicada na edição desta terça-feira (24/10) de O Diário, página A8.

O horário eleitoral gratuito em rádio e TV, previsto na Lei nº 9.504/97 – também conhecida como “Lei das Eleições” – está longe de ser o programa favorito da família brasileira. Poucas pessoas admitem acompanhar os discursos políticos que na televisão são exibidos de segunda-feira a sábado em dois horários: das 13 horas às 13h50 e das 20h30 às 21h20. As alternativas ao programa eleitoral são as mais variadas e incluem desligar o televisor.

Segundo dados do Ibope, que monitora a audiência na TV brasileira por amostragem realizada nas principais regiões metropolitanas, parte do telespectador desliga o televisor assim que o horário eleitoral começa. Do universo monitorado, o porcentual de aparelhos ligados caiu de 51,2% para 44,4% às 20h30 do último dia 17 – data em que iniciou o horário eleitoral, que prossegue até 30 de setembro.

Para quem não possui TV por assinatura e é viciado na telinha, uma alternativa é recorrer ao DVD. Bom para as locadoras, que faturam com a repulsa da parcela do eleitorado que diz não suportar a leva de candidatos que, a cada dois anos, surgem pedindo voto. “Alguns clientes comentam que locam o filme para assistir durante o horário eleitoral”, diz Walkir Fernando Silva, 43 anos, dono de uma locadora no Centro de Maringá. “Eu mesmo prefiro colocar um DVD sertanejo, que dá mais ou menos o mesmo tempo do programa político”, acrescenta.

Em 50 minutos, tempo de duração do horário eleitoral, dá para fazer muita coisa. É um tempo precioso para os políticos, mas também para quem não gosta de ouvir o que eles têm a dizer. Com a correria do dia a dia, a farmacêutica Bettina Jespersen de Toledo, 29 anos, não tem dúvida: o melhor é dar atenção aos dois filhos. “Preferimos [ela e a família] assistir a algum filme ou desenho das crianças”.

A reportagem de O Diário foi à rua perguntar o que os eleitores costumam fazer durante o horário e eleitoral. Dos dez entrevistados, apenas um afirmou assistir às propostas dos candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Os demais deram todo tipo de resposta: ir à academia, cozinhar, limpar a casa, cuidar dos filhos, navegar na internet, ler um livro ou revista, estudar, jogar vídeo-game, transar… quem disse que a melhor opção é desligar a TV para fazer sexo preferiu não se identificar.

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4º Twittingá é neste fim de semana

O Encontro de Twitteiros de Maringá (Twittingá), que surgiu em dezembro de 2009 para reunir os aficionados pelo Twitter para um bate-papo além dos 140 caracteres do microblog, chega à sua quarta edição neste fim de semana. O evento acontece às 17 horas deste sábado, em novo local: na Pizzaria Martignoni, próximo ao Country Club. Segundo integrantes do G-9 do Twitter Maringaense, grupo que organiza o Twittingá, o único pré-requisito para participar do encontro é ter uma conta no microblog.

Leia o que saiu em odiario.com. Abaixo, entrevista com a jornalista Viviane Duarte, idealizadora do Plano Feminino e integrante do G-9.

O que esperar da 4ª edição do Encontro de Twitteiros de Maringá?
A cada edição temos crescido tanto em número de participantes quanto em rede de contatos e troca de experiências. Esta edição certamente será muito rica em troca de ideias e novas parcerias de negócios. O grupo G9, inclusive, composto por profissionais de diversas áreas, que estiveram na primeira edição do evento e são responsáveis pelo mesmo, já criou diversas oportunidades de negócios, integrando suas profissões e conhecimentos.

Vimos um crescente número de participantes a cada edição… qual a expectativa agora?
Gerar discussões, contatos, troca de ideias e criação de novos projetos e negócios.

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21º Festival Nipo-Brasileiro aguarda 100 mil visitantes

Segundo maior evento de Maringá, atrás apenas da Expoingá, o Festival Nipo-Brasileiro teve, na noite desta quinta-feira (19), o lançamento oficial de sua 21ª edição, que será realizada na Associação Cultural e Esportiva de Maringá (Acema) de 4 a 12 de setembro. A expectativa dos organizadores é que cerca de 100 mil circulem pelas dependências da Acema nos nove dias do evento.

Leia mais em odiario.com e veja as fotos no Dflash.

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Deputado federal custa R$ 4,8 milhões

Levantamento do site Congresso em Foco, atualizado em julho deste ano, revela que um deputado federal recebe salário mensal de cerca de R$ 13 mil. Somando ao subsídio as despesas de gabinete e verbas indenizatórias, o gasto mensal total chega a R$ 99,5 mil.

Como diria Odorico Paraguassu, o político corrupto imortalizado pela obra de Dias Gomes, “deixemos de lado os entretantos, e vamos direto aos finalmentes”: cada um dos 513 deputados federais custa aos cofres públicos cerca de R$ 1,2 milhão, por ano, e R$ 4,8 milhões por mandato.

Um deputado estadual também sai caro. Na Assembleia Legislativa do Paraná, cada um dos 54 representantes eleitos nas urnas recebe R$ 79,5 mil – entre salário e verbas de gabinete e indenizatórias (ver quadro). Por mandato, a soma atinge 3,8 milhões por parlamentar.

Em estudo feito para alertar o eleitor sobre quanto um político “pesa” em seu bolso, a ONG Transparência Brasil divulgou um dado curioso: a manutenção do poder Legislativo, nas esferas municipal, estadual e federal, custa a cada brasileiro R$ 115,27 por ano.

