Mês: julho 2011



‘Time dos 15’ começou com Soni e Sabóia

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O primeiro veículo de comunicação a trazer a posição dos vereadores de Maringá sobre o número de cadeiras preferido para a próxima legislatura foi O Diário. Isso se deu em enquete qualificada (confira aqui) na primeira quinzena de maio.

Com exceção de Wellington Andrade (PRP), que não quis se posicionar, à época apenas dois vereadores defendiam 15 cadeiras: Paulo Soni (PSB) e Dr. Sabóia (PMN) – na foto. Flávio Vicente (PSDB) e o presidente da Casa, Mário Hossokawa, que preferiam 19, logo depois mudaram para 15. Heine Macieira (PP), que no começo falava no máximo de 23, tornou-se recentemente o mais novo integrante no “time dos 15”.

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Com 23 cadeiras, custo com vereadores salta para R$ 10,7 milhões

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Foi destaque na edição de domingo (17) de O Diário o quanto a Câmara de Maringá teria custado a mais se, ao invés de 15 vereadores, fossem 23 no parlamento municipal.

Para manter a estrutura atual do Legislativo, com 15 cadeiras, a Câmara Municipal gastou com subsídios dos vereadores, salários de assessores, combustível, diárias e desp]esas fixas a soma de R$ 7,4 milhões em 2010. Com 23 edis, o Legislativo maringaense teria custado R$ 10,7 milhões no ano passado, 38% a mais das despesas pagas em 2010.

A representatividade máxima elevaria o custo em R$ 147 mil por mês, de acordo com levantamento feito por O Diário baseado em dados solicitados à Presidência da Casa. Leia a matéria completa.

ERRATA: na versão impressa, dois erros no segundo parágrafo. Onde consta 44,6% o correto é 38%. Onde consta R$ 270 mil o correto é “cerca de 147 mil”. No site essas informações já foram corrigidas. Os erros não alteram a tabela publicada nem o título da matéria nem a chamada de capa.

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Bravin está com a razão

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De todas as respostas que já ouvi a respeito da votação sobre o número de cadeiras na Câmara de Maringá (e não foram poucas), a mais sábia delas, podem crer, partiu do vereador Bravin (PP). Diz ele: “isso é igual eleição para presidente da Casa. Se define tudo na última hora, no gabinete do presidente [da Casa]”.

É isso que vai acontecer. O canetaço virá aos 44 minutos do segundo tempo. Posso prever que ainda ainda terei de escrever matéria contando que, na última hora, X% dos vereadores mudaram de opinião para haver consenso. Apenas um palpite: não será 15 nem 23.

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Na Câmara, maioria quer ‘salário’ de R$ 9,5 mil

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O maioria dos vereadores de Maringá diz estar descontente com o valor que recebe mensalmente pelo exercício da função. Cada um tem subsídio de R$ 6.312,63, exceto o presidente da Câmara, que ganha R$ 9.627,75 – graças ao adicional para o cargo. Dos 15 representantes, 12 adiantaram que votarão a favor do aumento do subsídio, que deve ser discutido e votado em agosto.

Em enquete qualificada, na qual os vereadores foram questionados sobre o subsídio (tecnicamente eles não recebem salários) ideal, 8 responderam R$ 9,5 mil. Segundo estudo do departamento financeiro da Câmara, essa quantia repõe as perdas referente à inflação no período de 2004 a 2013, ano em que passaria a valer o novo subsídio.

Apesar do salário do vereador maringaense poder, por lei, ser de até cerca de R$ 12 mil, ninguém se colocou a favor do teto. Há o receio de que os eleitores fiquem indignados com o aumento.

Leia a matéria completa em odiario.com
Veja no quadro abaixo o que pensam os vereadores

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Só 33% dos vereadores defendem 23 cadeiras

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Em menos de dois meses, o porcentual de vereadores favoráveis a 23 cadeiras na Câmara de Maringá caiu de 60% para 33%. Dos nove edis que, em maio, preferiam o limite de representantes, quatro mudaram o discurso e agora falam em 19 ou 21 assentos a partir da próxima Legislatura.

No mesmo período, a sociedade civil organizada se uniu contra o aumento e, na semana passada, entidades classistas, religiosas, sindicais e de serviço entregaram ao Legislativo municipal um documento no qual pedem a manutenção de 15 cadeiras.

