Mês: setembro 2014



Dia 5 de outubro, diga não à corrupção

O governo de FHC teve escândalos de corrupção. O de Lula, idem. O de Dilma, idem². Se há corrupção e votamos na continuidade de um governo, compactuamos com o desvio do dinheiro público. Há quem se deixe levar, por interesses próprios ou não, pelo partidarismo cego e tolo. Isso também não é bom.

O recado contra esse “câncer” tem de ser dado nas urnas, em todas as esferas de poder. Ficar reclamando da péssima educação pública, das filas nos hospitais, do conhecido que morreu sem atendimento, da criminalidade que foge ao controle… não adianta. O dinheiro que seria necessário para melhorar nossas vidas está no bolso de políticos ladrões, bandidos – alguns poucos deles, presos.

Só com renovação sobre renovação, até que haja o banimento dos corruptos da vida pública, teremos um Brasil justo e, de fato, para todos. Vamos mudar quantas vezes for necessário até acertar.

É o desabafo deste eleitor

Foto José Cruz/Agência Brasil/Divulgação

Foto Agência Brasil/Divulgação

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Série Friends – episódio Eleições 2014

Ah, saudosos tempos de capítulos inéditos da série Friends. Aguardávamos a semana por um novo episódio. Quem curtia aquela série certamente vai curtir a paródia versão eleições 2014.

Como bem disse uma internauta, no You Tube, “esse vídeo foi tão bom quanto pintar com Lukscolor!” Parabéns a Thiago Duarte pela criatividade.

http://youtu.be/RSSYCQ-RiiQ
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A bela Rua das Palmeiras

Belo registro da Rua das Palmeiras, em Joinville. Foto do competente Mauro Schlieck, publicada na coluna de Luiz Veríssimo, no jornal Notícias do Dia.

Não para dá para ver na foto, mas, de frente para a moça que descansa sua beleza, fica a cafeteria preferida na cidade deste doido por café: a Frankfurt Café.

Mauro Schlieck/Notícias do Dia

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Modelos de financiamento de campanha

A reforma eleitoral, a qual discutiria alterações no processo, o tempo dos mandatos e também o financiamento público de campanha, só não saiu do papel por vontade política do Congresso. Mas isso não significa que os parlamentares (ao menos uma minoria deles) não propuseram melhorias. Segundo levantamento da Consultoria Legislativa do Senado, desde 2005, há 18 projetos de lei em tramitação sobre o assunto.

Algumas das propostas levam em conta experiências adotadas em países desenvolvidos, onde as eleições têm custo inferior ao do Brasil (país que tem o processo mais caro do mundo). Abaixo, como é o financiamento das campanhas em alguns países.

Foto José Cruz/Agência Brasil/Divulgação

Foto José Cruz/Agência Brasil/Divulgação

Estados Unidos
Até o final de 2003, vigorava regra estrita para as contribuições diretas de indivíduos a candidatos (não podiam ser superiores a US$ 1 mil por ano e ciclo eleitoral) e a partidos (não podiam ultrapassar US$ 25 mil por ano e ciclo eleitoral). Havia brecha legal que permitia doações acima desses limites por empresas, sindicatos e indivíduos. Propagandas nos meios de comunicação em torno de temas específicos de interesse dos financiadores também podiam ser custeadas por empresas e sindicatos. Só que o escândalo da Enron demonstrou a fragilidade do sistema. O Congresso aprovou alterações na legislação, impondo restrições severas ao uso do chamado soft money, estabelecendo novos limites para as contribuições de pessoas físicas e jurídicas.

Alemanha
Ao contrário do Brasil, o princípio que rege a legislação sobre financiamento de campanha é o da proteção de partidos e candidatos da influência de grandes financiadores. Os gastos eleitorais são reembolsados pelo governo. Há também subsídio público a contribuições e doações privadas.

França
Optou pelo financiamento público de campanha, proibindo as contribuições de pessoas jurídicas e sindicatos.

Canadá
O financiamento é misto. O público consiste em renúncia fiscal de parte do Imposto de Renda dos doadores a partidos e candidatos e reembolso parcial dos gastos de campanha. A legislação canadense não limita as contribuições privadas às campanhas.

A pesquisa foi feita pela Consultoria Legislativa do Senado.

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Federação Mundial de Curling oferece trainee em jornalismo na Suíça

A Federação Mundial de Curling está aceitando inscrições ao sua programa de trainee de mídia esportiva. Três estudantes de jornalismo serão selecionados para participar do Campeonato Europeu Le Gruyère de Curling na Suíça. Os três escolhidos serão premiados com uma viagem totalmente paga para os campeonatos, alojamento e algumas despesas de moradia pela duração do evento.

As inscrições estão abertas. Saiba mais no site da IJNet.

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