Leia mais em odiario.com.
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Clube polonês tem Merda no gol

Esta fiquei sabendo pelo colega de redação e repórter de Economia Vinícius Carvalho. Clube polonês tem goleiro chamado Lukasz Merda. Para países que falam português e italiano – onde merda é isso que você está pensando -, o goleiro do MKS Cracovia chama mais a atenção pelo sobrenome do que por suas defesas.

Segundo matéria da Folha.com, o atleta, 30, nasceu na cidade de Miedzyrzecz, no oeste da Polônia, perto da fronteira com a Alemanha. Defendeu por seis anos o Podbeskidzie Bielsko-Biala, equipe que hoje está fora da elite do futebol polonês, antes de chegar ao Cracovia em agosto de 2009.

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Oposição questiona kit escolar e uniforme

A bancada de oposição na Câmara de Maringá cobrou da secretária municipal de Educação, Márcia Socreppa, na sessão de quinta-feira (12/08), esclarecimentos sobre a qualidade do kit escolar e os atrasos na entrega dos uniformes aos 27,2 mil alunos atendidos pela rede municipal de ensino.

Mais de 50 servidores da Secretaria de Educação acompanharam a “sabatina” com a ex-vereadora. Por mais de 30 minutos, a secretária apresentou atividades da Pasta assumida por ela há um ano e meio. O convite partiu do vereador Humberto Henrique (PT).

Leia a matéria em odiario.com.

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Serra, Richa e Barros têm apoio da maioria na Câmara de Maringá

Escrevi sobre o assunto para O Diário. Na edição, a matéria precisou ser reduzida por falta de espaço. Portanto, abaixo o texto na íntegra. O infográfico é de Welington Vainer.
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Figuras influentes na sociedade, inclusive na hora de pedir voto, os vereadores maringaenses já definiram apoio político nas eleições deste ano. À reportagem de O Diário, mais da metade deles afirmaram estar do lado do presidenciável José Serra e do candidato ao governo do Estado, Beto Richa, ambos do PSDB. Dois terços da Câmara Municipal disse, ainda, apoiar a candidatura do ex-deputado federal Ricardo Barros (PP) ao Senado Federal.

O apoio declarado pelos vereadores é determinado, em grande parte dos casos, pela orientação de seus partidos. Os petistas Mário Verri e Humberto Henrique, por exemplo, têm voto em comum. “Dentro do nosso partido [PT], a orientação de voto é para Dilma, Osmar, Requião e Gleisi”, disse Verri. O mesmo ocorre com os tucanos Flávio Vicente e Evandro Jr. “Estou com os candidatos da nossa coligação”, declarou Vicente. “Trabalhamos pela eleição da dupla Barros e Fruet para o Senado”, disse Evandro.

Quem apoia Osmar Dias, para o governo, é Dilma para a presidência, assim como quem é por Beto Richa prefere Serra. Lógica que não é seguida quando o assunto é o Senado. Neste ano, o eleitor votará em dois nomes para senador. Entre os vereadores, também convidados a escolher dois candidatos ao Senado, quem declara apoio a Ricardo Barros nem sempre está com Gustavo Fruet (PSDB) – ambos da coligação “Novo Paraná”, encabeçada por Beto Richa. Presidente da Câmara de Maringá, Mário Hossokawa (PMDB) se divide entre o candidato de seu partido, Roberto Requião, e o irmão do prefeito Silvio Barros (PP). “Não tem como não dar apoio ao Ricardo [Barros], que é de Maringá”, justificou.

Em conversa reservada, alguns dos vereadores revelaram a O Diário que o apoio que declaram em público nem sempre corresponde com a opção deles na hora do voto. O único entre os 15 que afirma não seguir a orientação do partido é o vereador Dr. Sabóia (PMN). “Que meu partido me desculpe, mas sou Osmar. Não tem como apoiar outro candidato”. Sabóia explica que entre ele e o candidato da coligação “A união faz um novo amanhã” há uma amizade de mais de 40 anos, que vem desde antes da vida pública de ambos. “Se fosse o contrário, tenho certeza que Osmar teria a mesma postura para comigo”, acrescentou.

Entre aqueles que apoiam a dobradinha Barros-Fruet para o Senado, apenas Heine Macieira (PP) reconhece, publicamente, ser difícil eleger os dois nomes. Na avaliação dele, Ricardo Barros será eleito, porém, junto de um dos outros dois favoritos: Requião e Gleisi Hoffmann (PT). Com um filho envolvido no acidente com o ônibus do Grêmio Maringá, no último domingo, John Alves (PMDB) disse, via assessoria, que mais adiante definirá seu apoio político nas eleições deste ano. O filho de John passa bem.
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E-mail é coisa do passado

Imagine duas pessoas: Gabriella e Paulo. Ambos utilizam a internet diariamente, passam pelo menos quatro horas do dia conectados, usam a rede para contatos profissionais, acadêmicos e também nos momentos de lazer.

Paulo é um “cinquentão” enxuto, cresceu numa época em que o mimeógrafo fazia as vezes do “xerox”, a carta social (de um centavo) era a forma de correspondência mais barata e o telefone portátil e sem fio era coisa de ficção científica.

Gabriella tem 21 anos, já nasceu na era digital, não teve de fazer curso de datilografia, nunca “discou” um número de telefone – no sentido literal da palavra –, sempre teve celular e, provavelmente, não sabe o que é um mimeógrafo.

Ao se comunicar pela internet com colegas de trabalho, amigos e familiares, um deles usa, basicamente, o correio eletrônico; o outro prefere as redes sociais. E pelo perfis traçados, nem é preciso dizer qual dos dois envia e-mail e qual “tuita”.

Veja na imagem abaixo a matéria completa, conforme publicada em O Diário, ou ainda a versão de odiario.com.

Veja também o infográfio do iPad, de Welington Vainer, em tamanho ampliado.

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