Manifestantes hostilizam jornalistas, especialmente da Globo

Patrícia Poeta, âncora do Jornal Nacional

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), entidade maior de representação da categoria, vem a público repudiar a violência cometida contra jornalistas por manifestantes, em diversas cidades do país, notadamente São Paulo e Brasília.

Assim como condenamos a violência policial, denunciamos as coações, intimidações, agressões verbais e físicas cometidas contra jornalistas e outros profissionais da imprensa. Ambas as práticas não podem ser toleradas pela sociedade brasileira, visto que violam os princípios da liberdade de expressão e de imprensa.

Leia mais no site da Fenaj

Uma minoria (esses sim, baderneiros) tem cometido agressões, depredações ao patrimônio público e saques, manchando o manifesto de uma maioria que, de fato, quer um Brasil melhor e uma tarifa com preço honesto. É essa minoria que tem agredido jornalistas e, nesse cenário, lamentável, profissionais da Rede Globo estão entre os mais hostilizados. Quem acompanhou os telejornais da emissora, nesta quarta-feira (19) notou isso.

Boa parte das imagens dos manifestos feitas a partir de helicópteros. Depois de ter equipes hostilizadas, repórteres da Globo claramente  evitaram a “linha de frente” na cobertura, mantendo certa distância dos manifestantes. Os repórteres que colaboraram com o Jornal Nacional não usaram o símbolo da emissora em seus microfones e equipamentos.

Desde o início da série de manifestações pelo País, a Globo têm sido alvo de críticas – contraditórias. Nesse período, a emissora segue líder de audiência.

 

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