Mês: novembro 2012



Record é condenada a pagar R$ 50 mil a jornalista da Globo por danos morais

A Record, que responde por emissora de TV homônima e é dona do portal de notícias R7, foi condenada a pagar indenização de R$ 50 mil ao jornalista William Waack (foto), âncora do Jornal da Globo, por danos morais. Isso por ter reproduzido uma matéria que classificava Waack como “informante do governo americano”.

Segundo reportagem, publicada em outubro deste ano, Waack foi apontado como informante do governo dos EUA “segundo documentos sigilosos trazidos a público pelo site Wikileaks”. Na sentença, o juiz responsável pelo caso ressaltou que esse documento inexiste.

Leia mais no site Knight Center

Quem fala ou escreve demais, muitas vezes acaba pagando caro por isso.

 

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25 tons de jornalismo

Do divertido blog Desilusões Perdidas

25 tons de jornalismo
(o manual sadô-masô da imprensa)

Mordaça – para o jornalista ficar quietinho.

Venda nos olhos – para o jornalista ficar ceguinho.

Chicote – só fez quatro matérias hoje? Tá muito lerdo! (som de chicotada no lombo)

Dominação – faça o que eu estou mandando ou você perde o seu emprego.

Submissão – sim, senhor, é para escrever mal de quem?

Sadismo – você está na escala de plantão do carnaval. (gargalhadas)

Sadismo 2 – você vai ler este release cheio de erros, sim, e escrever uma nota bem bonita.

Sadismo 3 – quero que você vá cobrir o show do Restart.

Sadismo top – leia Veja. Indispensável.

Tortura psicológica – tá sabendo que o jornal vai fechar no mês que vem?

Humilhação – esse aqui é o seu contracheque, amor? Você não me contou que ganhava só isso.

Algemas – ah, a maldita falta de liberdade.

Dogplay – se você for um repórter obediente e for à minha coletiva, vai ganhar um presentinho.

Escravidão – mas, chefe, eu não folgo há três semanas.

Podolatria – o seu lead está no pé e não no abre da matéria. Dá para inverter isso?

Castigo – o texto não tá bom. Reescreva essa porra, por favor.

Fetiche – ter uma credencial (de couro) no pescoço.

Fetiche 2 – ter tempo livre.

Fetiche 3 – ter um emprego.

Jornalismo anal – No começo dói um pouco, mas depois a gente acostuma. Até gosta, sabe?

Máquinas medievais de tortura – a máquina de escrever que prendia a tecla, enroscava a fita.

Máquinas modernas de tortura – o computador de bosta que sempre dá pau quando não pode dar pau.

Masoquismo – pai, eu quero estudar jornalismo.

Masoquismo 2 – pai, eu vou me casar com um(a) jornalista.

Masoquismo 3 – Cobrir o show do Restart? Hoje à noite? Claro. Eu adoro Restart.

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Ressaca verde… eu já sabia

No domingo nem quis assistir ao futebol. Preferi a Fórmula 1, claro. Já previa o pior (inclusive com postagem aqui no blog) desde que Felipão deixou o comando do Palmeiras que, agora, se tiver vergonha na cara, vai rever o que há de mais podre por lá: sua diretoria. Em 2013, terá dois desafios: subir à elite nacional e eliminar os gambás na Libertadores.

Nesta segunda-feira (19), o melhor coisa a fazer é falar de qualquer coisa, menos de futebol.

Algumas imagens para alegrar o dia e ajudar com a ressaca.

Como a mulherada que reclama da falta de homens no “mercado” costuma dizer: “é melhor um homem feio na mão do que dois bonitos se beijando”.

Depois dessa, fica difícil entender por que há tanta mulher desesperada pra casar.

(risos).

Esta foi uma das melhores que vi no Facebook, que hoje está carregado de piadas sem graça do Palmeiras.

Esta é em homenagem às mulheres que vivem reclamando que precisam “pegar um bronze”.

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Rotary divulga integrantes do intercâmbio de estudos para o Uruguai

O distrito 4630 do Rotary Internacional – que engloba a região noroeste do Paraná – divulgou nesta quarta-feira (14) os integrantes do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) para o Uruguai, em 2013. Os participantes terão a oportunidade de conhecer a região de Salto, segunda maior cidade uruguaia, que corresponde ao distrito 4940 do Rotary.

Seguindo a proposta do IGE, o líder rotariano e os membros não rotarianos serão “embaixadores” do Brasil no país vizinho e, por lá, poderão visitar empresas e entidades de suas áreas profissionais. Entre os selecionados, está a jornalista Graziela Castilho, que já foi repórter de O Diário e hoje é assessora de imprensa do Sebrae-PR.

Confira o grupo do IGE para o Uruguai:

Líder
Adriana Biembengut Biato Scandelae, do Rotary Club de Santa Fé

Suplente de líder
Helder de Moura Villela, do Rotary Club de Goioere

Membros
Graziela Castilho Cavalaro, indicada pelo Rotary Club de Maringá Cidade Ecológica
João Carlos de Lima, indicado pelo Rotary Club de Campo Mourão
Raphael Duarte da Silva, indicado pelo Rotary Club de Campo Mourão
Viviane Souza de O. Frutuozo, indicada pelo Rotary Club de Paranavaí Moema

Membro suplente
Tania Gisele Martins, indicada pelo Rotary Club de Maringá Parque do Ingá

A Subcomissão Distrital do IGE informa que essa foi a última seletiva para este intercâmbio, que depois de décadas deixará de existir no formato atual. Além do IGE para o Uruguai, outro grupo representará o distrito na Austrália (confira o blog do grupo) em 2013.