Em 12 de maio, quando O Diário publicou enquete qualificada na qual os vereadores opinaram sobre o número de cadeiras, apenas Dr. Sabóia (PMN) e Paulo Soni (PSB) defendiam a permanência de 15 representantes. No final da semana passada, Flávio Vicente (PSDB) e o presidente da Câmara, Mário Hossokawa (PMDB) já falavam em 15, atendendo ao apelo das entidades.

Leia mais…

ERRATA: o documento foi assinado por cerca de 60 entidades e não 110 conforme publicado. Erro meu (LF). Tomei por base matéria publicada anteriormente e, logo cedo, foi informado por um vereador sobre o número de assinaturas que constam do manifesto entregue à Câmara.

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Na Acim, Silvio Barros critica reportagens

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Durante a reunião da diretoria da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), na noite de quinta-feira (7), o prefeito Silvio Barros (PP) criticou duas reportagens de O Diário, publicadas este ano. Uma delas trazia como manchete “Com Silvio, quadro de servidores cresce 40%” (1º de abril) e a outra, “HM registra furto de medicamentos estocados nos corredores” (6 de maio).

No primeiro caso, o cálculo do aumento do quadro de servidores, desde o primeiro ano da atual administração, partiu de informações enviadas à reportagem, por e-mail, pela própria assessoria de imprensa do prefeito.

Na edição seguinte, inclusive, O Diário trouxe nova matéria corrigindo o equívoco cometido pela equipe do prefeito no repasse de informações incorretas.

O prefeito deu a entender, perante os associados da Acim, que houve má-fé por parte do jornal também ao falar da matéria sobre o furto de medicamentos no Hospital Municipal. Segundo apurou O Diário, 320 frascos de glicose de meio litro sumiram dos corredores do HM, que não possui almoxarifado.

Silvio Barros disse que “esse escândalo aí, somando tudo, dava ao todo R$ 300”, valor que não foi informado ao jornal à época e que, de qualquer forma, trata-se de dinheiro público. As capas dessas duas edições, apresentadas com projetor multimídia, ilustraram a crítica (sem embasamento) do prefeito.

PS.: na reunião, esperava-se que Silvio apresentasse novidades sobre o projeto de revitalização da Avenida Brasil. Quem tocou no assunto foi o secretário Diniz Afonso.
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Nota do LF.: a respeito da reportagem referente ao aumento do quadro de funcionários na gestão de Silvio Barros, escrita por mim. A atitude do prefeito na Acim é digna de lamento. Prefiro crer que o prefeito não foi informado sobre o erro cometido pela assessoria da Prefeitura, à época, no repasse das informações solicitadas pelo jornal. Fica a pergunta: a imprensa só merece respeito quando noticia assuntos que agradam as autoridades?


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‘Pau torou’ na Câmara

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Os vereadores estão chateados com a pressão das entidades para que o número de cadeiras na Câmara Municipal permaneça em 15. John Alves (PMDB) tem se mostrado o mais irritado de todos. Na sessão de terça-feira (5), o ex-presidente da Casa desceu o verbo contra as entidades.

“Você nunca vai ver um mané desses vir aqui defender os interesses do Joãozinho lá da periferia”, esbravejou John. O vereador palmeirense, certamente, ficará ainda mais revoltado depois de ler o documento com a lista de motivos pelos quais a sociedade civil organizada é contra o aumento do número de vereadores.

O documento será entregue nesta quinta-feira (7), às 11h45, na Acim. Para o bem da diplomacia, o presidente da Câmara, Mário Hossokawa (PMDB), disse que irá sozinho receber o manifesto. Na Câmara, a maioria é a favor do limite de 23 vereadores.

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Sem convenção, PMDB tem sinal verde para aliança com PT de Enio

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O diretório estadual do PMDB cancelou, em reunião realizada em Curitiba, a convenção municipal em Maringá, prorrogando o mandato do atual presidente municipal da legenda, Umberto Crispim (foto), até 2013. A decisão foi tomada na noite de segunda-feira (4), cinco dias depois de o presidente da sigla no Paraná, o deputado estadual Waldyr Pugliesi, confirmar que as eleições estavam mantidas para o dia 17.

O cancelamento da convenção, que contou com o apoio de dois terços da executiva estadual, dá sinal verde para uma aliança, em Maringá, do PMDB com o PT, que apresenta o deputado estadual Enio Verri (PT) como pré-candidato a prefeito nas eleições do ano que vem. Crispim quer uma forte coligação em torno de Enio, tendo um nome do PMDB como candidato a vice-prefeito.

Leia a matéria em odiario.com.

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