 

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Chefe que humilha funcionário deve ser preso

A frase acima é do advogado mestre em Ciências Jurídicas, Marllon Beraldo, e intitula a ótima entrevista concedida por ele à repórter Carla Guedes (publicada em O Diário na edição de domingo, 11 de novembro). Fazer com que o assediador moral no Brasil responda criminalmente por seus atos, tal como fez a Suécia no início da década de 1990, é o tema do primeiro livro de Beraldo: “Assédio Moral e sua criminalização”.

De acordo com o professor universitário, as humilhações sofridas no ambiente de trabalho geram em 80% das vítimas algum tipo de transtorno psicológico. E pior: 20% dessas vítimas chega a pensar em suicídio. Este Café já trouxe postagem explicando que esta prática deve ser denunciada e que a vítima, especialmente quando há testemunhas, deve buscar reparação judicial – ainda que não tenha se desligado do local de trabalho onde o assédio ocorreu.

Contudo, Beraldo quer mais, quer cadeia para os agressores. Projetos de lei, em trâmite, que já discutem esse tema, preveem de um a cinco anos de prisão para chefes que constrangerem empregados. Confira aqui a reportagem completa publicada em O Diário.



Churros é ou não é coisa do capeta?

Quem está zoando mais, o cara que perguntou ou aquele que respondeu?

Prefiro crer que não estão falando sério. De qualquer maneira, fica aqui mais essa pérola do Yahoo Respostas para divertir nossa sexta-feira (9) chuvosa em Maringá.

 


Moral da história: ver Diabo em tudo causa transtornos psíquicos.

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Na garagem não dá

A situação dos trabalhadores que atuam na manutenção dos computadores da Prefeitura de Maringá parece não ser das melhores. Alegando insalubridade e risco à saúde desses profissionais, o Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) cobra imediata remoção da garagem do Paço Municipal – onde os mesmos estão lotados, em caráter provisório – para espaço adequado.

Ao trabalhar na garagem, em área de pouca ventilação, os servidores estariam expostos diariamente aos gases tóxicos dos veículos. A cobrança do Sismmar se deu por  meio de ofício.  A administração municipal deve se posicionar a respeito até esta sexta-feira (9).

Leia mais no blog do Sismmar.

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Grande cobertura da reeleição de Obama

Durante a madrugada desta quarta-feira (7) veio o resultado: vitória de Obama. Logo cedo, lendo os noticiários, na imprensa brasileira gostei em particular da cobertura do Portal G1 sobre a eleição presidencial dos Estados Unidos. Com informações do jornalismo da Rede Globo, o G1 trouxe infográfico da apuração em cada um dos 50 Estados, o discurso da vitória de Obama, fotos da comemoração dos democratas, etc.

Mas é claro, mesmo a boa cobertura do G1 e da Globo ficou muito aquém dos grandes jornais norte-americanos.

Washington Post e New York Times fizeram ampla cobertura das eleições, com correspondentes nos principais Estados – com atenção especial para os colégios eleitorais onde a disputa entre democratas e republicanos costuma ser equilibrada, como é o caso da Flórida.

Particularmente, torci por Obama, mas sem a mesma empolgação de 2008. Assim como na opinião de tantos com quem converso sobre política, a avaliação é de que entre Obama e Romney, o primeiro deles é a melhor opção não apenas para os EUA, mas para todo o mundo.

Confira aqui as capas de hoje dos principais dos EUA e do mundo.



Nota aos viciados em café

Leitores deste modesto Café têm questionado, nos últimos dias, via e-mail, por que as novas postagens não aceitam mais comentários. E uma resposta àqueles que acompanham e gostam desse blog se faz necessária.

Por conta de recentes e sucessivos ataques feitos a este blog e ao jornalista que responde por ele, fez-se necessário impedir novos comentários, ao menos por enquanto. Anteriormente, por uma conduta que remete à liberdade de expressão, o autor sempre aprovou (na moderação) os comentários feitos pelos leitores do blog.

Houve uma exceção, na postagem “Coeficiente ou quociente eleitoral”, em que três comentários não foram liberados por conta do tom altamente ofensivo. Diante da não aprovação dos mesmos, o autor foi chamado de “covarde” no Facebook, recebendo ainda outras palavras de agressão. Diante daquela situação, optou-se por aprovar os comentários que permaneciam em stand-by e, a partir daí, impedir comentários nas postagens subsequentes.

Infelizmente, a maioria, que sempre primou pela crítica construtiva, de qualidade, terá esse prejuízo por conta da falta de respeito e civilidade de alguns poucos.

Entretanto, o grupo Tomo Café com Jornalista, no Facebook, continuará servindo como canal de comunicação entre o Café e seus leitores e entre o Café e outros blogueiros, que também utilizam o mesmo grupo para divulgar suas postagens. Até hoje, a postura de todos os membros do grupo sempre foi de respeito mútuo. E por lá, quem não agir dessa maneira será convidado a se retirar.

Quanto às eventuais injúrias e difamações feitas contra o profissional autor deste Café, provas foram coletadas e as devidas medidas já estão sendo tomadas. Um boletim de ocorrência foi registrado para que os autores, que usaram pseudônimos em seus comentários, sejam identificados na investigação.